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O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

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O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:52 pm

procurador Walgren

Procuradoria Deborah Brasil

O procurador Walgren Começa o seu discurso de abertura. Usou meios audiovisuais para ajudar na argumentação que fazia. No meio desta,mostrou uma fotografia de Michael deitado numa maca, muito provavelmente a ser levado para o hospital,apos o sucedido.
Quem conseguir olhar, o link da foto é este:
http://images.eonline.com/eol_images/Entire_Site/2011827//425.mj.body.ls.092711.jpg
Procurador Walgren: “ As provas mostrarão que Michael Jackson colocou literalmente a sua vida nas mãos de Conrad Murray. Michael Jackson confiou a sua vida aos conhecimentos medicos de Conrad Murray. Essa confiança tornou-se demasiada, e o preço que pagou foi demasiado alto.” Procurador Walgren alegou ainda que as ações do Dr. Murray’s,levaram á sua morte.
O procurador Walgren explicou o que Michael fazia, meses antes da sua morte.
Walgren mencionou que Michael se preparava para a sua "This is It" tournée, os ensaios, e ainda que Michael vivia em 100 N Carolwood com os seus filhos.
Walgren menciona que Michael e o Dr. Murray se conheceram em 2006 em Las Vegas e se manteram em contato. Na altura em que Michael Jackson morreu, Dr. Conrad Murray não tinha nenhum certificado em nenhuma especialidade medica.
Em Março de 2009 Michael pediu ao Dr. Murray para o acompanhar em tournée.
Murray concordou e pediu para ser pago $5 Milhões por ano. Foi-lhe pago a quantia de $150,000 por mês.
Os deveres de Murray's incluiam não só medicina geral, mas tambem a prática de emergência medica. Ele teria recebido $150,000, mais despesas de voo para o Reino Unido, e ainda despesas com a casa.Teria aindo sido contratado como trabalhador independente. Na altura em que o Michael morreu, nenhum contrato tinha sido assinado pelo Michael ou pela AEG.
O Procurador Walgren explica o que é o Propofol aos jurados. Walgren diz que não é um sonifero, mas sim uma anestésico.
Walgren explica as vantagens e desvantagens do Propofol, e seus perigos.Menciona que Murray mentiu ao farmaceutico Tim Lopez, e disse que era para uso em pacientes que tinha na sua clinica na California.
Walgren começa a descrever as encomendas de Propofol que Murray fazia, e como estas eram enviadas para a casa da sua namorada Nicole Alvarez's.

O Procurador Walgren mostra parte de uma gravação em audio, registada no seu iPhone a 10 de Maio. Menciona que Murray gravava Michael quando este estava sobre a influência de drogas desconhecidas. Walgren diz que isso prova que Murray sabia o efeito que o tratamento causava,e mesmo assim continuou a encomendar Propofol.

Ouçam a gravação:
http://latimesblogs.latimes.com/lanow/2011/09/audio-michael-jackson-drugged.html


A gravação dizia:


Entre o dia 6 de Abril de 2009, e a altura em que Michael morre a 25 de Junho, o Dr. Conrad Murray encomenda propofol suficiente para dar a Michael, 1,937 milligramas por dia,refere o Procurador David Walgren aos jurados na sessão de abertura.
19 de Junho 2009. Michael não se encontrava em boa forma. Tinha calafriios,estava irritado,e tremia.
Kenny Ortega coloca um cobertor sobre Michael, massageia-lhe os pés, dá-lhe de comer na boca, galinha, e faz com que vá para casa mais cedo.
20 de Junho 2009. Há uma reunião onde se fala na saude de Michael.
Walgren diz que Dr Murray repreende Kenny Ortega. "Eu é que sou o medico,não tu.
Tu diriges a tournée, deixa a saude de MJ comigo."
Junho 23 e Junho 24 de 2009. Michael Esteve bem nos ensaios. Ele está bem, forte e otimista.
Junho 25,de 2009. Michael chega a casa por vota da 1 da manhã. O procurador Walgren mostra fotos da casa, e dentro dos quartos




O Procurador Walgren mostra uma lista dos telefonemas e e-mails de Murray.
Menciona o telefonema das 11:51 com Sade Anding e refere os 5 minutos em que Sade Anding notou Murray ficar perturbado e parar de falar. O Procurador Walgren diz que foi entre os minutos 11:56 - 11:57 da manhã que provavelmente foi a primeira vez que Conrad Murray se percebeu que Michael estava morto.

Walgren diz que Dr. Murray telefonou a Michael Amir Williams (MAW) ás 12:12 da tarde. MAW ligou a Murray ás12:13.
Dr. Murray pediu que viesse á casa,e não pediu para ligar o 911
MAW ligou a Alberto Alvarez e pediu-lhe que fosse até á casa. Quando Alberto chegou ao quarto, Murray pediu-lhe para recoler os sacos de remédios ,e a uma bolsa e solução salina intravenosa.
O 911 foi chamado ás 12:20 da tarde.

Os Paramedicos chegaram ás 12:26. Tentaram o melhor que puderam, mas Michael tinha morrido. Os Paramedicos perguntaram a Murray o que tinha dado a Michael. Murray diz Lorazepam, e não menciona Propofol.
Os Paramedicos estavam ao telefone com UCLA, e estes queriam anunciar naquele momento a morte de Michael.
Murray quiz que Michael fosse transferido para o UCLA. Quando chegaram ao UCLA ,
os medicos perguntaram a Murray o que Michael estava tomando. Murray disse aos medicos que Michael estava tomando Valium, Flomax e que lhe tinha dado Lorazepam .Uma vez mais não menciona o Propofol. Michael è dado como morto ás 2.26 da tarde no UCLA.
2 dias depois da morte de Michael, o departamento de policia de LA interroga Murray. Nesse momento, os resultados de toxicologia não tinham ainda chegado, e não era visivel nenhum trauma, como tal os detetives não sabiam a causa da morte de Michael. Esta é a primeira vez que Murray menciona o Propofol, e conta a sua versão dos acontecimentos.

De acordo com Murray, todas as drogas que tinha dado a Michael não funconaram.
Ás 10 da manhã, Michael diz a Murray que teria cancelado os ensaios, e que não precisaria se levantar ao meio dia. Murray decide dar propofol a Michael, e diz que deu 25 mg. Quando Michael estava deitado na cama com todas estas drogas em seu corpo, Murray envia um e-mail á companhia de seguros, a dizer que Michael está bem.

Walgreen refere as questões das normas e cuidados. Walgren explica a grave negligência aos jurados e dá exemplos das ações de Murray que as provam.
Tais como:
- Não existe documento escrito relativo aos cuidados a prestar,os riscos,e forma de consentimento.
- Não chamou o 911 (especialmente quando chamar o 911 é essencial,e de conhecimento básico).
- A relação empregado/trabalhador.Murray não se preocupava com o que melhor serviria os interesses de Michael,mas unicamente trabalhava para receber $150,000. Não teve nenhum discernimento médico.
-Enganou os paramedicos ao não mencionar o Propofol.
- Enganou os médicos na urgência, ao não referir o Propofol.

Murray tinha o dever legal de tratar de Michael, e não de o machucar.
Murray com os seus olhos postos nos $150K, concordou em administrar doses maciças de propofol, não respeitando minimante os procedimento médicos.
Murray abandonou Michael no dia 25 de Junho, cheio de drogas, sem equipamento de monotorização, sem equipamento de reanimação, deixou-o sózinho.
Fica claro que Murray abandonou Michael quando este mais precisava de ajuda.

Mostram-se fotografias durante a sessão de abertura por parte da acusação.


Bolsa de solução salina e garrafa de Propofol que Murray pediu a Alvarez para recolher.

seringa


amostra de urina


Secção dos Intervenosos


cama




Defesa de Murray

Chernoff

Gourjian

Flanagan


Defesa de Murray,Sessão de Abertura:
- Chernoff argumenta que Michael estava frustrado e deseperado para dormir e tomou 82 mg de comprimidos de Lorazepam, sem que Murray soubesse. Este fato causou a sua propria morte.
- Chernoff acredita que provas cientificas,irão provar que Michael administrou Propofol quando Murray não estava no quarto, e juntamente com o Lorazepam presente em seu corpo, criou um combinação bombastica, que o matou instantaneamente, ele nem conseguiu fechar os olhos.
- Quando Murray encontrou Michael,não havia maneira de trazer de volta.
- 2 questões:
Como é que Michael chega a este ponto de desespero?
O que se passou quando Dr. Murray saiu do quarto?
- TII teria sido historica. Teria sido uma tornée mundial.Michael iria ganhar imenso dinheiro, e tudo estava dependente desses espetaculos que ele nunca conseguiu realizar. Ele tinha um problema que não se resolveria com determinação ou talento.
Ele sabia que precisava de ajuda e foi procura de CM na Primavera de 2009.
-Verão de 2008,começam as negociações da TII.
Outubro de 2008,reuniões. Michael chorou na reunião, dizendo que estava cansado de ser um vagabundo.
Janeiro de 2009, assina o contrato. Michael tinha medo de não vender bilhetes. Vendeu rápidamente. Aumenta o numero de espetaculos para 50 com 2 condições:
1 -Uma casa para ele e seus filhos,
2- o livro de recordes do mundo Guinness , estaria presente para registar o momento.
50 espectaculos, 1 arena, 1 milhão de pessoas, iriam ver Michael de 50 anos atuar.Era isto que ele queria, e foi ele quem deu o nome á tornée sozinho.
- Murray não é um medico de celebridades. Ele tem 2 especialidades. Ele faz Angioplastias, e estas requerem anestesias. Ele salva vidas .Pacientes de Murray irão testemunhar. Chernoff afirma que Murray não é ganancioso, e fez atos medicos de graça.
- Um dos seguranças de MJ, conhecia Murray; ele foi chamado a hoteis para tratar dos seus filhos quando estavam doentes. Eles tornaram-se amigos. Michael contou-lhe sobre a sua infância, seus sonhos,etc. De 2006 a 2008, Murray tratou Michael de problemas como fungos, pé partido, coração e figado. Michael disse a Murray por 2 vezes que tinha ansiedade e problemas em dormir. Murray receitou-lhe remedios para dormir, mas estes não foram eficazes em Michael.
-Michael não tinha insonia. Michael Jackson tinha um enorme problema e incapacidade de dormir, não por minutos ou horas,mas por dias.
-27 de Junho,encontro com a policia. A defesa apenas escolheu o local. 9 das 10 testemunhas são tambem advogados.
O Detetive Smith já tinha falado com todos antes de falar com Murray. Não houve quaisquer restrições no que se refere a perguntas ou tempo. Ele respondeu a todas as perguntas. Nessa conversa, Murray afrmou que disse aos detetives não saber o que matou Michael Jackson e que queria saber.

Dr. Murray falou aos detetives nos problemas em dormir. Michael Jackson disse a Murray que tinha incapacidade de dormir, e que so conseguia dormir com o Propofol, pois sempre dormira com isto quando andava em tornée. Michael Jackson explicou como davam-lhe o Propofol. Murray disse aos detetives que concordou em dar o Propofol a Michael para o ajudar a dormir. Disse que estava preocupado com o fato de Michael usar Propofol sem a sua presença.
- Murray deu Propofol a Michael durante 2 meses. Durante 2 meses Michael dormiu, acordou, e ia trabalhar. Chernoff argumenta que Michael Jackson morre, quando Murray deixa de lhe dar Propofol.
- Murray disse ao detetives, que era seu objetivo, encontrar uma maneira de fazer Michael dormir normalmente. Ele diz que disse a Michael que não podia continuar a usar Propofol, o que aconteceria quando a tornée acabasse, e lhe começaria a dar outros sedativos para que dormisse.
- Midazolam e Lorazepam foram encomendados tambem, pois Murray tinha esperança de poder passar a usar estes sedativos.
- O dia em que Michael morre, foi o 3º, no processo de desintoxicação de Propofol. Nesse dia, o objetivo era de não administrar nenhum Propofol. Murray recusou-se a dar, e administrou Midazolam e Lorazepam.

10 da manhã, Michael começa a suplicar por Propofol. Murray estava confuso e não consegue entender porque Michael não consegue dormir como dormira na noite passada. Murray verificou dentro da cama, para se certificar que os remedios que lhe dera, estavam dentro do corpo de Michael.
- Michael compartilhava muito a sua vida. Muitas pessoas que faziam parte de sua vida, não conheciam vários aspectos desta, e Murray não sabia o que Michael fazia durante o dia.
- Klein dermatologista de Michael visitava-o 3 a 4 vezews por semana. Relatorios medicos mostram que ele implantava Botox, e que era injetado com Demerol em dosagens de 100 mg até 300 mg. Por vezes, 1000 mg por semana.
- Irão apresentar testemunha sobre o seu vicio. Esta testemunha, dirá que Klein viciou Michael no Demerol, e que um efeito secundario deste vicio, é incapacidade de dormir.
- Murray não sabia Demerol.
- Michael foi injetado com Demerol a 16 de junho, e foi aos ensaios nesse mesmo dia. Foi dia 17, faltou o ensaio de dia 18 de junho, a 19 estava doente. Peritos irão explicar, que se pensa ser devido á falta do Demerol.
- Michael dizia que sofria de insonia, porque estava sempre a pensar e a criar.
- Murray disse aos investigadores que sabia que Michael tinha de que levantar ao Meio dia, e que foi por isso que so lhe deu 25 mg de Propofol cerca das 10 da manhã . Ele sabia que Michael tinha Midazolam e Lorazepam em seu corpo. Michael disse a Murray que precisava dormir,e ensaiar, ou cancelaria a tornée. Tinha havido 3 reuniões, e por isso Murray sabia que Michael precisava de dormir.
- Chernoff menciona a testumnha de defesa Paul White , "pai do Propofol". Explica o Propofol. Chernoff diz que a sua testemunha irá explicar que não havia nenhum risco/perigo de vida, na quantidade de Propofol que Murray administrou a Michael.
- Chernoff diz que não há margem para duvidas, por isso a questão é como é que Michael Jackson conseguiu mais Propofol. A defesa acredita que Michael deu a si proprio mais Propofol.

Chernoff afirma que a defesa testou os niveis de Lorazepam no estomago de Michael,e que era 4 vezes maior que os niveis no sangue. Chernoff afirma que tal só é possivel se Michael andasse a tomar mais Lorazepam.
- A Defesa acha que Michael queria dormir, e frustrado por não conseguir, e por seu medico lhe negar o Propofol, ele engoliu até 8 compimidos de Lorazepam, enquanto Murray não estava no quarto.
Murray deu-lhe Propofol não sabendo de tal, e quando sai do quarto,Michael dá a si proprio outra dose.
- Chernoff afirma que os acontecimentos são trágicos, mas que Murray não é culpado, e que deviam pedir a absolvição.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:55 pm

Ortega chamado :



- Ortega afirma que tem sido diretor desde a decada de 80, coreografo desde a decada de 70. Conheceu MJ pela primeira vez em 1990. Michael convidou-o para trabalhar na Dangerous tour. Foi um co-criador e diretor de produção tambem na History tour, supervisionou a coreografia juntamente com MJ que fez a maioria.
Ortega foi tambem responsavel pelo vestuario e iluminação. O mesmo se passou na tornée da This is It. MJ e Ortega estavam em contato nos ultimos anos até Mj morrer. AEG disse a Ortega que MJ queira Ortega para a This Is It tour, e mais tarde foi MJ que o disse a Ortega. Ortega sentiu que MJ estava emocionado com a This Is It, pois Michael tinha dito que era o momento certo para a fazer.
- Ortega começou a trabalhar em meados de 9 de Abril This Is It. MJ estava muito envolvido.

-Ortega Afirma que Michael tinha muitas razões para querer fazer a tornée naquele momento. Primeiro, seus filhos estavam curiosos em relação ás suas musicas e atuações. Michael sentia que as crianças iriam finalmente apreciar as suas performances. Segundo, ele queria fazer uma tornée para os seus fãs. Michael estava a permitir a seus fãs escolher as musicas que tocaria em this is it. Terceiro,Michael achava que canções como Heal the World e Earth Song, eram tão ou mais importantes naquele momento,do que quando foram escritas.

- A Preparação para a This is It se iniciou no centro de estagios em Burbank. Ortega, MJ e Travis Payne concetualizaram a tournée. Ortega afirma, que naquele momento se encotrava com MJ 3 a 4 vezes por semana.

- Os ensaios começaram no Forum de LA em 9 de Junho de 2009. Os filhos de Michael não foram aos ensaios, porque ele queria que as crianças se focassem na escola. Os ensaios duravam 5-7 horas, do fim da tarde até á noite. Michael fazia tabalho tecnico, ilumiação, ensaio musical, e dava as suas recomendações.

-Ortega diz que conheceu Murray em Abril de 2009. MJ apresentou Ortega a Murray, na sua casa em Carolwood Drive. Murray ia raramente aos ensaios, nunca foi centro de estagio e foi uma vez ao forum, mas nunca ao Staples.

-MJ não estava comparecendo aos ensaios em meados de junho, na ultima semana no forum. Ortega foi informado que era um problema de horarios e dai a sua "ausência continuada".

- Sexta-feira 19 de Junho, ainda no Forum, Ortega diz que MJ "não estava nada bem". Estava gelado, parecia perdido e incoerente. Ortega afirma que deu a MJ comida, cobriu-o com cobertores, e deu-lhe um aquecedor. Michael, de acordo com Ortega, perguntou-lhe se ele podia assistir sentado ao ensaio com Travis Payne que estava no lugar de MJ. Ortega concordou. Ortega realça que nunca viu MJ como ele estava, e sugeriu-lhe que fosse para casa.

-Ortega é questionado sobre um e-mail que enviou a Randy Phillips da AEG em 21 de Junho de 2009. Nesse e-mail Ortega reafirma que Michael estava doente e que foi mandado para casa. Ortega diz ainda que MJ irá precisar de ajuda psicologica, e de um nutricionista.



Texto do e-mail

Randy

Farei tudo o que puder para ajudar nesta situação. Se precisares que eu vá até sua casa,telefona-me de manhã. A minha preocupação é agora que o levamos ao médico, e que realizamos "o amor firme", a carta dizia que nem agora nem nunca o artista seja capaz de se erguer desta situação, devido a problemas emocionais. Ele pareceu muito fraco, e cansado esta noite. Tremia imensamente, estava irritado,divagava e era obsessivo.

Tudo me leva a crer que ele devia ser psicologicamente avaliado. Se é que temos alguma hipotese de o trazer de volta ás luzes da ribalta. Vai ser preciso uma forte terapia para o ajudar a ultrapassar isto, bem como nutrição fisica urgente. O coreografo disse-me que enquanto ele experimentava as roupas, o designer notou que ele perdeu mais peso. Tanto quanto sei, ninguem está com a responsabilidade de cuidar dele. Onde estava a sua assistente esta noite? Esta noite dei-lhe de comer, embrulhei-o em cobertores para o aquecer, massageei-lhe os pés para o acalmar, e chamei o médico dele. Estavam 4 seguranças á sua porta,mas ninguem lhe deu uma xicara de chá. Finalmente é importante que todos saibam que acredito que ele quer realmente isto. Destroçar-lhe-ia o coração se cancelasse. Ele está demasiado assustado, e tudo lhe passa ao lado. Perguntou-me inumeras vezes se o ia deixar. Estava praticamente a implorar a minha confiança. Partiu-me o coração. Parecia uma criança perdida. Ainda podera haver uma hipotese se o ajudarmos como ele precisa.

Atentamente,
Kenny

- Ortega diz que houve uma reunião a 19 de Junho com a AEG,Randy Phillips e Gongaware. Ortega ouviu que Phillips e Gongaware disseram a MJ que se ele não começasse a comparecer aos ensaios,a This Is It seria cancelada.

-a 20/06/09, Ortega foi convocado para ir á casa de MJ,para uma reunião com Randy Phillips, Frank Dileo, Conrad Murray e MJ. O assunto é o fato de Murray estava sendo acusado de mal tratar MJ fora de casa. Murray diz a Ortega que devia parar de querer ser um medico amador, e deixar isso para Murray. Ortega esclarece que não tomou a decisão de mandar Michael para casa, no ensaio do dia 19. Foi uma decisão mutua, entre ele e MJ. Ortega afirma que a conduta de Murray era severa.

-Ortega afirma que não houve ensaios nos dias 21,e 22 de Junho. A 23,o ensaio da This Is It é mostrado, The Way You Make Me Feel, MJ usando uma t'shirt vermelha e azul.A 24, MJ está muito envolvido e participativo. Earth Song em This Is It foi gravada a 24 de Junho, o ultimo ensaio que Michael fez antes de morrer. Michael está a usar um casaco preto e uma sweat preta. Ortega diz que foi a ultima vez que viu MJ, ele lhe disse que o amava, e que Michael respondeu, Eu amo mais.

-Ortega diz ao procurador que Michael tinha planos para a This Is It muito para la de Londres. Planejava ir em tornée pelos EUA. Tambem queria fazer filmes Uma historia completa para Thriller, e Legs Diamond, que se baseia em Smooth Criminal.

-Ortega afirma que a 25 de Junho, a parte de ilusão da This is It era para ser feita.
MJ era suposto estar numa cama onde apareciam chamas e fariam com que Michael desaparecesse. Iria depois aparecer numa grua, em cima da multidão.

- No contra interrogatorio, Ortega nega que disse a Karen Faye que tinha visto sinal de Michael, de que este não apareceria.




- Gongaware é o co-director da AEG. AEG éra a produtora da TII.

- Gongaware diz que já trabalhou com Michael na Dangerous e history tours.
Ele disse que estava ciente das discussões sobre a saúde do cantor
Sr. Gongaware também disse à corte que foi idéia de Michael Jackson contratar o
Dr. Murray para trabalhar no This Is It tour.
Ele disse que a relação entre Murray e o cantor era "amigável e atencioso."

Afirmando que Dr. Conrad Murray pediu um salário astronômico pelos seus serviços Gongaware disse a Michael que ele lhe pediu para contratar Dr. Murray ... mas Murray estava pedindo US $ 5 milhões ... dinheiro demais. * Mas Michael insistiu que ele queria Murray, ele o chamou novamente e desta vez ofereceu-lhe 150 mil dólares por mês -. acordo com as instruções de MJ
Disse ele que foi Michael quem exigiu 21 shows extras. Os ingressos dos primeiros 10 shows esgotaram-se quase que instantaneamente e Michael queria acrescentar mais 21 elevando o total para 31, pois era obcecado por vencer Prínce que tinha um registro de 21 shows na arena O2. Ele disse que mesmo depois de vender 50 shows, ainda havia 250 mil pessoas à espera de bilhetes.



Kathy Jorrie, advogada da AEG Live

Kathy Jorrie, disse que o Dr. Murray pediu por equipamentos médicos, incluindo uma CPR máquina, como parte de seu contrato para o seu trabalho, disse que era necessário , devido à natureza de performances de Michael Jackson.
"Ele estará colocado em um desempenho extraordinário", por causa disso, dada a sua idade e o desempenho extenuante, ele precisava ter certeza de que nada sai-se errado, ele queria uma máquina de CPR."
Entre as exigências do médico, estaria um aparelho de ressuscitação cardiopulmonar. O médico disse que Michael Jackson estava saudável e fazendo um ótimo trabalho
Eal pediu que ele enviasse registros médicos do rei no pop, de até cinco anos atrás.
Ele disse que estava com Michael Jackson há três anos e nesse tempo, o cantor teve poucos incidentes.
Durante as negociações do contrato e de elaboração, Murray repetidamente dizia que Jackson era "perfeitamente saudável" e em "excelente estado", ela testemunhou.

A promotoria apresentou uma cópia do contrato entre o médico e o cantor
Katy também disse que o contrato nunca foi assinado por todas as partes, e nenhum pagamento foi feita para Murray pela AEG, ela afirma que o médico queria US$ 150 mil por mês, mesmo quando a turnê estivesse em recesso, ela avisou que era uma quantia muito alta, mas o Murray rebateu, dizendo que "ele estava deixando seu consultório para sair em turnê com o cantor"
Ele também disse que precisava de um segundo médico no caso de ele estar cansado ou não estive-se disponível, 10 dias antes de Jackson morrer, Murray a chamou duas vezes enquanto ela elaborava seu contrato, pedindo revisões."
Murray era para ser pago retroativamente a partir de maio de 2009 até março de 2010, e não queria ser obrigado a devolver parcela de seu pagamento mensal, se Jackson muda-se de idéia ou cancela-se a turnê, disse ela.
Jorrie contou que falou com Murray no dia 24 de junho, um dia antes da morte do rei do pop. O médico teria dito que viu um ensaio de Michael Jackson e que ele estava em perfeita forma

Kathy conta ao advogado de Conrad Murray, que foi requisitada para elaborar o contrato em maio, que não sabia quais seriam os gastos que o médico teria durante a turnê, já que estavam inclusos benefícios, como moradia em Londres, para ele e toda sua família, seguro saúde, entre outros
"Murray disse que era o único médico de Michael Jackson?", pergunta a defesa. "Ele não disse isso. Apenas afirmou que era o médico de Michael Jackson e que o acompanhava há três ano", responde Jorrie.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:56 pm

Michael Amir Williams, assistente pessoal de Michael Jackson, depõe no tribunal neste momento


Assistente pessoal do MJ. Havia sido empregado por MJ em meados de 2007. Antes disso, ele tinha trazido alguns filmes de DVDs de MJ  para arquivar e organizar .
MAW nada fez so que MJ precisava e se considerava um amigo de MJ. MAW era um elo de ligação entre MJ e a segurança pessoal. MAW foi a Carrolwood e telefonou para certificar-se de que MJ não precisava de nada. Se não, ele iria para o trailer de segurança.
De acordo com o MAW só MJ e seus três filhos viveram na Carrolwood numa base contínua.
Walgren de seguida, mostra várias fotos mostrando o layout e algumas fotos do interior / exterior daCarolwood.
Rotina de segurança: Um veículo de antecedência, MJ no principal veículo com motorista e MAW e um detalhe de segurança a segui-los.
Fãs fora da casa. Se algum de segurança fizesse alguma coisa contra seus fãs, eles iriam embora, de acordo com o MAW.
MAW menciona que MJ manda parar, conversa com fãs,  recebe presentes,  imagens para assinar.
MAW disse que um primeiro fã tentou esgueirar-se para ver o desempenho de MJ . Mas normalmente MJ tinha o a ele para fazer as coisas para ele / recados.
Era uma regra em todas as áreas que ninguém iria entrar, a menos que eles foram convidados especificamente o que era muito raro. MAW disse que MJ gostava de sua privacidade.
MAW encontrou Murray, pela primeira vez em 2008, em Las Vegas.
Viu Murray a visitar a casa de MJ em Las Vegas em 2007. MAW chamaria  Murray em 2008 a pedido de Michael para tratar os filhos e ele.
Amir disse que em Abril / Maio / Junho, era comum ver  o BMW de Murray estar estacionado lá depois de ensaios e ainda está lá na parte da manhã. Durante esse tempo, MJ pediu a MAW para telefonar a CM apesar de ele ter um telefone celular.
MAW disse que eles deixaram  os ensaios para o final da tarde e não retornou depois que estava escuro, embora o tempo variado. MAW disse que não era incomum para ele  chamar a Murray antes do tempo para ter certeza que ele estava em casa.
MAW disse que eles estavam atrasados para o dia  24 no Staples Center.
Eles saíram por volta das 5 ou 6 pm mais ou menos, uma ou duas horas.
MJ estava de bom humor e foi inflexível quanto chegar lá a tempo. Amir disse que pensou que o ensaio no dia 24 foi óptimo. "MJ me disse que ele só deu 30 / 40% nos ensaios. Mas eu achei que foi óptimo."
MAW viveu no centro de Los Angeles e deixou Carolwood ir para casa depois de ter certeza de que MJestava na casa. Segurança este 24 horas ao redor da casa. Eles tinham que verificar portas, fazendo verificações aoperímetro, mas estavam estacionados no trailer.
12:13pm, MAW recebeu um telefonema de CM. MAW não foi capaz de responder a esta desde que ele estava no chuveiro tentando se vestir. Quando ele saiu e viu o telefone, ele tinha uma mensagem. A mensagem dizia para telefonar a CM logo de seguida. Entao ele telefonou a Murray de volta. CM não lhe pediu para chamar o 911. CM disse-lhe para "chega aqui imediatamente e mandar alguém para cima" e que Michael teve uma reação má.
A foto ainda do telefone (telefone de MAW) foi marcado Popular 12 e o vídeo do correio de voz foi marcado como  Popular 13.
A transcrição da mensagem de vídeo foi rotulado como 14 Popular.
"Chame-me de imediato. Por favor, ligue-me imediatamente. Obrigado."
Walgren pega nas chamadas do telefone de MAW feitas no dia 25.
Às 12:15 MAW telefona a CM e este  diz-lhe que MJ tinha tido uma reação má e pede-lhe para arranjar alguém para o quarto.
Amir disse que Murray não lhe pediu para ligar para 911 inicialmente. Depois que ele desligou o telefone com CM, MAW chamou Faheem Muhammad (FM) às 12:16 e lhe disse para ir lá em cima.
FM  disse a MAW que ele não estava na propriedade para executar uma missão para ir para o banco. MAW disse-lhe para se apressar e voltar para casa.
Havia então três chamadas entre Amir e Alvarez que não estavam sendo ligado à rede então ele telefonou para Derrick Cleveland (outro segurança). Ele não o percebeu. Mais tarde, ele foi capaz de falar com Alvarez. Alvarez disse para ir para a casa e disse-lhe para correr. A ama abre a porta. Alvarez pediu MAW permissão para entrar na casa e subir as escadas. Alvarez desligou o telefone depois de pouco tempo. MAW fez uma serie de chamadas telefónicas .
Amir: "Demorou talvez 30/40 minutos para chegar da minha casa para Carrolwood Quando ele chegou láos médicos estavam trazendo maca para baixo.."
Filhos de MJ estavam no carro para seguir a ambulância para o hospital. MAW pensa CM parecia frenético. CM foi com a ambulância. As pessoas estavam seguindo-os para o hospital. MAW blindado as crianças com suas jaquetas e os levou para dentro do hospital para uma sala privada com a ama. Eles colocaram um segurança na porta. MAW esperou fora da sala que estavam trabalhando em Michael. Lentamente, as pessoas, como seu gerente e sua família foram para o hospital. Mais tarde souberam que MJ tinha morrido.
Depois de Michael ser anunciado morto, Murray perguntou se ele ou alguém mais poderia levá-lo de volta para a casa para que ele pudesse obter algum creme de MJ, que ele tinha certeza que MJ não gostaria que o mundo visse. MAW disse "deixe-me verificar".
Ele falou sobre isso com Faheem Muhammed (FM). Ele disse FM ele ia dizer a CM que a polícia tinha suas chaves.
Ele então falou com CM  novamente , que pediu para ser levado para ir buscar algo para comer. MAW recusou.
MAW dirigiu-se a FM e disse-lhes para chamar a segurança e dizer-lhes para bloquear a casa e não deixe ninguém entrar ou sair.
MAW não viu CM depois de falar sobre comida. PMA deu os contactos de CM à policia.
Depois de MJ ter sido anunciado morto  MAW  e os guarda-costas  carregaram os carros e foram  para enganar a mídia para que a família Jackson pudesse deixar de ser seguido.
Pelo caminho MAW  recebeu um telefonema pedindo-lhes para voltar a Carolwood.
Eles falaram com a policia em Carolwood.
Tanques de oxigênio eram normais na casa. Os segurança iria pegar tanques de oxigênio e trazer para a casa.
Interrogatorio da defesa.
A defesa pergunta se a primeira vez que MAW mencionou o creme para os detectives foi em Agosto de 2009. MAW diz que sim.
MAW nega planejar uma mentira com FM. Ele diz que apenas disse a FM o que ele diria a CM e FMdisse "faça o que você precisa fazer".
PMA diz que havia um monte de policiais tanto na UCLA e Carolwood. Polícia perguntou-lhe sobre a linha do tempo do dia.
MAW diz que sua conversa inicial com a polícia não estava em detalhe.
MAW diz que falou com Michael várias vezes ao dia.A defesa volta-se para a primera vez que MAW viu Murray em 2007.
MAW diz que ele só viu Murray para ir para a casa. MAW diz que nunca soube ou sabe como MJ e Murray se encontrou.
A defesa menciona os telefonemas entre PMA e CM. Defesa pergunta se soou como uma emergência. MAW disse "Quando eu ouço alguém tem uma reação ruim, eu não acho nada fatal - me pessoalmente.
Não me foi pedido para chamar o 911. Ele me disse o que fazer e eu fiz o que médico me disse parafazer – meter algum lá em cima rapidamente "
2 Seguranças na propriedade 24 / 7.  Casa tem portas e os portões são monitorados. So a familia é permitida a pedido de Michael.


Agora é chamado, Faheem Muhamm, chefe de segurança


Faheem Muhammad , afirma que Prince e Paris testemunharam Conrad Murray desesperadamente tentando reanimar seu pai , afirma que Jackson parecia estar morto quando ele chegou e ele levou as crianças para baixo. Muhammad diz que quando Murray perguntou se alguém sabia fazer CPR, ele e os seus companheiros e guarda-costas Alberto Alvarez correram para ajudar.

Uma vez que MJ foi declarado morto, Murray pediu para voltar e recuperar o "creme" -. e é aí que os dois concordaram em não deixar que Murray volta-se na casa.
"Disse que ele não iria entrar naquelas circunstâncias. Então William veio com a historia de que a polícia estava com as nossas chaves", disse Muhammad ao tribunal.

Muhammad também alegou que MJ visitou Dr. Arnold Klein no escritório várias vezes por semana e muitas vezes saiu "um pouco grogue" e uma vez MJ disse-lhe: "Você deve pensar que estou louco por ir todos os dias ao Dr. Klein."

A promotoria mostra um vídeo de Dr. Conrad Murray capturado em vídeo ansiosamente passeando ao redor da sala de espera do UCLA Medical Center ... depois que Michael Jackson morreu, ele saindo do hospital em torno de 16:36 PM . duas horas depois que MJ foi declarado morto, a defesa diz que Murray ficou mais 5 horas no hospital

Vejam vídeo e o horario:
http://www.tmz.com/2011/09/28/conrad-murray-trial-manslaughter-michael-jackson-ucla-medical-center-waiting-room-hospital-surveillance-footage/

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:57 pm

Segurança Alberto Alvarez


Procurador Walgren interroga

Walgren mostra fotos da casa e pede a AA que identfique onde CM estavabem como que identificasse os quartos.
AA diz que só foi ao andar de cima 2 vezes em 6 meses enquanto trabalhava para MJ.
CM disse-lhe "Alberto, vem rápido", AA dá conta que a situação é séria, desliga o telefone com Amir, e segue CM até ao quarto.
AA viu CM fazer massagens cardiacas em MJ, que estava na cama, virado de costas, com as mãos viradas para cima, os olhos e a boca aberta.
A sua cara estava virada ligeiramente para a esquerda. CM usava apenas a mão esquerda enquanto fazia a mensagem cardiaca.
CM diz-lhe que precisavam levar Mj para o hospital. AA estava a andar ás voltas da cama, enquanto tirava o seu telemovel do bolso .Prince e Paris seguem-no até ao quarto.
Paris grita "papá" e chorava. CM diz" não os deixem ver o pai assim". AA acompanhou as crianças até á porta e assegurou que tudo ficaria bem, que não se preocupassem.
Quando voltou, AA perguntou a CM o que aconteceu. CM diz que "ele teve uma má reação"

AA viu um cateter de colheita de Urina no pênis de MJ .
AA não viu nenhum equipamento de monotorização, nem de ventilação. AA só viu um tubo de plastico para o oxigenio, que estava no nariz de MJ, e viu as seringas.
CM pediu a AA que recolhesse e colocasse num saco, todo o material usado de noite.
CM diz a AA para pegar no saco com as seringas, e colocar na mala Azul, e AA vê uma garrafa de solução salina na mala.

Walgren:"Porque seguiu essas indicações?"
AA "Acreditei que CM tinha as melhores intenções em mente, e não questionei sua autoridade. Achava que estavamos a preparar-nos para irmos para o hospital.
O pedestal de seringas, tem 2 ganchos. Um com a bolsa de solução salina, e CM não pediu para retirar essa. Apenas pediu que retirasse a bolsa com solução de salina com garrafa. AA nota uma substância leitosa a sair dessa garrafa.





Walgren mostra fotos da bolsa de solução de salina a AA.
O saco tem um corte, e AA diz que não viu esse corte no dia 25 de Junho.
Walgren mostra o corte aos jurados, e ainda uma garrafa vazia de 100ml de Propofol.
Walgren coloca a garrafa na bolsa de solução de salina atraves do rasgão, e mostra a AA e aos jurados.



AA diz que tudo se passou rápido demais,e que se limitou a obedecer a CM.
O telefonema para o 911, é ouvido, e Alberto parece estar visivelmente perturbado e prestes a chorar quando a ouve.
AA e CM colocaram MJ no chao. AA viu um tubo de plastico a sair da bolsa intervinosa que estava ligado á perna de Michael.
CM retira -a quando move Mj para o chão.
CM retira o oximetro de um saco e coloca-o no dedo de MJ.



AA diz que uns dias antes, do dia 25 de Junho, CM pediu aos seguranças, pilhas .
AA viu CM com um dispositivo, e pergunta para que serve, ao que CM reponde que é um monitor cardiaco.
FM entra no quarto. AA diz que "não parece nada bem", CM pergunta se alguem sabe fazer reanimação. AA ajuda CM a fazer reanimação, fazendo massagens cardiacas, com as 2 mãos, pois sabia como fazer,aprendeu quando era nadador. CM fazia respiração boca a boca, e dizia que era a prmeira vez que o fazia, mas que tem que fazer, porque MJ é seu amigo.
AA continua a fazer massagens cardiacas. Os Paramedicos chegaram pouco depois,e AA diz que não ha sinais que MJ esteja vivo.
Os Paramedicos mudam MJ do lado da cama, para os pés desta. AA vai ate junto das crianças por 2 vezes, e fala com Amir. Enquanto os paramedicos traziam Michael, AA tentava distrair as crianças, para que não vissem o pai daquela maneira.

No UCLA, AA pediu aos paparrazi que os deixassem a sós, dizendo que era um momento privado, protegendo MJ enquanto entravam. CM agradece a AA a ajuda, e AA diz "fizemos o nosso melhor". Naquele momento AA não suspeitava que CM tinha feito algo de errado. CM diz que está chateado, e pergunta se alguem o pode levar a casa. AA não responde, e CM pergunta a Amir. A ultima vez que AA vê CM, ele estava nas urgencias, e dizia "quero que se salve .

AA e outros seguranças, sairam após o anuncio, quando MJ era levado pelos medicos forenses. Dirigiram-se a carolwool, e a policia estava lá. Ficaram fora da casa enquanto falavam com os detetives. Pediram a AA que fosse buscar o cão das crianças, Kenya, a Hayvenhurst.

A midia tentou umas 20 ou 30 vezes que AA desse entrevistas, e ofereciam-lhe muito dinheiro. Ofereceiam cerca de $200,000 a $500,000, e AA recusou.
AA diz que este acontecimento foi negativo, pois passou de ter um otimo emprego a tempo integral para uma situação economica má, e diz que foi o mais honesto possivel com a policia.

Contra interrogatorio da Defesa,por Chernoff

AA desenhou a bolsa de IV, após a audiência preliminar. Defesa mostra outro desenho feito pela policia. AA não se lembra de o ter desenhado. As perguntas feitas pela defesa, nunca mencionaram o corte na ponta antes. Chernoff diz que o saco já não tem nenhuma substancia branca nele.



Chernoff pergunta se ele não estará a confudir a cronologia dos eventos, ao que AA nega.
Chernoff pergunta se é possivel que CM tenha pedido a AA, para recolher os frascos depois da chamada para o 911, ou apos os paramedicos chegarem,antes de levarem MJ para o hospital,e AA nega.
Defesa fala dos telefonemas que AA fez, e de como AA entra na casa. AA apercebe-se de que algo está mal, mas não sabia se estava relacionado com MJ.
Defesa fala do que AA fez quando entra na casa. AA repete o que disse no testemunho anterior. Diz que ficou chocado quando entrou no quarto. Chernoff escreve a linha dos acontecimentos, e os jurados tem problemas em ler. A defesa continua a referir os acontecimentos, e a certa altura, mencionam o testemunho de AA nas audições preliminares. Chernoff pergunta a AA sobre a chamada feita para o 911, e sobre pôr os frascos numa mala. A maioria das questões foram sobre a linha de acontecimentos, e a comparação com os fatos descritos por AA.
O contra-interrogatorio da Defesa continua.

Chernoff pergunta a AA como tirou a bolsa de soro e o pedestal. AA responde que pegou pela parte superior da mesma.
AA menciona ter tirado a bolsa pela 1ª vez, em agosto de 2009,na sua segunda reunião com a policia, onde tambem lhe ficaram com as impressões digitais.
Chernoff pergunta se poderia estar enganado em relação á data dos acontecimentos,e AA nega.
AA: (olhando para a transcrição do 911) indica quando colocaram MJ no chão de acordo com a mesma.
OP diz, vamos coloca-lo no chão,e AA acata o pedido. AA diz que puseram MJ no chão enquanto falava com o 911.
Chernoff reproduz a chamada feita para o 911,e AA indica o momento em colocaram MJ no chão.
AA: explica o desenho que fez,e diz que havia uma caixa que tinha dentro um alarme, e não agulhas.



Chernoff refere as ofertas feitas pelos media. AA diz que ja tinha havido ofertas antes de falar com a policia em Agosto de 2009. Chernoff diz que AA não mencionou a mairoria das coisas que disse em Agosto, na intervista com June.
Chernoff mostra um video de AA no hospital, onde esperava fora do quarto onde estava o corpo de MJ apos ter sido declarado morto. Chernoff refere que havia muita policia e pergunta a AA se mencionou o fato de terem recolhido os frascos ,e AA nega. AA foi interrogado pela policia no hospital.

Os seguranças foram a Carolwood falar com os detetives. Chernoff mostra fotografias tiradas fora da casa, com os decetives a pedir a AA para identificar as pessoas das fotos, e uma vez mais pergunta a AA se mencionou algo sobre os frascos. AA nega.
Chernoff refere as bolsas de salina e pergunta se tal estava relacionado com MJ, e AA confirma.
AA vê uma reportagem na CNN sobre as provas, e vê tambem os detetives a sairem da casa com uma mala azul bebé. AA ouviu nas noticias que o propofol era branco,e ao apercebeu-se que se desfez deles, sentiu que precisava de falar com os detetives,pois achou que os devia contar á policia.
Chernoff questiona o trabalho de AA, que diz que não consegue ter um emprego continuado. AA acompanhou a History com MJ. Em 2004 trabalhou com MJ durante 6 meses. Em 2007,trabalhou para MJ durante uns meses em Las Vegas, Em 2008 Las Vegas durante 2 ou 3 meses.
Apos a morte de MJ, AA trabalhou com a familia Jackson. Preocupava-se com as crianças. A assistente de Katherine, mencionou que AA poderia tonar-se segurança dos Jacksons. Esta conversa tem lugar em Novembro de 2009.AA trabalhou para os Jacksons durante uns meses em 2010. Chernoff tenta saber para que outras celebridades AA trabalhou.

Objeção.Negado.

Chernoff Pergunta a AA qual a sua relação com CM e se eram amigos. Chernoff tenta saber porque razão CM conspiraria com ele,(AA),e esconderia provas.
Objeção. Suspenso.

Walgren re-interroga

Walgren fala sobre a cronologia dos acontecimentos que Chernoff escreveu, e pergunta a AA, se os eventos se passaram de forma simultanêa, ou continuada. Walgren faz questões rapido demais, e o juiz, pede a Walgren para abrandar o ritmo, e diz que vê "vapôr a sair".


Chernoff re-interroga

Chernoff pergunta a AA se fez estes eventos rapidamente. AA diz que atuou rapidamente, e que é muito eficiente.A audiência riu.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:58 pm

Testemunho de Kai Chase (KC), chef de cozinha de Michael


Dirige Brazil

KC Cozinheira profissional.Em Março de 2009 trabalhava para MJ.A sua função era preparar as refeições par MJ e seus filhos.KC era responsavel pelas compras para a casa,e gostava de trabalhar para Michael e seus filhos.KC usa um uniforme de cozinheira profissional - Avental e barrete.O avental tinha 2 bolsoa. KC diz que mantinha a noção do tempo,porque precisava de fazer a comida,e coloca-la a horas na mesa.KC diz que tinha o seu telemovel no bolso do avental,para ter a noção das horas.

KC trabalhava 6 dias por semana para MJ.Chegava ás 8 da manhã,preparava o pequeno almoço para as crianças,e depois o pequeno almoço e o sumo de MJ. MJ comia Granola,sumos e comida vegetariana.Comida saudavel era muito importante para MJ e seus filhos.KC via MJ comer com seus filhos."Pareceu-me que MJ tinha uma relação muito proxima e afectuosa com seus filhos,e eles pareciam felizes a seu lado."

Junho dia 24.Cheguei a casa pelas 8.30 da manhã,preparei o pequeno almoço para as crianças,preparei o sumo de Michael que tinha aipo,cenoura,maçãs e cenouras.KC via KC via CM todas as manhãs.Ele ia á cozinha,e por vezes levava a Michael o seu sumo.CM sdisse que MJ iria descer em breve,e que gostaria de almoçar com os seus filhos. CM retirou-se para outra divisão da casa.

KC viu MJ no dia 24 de Junho e falaram.MJ perguntou o que era o almoço e sorriu.Ele estava contente porque ia almoçar com os seus filhos.
KC fez uma salada de atum,para que Michael pudesse ir ensaiar,e fez sopa de feijão branco para o jantar.
KC Tambem cozinhou para CM e para os filhos de MJ.Saiu de casa ás 10 da noite nesse dia.

Junho dia 25,Cheguei a casa entre as 8:00-8:30 da manhã,preparei o pequeno almoço das crianças.A sopa que tinha feito na noite anterior,estava ainda no frigorifico.
KC prepara o pequeno almoço de MJ...granola com leite de aveia.
As crianças diziam a KC quando Michael comia.
9:45 da manhã, KC sai para ir ao mercado,e regressa por volta das 10.30.Tudo parecia estar na mesma quando saiu e regressou.As crianças brincavam,ouviam musica,e KC começou a fazer o almoço.

MJ almoçava sempre ao meio dia e meia,e não havia nada de diferente no dia 25.KC estava a preparar salada de espinafres com peito de peru organico ,e ja tinha feito sumo fresco para MJ.CM não apareceu para levar o sumo nesse dia.

CM veio á cozinha nesse dia entre o 12:05 e o 12:10.e parecia looked desesperado KC diz que CM estava nervoso,aflito e que gritava,"pede ajuda,chama a segurança,chama o Prince"
KC parou o que estava a fazer,e correu para levar Prince.Disse-lhe:"despacha-te, Dr. Murray precisa de tiTalvez se passe aguma coisa com o teu pai".
Prince e KC volta para a cozinha Prince vai ter CM, e KC retoma o trabalho.

Brazil pergunta se CM lhe pediu para chamar o 911,e KC nega.Brazil pergunta a KC porque foi buscar Prince.e ela responde que conseguia ver Prince,e que CM parecia perturbado e desesperado. KC queria ajudar o mais rapidamente possivel,e Prince era quem estava mais perto.A segurança estava fora da casa.

KC volta ao trabalho e vê a governanta a chorar.Pergunta-lhe que se passa,e esta responda que algo de errado se passa com MJ.Os filhos de Michael choravam e gritavam.
Deram as mãos e rezaram em circulo.KC vê depois a segurança e os paramedicos a subirem as escadas.KC,a governanta e as crianças ficaram no corredor.Pouco depois pedem a KC e á governanta para sairem de casa e KC saiu.

KC diz que ainda tem o seu coração partido.Está devastada.KC falou com os detetives dias depois.Foi contactada por varios meios de comunicação social,que lhe perguntaram que se tinha passado naquele dia.Kc deu varias intervistas apos ter falado com a policia.
Brazil pergunta se recebeu algum dinheiro dos media,e KC nega.KCrefere as intervistas que fez com os media internacionais.Um canal alemão intrevistou-a sobre comida,e foi paga $1,000 por tal. KC tambem participou num documentario Francês,e foi paga $1,000. Participou depois em mais 5 intervistas,e no total recebeu $7,000 por todas as intervistas.

Brazil pergunta a KC se alguma vez quiz enriquecer á custa de MJ,e KC nega.

Contra interrogatorio da Defesa Flanagan

A Defesa pergunta a KC se estava a casa no domingo dia 10 de Maio,e ela diz que não. Kdiz que MJ descia para tomar pequeno almoço 2 vezes por semana,entre as 8.30-9 da manhã,e que no outros dias,o pequeno almoço era ttomoado no seu quarto.

Quando KC chega de manhã,o portão estava fechado.Ela carrega num botão,diz quem é,e um dos seguranças vai ter com ela .Ela não se lembra quem estava de serviço no dia 25.
Quando chega a casa,tem de tocar na campainha da cozinha, para poder entrar.As crianças ou a governanta deixavam-na depois entrar. When she comes to the house , she had to knock the kitchen door to be let in.No dia 25 de Junho,foram as crianças que lhe abriram a porta.

KC diz que so tinha os telefones de MAW.KC diz que não havia linha de terra na casa,e que não tinha o telefone de AA,FM,Ama,ou MJ.

Defesa pergunta a KC qual a distancia entre a cozinha e a casa da segurança.KC explica.

CM foi á coziinha deseperado,e gritou"pede ajuda,chama a segurança, tras o Prince".
KC pensou que era uma emergencia,mas não sabia que tipo de emergencia era.KC foi ao estudio chamar Prince,e disse DR:"Murray precisa de ti.Passa-se alguma de coisa de erado com o teu pai".Prince foi ter com CM,e KC voltou ao trabalho.

Flanagan pergunta que idade tinha Prince,e KC responde 12.Flanagan pergunta porque não chamou a segurança,e ela diz que Prince estava mesmo á sua frente. Ela disse que não queria perder tempo a ir chamar a segurança,pois não sabia se eles estavam,ou se tinham saido,e não queira correr riscos.

Flanagan volta a perguntar se viu CM deseperado,e se pensou que algo de errado se passava com MJ,ela confirma.
Flanagan pergunta a KC se CM estava a pedir ajuda,e a chamar a segurança,e se KC pensou que uma criança de 12 anos,fosse capaz de assistir CM.
KC..."Fiz o que me foi pedido e fui chamar Prince ".
Flanagan pergunta se voltou a ver CM,e KC nega.
Flanagan pergunta se KC alguma vez disse a CM que não foi chamar a segurança,e KC diz que não.

Kai Chase, chef de cozinha de Michael Jackson, responde as primeiras perguntas sobre sua carreira à promotoria

A chef preparava as refeições do astro pop e seus filhos.Ela preparava café da manhã, almoço e janta seis vezes por semana, relata suas funções como chef na mansão do astro, diz que a alimentação era parte fundamental para a família Jackson, que Michael Jackson estava sempre feliz ao lado dos filho

A chef conta que depois de preparar o café da manhã das crianças, começava a fazer um suco de frutas para o patrão
A promotoria pergunta se ela viu o Dr. Conrad Murray na cozinha no dia 24 de junho, um dia antes da morte de Michael Jackson. Kai afirma que sim
"Ele disse que Michael Jackson já iria descer e gostaria de almoçar com os filhos", relata a chef

A promotoria mostra uma foto da cozinha e pede para que ela mostre de onde o Dr. Murray surgiu, depois pede que Kai Chase fale sobre o encontro com Michael Jackson durante o almoço. "Ele estava feliz porque ele gostava de passar tempo com a família", afirmou

A cozinheira conta que, mais tarde naquele dia, preparou uma sopa de feijões brancos para o patrão comer no jantar

No dia 25 de junho, dia da morte de MJ, a chef diz que chegou à mansão por volta das 8h30, ela conta que preparou o café da manhã, mas Michael ainda não estava pronto para comer. Por volta das 9h45, ela saiu para fazer compras

Kai Chase conta que Michael Jackson gostava de almoçar pontualmente às 12h30
"Por volta de 12h10, Dr. Murray apareceu em pânico na cozinha. Eu tinha certeza do horario porque tinha olhado meu celular, para ter certeza que eu estava na hora", disse Kai Chase, Murray estava muito nervoso e gritou: "chame ajuda! Chame a segurança! Chame Prince"

A chef conta que foi procurar o filho mais velho do astro. Ao encontrá-lo, disse: "Dr. Murray precisa de você. Aconteceu alguma coisa com seu pai"
A promotoria pede que a chef marque o local exato onde Conrad Murray estava quando gritou para que ela busca-se ajuda. Kai Chase marca as letras "C e M" em uma escada
Kai Chase afirma que o médico não pediu que ela chamasse a emergência

Ela conta que depois que chamou Prince, voltou ao seu posto, mas logo viu funcionários chorando, ao observar o choro dos funcionários, Kai Chase teria questionado o que tinha acontecido. "Eles disseram que o Sr. Jackson estava com algum problema, talvez estivesse doente", afirmou
Ela conta que as crianças estavam chorando e gritando. A chef afirmou que as abraçou e rezou com eles
Kai Chase afirma que estava na casa quando os paramédicos chegaram ao local
"Meu coração ainda está quebrado. Foi um dia devastador", afirma Kai Chase
A chef conta que deu entrevistas após a morte do cantor, mas que nunca recebeu dinheiro por elas

A defesa começa a fazer as perguntas para Kai Chase
Ela conta que trabalhava todos os dias e folgava aos domingos. Além disso, afirma que ele descia para tomar café da manhã periodicamente
Ela conta ao advogado Ed Chernoff sobre a rotina da casa
Kai Chase afirmou que a reação de Dr. Murray ao procurá-la na cozinha, no dia da morte do cantor, foi como a de um amigo preocupado, porque "ele estava em pânico, seus olhos estavam arregalados
A chef repete os acontecimento do dia 25 de junho

Bob Johnson - Expert Equipamentos Médicos


Ele fabrica o dispositivo médico que o Dr. Conrad Murray teria pendido ao dedo de Michael Jackson -
depois de Alberto Alvarez ligou para o 911 - ele alegou que foi o dispositivo errado para monitorar MJ.

É chamado de um oxímetro de pulso - e Bob Johnson de Nonin Equipamentos Médicos testemunhou hoje ...
Murray estava usando o modelo errado para o trabalho.

Bob afirma que o modelo usado para monitorar MJ não tinha alarme - por isso, se alguma coisa desse errado, Murray não saberia.

Robert Russel, ex-paciente de Murray e uma das pessoas para quem Murray ligou dia 25 quando Michael morreu


Robert Russell declarou hoje que conheceu Murray na emergencia de um hospital
afirma que foi operado por ele duas vezes em março e abril de 2009 para instalar vários stents em seu coração depois de ter sofrido um ataque cardíaco - e Russell ficou satisfeito com os resultados, disse que ele salvou sua vida

Murray havia lhe contado que iria trabalhar para Michael e pediu sigilo
A promotoria apresenta uma carta datada de 15 de junho. Nela, Dr. Conrad Murray
se despede de seu pacientes:
Caros pacientes. Por causa de uma oportunidade única, vou precisar me
afastar da clínica indefinidamente", diz a carta
Russell afirma que ficou um pouco frustrado, pois estava preocupado com sua saúde masl conta que não foi uma surpresa quando recebeu a carta
em sua casa, pois já sabia que Murray se dedicaria ao rei do pop

Russell afirma Murray finalmente ligou para ele e deixou uma mensagem de voz às 11:49 de 25 de junho - cerca de 30 minutos antes de Alberto Alvarez discar 911 - explicando que ele estaria deixando o país
Depois Murray cancelou as nomeações, Russell afirma que ele nunca viu o médico novamente.

A promotoria apresenta uma gravação telefônica de Murray, um recado deixado em uma secretária eletrônica, Murray avisa que os exames estão um pouco alterados
Russell disse que ficou agradecido ao ouvir a mensagem de Murray, porque ele teve tempo de esclarecer suas dúvidas
O paciente conta que ao longo do tempo, mudou sua opinião sobre o tratamento de Murray, que até então estava excelente. Russell diz que se sentiu "abandonado"

A defesa pergunta como está a saúde da testemunha atualmente. Ele diz que está bem e que seu novo cardiologista afirmou que as válvulas em seu coração foram instaladas corretamente, que estavam "aguentando bem".

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 5:59 pm

Próximo a ser ouvido, Richard Seneff, paramédico


Richard Seneff, paramédico que atendeu Michael Jackson no dia de sua
morte
Seneff relembrou sua carreira como bombeiro e paramédico e como foi o chamado de resgate à mansão de Michael Jackson

25 de Junho,RS estava a trabalhar na estação de bombeiros 71.Receberam uma chamada para ir a Carolwood."parada cardiaca,reanimação em curso,homen de 50 anos,não respira".
Foram a Carolwood.RS era o lider de equipe,e foi quem atendeu a chamada,e recolheu/gravou a maior informação possivel.

Chegaram ás 12:26.A ambulância entra na residencia,RS tira o equipamento de primeiros socorros e segue os seguranças, vê MJ, Murray,e a segurança no quarto.
descreve o paciente.MJ estava de pijama de botões,e o de cima estava aberto.Tinha um gorro na cabeça,e parecia muito magro.
Ele descreve que Murray estava inclinado sobre MJ enquanro lhe media as pulsações e o tirava da cama para o chão, viu ainda os seguranças a ajudarem a colocar MJ no chão.

O paramédico perguntou se havia algum procedimento a causa para não ressucitaçao Michael Jackson
Ele vê as seringas e o tanque de oxigenio,enquanto tenta perceber o que se estava acontecendo. Pergunta 3 vezes se existe algum problema de saude subjacente, e
Murray não responde.
De acordo com RS,a situação não fazia sentido,uma vez que havia um medico na casa,e um suporte de IV

RS pergunta á quanto tempo o paciente está incosnciente,e Murray responde que tinha acabado de acontecer. RS diz que a ambulancia chegou muito rapidamente,e que se tivessem sido chamados imediatamente,tinham maior hipotese de reanimar MJ.
12:26 é a hora a que RS chega ao quarto,e começa a fazer observações, ele diz que chegaram a ao quarto num espaço de 5 minutos,e que ele e um bombeiro,mudaram MJ do lado da cama para os pés da mesma,porque não havia espaço suficiente para trabalhar.RS continua a tentar recolher informação de CM.
O bombeiro Herron fazia a reanimação.O paramedico Blount começou a ventilação.O Paramedico Goodwin fazia o eletro-cardiograma.O capitão de bombeiros,ajudava em tudo o que podia
RS estava ocupado,e nem reparou que o paciente era MJ.Só soube mais tarde.

MJ tinha uma seringa na perna. RS verificou se estava a pulsar,e deu uma injeção de atropina,e adrenalina,que são drogas que fazem o coração começar a bater.
RS verifica que não há mudança no coração de MJ, apos administrar as drogas.
RS pergunta a CM que tipo de medicação MJ toma,e CM responde que está a ser tratado por ter baixo peso,e fazia medicação intravenosa durante noite.
CM disse que naquele momento MJ não tinha tomado nada, e ele tinha lhe dado lorazepam para dormir, pois estava a tratando MJ por desidratação e exaustão.

Nesta altura MJ estava ligado ás maquinas,e tinha recebido uma dose de drogas.
Blount intubou MJ rapidamente para jpgar ar diretamente para os pulmões.
RS monotorizava a situação,enquanto a reportava para o UCLA, e descrevia a idade,
a sua situação,como se encontrava, e o que tinham feito.
Quando RS olhou para MJ,não acreditou ,pois verificou que a sua pele estava fria,os olhos abertos e dilatados, o ECG estava parado,e a canografia estava lenta.

Deram a MJ uma segunda dose de drogas,que administraram na veia jugular(pescoço,lado esquerdo). O paramedico Goodwin tentou encontrar uma veia no braço de Michael,mas sem sucesso. RS explica que é muito dificl localizar uma veia quando não há circulação sanguinea.

Depois de RS ter contatado UCLA,e ter dito que administraram uma primeira dose de drogas, UCLA pergunta se querem continuar ou parar. RS diz que querem continuar. Após a segunda dose, RS contata novamente o UCLA, que estava preparado para anunciar a morte de Michael.

Promotora Brazil pergunta o que aconteceu á seringa que se encontrava na perna de MJ, e RS responde que CM a retirou, e foi por isso que os paramedicos tiveram recorrer á jugular.
CM diz que sentiu pulso na femoral direita. RS olha para o monitor e vê uma linha reta que so se mexe quando a reanimação está em curso. RS pede para pararem a reanimação,e procurarem pulsação.

A promotora Deborah Brazil mostra a prova 43,e o que nela está escrita.

Informação Impressa:
Linha 1:Ambulancia 71,motor 71
Line 2: Morada 100 Carolwood
Linha 3:Numero de incidente, 5-12 paragem cardiaca 12:21 hora chamada,homen de 50 anos
Linha 4 :Codigo de paragem cardiaca,não respira.
Linha 5: O numero de telefone de onde veio a chamada
Linha 6 :Hora de despacho em que foi feita a chamada 12:22
Linha 7 :Chamada para o 911 feita por um telemovel.A chamada contiuna eenquanto o despacho é feito.
Linha 8 :Onde a chamada é feita originalmente,e transferida.
No fim está uma etiqueta com a identifacação do paciente em UCLA dirigida a MJ quando ai foi levado.
Chamada feita ás 12:21,niveis de glucose,EPI 3.5 mg ás 12:40, Alergia : florazen, outro EPI and e adrenalina. 12:57 a hora a que UCLA queria declarar a morte de MJ.
caixa na mão direita: Hidratação e lorazepam e o que CM disse a RS. Segundo bicabornato - mais um farmaco dado a MJ
RS diz que a hora é errada.Ele escreveu 14:00,mas na realidade eram 13:00.

A chamada de RS feita para o UCLA é ouvida,e CM assume o controle.
CM pede aos paramedicos para fazerem um apanhado geral. RS diz que não têem nenhum tipo de equipamento disponivel.
CM pede aos paramedicos para administrarem magnesio, e Rs diz que não têem.
Brazil pergunta se CM lhes propocionou os materiais necessarios para poderem fazer o seu trabalho, e RS nega.



O documento contem informação detalhada sobre os procedimentos efetuados.
Os horarios em que as drogas foram administradas entre as 12:27 até ás 12:50.
As escutas tambem são mencionadas,bem como a informação medica e as notas tomadas.
Deram a Michael bicabornato de sodio, antes do transporte.Todos os paramedicos e bombeiros trouxeram MJ para baixo numa maca. Alguns ainda faziam massagens de reanimação.
Quando no andar de baixo,MJ foi colacado numa cama de rodas, e RS volta ao andar de cima para recolher os equipamentos.
RS vê CM com uma mala na mão, a recolher itens do chão que tinham sido usados durante a noite.
Uma mala Azul no chão não pertence aos paramedicos.

RS recolhe os itens,vai para baixo para a ambulancia.
CM estava ainda dentro do quarto, e junta-se a eles mais tarde. RS estava sentado junto na cabeceira de MJ, e verifica que não há alterações.
MJ recebe nova dose de drogas na ambulancia,nada muda.
RS vê CM ao telemovel. RS diz que nunca viu nenhum sinal de vida em MJ,e que não houve nenhum alteração,nos 42 minutos que esteve com ele.
Chegaram a UCLA ás 13:13.

Promotora Brazil menciona os equipamentos de monotorização, e pergunta a RS se os viu no quarto, ao qual RS responde que não.
Brazil pergunta se CM alguma vez mencionou o uso de Propofol, e RS nega.
RS diz que CM esteve sozinho no quarto durante um tempo após terem retirado os equipamentos.

Nareg Gourjian, da defesa contra interroga RS


RS diz que receberam a chamada ás 12:22, e que sairam nesse mesmo momento. Gourjian diz que o telefonema teve lugar ás 12.20,e foi transferido para Beverly Hills.
RS disse que não tinha conhecimento disso.
Gourjian relembra RS o seu discurso na sessão preliminar, reproduzindo a descrição de MJ: palido, de baixo peso,tão baixo que se via os ossos. Gourjian pergunta se MJ parecia muito doente, e RS diz que ele parecia ter uma doença cronica.

Gourjian pergunta se são as caracteristicas fisicas de alguem viciado em drogas, e RS diz que não pode confirmar se MJ era um viciado em drogas que o faziam perder peso ou ganha-lo. Rs achou que MJ tinha uma doença cronica.
Gourjian pergunta sobre o fato de MJ estar na cama, e RS diz que MJ estava a ser retirado.
Defesa pergunta a RS se perguntou a CM se MJ tomava drogas recreativas.
RS diz que é uma questão comum, mas que não se lembra se perguntou ou não. Defesa questiona RS sobre o Lorazepam. RS diz que não tem conhecimento suficiente para responder.
Defesa questiona sobre o fato de CM não responder ás perguntas de imediato, e se o fez por estar ocupado. RS diz que se estava acontecendo muita coisa ao mesmo tempo e que estava ocupado.

Defesa fala no que cada paramedico fazia. RS repete o que tinha dito anteriormente. Gourjian menciona o paramedico Herron que fazia reanimação, e o paramedico Blount que fazia ventilação, e se o fato de CM ter pedido ajuda, é aceitavel. RS diz que sim, que não se deve fazer sozinho.
Defesa relembra as regras da American Health Association (AHA) que refere que as pessoas devem trabalhar de forma a colaborarem.

A defesa pergunta se a reanimação devia ter sido feita onde o paciente foi encontrado, e RS diz que não.
A defesa lê regras da AHA, e Rs concorda. A defesa pergunta se MJ tinha o IV e RS confirma. A defesa pergunta se isso poderia ajudar a movimentar o paciente e RS confirma. Pergunta ainda se as massagens cardiacas eram adequadas, e se era irrelevante o paciente estar na cama ou no chão, e RS confirma.
A defesa interroga CM sobre o pulso que disse sentir na arteria femoral de MJ.
RS diz que não fazia idéia do que CM tinha dito. A defesa relembra o depoimento de RS nas sessões preliminares, nas quais ele disse que é comum ter pulso na arteria femoral devido á reanimação. Defesa pergunta se CM teria realmente sentido pulso na arteria femoral, e RS confirma.

Defesa pergunta porque RS não pronunciou MJ morto, como tinha dito o UCLA.
RS responde que preferiu ir até ao hospital, uma vez que era uma pessoa VIP, e porque achava que a paragem tinha acontecido há pouco tempo.
Após terem posto MJ na ambulancia, RS voltou ao quarto para retirar o equipamento medico, e CM estava apanhar itens que teriam sido usados durante a noite, que segundo RS é algo normal. A defesa pergunta se CM poderia estar a apanhar os seus oculos e mala, e RS diz que não viu nada porque a cama tapa a sua vista. RS volta á ambulancia. CM chega em seguida.
A defesa pergunta sobre o telefonema que CM fez na ambulancia, e se RS ouviu alguma coisa. Rs diz não ouviu nada. A defesa pergunta ainda se CM estava a tentar ajudar os paramedicos, e RS confirma.

Defesa pergunta se ter fraturas nos ossos é sinal de uma boa massagem de reanimação, e RS diz que é comum acontecer. A defesa pergunta se sabe o que é o Propofol, e RS nega.
Michael era uma conbinação de atividade elétrica no pulso, e de assistole (linha plana). A defesa pergunta se há algum tipo de protocolo a seguirem com alguém com este tipo de problema, e se o defibrilhador não ajudaria, pois deram EPI , adrenalina e bicabornato de sodio. Pergunta ainda se sabiam que MJ levava injeções de Propofol, e se alguma coisa poderia ter sido de maneira diferente.
Objeção/suspensa.

Promotora Brazil re-interroga RS

Brazil pergunta se havia alguma confusão quando RS tentava salvar a vida de MJ.
RS diz que não.
Brazil pergunta se RS sabia se os tubos de IV tinham sido retirados, substituidos, ou colocados de novo devido ao fato de terem chegado. RS diz que a expressão de CM era de surpresa, e que tinha uma mala na mão.

Defesa re-interroga

Defesa pergunta a RS qual o tempo estimado para a paragem cardiaca, e RS diz que é dificl especular.
Gourjian relembra RS o seu depoimento na sessão preliminar,onde dizia que pelo menos 20 a 25 minutos antes de terem chegado.
Gourijan pergunta se a hora da paragem cardiaca, podera ter occorido entre as 12:01 -12:05 da tarde.
Defesa pergunta novamente se CM poderia estar a apanhar a sua mala,
Objeção.suspensa.
Defesa pergunta se CM pediu a RS que fechasse os olhos de MJ, ou que saisse do quarto, e RS diz que não.

Brazil re- interroga

Brazil relembra a sessão preliminar, e pergunta se é correto o que RS disse que o ataque cardiaco podia ter ocorrido desde 20 minutos a 1 hora, e RS diz que sim.

Defesa re- interroga

Defesa pergunta se CM parou de fazer o que estava a fazer quando RS entrou no quarto. RS diz que não. CM continuou a fazer o que estava a fazer.

O paramédico Martin Lunt é chamado


Martin Blunt, paramédico presente no resgate de Michael Jackson explica sobre sua experiência e treinamento como paramédico
Bombeiro/paramedico em LA,trabalhou durante 20 anos,tornou-se paramedico em 1999.Treinou no UCLA com medicos e enfermeiras. Cada 2 anos são obrigados a ter 48 horas de treino, trabalha na estação de bombeiros 71.

MB conduzia a ambulancia. RS estava sentado a seu lado. Quando chegou a Carolwood, estacionou a ambulancia e dirigiu-se á casa. Viu um homem deitado na cama, e 2 socorristas a colocarem MJ no chão. CM transpirava imensamente e estava agitado. CM disse:" Ele precisa de ajuda, pode ajuda-lo por favor?"
MB tem como função de conduzir. A sua função inicial é dar assessoria e tratar o paciente. RS é responsavel pela comunicação e por obter informação.
MB reconhece imediatamente MJ quando entra no quarto, e começa a dar-lhe suporte basico de vida.

Passos a seguir:
Suprimir a lingua para que esta não vá para a garganta e bloqueie as vias respiratorias.
Colocar a cabeça para trás, para que as vias respitarorias estejam abertas e desobestruidas.
Ambu-Ar artificial. Mais eficiente que respiração boca a boca, atado ao tanque de oxigenio que eles levaram.

Demorou cerca de 1 minuto ou menos para fazer tudo isto.

Avançaram depois com o suporte de vida, que é um tubo endo traqueal. 100% de ar vai para os pulmões. È melhor que o saco de ambu. Ele executou em 45 segundos.
De acordo com Blount, MJ não respirava, não se mexia, os seus olhos estavam fixos e dilatados, e achava que MJ estava morto.

MB observa um tanque de oxigenio, e vê um longo tubo com uma canula nasal fixa.
A canula nasal estava em MJ.
MB viu tambem uma IN na perna de Michael, e uma bolsa de IV no pedestal de IV.
Não viu nenhum equipamento de monotorização no quarto ou em Michael.
Enquanto fazia as suas tarefas, MB viu o monitor cardiaco,que não tinha movimento.

O dever de RS, era juntar informação medica. MB ouve RS perguntar que medicamentos MJ tomou, e CM dizer que nenhum. Para condições de saude anteriores CM disse nenhum. CM disse que era um homem saudavel de 50 anos, e que estava a dar liquidos, pois MJ ensaiava durane 16 horas e estava desidratado. MB ouve RS perguntar se MJ tomava drogas recreativas, e CM diz que não.

Brazil questiona as drogas iniciais. Adrenalina e EPI. O paramedico Goodwin, fez multiplas tentativas para encontrar uma veia nos braços, mas não conseguiu.
RS encontrou a veia jugular no pescoço para administrar outra dose de drogas iniciais.

MB viu 3 frascos abertos de lidocaina no chão quando ajudava MJ. Lidocaina é uma droga cardiaca. Paramedicos não tem consigo lidocaina, e CM não mencionou ter dado a MJ bem como tambem não mencionou o Propofol.
MB diz que não ouvia nem sentia pulso.

Promotora Brazil relembra-lhe o seu testemunho preliminar.

MB relembra-se que CM disse que sentira pulso nas" zonas intimas". Pararam com as massagens cardiacas pois estas criam pulsação artificial. Quando foram verificar, ninguem sentiu nada.
RS estava a comunicar com UCLA. MB estava preparado para anunciar MJ morto.
MB nunca viu nenhum sinal de vida,e achava que MJ não estava vivo.
CM tomou o controle do paciente. Mj foi colocado numa maca e os paramedicos transferiram-no para o UCLA.Quando estavam a trazer Michael para baixo, MB viu
CM pegar frascos de lidocaina do chão, e coloca-los num saco preto.
MB nunca mais viu esses frascos. MB levou MJ para o UCLA. Administraram-lhe outra dose de drogas na viagem, mas não houve alteração na situação. MB viu e ouviu CM ao telemovel. MB ouviu CM dizer "é sobre o Michael, ele não parece nada bem".MB não sabe com quem CM falou ao telefone.

MB viu que MJ tinha cateter e preservativo, que fazia com que a urina fosse directamente para um saco. É usado em casos onde a pessoa não se consegue levantar e ir ao WC.
RS perguntou á quanto tempo o paciente estava em paragem, e MB ouviu CM dizer "está assim ha 1 minuto". MB tocou na pele de MJ, quando ele estava na cama, ele ainda estava quente. No chão,estava frio. Ao verificar a condição em que MJ se encontrava, acredita que estaria em paragem ha mais de 1 minuto.

Gourjian da defesa, interroga

MB estacionou a ambulancia, pegou seu equipamento, foi até ao quarto. MB diz que MJ ainda estava na cama e que parecia palido e magro.
Gourjian mostra a MB uma foto e pergunta o que é aquele objeto preto em cima da cama.



MB não sabe o que é.

Gourjian pergunta o que são drogas recreativas. MB dá exemplos como a heroina, e a cocaina. CM respondeu a esta questão dizendo não. MB disse que não viu CM mencionar lorazepam para RS.

Defesa pergunta se ouviu CM dizer que "MJ parou, quase um minuto antes de pedir ajuda". MB diz que não ouviu isso, só ouviu "há 1 minuto".

Gourjian fala nas regras da AHA : compressão primeiro, ar a seguir, respiração por fim. MB menciona que no ano de 2009, as regras eram ar primeiro, mas agora as regras mudaram.

Gourjian pergunta se é normal pedir assistência quando se faz reanimação, e MB diz que sim.

Gourjian pergunta sobre os frascos de lidocaine. Lidocaina não estava escondida,estavam abertas e á vista.

Defesa pergunta se MJ estava em "P.E.A". MB diz que MJ nunca esteve, pois sua linha cardiaca era plana o tempo todo.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:00 pm

O depoimento da dra Richelle Cooper (RC)


Walgren dirige

Medica certificada de emergencia no UCLA explica as suas raizes,treino, e educação em pormenor.
RC explica o basico: Enfermeiras com treino especializado, atendem chamadas de paramedicos, ajudam-nos, consultam medicos para poderem fornecer mais informação aos paramedicos.

Em 25 de Junho, RC estava a consultar os paramedicos atravês dos dados fornecidos pela enfermeira.
A enfermeira ligou a KC, depois de ter recebido uma chamada dos paramedicos,onde a reanimação foi mal sucedida. Quando isto acontece durante 20 minutos, a pessoa pode ser dada como morta.
RC sabia que o paciente estava intubado,e que tinha recebido drogas de re-iniciação cardiaca, mas que continuava em assistole ha 40 minutos. O protocolo de LA diz que se os esforços de reanimação forem mal sucedidos durante 20 minutos,a pessoa pode ser dada como morta. Apos ter recebido a informação, RC autorizou os paramedicos a declararem MJ morto ás 12.57.
A enfermeira telefonou a RC a dizer que havia outro medico, que pedia aos paramedicos para tentarem outra medicação. Era bicabornato de sodio. RC disse que se ele fosse um medico com licença ativa, podiam admistrar, mas o medico precisava ter o controle do paciente, suas necessidades, para que pudesse ser transportado para o hospital.
Quando MJ chega ao hospital, o cuidado ficou a cargo de RC.
RC sabia que o paciente estava a caminho, e por isso foi esperar pela ambulancia,
na porta do hospital.



Ela requisitou uma equipe de 14 pessoas que incluiam:
- Richelle Cooper e 4 residentes
- pelo menos 2 tecnicos de emergências,
- um terapeuta respiratorio,
- uma enfermeira especializada em gravar informação, fazer telefonemas e conseguir consultas,
- 2 enfermeiras circulantes,
- 1 farmaceutico,
- Uma assistente social para contatos,/assistir os membros da familia, juntar informação dos medicos e
- uma enfermeira responsavel por chamar o resto do pessoal que pudesse ser necessario.

Medicos adicionais foram consultados, e chamados quando necessario.
Pessoal administrativo tambem apareceram, pois tratava-se de MJ.
O principal objetivo da Dra RC, é tratar de MJ, enquanto os paramedicos transferem MJ para a ala de traumatizados, RC estava a falar com CM e perguntava o que tinha acontecido. CM disse que MJ trabalhava durante muitas horas, e achava que ele estava desidratado. CM deu-lhe uma injeção e 2 mg de lorazepam. Mais tarde deu mais 2 mg, e viu MJ em paragem cardiaca. CM disse que Michael não estava doente.
RC perguntou pela medicação que MJ tomou. RC foi informada que MJ tomou 2 doses de 2 mg de lorazepam por via intravenosa.

Walgren pergunta,"CM mencionou outros medicamentos alem do lorazepam?
"RC diz que não.

CM diz que assistiu á paragem cardiaca. Que significa tal coisa?
RC é uma paragem observada onde os acontecimentos criticos acontecem enquanto esta com o doente. É quando o coração do paciente pára e este deixa de respirar.
diz que é uma prisão observada, significa que está a lado do paciente, e vê acontecer.

RC perguntou a CM qual é a medicação regular que MJ tomava, ele respondeu Valium and Flomax. Valium - remedio anti ansiedade, Flomax para a pedra na prostata ou no rim. CM não mencionou mais nenhuma medicação.

RC pergunta o historico clinico, se tinha algum problema cardiaco, sanguineo, ou de droga. CM diz que não. RC pergunta se viu MJ teve espasmos, ou queixou-se de dores no peito, CM nega. RC não viu nenhum trauma fisico.
RC diz que Mj estava clinicamente morto, não tinha pulso, havia sinais de coração morto (o coração pode ainda enviar sinais), as pupilas estavam dilatadas.
Apesar de tudo,ainda tentaram reanimar MJ. Confirmaram que o tubo para respirar estava no local correto, e q

A doutora explica quais procedimento fez para tentar ressuscitar o cantor
no hospital
Ela diz que em uma hora e meia de tentativa de reanimá-lo, ela não sentiu
nenhum pulso no corpo do cantor
Ela diz que cada paciente do hospital tem seu próprio e único sistema
de identificação as 14h26 a doutora alegou a morte do cantor no UCLA
Hospital Ela diz que havia um cateter urinário conectado ao pênis de Michael

Jackson. Dra. Cooper achou isso não comum para um homem de 50 anos
considerado saudável
A médica também conta que não discutiu com Dr. Murray sobre a
declaração de morte do cantor, já que MichaelJackson era seu paciente no
momento Dra. Cooper diz que foi conversar com os filhos de Michael Jackson
para colher mais informações. "Eles estava histéricos e chorando", disse
Promotoria encerra o interrogatório e defesa assume a palavra

Ela conta para defesa que foi sua determinação declarar a morte do
cantor Dra. Cooper diz que usa Propofol para sedar pacientes
A defesa pergunta à Dra. Cooper se ela conhece níveis toxilógicos no
sangue. Ela responde que não
Dra. Richelle Cooper diz à defesa sobre o efeito de metabolismo e
sedação de Propofol no paciente
Ela diz que 25 mg do medicamento não é suficiente para sedar um
paciente de 60 kg
Dra. Cooper diz que ao interrogar Dr. Murray sobre o histórico médico
e o que ele dado ao cantor ela queria saber informações para tratar o
cantor
O advogado de defesa insiste em perguntar por que ela não perguntou
que horas Dr. Murray medicou o cantor com Lorazepam
Dra. Cooper diz que não sabe o poder de permanência de Lorazepam no
sangue
Agora o advogado de defesa faz a mesma pergunta sobre Propofol
Ela diz que se quissesse sedar um paciente com Propofol, ela daria 1
mg para cada quilo de massa do paciente
Michael Jackson morreu antes de ter sido meu paciente, então não havia
nada que eu pudesse ter feito para mudar isso", disse Dra. Cooper
A defesa pergunta a Dra. Cooper se ela ouviu o discurso do cantor do dia 10
de maio de 2009, mensagem de voz feita para Dr. Murray. O advogado pede para
conversar com o juiz
O advogado pergunta se havia alguma possibilidade de salvar uma pessoa
de desacordada, com olhos e boca abertas, e sem pulso. Ela diz:
'possivelmente
A defesa pergunta quantas perguntas Dra. Cooper fez paraDr. Murray no
hospital. Ela dizque não lembra

O advogado de defesa olha o depoimento de Dra. Cooper feito na época da
morte do cantor Dr.Murray permanece calado e sério. Ele olha para o teto e para as
anotações de um de seus advogados Dra. Cooper diz que não lembra de ter medido a temperatura de Michael Jackson
A médica diz que o protocolo de Los Angeles diz que se em 20 minutos de
reanimação o paciente não apresentar mudanças, o médico pode declarar sua
morte
Eu trabalho com situações críticas, então não prestei atenção a modo como

Dr. Murray se comportava", disse Dra. Cooper
O advogado pergunta se havia urina na bolsa ligada ao pênis do cantor.
Dra. Cooper diz que não havia. Defesa encerra seu interrogatório
Promotoria pergunta à médica se Dr. Murray parecia estar mentindo para
ela. Dra. Cooper diz que ele não parecia mentir
A promotoria encerra perguntas e palavra volta para defesa
O advogado volta a perguntar sobre qual a quantidade de propofol que
Dra. Cooper usaria para sedar um paciente. Ela responde que usaria 1 mg por
quilo do paciente
"Se o paciente estivesse acordado e não tivesse tomado outro
medicamento essa seria a dose para começar", conta Dra. Cooper
Dra. Cooper diz que não seda um paciente em um lugarque não há
monitores
A médica explica como medica seus pacientes com drogas intravenosas

Promotoria assume o interrogatório
A promotoria pergunta se Dra. Cooper é capaz de reverter uma overdose se
medicamento em um ambiente controlado como o hospital. Ela diz que
é especialista para fazer isso
Defesa volta a interrogar. Advogado pergunta como ela sabe medicar o
paciente com precisão
O advogado pergunta se é possível saber se o paciente tem algum
problema respiratório sem o uso do monitor. "Você em algum momento saberá se
ela não está respirando", disse Dra. Cooper.
Fim do depoimento de Richelle Cooper. Próxima testemunha será chama em
breve

Testemunho de Eduard Dixon (ED):


Brazil Dirige

Dixon afirma que trabalha para a AT & T como Engenheiro de suporte desde 1997.
Dixon diz que está familiarizado com os preparativos de registros de telemovel e testemunhou anteriormente em casos sobre os registros dos mesmos.
Dixon afirma que examinou registros do telemovel de Murray.
Dixon afirma que o status do telemovel de Murray estava ativo em junho de 2009.
Dixon afirma que em 25 de junho de 2009, as chamadas feitas foram:

-09:23 Chamada feita do telefone de Murray,duração 22 minutos
-10:14 Chamada feita do telefone de Murray com duração de 2 minutos
-11:07 Chamada feita para o telefone de Murray dura 1 minuto
-11:18 Chamada feita a partir de telefone de Murray com duração de 32 minutos
-11:49 Chamada feita para o telefone de Murray duração 3 minutos
- 11:50 Chamada feita a partir do telefone de Muray com duração de 11 minutos
- 12:12 Chamada feita do telefone de Murray dura 1 minuto
-12:15 Chamada para o telefone de Murray dura 1 minuto
- 03:38 Chamada feita a partir de telefone de Murray, com duração de 2 minutos
- 04:31 Chamada feita do telefone de Murray dura 1 minuto
-4:32 Idem
-5:02 Idem

Dixon afirma que o telemovel contém dados, bem como chamadas.
Dixon diz que a atividade de dados do telemovel de Murray se passou a 25 de junho de 2009:
- 01h04, 02h04, 03h04, 04h04, 05h04 e 06h04, Dixon afirma que esta é a notificação,e que a informação é passada para o telefone.
-8:54 - 17:02 Atividade de dados.


Gourjian Defesa Argumenta

Dixon afirma que os registros não identificam quem está a usar o telemovel. Diz que não há maneira de identificar o que é dito numa mensagem de texto enviada a partir de qualquer telefone AT & T (referindo-se a atividade de dados).
Dixon afirma que não sabe,que possuem os telemoveis para quem Murray ligou a 25 de junho de 2009. Essencialmente, Dixon afirma poder dizer se as chamadas foram para o correio de voz ou eles foram respondidas somente se feita a partir de ou para AT & T telefones.
Dixon afirma que em relação ao uso de dados, os dados são ajustados automaticamente, neste caso, foi fixado em 01h04, 02h04, 03h04, 04h04, 05h04 e 06h04 .
11:07, chamada de telefone para Murray, Dixon afirma que ele não pode dizer se a chamada foi respondida ou se foi para o correio de voz. Dixon, em seguida, olha para os seus registos, olhando especificamente para a duração da chamada, e afirma que é identificado como uma chamada, a duração é de 1 minuto, mas ele não pode dizer se foi para correio de voz ou respondidas.

Gourjian Defesa Argumenta

Dixon afirma que os registros não identificam quem está a usar o telemovel. Diz que não há maneira de identificar o que é dito numa mensagem de texto enviada a partir de qualquer telefone AT & T (referindo-se a atividade de dados).
Dixon afirma que não sabe, que possuem os telemoveis para quem Murray ligou a 25 de junho de 2009. Essencialmente, Dixon afirma poder dizer se as chamadas foram para o correio de voz ou eles foram respondidas somente se feita a partir de ou para AT & T telefones.

Dixon afirma que em relação ao uso de dados, os dados são ajustados automaticamente, neste caso, foi fixado em 01h04, 02h04, 03h04, 04h04, 05h04 e 06h04 .
11:07, chamada de telefone para Murray, Dixon afirma que ele não pode dizer se a chamada foi respondida ou se foi para o correio de voz. Dixon, em seguida, olha para os seus registos, olhando especificamente para a duração da chamada, e afirma que é identificado como uma chamada, a duração é de 1 minuto, mas ele não pode dizer se foi para correio de voz ou respondidas.

Brazil Re-dirige
Brazil corrige a hora da chamada. 3:38 está errado, é 3:58.

Testemunho de Jeff Strohom (JS):


Brazil Dirige

Strohm afirma que ele é um guardião de registos para Sprint / Nextel, e é responsável testemunhando para os tribunais quando necessitam dele. Strohm afirma que o assinante para o número que Brazil pede, é Conrad Murray. Strohm descreve as chamadas que foram feitas a partir ou para o telefone de Murray em 25/06/09:

- 07:01 Chamada feita para Murray dura 25 segundos
- 8:25 am Chamada feita a partir de Murray dura 0 segundos (mensagem de texto)
- 8:39 am Chamada feita a partir de Murray dura 53 segundos
- 10:20 Chamada feita para Murray dura 111 segundos
- 10:34 Chamada feita a partir de Murray dura 8 1 / 2 minutos
- 11:26 Chamada feita para Murray dura 7 segundos
- 01:08 Chamada feita a partir de Murray dura 2 minutos

Defesa Gourjian Argumenta

Strohm afirma que a chamada das 11:26 não sabe se o telefone foi atendido ou não, mas que a chamada não é correio de voz.

Testemunho Dra Thao Ny (TN)


Dra. Nguyen afirma que trabalha na Universidade da Califórnia como cardiologista / cientista. Nguyen passa 20% de seu tempo como cardiologista, e 80% do seu tempo em pesquisas. Nguyen afirma que em junho de 2009, era uma das cardiologistas que
Dra Cooper menciona em suas responsabilidades que incluíam cuidar de pacientes que estavam em estado crítico no CCU na UCLA, manejo de pacientes e supervisão.
O seu foi Dr. Daniel Cruz.
Cooper afirmou que ela foi chamada para a sala de emergências no UCLA para ajudar com o paciente. Cooper disse que recebeu uma página em que ER precisava de ajuda com um paciente VIP, chamado Michael Jackson.
Nguyen afirma que a Dra. Cooper estava a tratar MJ, quando ela chegou á sala de emergências.
Nguyen diz que Murray se apresentou como médico particular de MJ.
Nguyen perguntou a Murray o que aconteceu, e Murray respondeu que MJ estava muito cansado,pois estava preparando-se para uma tournée.
Nguyen afirma que perguntou a Murray se havia algum tipo de droga que tivesse dado, Murray declarou 4 mg de Ativan (outro nome para lorazepam). Nguyen perguntou se qualquer outra medicação foi dada, Murray disse que não.

Nguyen perguntou a que horas o Ativan foi dado, Murray afirmou que não sabia.
Nguyen afirma que Murray disse que encontrou MJ sem respirar,
Nguyen perguntou que horas eram, Murray reafirma que não sabe.
Nguyen afirma que perguntou a Murray a que horas chamou o 911, Murray diz que não sabia, não tinha noção do tempo, porque não tinha relógio.
Nguyen diz que pediu uma estimativa a partir do momento em que Murray encontrou MJ sem respirar, quanto demora até fazer a chamada para o 911.
Murray não foi capaz de dizer.

Nguyen afirma que Murray nunca mencionou propofol.
Nguyen diz que após receber Murray, consultou o Dr. Cruz.
Murray disse-lhes que encontrou pulso, mas nem a Dra. Nguyen nem o Dr. Cruz encontraram.
Murray pediu muito a Nguyen e a Cruz para continuarem a tentar reanimar MJ, para não desistirem facilmente.
Nguyen afirmou que a próxima coisa a ser feita para tentar reanimar MJ, é utilizar um balão para o coração.
Nguyen disse que temia que fosse tarde de mais, que o tempo não estava do lado de MJ.

Walren continua

O que é um balão?
Ele é inserido na aorta do coração para ajudar. Era duvidoso que iria ajudar. Parecia que o tempo não estava do lado de MJ e ele parecia sem vida. Ela foi para a frente com a bomba balão para mostrar boa-fé.
TN e Dr. Cruz (cardiologista) não pôde sentir o pulso, mas CM lhes disse que sentiu um pulso e pediu-lhes para não desistir facilmente de MJ e tentar salvar sua vida.
TN e Dr. Cruz avançaram com o balão, embora eles pensassem que era inútil.
Dr. Cruz decidiu e autorizou a bomba balão. Foi muito suavemente colocada, mas a tentativa foi em vão.

Antes de fazeram a colocação de balão, eles fizeram um acordo com CM que esta seria a última tentativa para salvar MJ e se não desse certo eles iriam parar os esforços.
Dra. Nguyen: "Nós queríamos que o Sr. Jackson partisse com dignidade e respeito, por isso decidimos acabar com os nossos esforços."
Logo após o balão MJ foi declarado morto.
CM não mencionou propofol durante todos estes esforços balão.

Defesa Flanagan

TN foi chamado um minuto antes de 01:35.
TN lembra as horas, porque olhou para seu pager.
TN foi ao 7 º piso na area circundante dos cuidados cardíacos. Conversou com a Dra. Cooper, quando foi ao trauma baía e Dra. Cooper apresentou-a CM dizendo que CM é o medico particular de MJ.
TN sabia que o paciente era MJ, porque ela recebeu um código para "VIP chamado Michael Jackson".

TN falou e perguntou a CM primeiro porque ele era a fonte primária. TN vai sempre á fonte e depois fala com o medico assistente do UCLA (Dra. cooper).
CM disse a TN que MJ estava com dificuldade em dormir, estava cansado por causa da preparação / ensaio para a tournée e MJ pediu ajuda para dormir . CM disse a TN que deu a MJ "Ativan 4 mg IV".

CM não lhe disse que deu duas doses separadas. CM não mencionou Valium ou Flomax e disse que não deu mais nada, quando TN perguntou se havia qualquer outros sedativos e narcóticos envolvidos.
CM não se lembrava da hora em que deu Ativan a MJ.
CM diz não se lembrar o momento da paragem cardiaca, e não se lembrava de quando chamou o 911.
TN tinha algumas preocupações: 1) o tempo não estava do seu lado 2) IV para a insónia em ambulatório é bastante incomum. A dosagem não foi muito alta, mas havia um paciente sem vida.

4mg de Ativan por IV iria colocar uma pessoa a dormir. TN começaria com 1 mg por via oral, através de IV seria mais forte do que pela boca.
TN não usaria Ativan no ambulatório e até mesmo em ambiente hospitalar, porque são as maiores drogas que não são sedativos e são não-narcóticos.
Dosagem recomendada para Ativan é de 2 mg por via oral -4 para um adulto. 2 mg por Ativan IV iria colocar um paciente a dormir rapidamente, em 5-7 minutos, dependendo do paciente.

Se uma pessoa usava a droga antes é possivel que demore mais tempo para dormir.
Ativan meia hora demoraria + - 5 horas. TN diz que a quantidade de sono vai depender do paciente e suas condições. Diz ainda que normalmente as pessoas seriam capaz de dormir a noite toda com essa dose.

Defesa pergunta sobre a segunda dose de 2mg Ativan, se esta iria por a pessoa a dormir.
TN diz que sim se a pessoa não desenvolveu maior tolerância, se eles tivessem uma alta tolerância seria necessário maior dosagem. TN também menciona que mesmo que a tolerância de uma pessoa com a droga aumentasse, o nível de tolerancia corporal á toxicty não aumentaria.

Defesa pergunta sobre 20 mg Ativan, via IV.
TN diz que é uma dose muito alta.

Defesa pergunta se poderá matar uma pessoa.
TN diz que Ativan afeta o cérebro e fará com que o cérebro fique sonolento (deprime a consciência) e não diria que faria o diafragma parar de respirar.

Defesa fala sobre meia-vida de Ativan. Defesa pergunta se Ativan seria esperado encontrar no sangue ás 12:00 PM se as 2mg tivessem sido dadas ás 2 e 5 da manhã.
Defesa pergunta se iriam vigiar um paciente a quem se deu Ativan.
TN diz que várias pessoas os assistem até que recuperem a consciência total.

O Discurso arrastado de Michael na gravação é mencionado e TN diz que seria um efeito de Ativan. TN usou Propofol, e diz que não ouviu fala arrastada.

CM parecia desesperado e arrasado. CM disse: "Não desista facilmente, por favor, salve a sua vida".
Não havia pulso, mas TN não sabia há quanto tempo ele não tinha pulso. TN acreditou quando foi chamada para vir para baixo, que a reanimação fora parcialmente bem sucedida. Tudo o que TN sabe quando desceu, é que MJ estava sem vida e TN e Dr. Cruz não conseguiram encontrar pulso. Não Havia nenhuma razão para usar o balão.
TN diz que como CM estava presente, e foi treinado para saber reverter o pulso, TN deu a CM o benefício da dúvida e acreditou quando ele disse que sentiu um pulso.

Defesa pergunta quando fizeram a bomba balão.
TN diz que tiveram o equipamento em 5-7 minutos e fez o balão logo após terem o equipamento.

Defesa menciona novamente o acordo que fizeram com CM para fazer balão e parar se não funcionar.
TN repete várias vezes as suas explicações anteriores.
TN perguntou a CM se deu alguma coisa para reverter o efeito de atrivan. Mais tarde TN explica o Flumazenil drogas. 0,2 mg para prevenir a depressão posterior do cérebro. Para reverter o efeito de Ativan deve ser dada imediatamente, em segundos.
A defesa questiona sobre a janela de oportunidade. TN diz segundos a minutos (2-3 minutos). TN diz que se pode reverter Ativan 100%, mas se esperar muito tempo, então as hipoteses, teriam zero para rever.
Deve ser dada assim que encontrar o paciente. TN diz que o antídoto diz que deve estar na mão ao dar Ativan a um paciente. TN diz que o próximo passo será para intubar o paciente e ser colocado num ventilador para respirar.

Defesa pergunta se espera-se que 4 mg Ativan,dariam necessidade de Flumazenil.
TN diz que não esperaria complicações numa pessoa que está acostumada à droga.
TN acrescenta que qualquer coisa pode acontecer por isso, usam sempre num ambiente monotorizado com oxigénio á mão.

Walgren redireciona

TN usa propofol no hospital, mas usa anestesista nos procedimentos. TN diz que pelo menos três pessoas estarão na sala - anestesista, cardiologista, e uma enfermeira.
TN diz que Propofol é administrado em ambiente hospitalar e, além disso apenas numa sala de UTI com procedimento.
TN também menciona que seria administrado num local designado, com pessoal designado e equipamentos necessários. TN diz que o desfibrilador deve estar disponível. TN diz que não administraria Propofol sem o equipamento necessário.
TN menciona que o Propofol pode causar efeitos negativos e que não tem antídoto, por isso os medicos devem estar preparados para quando administram Propofol, e antes mesmo de começar a administra-lo. TN diz que é uma obrigação.

Flanagan re-argumenta

Defesa pergunta se Propofol pode ser usado por outras razões que os procedimentos.
Defesa pergunta se TN conhece alguma sedação consciente.
Defesa menciona que TN só utilizou Propofol durante um procedimento, então divide a responsabilidade com o anestesista e pergunta se não há nenhum procedimento onde possa dar sozinha (a cargo de dar Propofol).
TN responde: "Eu não uso Propofol quando não há procedimento a ser feito".

Flanagan diz que é porque ela nunca praticou fora de um hospital.
TN diz que trabalha fora de um hospital, e que nunca iria usar Propofol em regime de ambulatório.

Defesa pergunta quanto Propofol ela daria a alguém do tamanho de MJ.
TN diz que vai depender das condições e se outros sedativos foram usados.

Flanagan afirma que o Propofol é comumente utilizado fora do ambiente hospitalar.
TN discorda

Flanagan pergunta se TN sabe que Propofol está sendo dado em consultorios de gastroenterologia e consultórios dentarios,
TN diz que não estava ciente disso e nunca perguntou o que davam pois não estava interessada. TN diz que estava apenas preocupada com o que lhe tinha sido dado.

Walgren redireciona

Walgren pergunta a TN se alguma vez ouviu que o Propofol estava sendo usado em casa de alguém uma residência privada, e TN diz que é a primeira vez.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:03 pm

Testemunho de Dra. Joanne Prashad (JP)


Brazil-Dirige

JP médico de medicina interna há nove anos num hospital de Houston.
JP foi chamada para avaliar um paciente para uma cirurgia, para ver se o paciente a pode fazer.
JP geralmente vê o paciente, tem seu histórico médico, faz um exame físico, e revê os procedimentos.
O paciente fez uma cirurgia recente, feita por CM.
CM tinha colocado um stent numa artéria na perna para manter um vaso sanguíneo aberto. O doente estava a tomar medicamentos (Plavix), que foi uma preocupação para o cirurgião e o anestesista.
O paciente tinha uma ferida aberta, até o osso, na perna. Se fizessem a cirurgia, a ferida iria aumentar e sangrar. A preocupação era se o paciente poderia continuar a tomar Plavix ou não.

O stent foi colocado há 4,5 meses atrás.
JP viu que ele estava a tomar Plavix, que geralmente é tomado durante 6 meses.
JP precisava saber se o medicamento podia ser interrompido.
JP queria perguntar a CM qual a sua opinião sobre este paciente, e se podia dizer ao paciente para parar o plavix e fazer a cirurgia.

Promotora Brazil pergunta sobre os relatorios medicos, se são importantes. JP diz que são importantes porque eles podem dar a informação exata dos medicamentos. Os Pacientes geralmente não sabem os detalhes dos medicamentos e procedimentos anteriores.

Ela ligou a CM, do escritório, e foi dado um número de telefone, serviço de atendimento.
Voltou a ligar para o escritório e foi dado um segundo número de telefone.
JP liga para o segundo número e explica sua razão para o fazer, e perguntou se o paciente precisava continuar a tomar Plavix ou se ja podia parar para o paciente poder fazer a cirurgia.
CM foi claro, e disse que o paciente precisava continuar o medicamento por 6 meses e devia adiar a cirurgia 6 meses.
CM disse corretamente a dosagem da medicação e seu plano de tratamento.

Ela ficou surpresa por CM ter sido capaz de dar uma resposta. Geralmente os médicos dizem que há necessidade de rever o tratamento, e pedem pra voltar a telefonar.
CM foi claro sobre o tratamento e sobre a necessidade da medicação.

Eram 10:20. Foi uma chamada rápida. CM forneceu as informações que ela precisava, que decidiu adiar o processo com base nas informações que obteve de CM.

Defesa Chernoff

Defesa menciona que muitas vezes os médicos não se lembram dos pacientes, mas CM sabia o tratamento, e sabia a medicação. Chernoff pergunta se ela ficou impressionada com CM, e ela diz que ficou impressionada.

Testemunho de Antoinette Gill



É de Las Vegas, Nevada. Conhece Murray há mais de 10 anos. Foi encaminhada para CM, por um cliente dela. É uma paciente de CM.



Meados de junho,recebe uma carta do escritório de CM. Dizia que CM foi para um ano sabático. Liga para o telemovel de CM a 25 de junho às 8:45 da manhã. Falaram brevemente. Estava á procura de encaminhamento para outro médico não o recebeu.

A Defesa não contra argumenta.

Testemunho de Consuelo Ng (CN):



CN conheceu CM em 2003 -2004, quando estava a tratar sua avó. CN diz que CM ajudou a curar a sua avó. Ela se ofereceu para trabalhar no escritorio em Las Vegas.Estava trabalhando como cuidadora (caregiver) numa casa de grupo.
Ela não é enfermeira.

Ela voluntario-se no escritório de CM, em Las Vegas 5 dias por semana. Ela trabalhou na parte da frente e de trás do escritório. Ela fazia arquivo, atendia telefonemas e verificava os sinais vitais dos pacientes.

Ela conhece Robert Russell que usou a sala de ECP. Três outras meninas Carol, Sarah, Leah trabalhou no escritório de CM. Carol em sua maioria trabalha com o front office - check-in paciente, agendamento de compromissos, atender o telefone, autorizações de seguros e de verificação e arquivamento de seguros.
Leah trabalha na parte de trás do escritório também a atender chamadas e ajudar na parte da frente, se necessário. Sarah faz o mesmo. Nenhuma delas está registrada como enfermeira.

Elas não são auxiliares de enfermagem profissional. Todas faziam o que fosse necessario na clinica.
CM também tem um administrador assistente Stacy que trabalhou a partir de San Diego. Stacy faz as encomendas, e os pagamentos.

CM estará em Houston durante uma semana e na próxima semana estará em Las Vegas. O escritorio de Las Vegas era aberto quando CM estava em Houston. Quando CM está em Houston proporcionam ECP terapia, uma tecnologia eco e fazem ecocardiograma (eco).

ECP threaphy: Eles amarram as extremidades inferiores, colocam o paciente num manguito de pressão arterial, verificam o nível de oxigénio, ligam o paciente á máquina. Eles iriam verificar o nível de oxigenio com uma máquina que colocam no dedo.
CM não estava no escritório, ele ligava para o escritório 1 vez por dia para verificar.

Quando estava em Houston CM via os pacientes numa base regular.
CM não faz tratamentos no seu escritório. Seus procedimentos eram ás sextas-feiras no hospital.

Junho de 2009 - CN não sabia que CM estava na Califórnia.
CM chamava para relembrar a marcação de alguns pacientes.

Brazil menciona em 15 jun carta enviada aos pacientes, onde CM diz que deixaria sua prática por um período de tempo.
CM disse a seus funcionários que ele era o médico pessoal de MJ antes da carta de
15 de junho. Eles continuariam a trabalhar para CM, um outro médico viria e assumiria seu lugar, mas nada foi confirmado.

25 de junho,estava trabalhando no escritório com Carol, Lia e Sarah. CM ligou para o escritório, CN não falou com CM. 11:18 chamada de 32 minutos. CN não falou com CM, alguém do escritório poderia ter falado. Era seu hábito normal ligar para o escritório quando estava longe.

Foram almoçar. Não estavam a ver pacientes nesse dia. Quando voltaram do almoço, receberam uma ligação dos seus seguranças, e foi como descobriram que alguma coisa tinha acontecido a MJ.

Defesa Chernoff

Defesa verifica o horario da semana de CM. Segundas e quartas-feiras ele vê pacientes no período da tarde, as manhãs faz rondas no hospital. Terças-feiras pela manhã vê os pacientes, e faz rondas na parte da tarde. Sextas-feiras faz as consultas no hospital.

Defesa interroga novamente se CM ligaria do escritório e se eles falariam no escritório quando CM estava ausente. Ela repete as respostas anteriores.

Defesa perguntou por que ela se ofereceu para trabalhar no escritório de CM. Ela diz porque queria aprender e experimentar como é trabalhar como assistente médica, pois viu como CM tratou a avó.

Chernoff pergunta: Será que CM tinha uma tendência para se tornar amigo dos seus pacientes? Sim.
Pacientes tinham uma ligação a CM? Sim, tinham.
Ela deixou de trabalhar com CM por causa do que aconteceu, CM deixou de dar consultas devido ao que aconteceu com MJ.
Objeção.Sustentado.
CM falou a todos, ao mesmo tempo e disse que estava indo em licença sabática para ir em tornée com MJ. Eles estavam animados "porque era MJ, e todo mundo sabe quem é MJ". CM disse-lhes que estaria de volta até o final do ano

Testemunho de Bridgette Morgan



Brazil dirige

Conheceu CM em 2003 num ambiente social. Ela manteve um relacionamento / amizade com CM.
CM disse-lhe que ele era o médico pessoal do MJ.
Ela ligou para CM a 25 de junho,ás 11:26.
CM não atendeu o telefone.

defesa pergunta

Ela mora em Los Angeles desde 1998.

Deborah Brasil redirecionar

Ela conheceu CM em Las Vegas.

Testemunho de Stacey Ruggels (SR)


Brazil Dirige

SR tem trabalhado para CM desde 1997.
A 25 de junho, ás 10:34 telefonou-lhe, e conversou com CM por 8,5 minutos.
11:07 CM chamou de volta. Ela falou com ele novamente.

Chenoff inerroga

Defesa pergunta sobre o que foi a conversa.
SR diz que ligou a CM, para dizer que enviou o e-mail. Foi uma conversa breve.

Defesa pergunta se ela ajudou CM a abrir um escritório em Houston, em 2005.
CM queria abrir um escritório em memória de seu pai.
Seu dever era procurar um lugar para abrir o escritório. O escritorio foi aberto a 10 de julho, 2006.

Depois do escritório de Houston abrir, ele ia a cada duas semanas - uma semana Houston uma semana em Las Vegas.

O Tipo de pacientes do escritorio em Houston são pessoas que estão sem renda fixa e não se podem dar ao luxo de ver médicos particulares. Houston era um escritório com muto movimento, CM via imensos pacientes.
CM não lucrava com o escritório de Houston, não havia muito rendimento proveniente desse escritório.

SR soube que CM ia trabalhar para MJ em Abril de 2009. Ela estava derteminada a tentar encontrar um novo cardiologista para substituir CM.

Brazil Re-dirige

Brazil pergunta quantos escritórios Murray tinha em junho de 2009. CM diz que ele tinha dois escritórios em Las Vegas e Houston.

Testemunho de Michelle Bella



Brazil dirige

Bella conheceu CM em Fevereiro de 2008, num clube de Las Vegas onde estava trabalhando.
CM deu-lhe seu número de telefone. Ela telefonou a CM, e CM ligou-lhe também.
CM enviou-lhe mensagens de texto e ela respondeu
CM enviou-lhe uma mensagem de texto no dia 25. Em 16 de junho, ela tinha recebido uma mensagem de voz de CM.

Brazil quer mostrar a mensagem de voz do dia 16 de Junho.

Objeção. Ao lado.

Brazil pergunta se CM lhe disse que era o médico de MJ. Bella diz que sim.
CM também mencionou que trabalhava para MJ na mensagem de correio de voz.
Na mensagem de voz, CM alguma vez disse que esperava encontra-la no clube em Las Vegas?
Responde que sim, mas a resposta é limitada.

A Defesa não Contra Argumenta.

Testemunho de Sade Anding (SA)


Brazil Dirige

Vive em Houston, Texas e trabalhou como empregada de bar.
CM deu-lhe seu número de telefone quando eles se conheceram fevereiro 2009.
Após essa primeira reunião e telefonema, passaram algum tempo juntos e telefonavam muito um ao outro. Eles trocaram mensagens de texto também.
Eles mantiveram contato regular e chegaram a conhecer-se melhor.

A 25 de junho, CM ligou-lhe.
SA estava em Houston .A chamada foi ás11:51.
CM disse: "Olá é CM. Como estás? que fazes?" Ela perguntou "como estas?" e disse: "Eu não falo contigo há algum tempo".
SA tinha visto CM em maio em Houston, e foram jantar.
CM disse: "Bem .." e fez uma pausa.
SA disse: "deixa-me dizer-te como foi o meu dia". CM não respondeu.Ela percebeu que CM não ia dizer mais nada ao telefone.
SA diz que percebeu que em 5 a 6 minutos ao telefone, CM não estava respondendo.
SA disse "Olá, Olá", não ouviu nada.
SA pressionou o telefone à orelha e ouviu murmurar de vozes. Era como se o telefone estivesse no bolso de CM.
SA também ouviu tosse.
SA não reconheceu a voz que estava a sussurar. SA disse: "Olá, olá,estás aí? Olá" várias vezes, e não recebeu qualquer resposta do CM. SA desliga o telefone tentou chamar de volta e enviou texto várias vezes, mas não houve respostas.
SA mais tarde soube que MJ estava morto.

Brazil tenta perguntar sobre o telefonema seguinte, SA esteve com CM após MJ estar morto. Objeção.Ao lado.

23 de julho de 2009. O Pai de SA disse-lhe que detetives do LAPD foram a Houston, e queriam falar com ela. SA liga a CM e conversa com ele. Ela disse-lhe que os detetives do LAPD queriam falar com ela.
CM pergunta "porque estão eles ligaram para ela? Sinto muito que eles estejam te ligando, vou te dar o número do meu advogado. Certifique-se de quando falar com o LAPD, ter o meu advogado presente".

Defesa Chernoff

Chernoff meciona o telefonema do dia 25 de junho.
Chernoff pergunta se as vozes que ouvia poderiam ser de CM.
SA responde que sim.
Defesa pergunta á quanto tempo estavam ao telefone antes de desligar,e perceber que CM não estava a responder.
SA diz 3-4 minutos.

Testemunho de Nicole Alvarez (NA)


Brazil Dirige

NA conheceu CM em 2005 num clube em Las Vegas. Trocaram números de telefone e mantiveram-se em contato.
Poucos meses depois, sua relação tornou-se algo mais que a amizade.
Ela estava num relacionamento com CM em 2009, e deu à luz um filho em março do mesmo ano.
Ela estava a morar no seu apartamento há 3-4 anos.
CM disse-lhe que era o médico pessoal de MJ em 2008. NA diz que estava interessada e animada em saber que CM era o médico de MJ. NA diz que não fez perguntas porque respeita a profissão de CM.

NA diz que conheceu MJ em 2008. Foi apresentada por CM.
CM proporcionou o encontro como sendo uma surpresa para NA.
NA ficou sem fala quando se encontrou com MJ.
NA conheceu MJ em sua casa.
Na época em que conheceu MJ, ele era o único paciente de CM que ela conheceu.
NA diz que depois da morte de MJ, conheceu alguns dos pacientes de CM em Houston.

NA diz que acompanhou CM à residência de MJ 2-3 vezes. MJ queria ver seu filho. NA foi para residência de MJ depois de março de 2009.
NA sabia das praticas de CM em Las Vegas e Houston. NA diz que CM não mencionou ter uma licença médica na Califórnia.
NA diz que ainda mora com CM.
CM em 2009 estava morando na sua residência e pagava o aluguel de US $ 2500, e deu apoio financeiro.
NA diz que é Atriz.

Brazil eprgunta a NA onde estava trabalhando em maio e junho de 2009.
NA diz que ela estava por conta propria, fazia chamadas para castings, audições.

Abril de 2009. CM vivia com NA, mas não em regime de tempo integral. CM mantinha as suas práticas e NA sabia que CM era o médico pessoal de MJ.
CM sairia durante a noite para ir ver MJ. NA sabia que CM estava a trabalhar para MJ, mas não sabia em que capacidade.
Rotina de CM:
CM saia por volta das 9:00 da manhã e retornava na parte da manhã. Por vezes, saia de manhã cedo (6-7 AM) e mais tarde começou a aparecer pelas 8-9-10 AM.
CM tinha muito freqüentemente dias de folga.

Maio de 2009:
As Atividades de CM eram semelhantes ás de abril de 2009.
NA às vezes ligava a CM, enquanto ele estava a trabalhar com MJ, e as chamadas foram breves.
Junho de 2009:
O cronograma de CM foi similar.
NA sabia que MJ estava a preparar para sua tornée. NA não perguntou a CM sobre o show e os ensaios, porque pensou que iria ver o show, e que estaria a acompanhar CM para Londres.
NA soube que iria a Londres em março de 2009.

NA não estava ciente dos detalhes da negociação, mas sabia que estavam a organizar lugares para viverem. NA diz que não se recorda de rever o contrato de CM através de fax.

Brazil relembra a sua audiência preliminar na qual ela disse que viu o contrato da AEG.
NA diz que nunca leu os detalhes.

Brazil fala no testemunho da audiência preliminar e lê que NA recebeu um fax e olhou para o contrato, e sabia que seria pago CM $ 150.000.
NA diz que não se lembra desse momento.
NA diz que se disse que tinha sido o que aconteceu então é verdade.
NA não sabia quando iria para Londres. NA sabia que seria até Novembro.
Abril, maio,e junho, CM vivia num apartamento com NA e ia cuidar de MJ.
Ao mesmo tempo,as encomendas dirigidas a CM estavam a ser entregues na casa dela.
CM dizia-lhe que estava á espera das encomendas. CM não lhe disse o que estava nas encomendas. NA diz que não sabia o que as encomedas tinham.
NA diz que não abria as embalagens. NA assinava para ter as encomedas.
CM também recebeu e-mail em sua residencia. Algumas caixas foram deixadas á sua porta e às vezes foram deixados na área comum.
NA sabia que CM teria a certeza que iria receber encomenda.

Brazil mostra recibos de Fedex datados de 08 de abril, 29 de abril, 01 de maio, 13 de maio, 15 de maio, 11 de junho e 16 de junho



junho, dia 25, 1:08 da tarde.
CM liga para casa de NA .
CM diz que está a caminho do hospital com MJ.
CM não queria que ela se assustasse.
NA recebeu telefonemas de CM no fim da tarde, e CM foi a sua casa no fim da tarde.

A Defesa não argumenta.

Testemunho de Tim Lopez (TL)


Brazil Dirige

Tim Lopez é proprietário e farmacêutico de Farmácia Aplicada. Farmácia Aplicada, é uma farmácia especializada que faz remédios.
TL recebeu um telefonema de CM em Novembro de 2008. CM disse que tinha paciente um com Vitiligo e que precisava Benoquine.
TL disse que era necessário olhar para as matérias-primas para ver se podia fazer a Benoquine.
TL disse a CM que iria ver que podia fazer, e que depois lhe dizia.
Durante as obras no escritório, TL perdeu o contato de CM e não lhe pode telefonar.

Março de 2009.
TL recebeu um telefonema de CM. CM perguntou porque TL não lhe tinha dito nada. TL disse que estavam no meio de mudanças e que perdeu o contato de CM.
TL tinha as informações de contato de CM, e tinha prometido que iria se manter em contato.
TL procurou os compostos para criar Benoquine.
CM perguntou o que strentgh poderia fazer ao creme, e TL diz que pode fazer a força padrão de 20%. TL disse que pode fazer 40 de 30gr em tubos. CM faz um pedido.
CM também foi informado sobre o fato de precisar pagar adiantado.
CM disse que tinha muitos pacientes Africanos e Americanos que sofrem de Vitiligo e era uma base experimental para ver como o remédio funcionava.
CM disse que tinha múltiplas clinicas, e que usaria o creme no exterior também.
CM foi a clinica de TL para levantar o seu pedido, e pagar com um cheque da empresa $ 1.200 US



CM colocou o seu consultório médico em Las Vegas á disposição de TL e deu-lhe o seu número de licença DEA e seu número de licença médica.
TL verificou a licença médica de CM e o número de DEA.
TL diz que o creme foi pedido num "caráter experimental" e sob controle médico. TL não precisava saber o nome do paciente.
TL diz que precisa saber o nome do paciente, só se são prescritos o creme para uso doméstico.

Quando CM chegou para pegar o creme, perguntou se o creme podia ser deixado em sua clinica.
TL disse que podiam. TL também disse que precisavam ter cartão de crédito para pôr na conta em futuras encomendas.
CM deu-lhe o seu número de cartão de crédito.

Abril de 2009:
CM telefona a TL e diz que está feliz com o creme.
CM pergunta se a farmácia é capaz de enviar outros remedios para seus escritórios.
CM pediu-lhe para encontrar preços e disponibilidade de sacos normais de soro fisiologico, IV e propofol.
TL diz que nunca vendeu Propofol antes de CM lhe perguntar.
CM queria tamanhos de 100ml e 20ml.
TL soube os preços de Propofol. CM fez um pedido em 06 de abril por telefone,10 garrafas de 100ml de Propofol e 25 frascos de 20ml de propofol.

O primeiro carregamento foi enviado para o escritório de CM em Las Vegas. CM removeu alguns itens e perguntou se o resto podia ser enviado para ao seu escritório em Los Angeles.

Abril dia 28:
40 garrafas de 100ml de Propofol e 25 frascos de 20ml de propofol, fisiológico,IV,e Propofol.

30 de Abril:
CM pergunta a disponibilidade de Lorazepam e Midazolam na forma injetável. Lorazepam também está disponível num formato de comprimidos,10 frascos de 10ml Lorazepam, 20 frascos de 2ml Midazolam.

2 primeiras semanas de Maio:

TL tem falado de vários itens com CM.
CM tinha uma preocupação com a base da benoquina, queria que fosse menos gorduroso. TL disse que poderia fazer várias fórmulas.
CM também perguntou se isso poderia ser feito num tamanho maior CM queria que a embalagem parecesse melhor.
CM queria formulas para aumentar a energia, não queria narcóticos ou medicamentos de prescrição, queria produtos naturais.
CM disse que isso era para ficar acordado e ter energia. TL disse que iria se informar.
CM disse que seus pacientes se queixavam de dor no local da injeção, queria um anestésico tópico que só tivesse creme de lidocaína nele. TL fez uma mistura para CM que tinha 2% de lidocaína.
Esses cremes são para pôr na pele antes de aplicar injeção.

Recibo de 12 Maio:

40 frascos de 100ml de Propofol, 25 frascos de 20ml de propofol., 20 frascos de 2ml Midazolam, 10 frascos de 0,5 ml Flumazenil.
Creme de lidocaína 30 gr.

14 de Maio;

TL conversou com CM sobre o creme de lidocaína. CM não estava tendo a reação desejada com o creme de 4% e queria aumentar a força de 4%. CM pergunta sobre a formula de energia.
TL sugeriu vários itens a CM e concordou em fazer mais pesquisa.
TL também disse que iria mudar a base do creme benoquina e iria enviar três amostras a CM e CM iria determinar qual delas era a que mais gostava.
CM perguntou a TL sobre o creme de hidroquinona (usado para Vitiligo) pois estava interessado em receber uma amostra.

TL ia para o aeroporto de Los Angeles nesse fim de semana.
Ao invés de cobrar taxas de entrega a CM, TL oferece-se para levar os itens para o escritório de CM em LA.
CM disse que não havia necessidade disso e que ele podia simplesmente enviá-las como faz sempre.

14 de Maio, encomenda Lidocaína creme de 4%.

01 de Junho:

TL teve outra conversa sobre formulas energeticas. CM pediu a TL para enviar algumas amostras para que possa testa-los.
TL enviou esses itens com a encomenda do dia 10 de Junho.

10 de Junho:

25 frascos de lidocaína 30ml., 40 frascos de 100ml Propofol, 50 frascos de 20ml de propofol, Hidroquinona 60 gr 20 tubos, Benoquina 60 gr 20 tubos.

15 de Junho:

CM disse que estava satisfeito com a formula de energia.
10 frascos de 10ml Lorazepam, 20 frascos de 2 ml Midazolam, Salina IV 1000ml 12 sacos.
CM nunca disse a TL que era médico de MJ.
CM nunca mencionou qualquer nome dos seus pacientes.

23 de Junho -24:

TL conversa com CM ao telefone. Havia imenso ruído de fundo e ele não conseguia entender o que CM disse.
TL disse que iria ligar-lhe de volta. TL não ligou a CM.
A 25 de junho soube que MJ morreu.

Brazil pede o número total de garrafas de Propofol: 255 garrafas de Propofol, 20 frascos de Lorazepam, 60 frascos de Midazolam.

Gourjian(defesa) Contra-Interroga

TL coloca o número DEA em seu sistema. Não houve bandeiras vermelhas. CM foi autorizado a fazer essas encomendas.
Benoquina não é substância controlada. Propofol não é substância controlada.

Gourjian pergunta se existe um regulamento que diz que ele só poderia enviar para clínicas e / ou hospitais.
TL diz que não conhece os regulamentos.

Gourjian pergunta o que a pessoa responsavel pela entrega da encomenda de TL pensa sobre CM (todas as coisas positivas e agradáveis).É sustentada como sendo boato.

Gourjian pergunta se os remédios são para uso em clinica, eles não vão divulgar os nomes dos pacientes quando da encomenda.
TL diz que sim, pois não sabia quem era o paciente.

Gourjian pergunta se isso também se aplica a pacientes de nivel superior.

Brazil re-interroga

Fala sobre a confidencialidade. Pergunta se um medico diria a identidade do paciente a TL se ele a mantivesse privada.
TL diz que sim.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:05 pm

Testemunho de Sally Hirschberg (SH)


Procurador Walgren Dirige

SH afirma que é empregada no SeaCoast Medical, uma distribuidora que vende suplementos médicos e farmacêuticos.
SH diz que é uma representante de conta e está empregada há 10 anos. SH afirma que tem um registro na conta de registros de ordem médica realizada por Conrad Murray.

SH afirma que tem registros de Conrad Murray na Flamingo Road, em Las Vegas.
SH afirma que os registros se referem a uma Ng Consuelo, foi o representante de conta que trabalhou com o SH que representou Murray. SH afirma que a conta de Murray foi criada em dezembro de 2006, e que o endereço era sempre o endereço em Las Vegas.
SH afirma que uma ordem foi colocada a 16/12/08, e depois há uma pausa na atividade até 14/04/09. SH afirma que antes de 09/04, embora não houvesse nenhuma atividade, houve conversas telefónicas entre ela e Ng Connie, com Murray a solicitar um conjunto de perfusão IV.
SH afirma que a 25/03/09, Murray, via Ng, pediu uma mala de segurança,com conjuntos de infusão IV. SH afirma que, em 26/03/09, a ordem de cartão de crédito foi negada, de modo que o sistema de perfusão não foi enviado. SH afirma que, em 31/3/09, nenhum pagamento tinha sido efetuado. SH afirma que,em relação aos conjuntos de infusão, 24 vem numa mala.

SH afirma que a 13/04/09, falou com Ng.
Ng pediu-lhe para enviar os conjutos com as infusões para uma residencia particular em CA, mas SH não concordou, e trouxe à tona uma bandeira vermelha em sua opinião. SH afirma que em 14/04/09, os produtos encomendados foram, um saco de solução de cloreto de sódio, um manguito de pressão arterial, algumas peças para o manguito de pressão, componentes para conjuntos de infusão, um dispositivo de intubação, uma seringa calibre 20 3 polegadas, agulhas cc seringa, cateteres IV calibre 25 (50 numa caixa), pensos transparentes curativos, conjunto de seringas 30 cc (40 em pkg), cateteres IV, equipamentos de ecografia, gazea eletrodos (que atribuem ao aparelho de ECG) , almofadas com álcool, gazes, folhas de cortina (capa de tecido que para colocar sobre o paciente), sacos de soro fisiológico (48), sacos de cloreto de sódio. A ordem foi processada para um cartão de crédito pertencente a Conrad Murray.
SH afirma que luvas de látex, componentes para conjuntos de infusão IV, conjuntos de XL para administração, papel de exame para a cama, Luvas de exame também foram pedidos.

SH afirma que a 16/04/09, foram enviados 25 frascos de lidocaína 1% .
SH diz que em 21/04/09 manguitos de pressão, sangue e componentes, adaptadores de injeção MEDEX, cateteres IV foram encomendados e enviados a 24/04/09, bem como o conjunto da bomba IV.
SH afirma que, a 12/05/09, seus registros mostram que 25 frascos, a 30% lidocaína, mais MEDEX, conectores,e manguitos de criança a pressão arterial, fita, garrotes, cateteres MEDEX, manguitos de pressão arterial para adultos, foram enviados.
SH afirma que a pressão sangüínea é empacotada dentro de um saco plástico e depois numa caixa branca, fabricada pela Starline. SH diz que as compressas embebidas em álcool ,as 10 seringas cc (100 por caixa), os sacos de soro fisiológico, as seringas 10 cc calibre 22 (100 numa caixa), e as agulhas hipodérmicas (50 por caixa),tambem foram encomendados.

SH afirma que em 19/05/09, Murray encomenda mais conectores de infusão, aparelhos de pressão arterial para criança, cateteres IV (50 numa caixa), pensos para urina, cateter externo para colheita de urina, e bolsas de colheita de urina foram tambem encomendados.

SH afirma que em 01 de junho de 2009, um ambu-saco, e um kit de vias respiratorias foram encomendados. SH afirma que foi a primeira vez que um ambu-bag foi encomendado, e que o preço do kit das vias respitorias, é de $ 2,02 por kit. SH diz que o kit tem um pacote com seis vias respiratorias.

SH afirma que em 15/06/09, conversou com Ng sobre os sacos de urina, que Ng queria um saco de urina de pequeno porte, e SH disse que não estava ciente que existiam pequenos sacos de urina SH afirma que mais tarde conversou com Ng, que entrou em contato directo com o fabricante, e que os sacos de pequena colheita de urina não existem.
SH diz que em 22/06/09, a ordem de fatura de Murray, inclui cateteres de banda larga externa (pequenos) não foram enviados. Sacos de urina foram enviados, sacos de perna para cateteres (médios), foram encomendados mas não foram enviados.
SH afirma que disse a Ng que não haveria aumento de custos, como Ng pediu, a encomenda foi enviada durante a noite.
SH afirma que falou com Ng em 26/06/09 às 09h26 da manhã, e que SH canceladou a ordem por solicitação de Ng.

Chernoff Argumenta

SH afirma que a empresa global cardiovascular de Murray,tem vindo a fazer negócios com a SeaCoast desde 2006.
SH diz que não é incomum para a prática de Murray, o uso de lidocaína, ou conjuntos de bomba de infusão, mas não acontece muitas vezes.
SH afirma que os seus registros remontam a julho de 2007,e que a 20/07/07, um conjunto de bomba horizonte foi encomendado, e foi o mesmo conjunto que foi pedido a 24 de abril de 2009.
SH diz que, a 05 de outubro de 2007 um conjunto de bomba horizonte, foi encomendado. O mesmo conjunto voltou a ser encomendado a 24/06/08.
SH afirma que só de olhar para certos itens, é capaz de identificá-los, outros não.

SH reafirma que a 25 de Abril e a 12 de Maio, uma série de administrações IV foram encomendados, e que há 50 por saco.

Testemunho de Stephen Marx (SM)


Procurador Walgren dirige

SM diz que foi empregado no laboratório de computadores forense para a DEA, em junho de 2009.
SM afirma que trabalhou lá por 5 anos e meio.
SM diz que está familiarizado com o iPhone, e que é, basicamente, um computador móvel. SM diz que analisou iPhone de Conrad Murray.

SM diz que fez uma análise posterior ao iPhone a 28/07/09.
SM diz que encontrou imagens no telefone, datadas de 25/206/09.
O primeiro screenshot mostra que, ás 7h03, o telefone foi verificado pelos dados.
SM afirma que, ás 09h45, a imagem indica que o telefone foi visto pelos dados. SM diz que a imagem mostra que Connie Ng estava a enviar e-mails para o telefone de Murray a 25/06/09.
SM diz ainda que foi capaz de determinar o conteúdo dos e-mails.

SM afirma que houve um e-mail enviado a partir de Connie Ng a Conrad Murray, indicado por um screenshot no iPhone de CM a 24/06/09, ás 5:33 pm, e o assunto foi Omar Arnold. Notas de Progresso.
SM afirma que o corpo do e-mail, citava: "aqui estão suas notas de progesso, por favor avise-me se não conseguir abri-lo" com anexos.
SM afirma que o anexo são notas escritas, referindo diferentes datas: 19/11/08, insónia,ansiedade, 08/12 e 07/03, com notas em anexo.
SM diz que existe um registo médico dirigido a Omar Arnold, e várias anotações manuscritas, incluindo primário MD Conrad Murray indicando c / o que significa uma denuncia.
SM afirma que outras anotações médicas manuscritas e as datas estão inscritas, incluindo a de 1/1/07, e que as últimas notas manuscritas, não têem a data mencionada.

SM diz o e-mail seguinte de Connie Ng a Conrad Murray foi enviado a 24/06/09 às 17:34 - Omar Arnold - 2D - Echo.
SM diz que o relatório tem a data de 17/01/07, outro a 26/03/07, intitulado ecocardiografia, datada de 17/01/07.
SM afirma que o e-mail seguinte, é dirigido a MRI Forance Paulo, afirmando que Ng tem resultados de MRI Forance.
SM refere o e-mail seguinte, sobre outra ressonância magnética, datada de 13/11/07.
SM diz que o próximo e-mail é de Connie Ng para Murray, o titulo é Omar, Log Medicação Arnold, a 24/06/09 às 17:38.

SM afirma que o iphone de Murray recebeu um e-mail a 25/06/09 às 05h54.
SM diz que o e-mail foi lido.
SM afirma que o email era de Bob Taylor, começa com Hi Conrad, e que o e-mail tem um número de telefone de Londres e um endereço de uma rua de Londres.
SM diz que o corpo do e-mail é sobre questões de bem-estar, noticias do artista, e as questões de divulgação completa de uma apólice de seguro de Michael Jackson.

SM afirma que o iPhone mostra que Murray respondeu a Bob Taylor no Reino Unido em 25/06/09 às 11:17, e o corpo deste dizia: "Querido Bob,li o seu e-mail. Falei com o Sr. Jackson, e pedi que facilitasse os seus registros médicos para que consiga uma licença de cancelamento do seu espetaculo, mas, no entanto, o pedido foi negado.
Solicito, portanto, que a AEG fale gentilmente com o Sr. Jackson por sua relevância, porque ele está sob a impressão de que está garantido nos EUA. Quanto ás declarações publicadas pela imprensa, deixe-me dizer que são todos falaciosos na minha opinião. Atenciosamente, Conrad Murray. "

SM afirma que houve uma mensagem de voz no iPhone a 6/20/09 de Frank Dileo. Voicemail Dileo é mostrado, e diz:, "Dr. Murray aqui Frank Dileo, gerente de Michael, eu sou o homem pequeno sem cabelo. Tenho certeza que sabe que Michael teve um episódio na noite passada, ele está doente. ... Eu acho que ele precisa fazer um exame de sangue.Temos que ver o que ele está a fazer".

SM afirma que existe uma aplicação para o iPhone chamado iTalk, e uma gravação feita ás 9:05 no dia 10/05/09.

Procurador Walgren reproduz Michael Jackson que tem um discurso extremamente atrapalhado, e que dura um pouco mais de 4 minutos.

Transcrição e áudio da gravação:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=wT_p13cRfNs&feature=youtu.be[youtube]

MJ: Elvis não fez. Beatles não fizeram. Temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem esse concerto, quando as pessoas deixarem o meu concerto, eu quero que eles digam: "Eu nunca vi nada como isto na minha vida. Vão. Vão. Nunca vi nada como isso. Vão. É incrível. Ele é o maior artista do mundo "Vou usar esse dinheiro, um milhão de crianças, hospital infantil, o maior do mundo, Hospital Infantil de Michael Jackson. Vai ter uma sala de cinema sala de jogos,. As crianças estão deprimidas nos hospitais, sem sala de jogos, sem cinema. Estão doentes porque estão deprimidas. Sua mente deprime-os. Eu quero dar-lhes isso. Eu me preocupo com eles, os anjos. Deus quer que eu faça isso. Deus quer que eu faça isso. Vou fazê-lo, Conrad.
CM: Eu sei que você faria
MJ: Não tenho esperança o suficiente, não há mais esperança. Essa é a próxima geração que vai salvar o nosso planeta, começando com - vamos falar sobre isso. Estados Unidos, Europa. Praga, meus queridos. Eles andam por aí sem suas mães. Eles deixam-nos de fora, deixam - uma degradação psicológica nisso. Eles me procuram e dizem por favor, leve-me com voce.
CM: Mmnh.mmmnh
MJ: Eu quero fazer isso por eles.
CM: Mmnh mmmnh
MJ: Eu vou fazer isso por eles. será lembrado mais do que as minhas performances. Minhas performances vão estar lá em cima ajudando sempre os meus filhos e será o meu sonho. Eu amo-os. Eu amo-os, porque não tive infância. Eu não tive infância. Eu sinto suas dores. Eu sinto suas dores. Eu consigo lidar com isso. Heal The World, We Are The World, Will You Be There, The Lost Children. Estas são as canções que eu escrevi porque sofro. Você sabe que eu sofro.
Silêncio
CM:MJ está bem?
Silêncio
MJ:Estou a dormir.

Link para o audio: http://youtu.be/wT_p13cRfNs

Gourjian Argumenta

SM afirma que a gravação de Michael Jackson foi a 10 de Maio de 2009, um domingo.
SM diz que o e-mail sobre o seguro foi como cópia para várias pessoas, incluindo um John, Paul e um Tim.
SM afirma que um conjunto de e-mails, uma série de comunicações ligadas ,apareceram no iPhone de Murray.
SM diz que reconheceu e-mail de Justin Burns para Ian França, a 22/06/09,falando no bem-estar físico de Michael,bem como um e-mail de resposta a 24/06/09 ,que falava nos termos do seguro de saude.
SM afirma que existe um e-mail de Paul Gongaware a 24/06/09, que também foi enviado para Murray, Randy Phillips, etc,onde abordavam uma reunião na casa de MJ.
SM diz que um e-mail enviado de Bob Taylor para Paul Gongaware, afirma que há preocupações com o seguro do Artista (MJ), e afirma que existe um email de Bob Taylor a 25/06 á 1:54 da tarde.

Walgren Re-dirige

SM diz que para usar iTalk,é necessário abri-lo manualmente. SM afirma que em relação a isso e nos vários e-mails, há uma preocupação sobre como obter uma licença histórica de medicina por cinco anos.

A legista Elissa Fleak, responsável por investigar e documentar a cena da morte de Michael


Fleak afirma que trabalhou para a polícia do Condado de Los Angeles por 8 anos,e diz que foi para o UCLA para examinar MJ e as circunstâncias de sua morte ás 5:20 da tarde no dia 25 de junho de 2009. Fleak afirma que examinou MJ e documentou a sua condição física numa sala privada no UCLA.

Walgren Dirige:

Fleak refere que tirou uma foto a MJ na maca, falecido.
Fleak afirma que havia outras fotos tiradas a MJ, mas esta foi a primeira foto que ela tirou (o que mostrou no primeiro dia de depoimentos). Fleak diz que inicialmente não havia causas óbvias de morte.

Fleak afirma que levou quatro frascos de sangue de MJ e os transformou no laboratório do médico legista para testes toxicológicos adicionais. Fleak afirma que, ás 07:10 do dia 25/06,foi até a casa de MJ em Carolwood.
Fleak diz que no quarto onde MJ morreu, etava uma garrafa de 20 ml de propofol no chão,do lado esquerdo da cama.Fleak diz que encontrou as garrafas de propofol debaixo de uma mesa de vidro / metal à esquerda da mesa de cabeceira, que está no lado esquerdo da cama.



Fleak é convidada a identificar os itens que encontrou no quarto:
- Uma garrafa de propofol com algumas gotas de líquido, Fleaks afirma que é a mesma garrafa.
- Uma garrafa quase vazia de flumanezil perto da garrafa de propofol,
- Garrafas de Prescrição: Lorazepam Diazepam, e Flomax, afirma Fleak
-Diazepam-prescritos para MJ, Murray prescreve para MJ a 20/06, 10 mg comprimidos
-Flomax - prescrito para MJ, Murray prescreve para MJ a 23/06
-Lorazepam - Murray prescreve a 28/04/09, 2 mg
Fleak confirma todas as prescrições.



Fleak menciona que prescrições adicionais foram encontradas na prateleira de baixo da mesa.
Fleak afirma encontrou Trazadone, Flomazepam, e uma outra droga.
Tizanadine - para Omar Arnold por Arnold Klein,a 7/6/09
Flomazepam para Michael Jackson, 1 mg comprimido, Dr. Alan Metzger,a 18/104/09
Trazadone para Michael Jackson, 50 mg comprimido, Dr. Alan Metzger 18/104/09
Temazapam para MJ por Murray, cheia,a 22/12/08
Hidroquinona- Nome de Farmácia Aplicada,sobre ele,
Benoquina - Nome de Farmácia Aplicada, sobre ele
Lidocaína 4% - Nome de Farmácia Aplicada,nome Conrad Murray.

Fleak afirma que todos os medicamentos acima foram encontrados naquela noite,no quarto onde MJ morreu. Fleak diz que uma bolsa de respiração foi encontrada no chão e um tanque de oxigénio, um num carrinho de rodas, foram encontrados no quarto.
Fleak afirma que as compressas embebidas em álcool prep, cateteres IV, luvas de látex, uma seringa de 10 cc sem agulha presa nele, também foram encontradas nessa noite no quarto.





Fleak afirma que havia um cateter IV debaixo do ambu-bag, no lado esquerdo. Fleak menciona que recuperou uma garrafa de Bayer aspirina e outros artigos médicos, tais como agulhas e suplementos. Fleak afirma que havia uma cadeira de madeira com um jarro de urina sobre ela, com almofadas médicas ao lado dele. Fleak diz que todos os itens foram recuperados a 25/06, exceto o tubo de IV e bolsa. Fleak afirma que deixou Carolwood ás 8:20 da noite,no dia 25/06, e regressou a 29/206/09,á procura de provas medicas adicionais.



Fleak identifica um grande armário, ao lado do quarto onde MJ morreu.Fleak afirma que recuperou os itens da parte de cima do armário, incluindo vários sacos, luvas e itens.
Fleak menciona um pequeno saco preto, um saco de Costco azul electico,uma caixa de luvas e tubos de loção várias foram recuperadas. Fleak afirma que o saco preto tinha no seu conteúdo um manguito de pressão dentro de uma caixa Starline fabricante.Fleak diz que 3 frascos de lidocaína foram encontrados, dois estavam essencialmente vazios, 1 meio cheio e foi encontrado dentro do mesmo saco preto com o manguito de pressão. Fleak afirma que o saco Costco continha uma saca de supermercado de plástico, um oxímetro de pulso, vários itens,e um saco aberto com um corte salina propofol de 100 ml dentro do saco de soro fisiológico,
Fleak afirma que tirou a garrafa de propofol do saco de soro fisiológico para fotografá-las. Fleak diz que a garrafa vazia propofol encontrada dentro do saco de solução salina foi um frasco de 20 ml.





Fleak afirma que um frasco de 10 ml de Lorazepam foi encontrado dentro do saco Costco. Fleak afirma que as duas garrafas individuais, cada uma de 10 ml,eram de Midazolam foram encontradas dentro do saco Costco.
Fleak afirma que uma compressa de gaze de algodão pequena e ensanguentada,tambem estava no saco Costco. Fleak diz que um oxímetro de pulso estava dentro do saco de Costco, bem como um saco de plástico com vários artigos médicos nele.
Fleak afirma que dentro do saco de plástico, uma administração por IV foi encontrada, um saco de urina foi encontrado, um saco de banda larga foi encontrado, Tegaderm curativo transparente foi encontrado, IV cateter embalagem vazia foi encontrada, almofadas de vários prep álcool foram encontrados, Tegaderm de vestir foram encontrados, seringa de 10 ml com agulha descartável foi encontrada, 2 tiras individuais foram encontradas, um top de vinil azul escuro e azul foram encontrados, uma agulha ou cateter IV top foram encontrados, bem como os restos de plástico diversos foram encontrados dentro do saco Costco.

Fleak afirma que saco azul bébe continha 2 frascos de 100 ml propofol, que estavam cheias, sete frascos de 20 ml propofol, 3 foram abertas com vários níveis de líquidos dentro, três garrafas de lidocaína fechadas, 3 frascos de 10 ml Midazolam, 2 fechados, 4 frascos de 5 ml Flumanezil,2 fechadas, 2 garrafas de Lorazepam, um fechado, metade de uma cheia, uma garrafa de combinação de Farmácia Aplicada de aspirina efedrina e cafeína, "Bausch" ,"Lomb" e colírio, saco contendo Medex IV tubos e seringas , um torniquete azul, cartões de negócios de Murray foram todos encontrados dentro do saco Costco.

Fleak afirma que, em 29/06, recuperou o saco IV e tubos da casa em Carolwood. Fleak diz que 18 tubos de creme benoquina foram retirados de um gabinete,perto dos sacos já mencionados.
Fleak diz que recuperou um saco de soro fisiológico em 29/06 que tinha observado em 25/06. Fleak afirma que recuperou tubos de IV com um pico numa extremidade, com uma braçadeira do rolo em 29/06, assim como um conector com tubos em anexo,e uma seringa nivelada dentro de um recipiente sharpie.

(durante este tempo Walgren coloca todos os itens sobre a mesa para o júri para ver).





Fleak refere que a 1 de julho de 2009, enviou uma intimação para ter todos registos médicos relevantes de MJ a Ed Chernoff, advogado de Murray.
Walgren quer fazer perguntas sobre os registos que Fleak recebeu de Murray via Chernoff. Objeção.Ao lado.

Walgren mostra mais fotos.





Walgren fala sobre a "seringa quebrada". EF diz que não devia ter descrito a seringa como quebrada.Diz que o item engana,e deveria te-los descrito separadamente.Assumiu que eram peças da mesma seringa, mas ela estava errada. EF diz que mais tarde percebeu que elas têem formas diferentes (um quadrado, um círculo) e não se encaixam.

Impressão do polegar de Fleak foi encontrada na seringa.Não sabe quando isso aconteceu. EF diz que poderia ter acontecido quando estava a mecher nas mesas para tirar fotografias ou recolhendo os itens.

EF falou com CM através do seu advogado Chernoff. EF queria todos e quaisquer registos médicos de MJ em 01 de julho.
Chernoff forneceu os registos. Walgren pergunta se os registos se referem a Abril, Maio, Junho de 2009. EF diz que estavam datados antes dessa data.

Walgren fala nos registos médicos a partir de 2006, 2007, 2008 e usa o nome de Michael Jackson, Arnold Omar e Farance Paul (também Mike Smythe, mas letra riscada/traçada).





Chernoff Interroga

Chernoff pergunta se EF tirou mais fotos do que as que foram mostradas ao júri.EF diz que sim.

Chernoff fala sobre o papel de EF neste caso. Chernoff fala sobre ser um investigador legista e a importância do seu trabalho.O trabalho de EF é colher o máximo de informação sobre a causa de morte e o motivo para a mesma. Chernoff menciona a importância de serem precisos e fazerem parte da investigação.

Chernoff pergunta quem lá estava no dia 25 de junho. Detective Scott Smith da LAPD, seu supervisor legista Ed Winters e fotógrafo do LAPD no local do crime.
EF tomou notas, tirou fotos e recolheu provas.

29 de junho. Ela foi até a residência com base nas informações que obteve de Detective Smith. Smith disse-lhe que não havia evidências médicas adicionais a serem recolhidas do quarto até á cama. EF não fez mais perguntas e disse que iria encontrá-lo em Carolwood. Em Carolwood Smith disse-lhe ondeiria encontrar os sacos de que lhe falaram. EF, Smith, outro detetive (possivelmente Myers) e fotógrafo do LAPD,da cena do crime estavam na casa a recolher provas.

Eles têm os itens fora do armário e colocam-nos sobre uma mesa. tiram fotos. EF não se lembra se ela ou LAPD tiraram as fotos. Ela colocou os itens sobre a mesa. Defesa mostra uma foto de itens sobre a mesa. Ela e Smith foram tirando notas e observando.

IV saco com fenda e uma garrafa Propofol. Chernoff pergunta se havia mais fotos tiradas ao mesmo. EF não se lembra.

3A forma log- forma provas para registar as evidências médicas no consultório médico legista. Ela fez três formas 3A em 25 de junho, 29 de junho e 08 de julho.

EF vai até 29 de junho nos seus registos. Em suas noyas manuscritas ela descreve o corte no saco IV e a garrafa de propofol. Chernoff pergunta se qualquer um de seus relatos que mencionou, a garrafa de propofol estava no saco de IV. Ela diz que não. Chernoff diz que "propofol em saco IV" foi adicionado à sua anotações em março de 2011.
Chernoff tenta fazer a pergunta sobre suas notas rescritas. Muita oposiçao,é sustentado.Uma semana antes de revistar suas anotações, EF reuniu-se com Chernoff no escritório com outros médicos legistas e advogados. Chernoff diz que perguntou a EF sobre o saco de IV e que estava nele. EF diz que não se lembra. Chernoff pergunta quando foi a primeira vez que ela disse á promotoria sobre a garrafa propofol na bolsa IV. Chernoff pergunta se ela ouviu falar sobre Alberto Alvarez e seu testemunho. EF diz que não o conhecia,e não o ouvir falar no seu depoimento que viu uma garrafa num saco de IV.

Chernoff pergunta sobre suas notas manuscritas de 25 de junho. EF diz que depois de copiar as suas notas para os seus relatórios, destrói suas anotações manuscritas intencionalmente em todos os seus casos.
Chernoff pergunta se EF concordaria que cometeu erros substanciais. EF não concorda. Chernoff pergunta se não guardar as suas notas foi um erro,EF diz que não. EF diz que tem o seu relatório e escreve tudo a partir de suas notas.

Flumanezil garrafa encontrada no chão, mas EF smuda-a para a mesa. Seringa, Chernoff pergunta se EF mudou a seringa do chão para a mesa. EF diz que não,encontrou-a na mesa.

Chernoff novamente menciona a "seringa partida" - EF diz que deveria ter descrito como duas peças e não quebrado.
Chernoff pergunta sobre o seu relatório no local e como escreveu, não havia luvas no chão e pede-lhe para mostrá-lo na imagem. Ela diz que estava mais perto da cadeira que tinha a garrafa de urina, e não podia ser vista na imagem atual.
Chernoff mostra uma imagem de luvas numa cadeira e pergunta se escreveu sobre estas em suas notas. EF diz que não. Chernoff pergunta se isso é um erro, EF diz que não.

Chernoff pergunta sobre as gotas no saco de IV e argumenta que são claros e não é um líquido leitoso. Chernoff pergunta se o saco IV foi testado. Sim, foi.

25 de junho. EF estava a trabalhar principalmente no quarto. Chernoff pergunta se foi para outras salas,se foi para o quarto, extrema esquerda ou não. EF diz que não foi para o quarto. Que o quarto também tem uma casa de banho anexa ao quarto. Legista colheu alguns itens da casa de banho a 26 de junho.

Várias fotos de urina na cadeira de diferentes ângulos são mencionados pela defesa. Fotos que EF mostrou. Chernoff pergunta quando as fotos foram tiradas. EF não sabe as datas exatas se 25 de junho ou 29.

Chernoff pergunta a distancia da mesa á cama,EF diz uns passos.

Seringa em IV. Chernoff pergunta quando a foto foi tirada. Chenoff mostra duas imagens diferentes: uma tirada a 25 de junho e outra a 29 de junho. Uma das fotos mostra os tubos em torno do pólo IV e outra não. Chernoff diz que alguém estava a mexer nas provas.





Chernoff pergunta de quem foi a decisão de não fazer seguro da casa.EF diz que tais decisões pertencem ao LAPD. EF também não sabe se a casa estava aberta para ter acesso ou não.

Detetive Smith informou-lhe sobre os itens medicos adicionais,que CM mencionou.EF foi á casa no dia 29. EF diz que não sabe se o LAPD entrou na casa entre 27 de junho e 29.

Chernoff menciona alguns itens, tais como o suporte IV e o saco IV,como tendo sido recolhidos a 29 de junho. EF também não mencionou o suporte IV, saco de soro fisiológico ou a seringa no seu registo do dia 25 de junho. EF menciona nas notas os casos a 27 de junho. Ela escreveu que tinha itens adicionais que não mencionou na primeira narrativa.

Depois de 29 de junho,EF não voltou a Carolwood. EF recolheu registos médicos de outros médicos também.EF colheu-os os para obter uma melhor compreensão do historial médico de MJ. Ela pediu notas médicas de Murray, Klein, Metzger, Adams, Tadrissi, Slavit, Rosen, Lee, UCLA Medical Center, Kopplen,e Hoefflin. Objeção. Sidebar.
Ela recolheu registos extensos. Houve médicos que disseram que não havia qualquer registo,ou que não trataram MJ.

Chernoff pergunta sobre a garrafa de sucolenta na mesa.EF diz que ela não recolheu a garrafa sucolenta.

Walgren re-direciona

Walgren fala sobre os documentos que EF preparou. Narrativa de investigador: Descrição geral da cena. Registo de evidências: as coisas são discriminados e registadascomo provas. Notas de caso: informações adicionais para o caso está ldescrito aqui. 3A forma de evidência médica que irá detalhar as provas médicas contra as evidências físicas ou evidências residuais.

Notas manuscritas de 25 de junho foram colocadas nesses documentos.

Walgren pergunta se EF observou o suporte de IV a 25 de junho e se o fotografou. Sim, ela fez. Em 27 de junho ela mencionou que IV está nas suas notas. 29 de junho, pega no suporte de IV e nos sacos de residência como prova.

Walgren menciona o seu testemunho na audiência preliminar em como EF mencionou a garrafa dentro do Propofol no saco de IV em janeiro de 2011.
EF removeu a garrafa do saco propofol IV para ver o que era. Ela colocou garrafa propofol na bolsa IV e fotografou-o.
Walgren pergunta se havia uma razão, se ela os fotografou juntos. Ela diz que intencionalmente os fotografou juntos porque foram encontrados juntos um dentro do outro.

Março de 2011. Walgren, EF, Dr. Rogers analisam algumas provas. Naquela época, Dr. Rogers explicou o que era um cateter IV e EF percebe que não interagem juntos.

Walgren pergunta se isso foi uma investigação perfeita, EF diz que não.
Walgren pergunta se alguma vez conduziu uma investigação perfeita, EF diz que não. Walgren pergunta se EF em outras investigações,pensou que poderia fazer um trabalho melhor. EF diz que sim e que fez o seu melhor.

Chernoff argumenta

Chernoff diz novamente a EF para não tirar a foto da garrafa de Propofol no saco IV.
Chernoff mostra muitas fotos e pergunta se EF as tirou.

Informações das Impressões digitais,são estipuladas

Impressões digitais de Murray foram encontradas na garrafa 100ml Propofol encontrada dentro do saco IV.
Impressões digitais de Fleak foram encontradas na seringa sobre a mesa.
IV saco com a fenda tinha quatro impressões sobre ele. 2 impressões digitais foram encontradas em saco de soro fisiológico e Propofol 20ml. Uma impressão digital foi encontrada em 20 ml garrafa de propofol. mas nenhuma identificação foi feita sobre estas impressões digitais. As seguintes pessoas foram eliminadas por comparação manual: Michael Jackson, Conrad Murray, Alberto Alvarez, Michael Amir Williams, Faheem Muhammed, Scott Smith, Mark Goodwin, Martin Blount, Jimmy Nicholas, Blanca Nicholas, Elissa Fleak,e Kai Chase.

Sem as impressões digitais utilizáveis em: 2 frascos midozolam, 1 frasco lorazepam, lidocaína 2 frascos, 1 frasco lidacaine, colírios, tubo marcado bq, uma garrafa de efedrina / cafeína / aspirina, 2 frascos de 100ml propofol, 7 ml 20 frascos de propofol, dois frascos de lidocaína , 1 frasco de lidocaína, 2 frascos lorazepam, 4 frascos flumanezil, 3 frascos de midazolam, tubos IV, IV tubo conector,e seringa com agulha.

Em suma as impressões digitais de MJ não estavam em nenhum dos itens. Impressões digitais de Murray foram encontradas numa garrafa de 100ml de Propofol.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:05 pm

Testemunho de Dan Anderson (DA)


Walgren dirige

Anderson é empregado num gabinete em LA como um toxiologista há 21 anos. Sua posição atual é supervisor.Ele é responsável pelas pessoas e os resultados.
Anderson menciona sua educação, história do trabalho e certificações.

Anderson fala em detalhes sobre toxicologia, o tipo de testes que fazem, os termos utilizados e como fazem os testes, e os equipamentos que utilizam.

Walgren começa a falar sobre este caso.
Anderson recebeu quatro amostras de sangue colhidas no hospital que lhe foram entregues em mão a por Fleak.
26 de junho. Anderson assistiu ao início da autópsia para dizer o que queria como amostras.
26 junho de tarde, começaram a testar. Testes demoraram várias horas e dias. Começaram a avaliá-los até segunda-feira.
Eles criaram um relatório de 8 páginas, sobre todas as amostras testadas.

ng / ml - nanograma ug / ml - microgramas. microgramas são 1000 vezes maior do que nanogramas.

Anderson passa por todas as conclusões do relatório. A maioria do teste é feito é com o sangue do coração. É o ponto de partida.
Sangue-Femoral é retirado da perna.
sangue do Coração é retirado.
- Hospital de sangue é levado ao hospital.
- Fluido vítreo é retirado de trás do globo ocular.
- Fígado, levaram uma porção.
- Conteúdo gástrico, conteúdo do estómago.
- As amostras de urina: urina de cena trazida numa garrafa de urina de plástico, também colheram urina da bexiga durante a autópsia

Anderson refere todas as descobertas. Pode ler-se algumas delas nas fotos a seguir. Para maiores detalhes verificar o relatório da autópsia.




Descobertas importantes: MJ não tinha álcool, não tinha Demerol (Meperadine), não tinha Demerol metabolizado (normeperidina) e não tinha cocaína, nem maconha.
MJ tinha Lorezepam Valium, Midazolam, e Propofol no seu sistema. Eles testaram o sangue femural, o sangue do coração e o sangue do hospital. Eles fizeram dois testes de fígado de lidocaína e propofol - ambos foram detectados no fígado. Conteúdo estomacal mostrou lidocaína e Propofol. Urina da autópsia mostra lidocaína, efedrina, Midazolam e Propofol. Jarro de urina foi testado e mostrou lidocaína, efedrina, Midazolam e Propofol. Vítreo (líquido claro por trás do olho) mostrou Propofol
Anderson fez um resumo sobre as descobertas de toxicologia positivas.



Walgren novamente esclarece que não havia Demerol no sistema de MJ.
Anderson confirma.

Walgren menciona Propofol no estómago de MJ.
Anderson compara a quantidade de propofol no estomago de MJ como sendo equivalente a "partículas de grãos de açúcar. O mesmo que dizer que muito pequeno.

Seringa na mesa de cabeceira foi testada. Eles descobriram 4 gotas de líquido.
Eles detectaram propofol e lidocaína nela.

Saco de soro fisiológico, tubos conectoesr e seringa/IV foram testados.
Desenharam um diagrama e determinaram como testá-lo.
Walgren identifica cada um dos itens.



Propofol, lidocaína e flumazenil foram encontrados no IV da seringa e do lado pequeno do tubo.
Saco de soro fisiológico e zona longa do tubo IV não foi dectetada nenhuma droga.



Flanagan Argumenta

Flanagan menciona o relatório de síntese sobre os achados toxicológicos positivos.

Flanagan pergunta porque Propofol foi testado em três diferentes amostras de sangue.
Anderson diz que eles geralmente fazem testes em duas amostras: sangue em geral e no sangue periférico (tal como a partir do sangue da perna femoral), devido à distribuição postportem. Anderson explica que o tecido do corpo liberta a droga de volta para a circulação após a morte, e mover o corpo também irá distribuir as drogas.
Nesta situação, tambem colheram amostra de sangue hospitalar.

Flanagan pergunta se a razão para o resultado de sangue do hospital ser maior,
é devido às drogas não terem hipotese de ser redistribuídas.
Objeção.
Juiz acha a questão vaga.
Flanagan: "Sabe porque razão os resultados são mais elevados no sangue do hospital?" Resposta: Não.
Flanagan: "porque é que os resultados de sangue femoral são os mais baixos?" Resposta: distribuição Postportem.
Flanagan confunde o testemunho ao ponto de não conseguir entender o que está a ser perguntado.
Flanagan "Por que razão o sangue femoral tem os resultados mais baixos?"
Resposta: Isso é típico porque os tecidos de libertação de drogas para a cavidade central elevam artificialmente o sangue do coração.

Lidocaína no sangue é maior no fémur, em seguida, o sangue do coração. Anderson diz que dependente das drogas. Algumas drogas podem ter padrão de distribuição diferente.

Flanagan pergunta por que razão o líquido do olho foi analisado. Eles analisaram-no para ver se tinha Propofol, porque o Propofol foi a principal razão.
Anderson diz que não tiveram líquido suficiente para fazer uma análise completa.
O Propofol não se distrubui muito bem para o fluido do globo ocular. Não deram um número exato para a quantidade de propofol no fluido olho, porque não tinham amostra suficiente. O Protocolo diz que não podem dar números exatos em casos como estes,
e não podem garantir a precisão.

Urina da cena. Flanagan pergunta porque não puderam obter a quantidade, número exato da quantidade de propofol.
Foi novamente abaixo das suas expectativas. Foi quase insignificante.

Efedrina estava presente na urina, mas não estava no sangue. A bexiga pode armazenar as coisas por um longo tempo.

Flanaggan pergunta há quanto tempo foi usado. Anderson diz que não pode ser recente, porque não está no sangue, e poderia ser usado em qualquer lugar, entre as primeiras 24 a 72 horas.

Propofol foi encontrado na urina. Flanagan pergunta se poderia ser de alguns dias atrás também. Anderson concorda e diz que também podia ser recente. Flanagan pergunta se a urina foi acumulada antes da urina de autópsia. Anderson diz que não tem idéia de quando foi recolhida ou mesmo se pertence a MJ.

Flanagan descreve um cenário onde a urina da cena foi colhida ás 7:00 da manhã, e a hora da morte foi por volta das 12:00 h e as 02:26.
A urina não muito é colhida após a morte.
Anderson corrige-o. Eles realmente tinham mais de 500 ml de urina da autópsia que diz ser muito.

Flanagan sugere que MJ teve, propofol após a urina de cena, e foi depositado na garrafa de plástico porque o nível de propofol era maior na urina de autópsia.
Flanagan novamente confunde a testemunha e ninguém pode entender o que ele está a pedir.

Flanagan pergunta se lorazepam era alto.
Anderson diz que é gama de alta terapêutica normal.

Flanagan pergunta quanto lorazepam foi dado a MJ em mg.
Anderson diz que o cálculo pode ser feito, mas não seria um cálculo perfeito pois teria de haver várias suposições feitas. Anderson diz que não deve ser feito.
Anderson menciona os pressupostos necessários para tal cálculo: drogas totalmente distribuídas, redistribuição não aconteceu após a morte e os níveis sanguíneos do coração não é falsamente elevado.

Flanagan mostra um livro que diz que o Lorazepam não se redistribui após a morte. Anderson não concorda e diz que houve apenas 2 casos, mas afirma que não estaria confortável em generalizar para toda a população.

Flanagan pede Anderson novamente para dar um número de mg.
Anderson consulta seus registros e diz que com base em vários pressupostos, é de aproximadamente 11 mg.
Anderson diz que não podem determinar como o Lorazepam foi dado, (por via oral ou IV) de um nível de sangue e não sabe quando foi dado.

Flanagan pergunta se os resultados indicam que lorazepam estariam no sistema por algum tempo.
Anderson diz que sim. Os Níveis de propofol não vem equilíbrio.

Flanagan pergunta se uma pessoa entubada, pode esperar que os níveis de propofol estejam em equilíbrio.
Anderson diz que não sabe como o Propofol se metaboliza.

Flanagan menciona que o resumo que Anderson fez não tem nenhuma informação sobre o Lorazepam no conteúdo estomacal.
Anderson diz que ele só analisa o conteúdo do estómago para os casos de overdose. Seus resultados de teste de sangue mostraram que o Lorazepam estava na faixa aceitável por isso não o testaram no estômago.

Defesa testou o nivel de Lorazepam no estómago, que foi de 0,634 microgramas / ml.

Flanagan diz que o Lorazepam é 4 vezes mais concentrado no estómago, e depois no sangue.
Anderson discorda dizendo que não é significativo em sua opinião. Flanagan pergunta se é consistente com a digestão oral. Anderson diz que não e explica que as drogas estão no estómago em níveis pequenos devido ao "aprisionamento de íons" e não significa necessariamente que foi tomado por via oral. Anderson converte em mg: 0,046 mg, o que significa 1/40th de uma pílula normal de 2 mg. Anderson diz que poderia vir a partir do sangue.

Flanagan faz perguntas sobre Midazolam.
Anderson não fez cálculos sobre isso, porque os valores são muito pequenos.

Flanagan, ao olhar para os níveis de urina de Midazolam tenta estabelecer os níveis sanguíneos.
Anderson diz que não é possivel fazer uma comparação.

Flanagan fala sobre a urina e se esta seria representante da metabolização das drogas, como se uma pessoa que urinou ás 1:00 da manhã e depois ás 7:00, Flanagan pergunta se a das 7:00 da manhã, poderia ser representante da urina entre 01:00 - 07:00.
Anderson diz que haverá alguma contaminação.

Flanagan pergunta se a urina da autópsia teria um nível médio da urina entre as 12:30-07:30.
Anderson não entende a pergunta.

Juiz e Walgren também não entendem as perguntas. Flanagan pergunta se urina estaria em equilíbrio com o sangue, e se ultrapassa o nível de especialização de Anderson.
Anderson diz que só a partir dos resultados de urina, e que não pode dizer quando a pessoa teria níveis mais elevados de Midazolam em seu sistema. Anderson diz que não pode fazer isso em relação ao Propofol.
Voltando aos conteudos do estómago, não para analisar o Lorazepam,e o Midazolam. Mudar para testes de IV.
Saco de solução salina e tubos que vão até á porta y, não tinham propofol nem lidocaína.
Propofol, lidocaína e flumazenil foram encontrados na seringa e no tubo curto.

Flanagan pergunta sobre os montantes dessas drogas. Anderson diz que não os quantificou, porque não achou que fosse relevante, e não têem um procedimento padrão para quantificar os fluidos das provas médicas.

Flanagan pergunta se podem dizer as proporções de lidocaína, propofol e flumazenil. Anderson diz que não pode. Anderson diz que também tinha uma quantidade muito pequena de líquidos que complicou o teste.

Flanagan começa por perguntar sobre a bolsa de soro no suporte na sala onde MJ morreu. Flanagan pergunta se o saco foi analisado em todos os produtos químicos e não só o soro fisiológico.
Anderson afirma que eles não analisaram a solução, mas não havia drogas nela.

Flanagan pergunta sobre o tubo (pendurado no estande IV), e Anderson afirma que não foi encontrado nenhum tipo de droga nele.

Flanagan pergunta repetidamente se o tubo e a bolsa de soro foram anexados, Anderson afirma repetidamente que não foram anexados quando recebidos em evidência médica, de acordo com as notas.

Flanagan pergunta se Anderson testou as duas seringas, Anderson afirma que sim e quando questionado, afirma que ambos os barris deram positivo para propofol e lidocaína. Flanagan pergunta se Anderson testou qualquer aparelho que tinha apenas propofol nele, Anderson afirma não.
Anderson afirma que o único equipamento médico que tinha propofol e lidocaína neles era o tubo (conector) e as seringas.
Anderson afirma que cada uma das seringas e os tubos tinham Flumanezil.

Flanagan pergunta se a proporção de propofol e lidocaína eram as mesmas em ambos os tubos e nas 2 seringas, Anderson diz que o teste da proporcionalidade não foi realizado.

Flanagan pergunta se Anderson pode definir o equilíbrio como se relaciona com fluidos corporais, Anderson afirma que acha que é quando as amostras da droga ou de suas concentrações são iguais.

Flanagan pergunta quanto tempo leva para o sistema sanguíneo chegar a um equilíbrio, Anderson diz que essa informação ultrapassa os seus conhecimentos.

Flanagan pede a Anderson para definir a faixa terapêutica (do medicamento), Anderson afirma que uma concentração da droga que atinge o efeito desejado, geralmente é um motivo de preocupação com a segurança porque eles não são seguros em todas as concentrações.

Flanagan pergunta o que determina o intervalo terapêutico, Anderson menciona relatorios clínicos do FDA, bem como a bula fornecida em cada droga.

Flanagan pergunta se existe um intervalo terapêutico de propofol, Anderson afirma não.

Flanagan pergunta sobre dosagem terapêutica para Lorazepam, Anderson afirma que as médias 100-200 microgramas por mililitro. Anderson esclarece que a média pode ser 180, mas que toda a gente tolera medicamentos de forma diferente, e não pode dar intervalos específicos.

Flanagan mostra uma garrafa de Lorazepam, e a prescrição para MJ, Anderson pede para ler a garrafa. Anderson lê Lorazepam 2 mgs, 1 comprimido por via oral.

Flanagan pergunta sobre a concentração de sangue em MJ (0,16%), e pergunta se isso seria igual a cerca de cinco comprimidos de Lorazepam, Anderson afirma, que sim, independentemente da via, se era em forma de comprimido ou IV.

Flanagan pergunta se MJ tinha o equivalente a 11 mg de Lorazepam, Anderson afirma que sim, aproximadamente.

Flanagan pergunta quantos comprimidos MJ teria que tomar para chegar a esse nível (11 mg), Anderson afirma que poderia ser um acumular de vários dias, e que ele não se sente confortável com os pressupostos de roteamento de medicamentos ou forma de medicamentos.

Flanagan pergunta sobre os íons no que respeita o Lorazepam.
Anderson afirma que sabe pouco sobre Lorazepam e sua redistribuição postmortem.
Anderson afirma que a única maneira de obter propofol no estómago é através da ingestão oral ou dos íons, não é uma redistribuição postmortem.
Flanagan pede a Anderson para definir o aprisionamento de íons, prazo. Anderson afirma que num ambiente ácido, os íons da droga, está além da sua área de especialização.
Anderson afirma que além da ingestão, a única maneira de propofol poder ficar no estómago é difusão das amostras vizinhas.

Flanagan, quando pergunta sobre os espécimes circundantes, Anderson responde que o fígado está perto, as amostras de sangue e estão perto do estómago.

Flanagan afirma que Anderson disse que o Lorazepam pode entrar no estómago através de redistribuição. Anderson afirma que pode ficar no estómago por aprisionamento de íons.
Anderson menciona o tempo, e mais uma vez esta informação está fora do âmbito de sua competência. Anderson afirma que ele tem visto muitos descendentes diferentes que tinham conteúdo do estómago com as drogas em si, e que as drogas não eram administrados por via oral.
Anderson afirma que não tem experiência pessoal com um descendente que tinha Lorazepam em seu estómago.

Flanagan interroga Anderson sobre a efedrina.
Flanagan pergunta se Anderson entende que o propofol foi a droga mais importante no caso, Anderson afirma que sim.
Flanagan pergunta se Lorazepam foi importante, Anderson acha que tem a sua importância.
Anderson afirma que o propofol, em qualquer caso é importante, Lorazepam estava na ficha terapêutica, e já declarou que o propofol foi dentro do alcance apenas uma configuração adequada.

Flanagan quando pergunta o que faz um ajuste ter a ver com intervalo terapêutico, Anderson afirma que é muito importante.

Flanagan afirma que faixa terapêutica é o efeito desejado,Anderson afirma que sim.

Flanagan afirma que não levaram a bula em consideração. Anderson afirma que todas as drogas tem uma bula, que deve ser levada em consideração.

Flanagan pergunta se Anderson fez os cálculos em relação ao Lorazepam na semana passada, Anderson afirma que foi nos dois finaiss de semana atrás, Anderson afirma que as fez por causa do Lorazepam na amostra gástrica, e as duas amostras de urina feitas pela defesa.

Anderson afirma que a urina é uma perspectiva histórica, e poderia ser um acumular de vários dias. Anderson afirma que o teste de Midazolam foi feito na urina, porque a concentração é muito maior, o que ajuda a confirmar o nível de sangue de Midazolam.
Anderson diz que os níveis de Lorazepam eram muito mais elevados na urina, que os de Midazolam.
Anderson menciona que MJ tinha no seu sistema, Lorazepam 12.974 nanogramas / ml (13 microgramas / ml) e Midazolam 0,025 nanogramas / ml.
Anderson afirma que a concentração de Lorazepam sobe na urina de autópsia, e com muito menos do que Midzolam.
Anderson afirma que a meia-vida de Lorazepam é 16/09 horas, e que leu num livro de referência médica para obter essa informação.
Anderson afirma que não sabe qual o tempo de absorção e / ou o tempo de pico de Lorazepam, que está no livro.

Walgren Re-dirige

Anderson esclarece que nunca foi a 100 North Carolwood. Anderson diz que recebeu os frascos de sangue, uma seringa quebrada com êmbolo, e um cateter IV da investigadora Fleak .
Anderson afirma que a bolsa de soro e tubos IV foram levados ate o laboratório, e ele simplesmente marcou evidências médicas # 2.
Anderson afirma que a diferença entre a amostra de sangue e urina, é que o sangue traduz normalmente o que está a acontecer no corpo. A urina representa tudo que o corpo está a ser metabolizado para fora, e que a expectativa é que a concentração da urina seria muito superior. Anderson afirma que a urina é de natureza histórica e o que está sendo expulso do organismo durante um certo período de tempo.

Anderson afirma que a análise de conteúdo PACTOX gástrica, mostra 634 nanogramas / ml de Lorazepam. Anderson diz que o laboratório medido em concentração, foi fornecido 73,5 mls de conteúdo gástrico, no qual ele iria multiplicar os dois números para obter o nanogramas do conteúdo do estómago, que seria 46.599 nanogramas de Lorazepam na zona esquerda estómago.

Mas os números que Anderson deveria ter usado para o cálculo (microgramas não nanogramas) que precisava para dividir por mil, para 46.599 dividido por mil é igual a 46,599 dividido por outro 1000 para obter uma quantidade mg, equivale a 0,04599 de Lorazepam no estómago.
Anderson afirma que foi mais longe e tem uma quantidade mais exata e chegou a 0,046599.
Anderson afirma que, com uma pilula de Lorazepam de 2 mg, o conteúdo gástrico são iguais a 1/43rd a um único comprimido de 2 mg, que é uma quantidade muito pequena.

Flanagan Re-Interroga

Flanagan pergunta se houver uma grande concentração de efedrina na urina,e uma baixa concentração na bexiga, seria justo dizer que foi tomado recentemente, Anderson diz que é uma suposição justa.

Flanagan pergunta se é o mesmo com propofol, Anderson afirma que não está familiarizado com os padrões de excreção de propofol.

Flanagan pergunta se uma pessoa estivesse a tomar 7 ou 8 comprimidos de Lorazepam, e ele encontrou 14 miligrams no estómago, se Anderson acha que a pessoa tinha tomado recentemente, Anderson afirma que sim. Há inúmeras questões feitas depois disto por Flanagan, mas o promotor Walgren,e o Juiz,suspende-os.

Elissa Fleak(Novamente chamada a depôr)


Walgren dirige

Walgren menciona a colheita de provas e de quando Fleak recuperou itens de evidências múltiplas. Walgren pergunta se há uma série de fotografias tiradas em vários dias. Fleak olhou para as fotos para identificar quais as fotografias foram tiradas nos dias (25 de junho ou 29 de junho).
Fleak diz que ela entrou no quarto principal brevemente, olhou em redor, mas não procurou.

Walgren Fala sobre o IV e as fotografias sobre o assunto.
2 fotos de tubos IV tiradas a 25 de junho. Os tubos estão apoiados sobre o pulso.
As fotos de 29 de junho fotos do IV e dos tubos.
29 de junho ainda é drapejado sobre como era a 25 de junho.
Mais tarde,no mesmo dia,os itens não estão mais colocados no pulso. Em 29 de Junho, investigadores separam o tubo da seringa, para que esta possa ser fotografada.

Chernoff Argumenta

Chernoff faz novamente questões sobre se entrou no quarto principal de MJ ou não.
E mais uma vez traz o tema do WC principal e fotografias tiradas no mesmo.

A lareira do quarto principal de MJ está ligada, a TV também.
Chernoff mostra imagens dentro do wc principal, e pergunta se Fleak se lembra dos frascos de comprimidos.
Fleak diz que não estava lá em 26 de junho e as garrafas foram recolhidas em 26 de junho.
Fleak diz que não sabe quem os recolheu e quem tirou as fotos.

Chernoff mostra uma imagem onde não há frascos de comprimidos. Chernoff pergunta sobre a mala nas fotos, se ela reconhece a mala peta, ela diz que não



Última edição por izilda em Sab Out 15, 2011 6:14 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:11 pm

Testemunho do Detective Scott Smith(SS), detetive


Walgren Dirige

Detetive no LAPD há 20 anos. Foi designado para o roubo de homicídios-divisão em 25 junho de 2009.
Ele soube da morte de MJ, ás 3:30da tarde pelo seu supervisor.
Chegou a UCLA ás 4:25 da tarde.
Smith foi para a área de emergência. Ficou lá até 19:00.
Smith não viu Murray em UCLA. Smith obteve imagens de segurança da UCLA que mostram Murray. Eles têm imagens de Murray a sair às 04:38 da tarde

Walgren reproduz o vídeo e mostra uma foto aérea do UCLA, e o Detetive Smith pede para marcar o caminho de Murray ao deixar o hospital.

Smith conversou com Faheem Muhammed, Alberto Alvarez na UCLA muito brevemente.
FM apenas disse que CM foi contratado por MJ, e deu a sua informação de contato.
AA disse o mesmo, e também mencionou que ele entrou no quarto para ajudar MJ, e ligou para o 911. Detetive Smith não fez mais nenhuma entrevista naquele dia. Ele chegou a Carolwood por volta das 7:30 da tarde.
Smith não sabia a causa da morte naquele momento.
Naquela época isso foi uma investigação de morte e não de homicídio. Investigação de óbitos poderiam ser causas naturais e detetives podem ou não envolver detetives.
Investigação de homicídios, o departamento de polícia assume total responsabilidade. Torna-se uma investigação de homicídio se há uma causa óbvia de morte como arma de fogo etc, não foi o caso. Foi uma investigação de morte e o legista estava a liderar a investigação do departamento de polícia. Detetives estavam no local para prestar assistência e apoio ao escritório legista, conforme necessário.

Walgren pergunta se isso fosse uma investigação de homicídio, se seria o LAPD que estaria encarregado de fazer a investigação e recolher provas. Smith diz que sim.
25 de junho, evidências foram recolhidas pelo escritório legista. Det. Smith foi auxiliar e fiscalizou o fotógrafo do LAPD.
Smith diz que deixaram a residência por volta das 09:30. Deixaram a casa a pedido da família Jackson e da segurança privada.

Em 26 de junho, o detetive Smith participou na autópsia completa de MJ. Ele não teve a causa da morte até o final de autópsia.
Eles não tinham nenhuma informação para ajudar á investigação. Foi adiada a espera dos resultados de toxicologia. Neste momento ainda era uma investigação de morte e não uma investigação de homicídio.
A 26 de junho Smith foi a Carolwood novamente. O legista Ed Winters ligou e disse que alguns itens foram dados pela família.
Smith foi buscar esses itens. Inicialmente pensaram que era heroína e acabou por ser marijuana velha. Foi encontrado num kit de barbear. Esses itens não tinham relevância para determinar a razão da morte de MJ.

No kit de barbear também havia uma garrafa de temazepam prescrita por Murray.
Smith também encontrou alguns frascos de comprimidos vazios em 26 de junho na casa de banho principal de MJ.

Walgren fala sobre as fotos do WC principal de MJ tiradas durante vários dias.
Fotos do dia 25 de junho. O WC parece estar confuso; portas, gavetas abertas, algumas notas gravadas no espelho.

Fotos do dia 26 de junho. Não havia frascos de comprimidos vazios nem havia a mala, que aparecia nas fotos de 25 de junho.
A 26 de junho há uma mala, Smith não sabe de quem é a mala. As imagens de 26 de junho mostram frascos de comprimidos vazios numa borda.
Smith diz que os colocou na borda para os fotografar.

A 27 de junho,o advogado de Murray Michael Pena falou com o detetive Martinez. Mobilizaram-se para reunir-se em Ritz Carlton ás quatro horas.
Os advogados de Murray tinham escolhido o lugar. Detetive Martinez e Smith reuniram-se com Murray e seus advogados numa sala no hotel. Eles conduziram e gravaram a entrevista.

Áudio da entrevista de Murray com a polícia é reproduzida.

27 de junho,no Ritz Carlton. Murray está na entrevista com seus advogados Chernoff e Pena. Detetive Smith e Martinez fazem a entrevista.

Primeira parte da entrevista: O Chefe da policia pede informações básicas a Murray como seu endereço, telefone, peso, data de nascimento,altura, etc.

Detetive Smith diz que os detetives do hospital eram de uma outra divisão e não estavam responsaveis com o caso. Eles tiraram algumas notas, mas não fizeram uma entrevista formal. (Murray parece surpreso ao saber que outros detetives tiraram notas depois dele sair)

Murray fala sobre como conheceu Michael. Eles conheceram-se em 2006 e via MJ de uma forma mais ou menos regular a partir desse ano.
A primeira vez que Murray viu MJ foi porque MJ e seus filhos estavam com gripe, um guarda-costas de MJ, cujos pais eram pacientes de Murray os apresentou.

Murray diz que cuidou de MJ nos últimos dois meses. Murray diz que recebeu um telefonema do assistente pessoal de Michael, Michael Amir Williams, ele disse que MJ
ia fazer uma tornée em Londres e que queria Murray com ele.
Murray disse que precisava de mais informações antes de aceitar.Mais tarde MJ ligou segundo disse CM, e disse que estava feliz porque Murray iria com ele - embora ele ainda não tivesse o compromisso de integrar a equipe de MJ.

Detetives perguntam quem é Murray, se trabalha para AEG ou MJ. Murray diz que é um empregado de MJ, mas pago por meio da AEG.

Murray diz que ele não tinha idéia de que a AEG estava indo para pagá-lo. Detetives perguntam sobre a saúde geral do MJ. Murray diz que em geral MJ não comia bem e estava muito magro. Ele não obteve nenhuma grande mudança na condição física.
Exceto por uma coisa chamada subluxação do seu quadril direito. MJ tinha doença fúngica em seus pés, que foi tratado. Nada mais que Murray percebeu. Em 24 de junho - Murray tem um chamado de volta do assistente de MJ, Amir, as 12:10 MJ que foi feito com os ensaios.
MJ tinha participado de reuniões e fez uma performance parcial (não um ensaio completo). MJ não estava reclamando de nada, mas queria Murray em Carolwood no tempo que ele chegou em casa. Murray passou com ele todas às noites, exceto aos domingos. Ele passou a noite lá por solicitação de MJ. Murray chegou a casa de MJ em 0:50 antes de MJ e esperou na sala . MJ chegou pouco depois, por volta de 01:00. Cumprimentaram-se e falaram sobre seus dias. MJ disse que Murray estava cansado e fatigado e foi tratado como uma máquina. MJ tomou um banho rápido, trocou de roupa e voltou para o quarto. Quando el voltou ao quarto, Murray colocou um creme / loção sobre seu corpo para tratar Vitiligo. Detetives pergutaram a Murray sobre o quarto. Murray diz que MJ tinha 2 quartos. Ninguém nem mesmo produtos de limpeza poderia ser autorizado a ir para o quarto principal. Murray veria MJ no segundo quarto, o único que tinha IV stand e tanques de oxigênio. Depois do creme, MJ queria dormir. Murray diz que MJ não era capaz de dormir naturalmente. Murray diz que ele poria IV para hidratação na perna direita ou esquerda MJ abaixo do joelho. Eles, então, conversaram um pouco e deu Valium 1 comprimido de 10 mg por via oral. Como o efeito do Valium não funcionou por cerca de duas horas Murray deu MJ 2 mg de Lorazepam que foi empurrado IV lentamente. Murray diz que ele observou MJ, mas ele continuou acordado por uma hora, ele diz que o viu porque ele queria ser cauteloso.

Assim, Murray decidiu dar-lhe Midazolam (2 mg injetado lentamente) em torno de três horas. Murray esperou novamente, mas MJ estava bem acordado. MJ disse que ele não conseguia dormir. Murray sugeriu baixar a música, MJ gosta de dormir com e as luzes baixas e musica para meditar enquanto ele esfregou os seus pés. MJ fez isso com relutância e fechou os olhos . Murray calcula que MJ fechou os olhos em torno de 03:15-03:20, ele não sabe ao certo porque ele não estava olhando para o relógio naquele momento.

10-15 minutos mais tarde, MJ foi novamente acordado. MJ estava surpreso que ele conseguiu dormir depois de ter meditado. E eles tentaram de novo, mas 04h30 MJ estava acordado. MJ começa a reclamar dizendo que os ensaios que ele precisa para executar amanhã ele teria de cancelar porque ele não podia funcionar se ele não consegue dormir. Murray diz que então ele deu outra MJ 2mg de Lorazepam às 4:30 - 05h00 porque um tempo seguro tinha passado. E isso não colocou MJ para dormir .
MJ se queixou de que se ele não podia dormir, ele teria que cancelar os ensaios e que iria colocar o show por trás e não poderia satisfazer os fãs, se ele não descansou bem. Murray diz que colocaram um monte de pressão sobre ele.

Murray diz que não era normal, que os medicamentos que lhe deu faria uma pessoa normal ter sono por 1 ou 2 dias. 7:30 MJ ainda estava acordado. Nesse tempo, ele deu mais 2 mg de midazolam. Havia ainda nenhum efeito. Murray diz que cautelosamente verificou IV para garantir que o fluido e medicamentos iam para MJ porque ele se perguntou por que ele não estava respondendo aos medicamentos. Neste momento, diz Murray que Michael urinou as 10:00 da manhã. Nada funcionou. Murray o estava assistindo e tentando fazer com que MJ dormi-se. MJ está reclamando que não consegue dormir, ele tem que cancelar as datas e tudo tem que ser deixado para trás. MJ naquele momento pergunta: "Por favor me dê um pouco de leite para que eu possa dormir, porque eu sei que isto é tudo o que realmente funciona para mim ". Detetives acham que eles estão falando sobre o leite real e pergunta se MJ queria leite quente ou morno. Murray diz-lhes que é um remédio, Propofol, que é "um sedativo que também poderia ser usado para anestesia".

Murray deu MJ propofol por IV em volta das 10:40. Murray lhe perguntou em quanto tempo ele iria dormir, se ele lhe de-se Propofol porque era necessário que MJ levanta-se em um determinado momento. MJ disse a ele que não importa quando ele acorda, disse-lhe apenas para fazê-lo dormir. Murray disse que ele deu-lhe pequenas quantidades para levá-lo para dormir, ele administrou 25 mg de Propofol juntamente com Lidocine, empurrou-o devagar. Desta vez deve ter sido 10:50, o efeito é rápido e Michael estava dormindo agora. Detetives perguntam se Murray tinha qualquer equipamento de monitoramento. Murray diz que tomou todas as precauções que estavam disponíveis para ele, tais como oxigênio e um oxímetro de pulso. Detetives perguntam sobre a dosagem. Murray diz que 50 mg propofol era a maior quantidade que ele tinha dado a MJ . Naquela noite, ele deu menos devido a outros medicamentos que ele tinha dado a MJ. Murray diz que deu Propofol todos os dias, não raramente eram exceções. Murray também diz que três dias que antecederam a morte , ele tentou afastar MJ do propofol. Ele não estava ciente de que MJ estava fazendo isso em uma base diária, antes que dele ser contratado. Murray foi surpreendido pelos conhecimentos farmacológicos de MJ e sua menção de "leite" e "antiburn".

MJ disse que ele ja tinha tomado antes propofol. MJ disse que ele usou na Alemanha, mas nunca revelou nomes de outros médicos ". MJ nunca lhe disse que ele administrou em si mesmo, mas outros médicos infundi-lo por himself. Murray lhe disse que ele não iria deixá-lo fazer isso. Murray diz MJ sabia que o propofol era a única coisa que funcionava para ele. Murray diz que muitas vezes o avisou sobre isso. MJ disse que ele estava vendo um Dr Lee que ela estava dando-lhe um cocktail para a energia. Murray diz que havia um monte de IV no corpo de MJ e suas veias estavam escleróticas. Murray pergunta o que tem no cocktail e quer revê-lo. MJ diz que não sabe. Mais tarde ele disse que MJ sentiu que Lee era pouco profissional e cancelou um compromisso. MJ sentiu que não estava lhe dizendo a verdade. Uma vez em Las Vegas Murray recebeu um telefonema de PMA. MJ estava em Vegas com seus filhos para um show e ele estava hospedado no Hotel Wynn. MJ diz que tinha dificuldades para dormir. Murray diz que MJ usou medicamentos para dormir (ou lorazepam Restoril) que ele dava a ele. MJ diz a Murray que nada que ele ou Klein ou Metzger deu a ele funciona. Murray diz que ele não tem outras alternativas. MJ, em seguida, pergunta sobre Diprivan / Propofol e diz que ele sabe que funciona.

Murray diz que não tem. MJ menciona Dr. Adams e que ele lhe deu Propofol. Murray não sabe sobre Adams. MJ dá a Murray o número de telefone de Adams. Murray chama Adams. O cirurgião plástico do escritório de Adams permite que Murray vá a escritório em um domingo. Adams coloca na clinica gotejamento de Propofol por 6 horas. Murray diz que ele tinha equipamentos de monitoramento. Murray volta para seu escritório depois de 6 horas e MJ diz que a sensação é maravilhosa, porque ele dormiu. MJ diz que Murray que esta é a orientação divina e que outros médicos ajudaram MJ dormir por 15 10 18 horas. MJ menciona ter outro médico - Adams-em turnê com eles. Adams estava disposto a ir em turnê com eles e queria $ 1,2 - US $ 1.3 milhões por ano. Mas não houve acompanhamento e Adams não ingressou na equipe. Murray menciona que MJ queria que ele fosse sempre, depois da turnê. Murray menciona os planos de MJ para um hospital infantil e queria Murray para ser diretor médico. Detetives voltam a noite de 25 de junho. Murray deu MJ 25 mg Propofol, para MJ dormir, mas ele não ouve o ronco . Geralmente, quando ele está em sono profundo, ele ronca então ele não está em sono profundo. Murray monitora-o. Tudo parecia estável e ele estava confortável. Murray precisava ir ao banheiro para fazer xixi e esvaziar a urina que MJ fez.

Quando ele voltou depois de 2 minutos ele sentiu que MJ não estava respirando, porque ele olhou para seu peito para ver se ele estava respirando. Ele imediatamente verificou os pulsos e tinha um fio de pulsação na área do fêmur, o corpo de MJ estava quente e ele assumiu tudo aconteceu rapidamente e imediatamente começou a CPR e boca-a-boca. Ele queria aplicar a medicina tão bem, mas não em primeiro lugar, porque ele queria ventilar e fazer compressão em primeiro lugar. Ele viu a elevação do tórax Murray diz que ele não podia movê-lo da cama para o chão sozinho. Ele então pegou sua mão esquerda sob o corpo de MJ e depois deu-lhe CPR e também ventilação e fez com que o peito dele subia completamente. Ele olhou para os telefones, mas os telefones não funcionam na casa. Ele não sabe o endereço, CEP, apenas sei que é Carolwood Norte. A casa fica fechada durante as noites e só MJ, ele e os filhos estariam lá. Murray diz que a segurança não vem para a casa. Murray acha que é desumano que a segurança não é permitido entrar na casa para fazer xixi.

Ele diz para falar com 911 seria abandoná-lo e ele não queria abandoná-lo.
Ele alcançou seu celular e ligou para o PMA. Murray diz Amir para enviar a segurança. Murray diz que não pediu para Amir chamar 911, e porque então teria pedido a Amir ajudá-lo. Murray percebe que MJ não tem um pulso agora assim ele levanta as pernas de MJ por um breve momento de transfusão e continua a fazê-CPR etc Ninguém veio até a porta, ninguém bateu na porta. Então, ele deu 0,2 mg Flumazenil a Michael porque ele queria reverter os efeitos das outras drogas, mas MJ ainda não respirava e sem a ajuda que ainda estava chegando. Ele então abriu a porta e correu para a cozinha e viu a chef (Kai Chase) pediu de imediato a garantia e segurança (Alvarez) veio para cima. Murray disse a Alvarez para ligar para 911 e queria ajuda para mover o corpo de MJ para o chão e ainda ajuda na compressão torácica.

Alberto falou ao 911, mas Murray disse-lhe para apenas dizer aos paramédicos despachar, porque queria ajuda para mover MJ para o chão. Paramédicos chegou e chamou UCLA, MJ não estava respirando. Eles estavam fazendo compressões toráxicas. Murray diz que Michael foi PEA-atividade elétrica sem pulso - o que significa que você não vê choque de um paciente. MJ foi dado drogas starter. Murray diz que sentiu a comunicação e as encomendas provenientes do UCLA era uma espécie de lenta. Após 20 minutos de esforço - que Murray acha que foi limitada - ele sabia que MJ não tinha ido muito tempo e ele sentiu um pulso femoral. Assim, Murray pediu UCLA, em vez de declarar MJ morto, para transferir o paciente . Murray assumiu os cuidados e levaram MJ para a UCLA. O pessoal de emergência se encontrou com eles.
Eles trabalharam em MJ por uma hora. Murray diz que provavelmente teria parado mais cedo se Murray não estivesse insistindo. Eles não sabem por que MJ morreu, mas pensaram que embolia pulmonar pode ser uma razão (um coágulo nos pulmões que fechasse a circulação nos pulmões).
MJ é declarado morto. Murray não quer assinar o atestado de óbito como ele não sabe a causa da morte.

Murray tenta vencer o vicio de MJ por 3 dias antes que levaram à morte MJ. Murray diz que não sabia que MJ utilizava propofol antes e que era uma espécie de hábito. Murray diz que ele queria por MJ´para dormir naturalmente e tentou afasta-lo.
Murray pergunta a MJ o que faria quando a turnê acabar, MJ diz que ele acha que pode ser capaz de dormir então. Murray passa drogas menor (como o Lorazepam) para o desmame de MJ . Murray diz MJ sabia, mas ele estava relutava. Murray diz que ele nunca disse a MJ que ele acreditava ter dependência de drogas. Ele estava tentando uma estratégia e Michael estava tentando transferir sua confiança em Propofol a menor coisa. Primeira noite Murray reduz Propofol e Lorazepam e começa Versed. Segunda noite ele removeu Propofol e só deu Lorazepam e Versed. Michael disse que ele sentiu um pouco de ressaca no dia. A noite MJ morreu Murray começou com Lorazepam e nada mais que Versed estava trabalhando. Murray não sei se foi a retirada do Propofol ou se era psicológico. Murray diz que depois de tentar durante toda a noite com os dois remédios que ele finalmente deu MJ Propofol para que ele possa dormir e assim que ele pode produzir no dia seguinte. Murray diz que ele não queria falhar com MJ, ele se preocupava com ele.

A defesa volta a mostrar o aúdio da entrevista do Dr. Conrad Murray à polícia de Los Angeles
Murray menciona que Michael provavelmente teve sintomas de abstinência de Propofol no dia 25 de junho. Murray diz que pode ser físico,psicológico ou mental.

No hospital Murray conversou com os detetives brevemente e deu-lhes o seu número de telefone.

Murray diz que ele e um médico do serviço de urgências entraram no quarto onde Katherine Jackson estava á espera e disseram-lhe que MJ tinha morrido.

Murray diz que ele ficou com ela para consolá-la e pediu ao UCLA para trazer um psicólogo para ajudar a Katherine.

Murray, então apercebe-se que as crianças estão noutra sala e decide informa-las.

Murray, Dileo,Michael Amir Williams e uma assistente social entrara na sala onde as crianças estavam e disseram-lhes MJ estava morto.

Murray diz que as crianças estavam chorando, e ficou com eles para os consolar.

Murray diz que Paris mencionou sua infelicidade e disse que não queria ser uma órfã.

Dileo e Murray dizem-lhe que vão cuidar dela.

Murray diz a Paris que tentou o seu melhor para salvar Michael. Trazem as crianças de MJ para junto de Katherine. Murray diz que não sabe o quão próximo eles são.

As crianças querem ver Michael, e a equipe de psicologia diz que é uma boa idéia, pois permitir-lhes-á o processo de luto.

O UCLA preparou o corpo de MJ para visualização. Durante esse tempo, Jermaine, LaToya e alguns primos de MJ vieram para o hospital, eforam informados sobre o que aconteceu. Murray entrou na sala onde a família estava, a família pergunta a Murray se sabia porque MJ morreu.

Murray disse que não e recomendou que se fizesse uma autópsia. O Corpo de MJ estava pronto para visualização e as crianças foram vê-lo. Murray pergunta a Katherine se queria ver MJ assim, e Katherine disse que não.

Murray falou com o guarda-costas e perguntou-lhe para onde iriam as crianças.

Guarda-costas disse-lhe que não podem voltar para a casa porque estava bloqueada.

Murray conversou com Randy Phillips, Frank Dileo e os guarda-costas e perguntou se eles podiam fazer qualquer coisa.

Murray diz que Jermaine pediu para fazer um anúncio, e queriam Murray para rever o comunicado de imprensa. Murray diz que adicionou a causa e Jermaine editou a parte que pedia aos fãs que respeitassem a sua privacidade, e pedia a midia o mesmo.

Murray diz que conversou um pouco com Jermaine. Murray diz que estava cansado, e deixou o hospital para ir para casa.

Murray volta a mencionar que conversou com o detetive Porche e deu-lhe seu número de telefone. Os Detetives mencionam que ligaram várias vezes a Murray, mas as chamadas foram para o correio de voz. Pena, o advogado de Murray diz que foi o seu conselho. Murray devia deixar seu telefone desligado e esperar pelos seus advogados para conversar com os detetives mais tarde.

Os Detetives perguntam se Murray sabia se MJ tinha quaisquer condições pré-existentes. Murray diz que tratou MJ de pneumonia em 2008, fratura do dedo do pé no mesmo ano, problemas das vias respiratórias superiores várias vezes ao longo dos anos, letargia e de calos nos pés. Murray também tratou infecção fúngica nos pés de MJ. Murray diz que deu a MJ Lamisil e fez umas analises do sangue antes de se certificar de que seu fígado estava bem.

Chernoff pergunta aos detetives se há quaisquer resultados toxicológicos preliminares e os detetives dizem que não estão cientes disso. Chernoff então pergunta a Murray se ele sabia dos outros medicamentos que Michael possa ser tomado.

Murray diz que soube que MJ estava vendo Klein. Murray diz que cerca de há três semanas atrás ele ouviu MJ telefonar a Jason Pheiffer e perguntar se podia marcar consulta para Klein. Murray diz que também viu frascos de comprimidos com o nome de Dr. Metzger neles.

Murray diz que MJ não divulgou todos os médicos que ele consultava.

Os Detetives listam uma série de medicamentos e perguntam a Murray se os prescreveu, e para qual a finalidade terapeutica. Murray explica o Flomax e diz que MJ tem dificuldade em urinar.

Murray surpreende-se ao descobrir que MJ tinha algum tipo de colírio. Murray diz que MJ tinha uma visão muito má e que pensou que MJ poderia ser legalmente cego. Murray arranja uma consulta para MJ ir ver um oftalmologista, mas MJ não quiz. Murray fica surpreso ao ouvir falar de colírio.

Murray diz que a equipe de produção de MJ, lhe contou que o pior dia de MJ era depois de ele ter ido ver Klein.

MJ ficava esgotado, e precisava de 24 horas para se recuperar.

Os Detetives mencionam encontrar maconha e Murray diz que MJ negou, e ficou surpreso ao descobrir que MJ estava a usa-la.

Detetive diz a Murray que estava velho e podre. Detetives perguntam sobre os maços de cigarros vazios que encontraram, Murray diz que não sabe se MJ fuma.

Detetives perguntam se arrumou as malas de MJ e Murray diz que fez. Murray menciona que MJ usava colonia excessiva e não conseguia entender porque usaria tanta, e diz que poderia ser para encobrir qualquer odor.

Detetives perguntam quantas seringas usou Murray.

Murray responde duas.

Murray diz que tapava-as, e voltava a usar na medicação, e misturava-lhes soro fisiológico.

Os Detetives perguntam a Murray, o que ele fazia com essas seringas. Murray diz que colocava-as em um saco e guardava no armário.

Quando os detetives perguntam onde as seringas estão, Murray diz que as deixou em casa no armário. Os Detetives perguntam qual armário, e Murray descreve-o.

Murray diz que MJ lhe mostrou o gabinete e lhe disse para colocar as suas coisas lá.

Os Detetives pedem as chaves do carro de Murray, para que não tenham de o partir nem danificá-lo.

No fim da gravação, os Detetives perguntam se alguma vez Murray deu a MJ Demerol. Murray não responde. Detetive Smith diz que não encontrou nenhum, e detetive Martines diz que não sabe como isso surgiu.

Terminam a reprodução da fita da entrevista de Murray e o depoimento do
detetive Smith continua


Smith afirma que a primeira vez que o propofol foi mencionado foi na entrevista com o LAPD, dois dias depois de MJ morrer, e que antes Murray tinha apenas mencionado que administrou um sedativo.

Smith afirma que respondeu a UCLA e também participou da autópsia, mas que seu conhecimento era limitado.

Smith afirma que muito pouco do questionamento de Murray foi limitado, mas que permitiu a Murray falar livremente. Smith diz que Murray não mencionou os telefonemas que ele efetuou ou recebeu em 25 de junho, e não tinha conhecimento de Sade Anding naquele momento.

Smith diz que Murray foi surpreendido pelo fato de que polícia de Los Angeles não tinha recuperado os sacos médicos de Murray, no momento da entrevista, datada de 27 de junho de 2009.

Smith afirma que, a 26 de junho de 2009, houve alguns cartões de visita pertencente a Conrad Murray e David J. Adams encontrados na casa em Carolwood. Smith diz que os cartões foram recuperados do banheiro principal de MJ, por um detetive do LAPD. Smith diz que também recuperou Latanoprost, um creme de pele, e três frascos de medicação ocular do quarto principal, prescrito por Arnold Klein. Smith afirma que um saco plástico grande com Farmácia Aplicada nele, com benoquine dentro, do Dr. Murray foi recuperado da área do banheiro do quarto de MJ.

Smith diz que houve uma série de mandados de busca emitidos, sendo o primeiro a 29 de junho de 2009, para a Unidade 100 em Carolwood do Norte onde Murray estava. Smith menciona um contrato de recuperação do bolso da porta, e alguns cartões de visita. Smith afirma que 100 garrafas de propofol foram recuperadas no carro.

Smith menciona o mandado de busca seguinte emitido a 22 julho de 2009 para a prática de Murray em cardiologia e uma unidade de armazenamento em Houston, mas não foram encontradas garrafas de propofol.

Smith menciona as questões de mandado de busca seguinte emitido a 28 de julho, para Las Vegas,para o escritorio de Murray, e sua casa ou unidade de armazenamento foram feitos, sem encontrar garrafas de propofol.

Smith menciona o mandado de busca seguinte emitido a de 11 de Agosto de Farmácia Aplicada em Las Vegas, proprietário Tim Lopez. Smith afirma que tal se passou, apos o LAPD descobrir, que propofol estava sendo enviado para um apartamento em Santa Monica, CA pertencente a Nicole Alvarez.

Smith afirma que, em seguida, um mandado de busca foi emitido para Santa Monica, casa de Nicole Alvarez casa a 13 de agosto de 2009.

Smith diz que não havia garrafas de propofol para recuperar na casa de Alvarez.

Chernoff Contra-Interroga

Smith afirma que o LAPD fez varias tentativas para contatar Murray por telefone, mas não fez essas chamadas pessoalmente, e o detetive que fez as chamadas, afirma que as chamadas foram para correio de voz.

Smith afirma que estava ciente de que o comunicado de imprensa sobre a morte de MJ foi feito por Jermaine Jackson, mas não sabe se a conferência de imprensa foi realmente feita.

Smith diz que ele e o detetive Orlando Martinez foram inicialmente atribuídos o caso da morte de caso MJ, mas que a Detetive Porsche foi a detetive principal que tentou entrar em contato com Conrad Murray.

Smith afirma que, a 27 de junho de 2009, o primeiro encontro entre Murray e LAPD foi marcado para as 02:00, mas foi remarcado para quatro horas pelo LAPD.

Smith diz que falou com Michael Amir, Muhammad Faheem, Alvarez Alberto, Tolbert Larry, Roslyn Nanny Muhammad, Chase Kai, membros da família de MJ, algumas donas de casa, e Larry Muhammad. Todos falaram com o LAPD a 25 de junho de 2009.
Smith afirma que Chernoff nunca fez qualquer limitação a Murray, quanto ao que ele não quis falar, sobre prazos ou, durante a reunião inicial com LAPD.

Smith diz que se encontrou com Michael Amir Williams a 31 de Agosto de 2009 e que vagamente se lembra que Williams teve de deixar o quarto brevemente para falar com seu advogado. Smith afirma que Murray não deixou a sala, nem colocou limitações de tempo na entrevista com LAPD a 27/06/09.

Smith afirma que ele tinha trabalhado com roubo / homicídio ha um ano e meio, e antes trabalhou noutra divisão por 10 anos, 24 anos num departamento de polícia, 14 em homicídio.

Smith diz que é um ávido anotador, e que ele tomou notas para vários indivíduos e elementos de prova recolhidas sobre a morte de MJ, porque ele entende a importância dessas notas. Smith afirma que ele esteve dentro e fora da sala, enquanto Elyssa Fleak estava a investigar a 29 de junho de 2009.

Smith afirma que, enquanto Fleak recolhia itens, não fez anotações sobre o que Fleak estava a recolher, e só o fez depois,quando todos os itens foram expostos para fins de exibição de fotografias.

Smith diz que a 29 de junho de 2009, nunca mencionou que tinha encontrado uma garrafa de propofol nem um saco IV. Smith afirma que era muito específico com miligramas, números de lote, sacos vazios, IV, frascos de remédio vazios.etc. Smith diz que a 29 de junho na busca, encontrou sacos médicos de Murray exatamente onde Murray disse que estavam.

Smith diz que havia garrafas Lorazepam no banheiro do quarto de MJ, mas que não foi ele que as encontrou. Smith afirma que os cartões foram encontrados na varanda do banheiro mestre, e que o Detetive Sanchez lhe disse onde foram encontrados.

Smith diz que entrevistou o Dr. David Adams, em Las Vegas.

Smith afirma que enquanto estava no UCLA, falou com Alberto Alvarez.

Smith diz que Alvarez disse que foi chamado para o quarto, e que Alvarez foi informado que MJ estava a ter uma reação má.

Smith afirma que Alvarez nunca mencionou CPR, nem que a garrafa de propofol estava dentro do saco IV, a 31 de Agosto de 2009.

Smith diz que Faheem Muhammad fez uma declaração a 25 de junho, mas que não disse nada sobre Murray querer voltar para a casa de Carolwood naquele dia, nem Michael Amir Williams até o dia 31/08/09.

Smith afirma que houve uma outra entrevista com Alberto Alvarez depois de 31 de agosto de 2009, mas não se lembra de quando.

Smith diz que pediu as impressões digitais de Alvarez, transformou-as e analisou-as.

Smith afirma que SID entrou e viu o vídeo vigilância, pois havia câmeras de vídeo que não estavam viradas para a porta da frente da casa, mas havia uma no portão da frente, no teclado,
no portão da frente e uma nas traseiras da casa.

Smith afirma que o vídeo que foi selecionado para fazer download foi feito coletivamente, mas o detetive Martinez fez o download mais atuais.

Smith afirma que nunca pediram qualquer vigilância por vídeo depois de 25 de junho de 2009.

Smith diz que, embora a casa de Carolwood estivesse trancada, e os guardas estivessem lá, foi permitido a entrada de pessoas na casa nos dias 26, 27, 28 junho de 2009.

Smith afirma que não sabe se foi mantido um registo em relação aos visitantes em Carolwood após MJ ter morrido depois de 29 de junho de 2009.

Smith diz que nunca conversou com a nova equipe de segurança em Carolwood.

Smith perguntou, ao deixar Carolwood, se a casa iria ser interditada,e foi-lhe dito que não.

Smith afirma que Conrad Murray disse ao Detetive Porsche que não iria assinar um atestado de óbito, porque uma autópsia precisaria ser feita.

Smith diz que entrevistou outros médicos além de Dr. Adams e Dr. Murray.

Smith afirma que Murray lhe deu as chaves do seu carro para que pudesse ser revistado.

Smith afirma que não foi pessoalmente a procura de imóveis de Murray em Houston. Smith diz que em Las Vegas, recuperou o telefone de Murray, o seu telemovel, os discos rígidos do computador de seu escritório, a papelada que documenta a sua prática no seu escritório em Las Vegas.

Smith afirma que não consegue lembrar se Muhammad Patrick foi entrevistado,se Isaac Muhammad foi entrevistado, e se Cleveland foi entrevistado por Derek Smith, todos eles da segurança em Carolwood.

Smith afirma que a morte de MJ foi considerada um caso de homicídio em 27 de agosto de 2009. Smith diz que houve alguma discussão e que o tenente da polícia de Los Angeles , Ed Winter do escritório do legista para parar de procurar os outros médicos além de Murray.

Walgren Re-dirige

Smith afirma que o tenente da polícia de Los Angeles conta ctou Ed Winter, já tinha conta ctado Arnold Klein, o que causou alguns atritos entre os dois. Smith afirma que a DEA foi designado para investigar os médicos específicos e que, em última análise era privilegiar a investigação de homicídios feita pelo LAPD.

Smith diz que quando Conrad Murray afirmou que deu leite a MJ, Smith perguntou se o leite era quente ou frio. Smith afirmou que ele não tinha idéia de que o leite significava propofol.

Smith afirma que apenas uma bolsa de soro foi recuperada a 25 de junho de 2009. Smith diz que não estava presente quando a garrafa de propofol dentro do saco de IV foi descoberta, mas estava presente quando tudo foi disposto sobre uma mesa.

Smith afirma sobre camaras de vídeo, que primeiro apontou para zona de embarque do lado de fora dos portões, segundo para uma entrada por baixo da residência, mas inoperante, terceiro e quarto foram de ambos os lados da parte de trás da entrada que dão para a piscina e o quintal, quinto, apontado à direita na parte exterior da casa, uma virada para o interior do portão.

Smith afirma que não havia nenhuma camara que mostrasse qualquer entradas de porta, principalmente para o perimetro exterior de videovigilância.

Chernoff Re-argumenta

Smith afirma que quando encontrou uma garrafa vazia Lorazepam dentro de um saco IV vazio, que a fixou e salientou-a, marcando o número de lote. Smith afirma que não notou que a garrafa de propofol ia dentro de um saco de IV em suas notas, como fez com a garrafa de Lorazepam.

Re-interrogação de Walgren

Smith mais uma vez afirma que não viu a garrafa de propofol dentro do saco de IV, e por isso não a menciona.

Re-interroga Chernoff

Smith afirma que a DEA ia investigar a Farmácia de Mickey Fine, e que Arnold Klein estava ligada à farmácia.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:30 pm

Testemunho de Dr. Christopher Rogers LA County Coroner's Office


Walgren Dirige

Rogers afirma que é um examinador médico para vice-LA do condado, e que faz autópsias para encontrar a causa de morte, e que tem feito isso desde 1988.

Posição atual de Rogers 'Chefe de Medicina Legal.

Rogers afirma que esteve presente em milhares de autopsias ao longo da sua carreira.

Rogers diz que fez o relatório da autópsia de Michael Jackson a 26 de junho de 2009. Naquele dia específico, Rogers afirma que não foi capaz de especificar a causa da morte, não havia nada anatomicamente óbvio capaz de provocar sua morte.
Rogers afirma que MJ era mais saudável do que a média das pessoas de sua idade. Rogers diz que foram encontrados,dados de incidencia,pois MJ tinha um alargamento da próstata, que significava que era difícil de urinar assim como que fazia retenção de urina, tinha vitiligo, também tinha um pólipo no cólon.

Rogers afirma que o sistema nervoso mostrou um leve edema difuso, o exame de pulmão mostrou inflamação crônica e cicatrizes, a radiografia mostrou uma costela extra e também alguma artrite. O exame dentário mostrou canais radiculares e os implantes que foram feitos. Rogers afirma que uma consulta de anestesiologia também foi feita.

Rogers afirma que uma lesão no couro cabeludo causou uma área de pigmentação no topo, que foi marcado, Rogers estava ciente da lesão do couro cabeludo. Rogers afirma que MJ media 5'9 "e que ele pesava 136 £, o IMC estava dentro da normalidade, no entanto, era uma pessoa magra.

Foto da autópsia de Mj é mostrada no tribunal. Rogers afirma que é, na verdade Michael Jackson. Rogers afirma também que a foto da autópsia mostra 25-08-09, mas que a data está incorreta:

http://ll-media.tmz.com/2011/10/11/1011-michael-jackson-gurney.jpg

http://ll-media.tmz.com/2011/10/11/1011-michael-jackson-gurney-2.jpg

Rogers afirma que MJ não tinha doença cardíaca e não foram detectadas anomalias no coração.
Rogers diz que as artérias coronárias eram claras, e que quase toda a gente tem algum artereo esclerose nas artérias coronárias, mas que MJ não tinha nenhum, o que significa nenhuma gordura ou colesterol nas artérias de MJ.
Rogers afirma que, inicialmente, ele achou que não havia doença natural que causasse a morte de MJ. Rogers afirma que o esófago de MJ estava intacto, e que não havia nenhuma substância branca e leitosa nele.
Rogers afirma que o conteúdo estomacal foi analisado, e que encontrou 70 gramas de fluido de drogas, mas não mostrou comprimidos ou cápsulas. Rogers afirma que olhou especificamente para o que poderia indicar a causa da morte.
Rogers diz que verificou as vias aéreas superiores e a boca (o que significa a entrada para as vias respiratórias, boca até á garganta e a traquéia) e não encontrou nenhum material estranho.
Rogers afirma que pediu relatórios toxicológicos para ajudá-lo a relatar a causa da morte. Rogers diz que ele procurou outros médicos de diferentes especialidades para ajudá-lo com a causa da morte. Rogers afirma que leu a a entrevista de Conrad Murray com o LAPD para o ajudar, e pediu os registros médicos de Murray, mas nunca foi capaz de obter todos os registros de Murray.

Rogers afirma que foi em algum momento, capaz de determinar a causa da morte, e a maneira foi homicídio.

Rogers diz que se baseou no seu relatório de homicídios em
1) declaração de Murray à polícia, ele administrou o propofol e benzodiazepínicos
2) não é apropriado dar propofol para a insônia, que o risco é maior que o benefício,
e além disso, a configuração da casa mostra não ter havido a utilização de um monitor de ECG, um monitor de precisão de dosagem, equipamentos disponíveis para trazer á vida MJ, so havia tubo endotraqueal, sem remédios para melhorar a função circulatória 3) as circunstâncias não suportam auto-administração de propofol, porque Murray afirmou que só deu a MJ 25 mgs, foi ao banheiro, voltou para encontrar MJ sem respirar.

Rogers afirma que, apesar de MJ estar sob a influência de sedativos propofol e outros, injetar-se com propofol, parece menos razoável do que Murray ter-lhe administrado, que diz que o dava a MJ de vez em quando.
Rogers afirma que, uma vez que não encontrou um dispositivo de dosagem de precisão, e que sente que seria fácil para o médico dar muito propofol, em vez de MJ se auto-injetar.

Rogers afirma que a causa da morte foi intoxicação aguda de propofol, e a condição que contribuiu foi o efeito das benzodiazepinas. Rogers afirma que lorazepam e midazolam, ambos os sedativos foram uma pequena contribuição para a morte de MJ, e poderia agravar a depressão respiratória, fazendo com que alguém pare de respirar. Rogers diz que também poderia ter parado o coração de bater.
Rogers afirma que um esquema foi feito do corpo de MJ durante a autópsia, observando marcas de perfuração várias de IV durante os esforços de revitalização. Rogers diz que o braço direito de MJ, o braço esquerdo, pescoço e logo abaixo do joelho esquerdo (onde Murray tinha administrado o IV, não marca punção revival). Rogers afirma que observou a garrafa vazia de propofol que foi encontrada no quarto de MJ, notando que não era comum no centro da tampa tinha uma abertura linear, mostrando que não apresentava furos de agulhas.

Rogers diz que a abertura linear é uma abertura de lado a lado no centro da rolha de borracha do frasco vazio de propofol, indicando que não foi feito por uma agulha de seringa.

Rogers afirma que a abertura linear poderia ter sido feita por um pico.


Walgren pergunta se Roger verificada a imagem autospy durante a pausa para o almoço e se a foto foi corrrectly datado de 25 de junho. Rogers diz que sim.

Walgren lembra que, quando eles iam para quebrar eles estavam falando de um ponto. Walgren mostra uma espiga e pede Rogers para identificá-lo.




Em março 2011 Rogers em revista algumas evidências. Rogers identificou o que chamou Fleak uma agulha IV como cateter com uma agulha ainda está presente. Parecia não utilizados. Rogers também examinou a seringa do criado-mudo. De acordo com Rogers não parece se encaixar.

Flanagan cruz

Defesa pergunta se Rogers reviu sua depoimento preliminar, o relatório do legista, suas notas, relatórios de peritos para refrescar sua memória antes de ouvir hoje. Rogers diz que ele revisou os itens bem como um outro relatório da autópsia e os resultados de toxicologia revista. Flanagan pergunta se ele analisou um relatório do Dr. Shafer, que é um anestesista na Columbia University. Rogers reviewd que tão bem. Flanagan pergunta se ele reviu os resultados toxicológicos de laboratórios de fora cerca de estômago e urina. Rogers não vê-los.

Flanagan pergunta se Midazolam, Diazapem e os resultados de toxicologia lidocaína são formadas com o que Murray disse a polícia. Rogers responde que sim.

Flanagan pergunta se é correto que o que Murray disse sobre Lorazepam em sua entrevista não corresponde com os resultados de toxicologia e também menciona que Propofol é difícil determinar como ele metaboliza rápido. Rogers diz que é verdade e eles também não sabem o quanto e quão rápido Murray deu MJ Propofol.

Flanagan pergunta se eles não podem ter certeza que o deu. Rogers diz que sim.

Flanagan pergunta por que iria ser garrafa IV spiked. Rogers diz que é feito para dar-lhe continuamente para manter a sedação. Flanagan pergunta se spiking também ajudaria a emptyPropofol garrafa rapidamente do que começá-lo com seringa. Flanagan pergunta se você queria misturar Propofol com spiking salina seria torná-lo mais rápido para derramá-lo dentro do saco de soro fisiológico.

Flanagan menciona uma maneira de fazer gotejamento Propofol pela mistura com solução salina. Flanagan novamente menciona que esvaziar a garrafa de Propofol com um ponto seria mais eficiente do que usar uma seringa para tirá-lo.

Flanagan pergunta se propofol - mistura salina foi feito, você esperaria ver um saco IV com Propofol nele. Rogers diz que não houve Propofol encontrados no saco. Flanagan pergunta se qualquer evidência de propofol foi no conector y, seringa e do tubo abaixo do conector y. Rogers responde que sim. A parte acima do conector y foi negativo para Propofol.

Flanagan menciona Propofol vida de prateleira de 6 horas. Se não for usado tem que ser jogado fora. Flanagan diz que não faz sentido se usará apenas 5 ml de Propofol para obtê-lo de uma garrafa de 100 ml propofol como eles terão de jogar fora o ml 95.

Flanagan pergunta sobre lidocaína e Rogers explica por que é usado.

Flanagan pergunta sobre se Propofol deve ser infundida lentamente e não rapidamente. Flanagan pergunta o que os níveis sanguíneos irá mostrar se uma pessoa é dado 25mg de propofol. Rogers não sabe. Flanagan pergunta quanto o sono seria a dose de Propofol tal traria. Rogers diz que 5 minutos e Propofol não teria nenhum efeito após 5 a 10 minutos.

Flanagan pergunta o que acontece se 25 mg é injetada rapidamente.
Rogers diz que você vai ter uma concentração local elevada e isso significaria um risco maior de parada cardio respiratoria.

Flanagan fala sobre as informações que propofol precisa ser administrado lentamente. Flanagan pergunta se alguém administrar lentamente Propofol veriam quaisquer efeitos negativos, tais como parar de respirar.
Rogers responde que sim.

Flanagan pergunta se uma injeção lenta é dado ao paciente e assistido por 15-20 minutos e, se após esse período de tempo, se algo vai mal, se não seria devido ao Propofol.

Walgren pede objeção, porque não é considerando benzos e outros.

Flanagan muda sua hipotética pergunta para, se uma pessoa está dormindo mais do que cinco minutos se poderia ser não ao Propofol e sim estar dormindo devido ao cansaço / fadiga.
Rogers concorda.

Nível terapêutico de Propofol. Rogers diz que é dependente do uso pretendido. MJ tinha 2,6 mg de propofol em seu sangue femoral.

Flanagan pergunta se devido à redistribuição pós mortem se que os números poderiam ser problemático. Flanagan vai mais artigos a dizer que Lorazepam não redistribuir Rogers e perguntar sobre os montantes Lorazepam.
Rogers diz que eles estão muito perto e pode ou não pode mostrar que não houve redistribuição.
Comprimidos no estômago. Eles não iriam distribuir para o corpo até que sejam dissolvidas.

Flanagan muda para o conteúdo do estômago. Foi um líquido escuro. Flanagan pergunta se poderia haver suco de fruta no estômago e pergunta se ele já identificou o conteúdo do estômago.
Rogers diz que não fez.

Flanagan pergunta se eles viram os comprimidos ou cápsulas.
Rogers diz que não fez.

Flanagan disse que eles poderiam ter dissolvido e eles não podem dizer se uma pessoa tomou comprimidos olhando para conteúdo estomacal. Toxicologia seria necessário para determiná-lo. Flanagan pergunta se os resultados toxicológicos mostram que Lorazepam, que significaria consumo de Lorazepam. Flanagan mostra o Lorazepam em resultados toxicológicos estômago. Flanagan menciona concentração Lorazepam sendo 4 vezes maior do que os níveis sanguíneos femoral. Flanagan menciona a quantia equivale a 1 / 43 de um tablet, mas ele não mostra quantos comprimidos são realmente tomadas como as pílulas se dissolvem com o tempo.
Lorazepam níveis no sangue não causa nenhum bandeiras vermelhas, porque não era muito. Flanagan mostra duas garrafas Lorazepam pílula encontrados na casa de MJ. Ambos tinham 30 comprimidos (60 total), uma garrafa vazia é o outro tem 9,5 comprimidos deixaram nele.



Flanagan menciona que Rogers pensou benzodiazepínicos tiveram um efeito sobre a morte. Midazolam e Diazepam encontrado no sangue foi baixa e insignificante. Flanagan pede que nível pílula Lorazepam causaria.
Rogers diz que deve ser a nível terapêutico.

Flanagan traz o livro Baselt que diz que para uma pílula de 0,018 em 2 horas. Flanagan tenta perguntar se 1,69 nível de sangue significaria que exigiria 10/09 pílulas.

Objeção.

Por ordem do juiz Flanagan entra em cenários hipotéticos. Rogers não pode compreender as perguntas. Um monte de acusações e julgar os sustenta um após o outro muito rapidamente.


Flanagan menciona meia-vida de Lorazepam (9-16 horas) e biodisponibilidade. É além das habilidades de Rogers.
Flanagan pergunta se o nível de Propofol seria letal.
Rogers diz 1-17 mg por ml.

Flanagan pergunta se uma pessoa com nível de 2,6 Propofol sentiria dor.
Rogers diz que sim.

Flanagan pede novamente os níveis de 1,69 Lorazepam e quantos comprimidos que isso significaria.

Anuladas devido à hipotética impróprio.
Depois de várias hipóteses Flanagan fica com Rogers dizendo que seria igual a 9 comprimidos.

Flanagan menciona que o estômago e urina não foi testado para Lorazepam. Flanagan fala sobre amostras de urina. Se a amostra de urina em autópsia tem níveis mais altos de Lorazepam, em seguida, a urina da cena, seria o sangue teria maior nível de Lorazepam, em seguida, o sangue em 7:30 também.
Rogers diz que não pode responder, porque há muitas variáveis.

Flanagan dá o cenário de 2 mg de Lorazepam 02:00 e 05:00 e depois oito comprimidos sendo tomada em torno de dez horas, se o nível de urina de Lorazepam seria maior na urina de autópsia, em seguida, a cena da urina.
Rogers responde que sim.

Flanagan vai até a conclusão de homicídio.
Rogers menciona quatro fatores contribuíram para essa conclusão.
Fator 1 propofol e benzodiazepínicos foi administrado juntos.

Flanagan novamente faz perguntas sobre Lorazepam que está além da experiência de Rogers.
Segundo fator de ambiente hospitalar não. Flanagan pergunta se insônia crônica não pode ser tratada com Propofol.
Rogers diz que não é forma geral, para tratá-la.

Flanagan menciona que a insônia tem diferentes níveis e se Propofol pode ser usado.
É além de minha experiência, diz Rogers.

Padrão fator de 3 de cuidado. Rogers fez essa determinação com a ajuda do anestesista.

Circunstâncias fator 4 não suportam administrar. Rogers diz que ele pensou que era razoável. Para Rogers, é razoável acreditar que Murray calculou mal e deu muito Propofol. Ele acha menos razoável Michael ter acordado e ainda sob influência de sedativos, gerenciar dar a si mesmo Propofol e o matar todas essas coisas acontecendo dentro de 2 minutos.

Flanagan fala sobre o posicionamento do IV.
IV foi além do joelho esquerdo e foi de 6 centímetros de comprimento até o conector y.

Flanagan pergunta se uma pessoa pode tocar em uma área em torno de seu joelho. Rogers concorda.

Flanagan pergunta sobre se alguém pode fazer uma injeção se ele pode parar o coração.
Flanagan pergunta se alguém estava dando a injeção que não fosse MJ iriam ver se há um problema.
Rogers diz que tem esperança de que eles fazem isso.

Walgren redireciona

Walgren traz à tona o que foi mencionado anteriormente e pergunta se é verdade, que se uma pessoa encontrada com os olhos abertos, isso significaria que morreu rapidamente.
Rogers diz que não é verdade. As pessoas podem morrer lentamente e ainda ter os olhos abertos.

Tanque de oxigênio foi analisado em 13 de julho de 2009. Ele estava vazio.

Walgren diz que a maioria das perguntas de farmacologia defesa - o que acontece com as drogas quando eles entram no corpo.
Rogers não é desta área de especialização. Rogers é um especialista em determinar a causa da morte. Ele não é um especialista em propofol ou lorazepam.

Walgren menciona os níveis letais de 1-17 mg de propofol e pergunta se números menores do que temos visto em MJ pode causar a morte.
Rogers responde sim.

Walgren vai mais garrafas de Lorazepam. Ambos são prescritos por Murray. Uma delas é preenchida 28 abril de 2009, com 30 comprimidos - 9.5 restaram. A segunda foi cheia em 2 de abril de 2009. Foram mais 30 comprimidos e agora estava vazia.
Walgren menciona as hipóteses

Flanagan perguntou.
Rogers diz assumir que Murray estava dizendo a verdade em sua entrevista que deu sobre o Valium e depois 2 injeções de midozolam e lorazepam e propofol. Nesse cenário, se ele deixou o paciente sozinho para engolir comprimidos lorazepam, e não há equipamentos de monitoramento, nenhum equipamento de gerenciamento de vias aéreas e nenhum equipamento ressuscitive. Rogers diz que ainda é homicídio.

Walgren dá os mesmos conjuntos de eventos, mas a auto-administração cenário de Propofol em vez de Lorazepam.
Rogers ainda classificá-lo como homicídio.

Flanagan conduz

Flanagan pergunta sobre o oxigênio e pergunta se a válvula estava aberta ou fechada. Rogers não sabe. Flanagan pergunta quanto tempo levaria a tornar-se vazio. Rogers diz que depende de como abrir a válvula é. Flanagan pergunta se ele está em levelswould terapêutica vazio em 2 semanas. Rogers disse provavelmente.

Respostas Flanagan Rogers menciona sobre como ele não está bem informados sobre Lorazepam e pede que ele não precisa ter conhecimento sobre isso para fazer a determinação, neste caso no que diz respeito à causa da morte. Rogers diz que não sabe como esses níveis são alcançados, mas eles são a causa da morte.

Flanagan fala sobre os níveis de Lorazepam estar próximo aos níveis necessários para não responder a estímulos dolorosos e os níveis de Propofol são a metade dos necessários para não responder a estímulos dolorosos.

Flanagan pede Rogers assumir que Murray estava dizendo a verdade em sua entrevista. Flanagan menciona o jogo midazolam e números diazapam mas os níveis de Propofol e Lorazepam são muito mais elevados.

Walgren redirecionar

Walgren pergunta por que ele faça uma consulta com um anesthologist. Rogers diz porque era um problema Complexo. O médico que consultou lhe disse que os níveis foi composta com anestesia geral.

Flanagan retorna

Flanagan menciona injeção rápida de novo e pergunta se a injeção rápida teria efeitos negativos na parada respiratoria e cardiovascular

Dr. Alon Steinberg Cardiologista, próxima testemunha



Walgren direto

Steinberg é um cardiologista com Diploma certificado por 13 anos. Ele não é um especialista em anestesia, medicina do sono farmacologia, medicina ou vício.

Steinberg reviu currículo do CM. CM não era placa certificada em 25 de junho de 2009. Steinberg diz bordo de certificação é um teste extenso dia 2 e 90% dos cardiologistas que levá-la passar.

Steinberg é um revisor especialista para a Califórnia Medical Board, ele as ações opiniões de outros médicos "para garantir o padrão de atendimento tem sido respeitado. 3 níveis são possíveis: sem desvio, desvio simples e desvio extremo. Desvio extremo também é definida como falta grave.

Steinberg tem conduzido um comentário para este caso. Ele tinha realizado 8 opiniões anteriores. Em 4 casos, ele não encontrou nenhum desvio; em 4 casos ele encontrou desvio de cuidados simples. Esta é a primeira vez que viu um desvio extremo do padrão de atendimento.

Cardiologistas use sedação para procedimentos diversos e às vezes eles usam Propofol. Cardiologistas são especialistas em sedação leve ou moderada. Em sedação consciente do paciente é capaz de falar e responder ao toque. Sedação profunda é quando os pacientes são apenas sensíveis à dor ou estímulos repetidos. A anestesia geral é quando o paciente não sente dor. Cardiologistas não são formados em sedação profunda. Quando sedação profunda é necessária, que eles chamam de médico anestesiologista e essa é a única vez que eles usam Propofol.
Quando eles estão dando sedação leve ou moderada que usam benzodiazepínicos. Para sedação profunda são obrigados a dar Propofol com um anestesista.

Steinberg reviu neste caso. Ele focou sua revisão com base em entrevista CM com a polícia. Steinberg queria julgar CM em suas próprias palavras.

Steinberg encontrados 6 separados desvios extremos do padrão de atendimento.

1: Propofol não foi indicação médica. Steinberg menciona Propofol é um anestésico. Steinberg diz que não havia consentimento informado. O paciente deve ser informado dos riscos e benefícios do tratamento. Steinberg nunca ouvi falar de Propofol usada para insônia. Steinbers diz que o uso de propofol para a insônia é negligência grosseira e desvio extremo.

2: O propofol foi dado em um ambiente doméstico, sem equipamento adequado e sem pessoal adequado.
Walgren pergunta o equipamento necessário. Steinberg diz que oxímetro de pulso com um primeiro alarme é necessária, mas oxímetro de Murray não tinha um alarme. Steinberg diz que ele tinha que olhar para MJ cada segundo sem parar. Steinberg diz que ele deve ter manguito de pressão automatizado de sangue, para verificar a pressão arterial pelo menos a cada 5 minutos. Murray teve um manguito manual e não usá-lo. A próxima coisa que é necessário é um monitor de ECG para acompanhar o ritmo cardíaco. Outra coisa que é necessário é oxigênio com uma cânula nasal ou máscara. Você precisa de sucção no caso de o paciente regurgita e você precisa para obtê-lo antes que vá para os pulmões do paciente. Outro equipamento necessário é um saco de Ambu. Murray tinha um saco de Ambu, mas não usá-lo, ele fez boca a boca. Você também precisa ter uma maneira de pedir ajuda. Tabela é necessária em caso de RCP é necessária. Você também precisa de um backup de bateria para o equipamento em caso de um black out. Outros equipamentos necessários é um equipamento necessários para a via aérea, como tubo endotraqueal. Tubo endotraqueal requer pessoal treinado para colocá-lo. Além disso, você precisa de um desfibrilador.
Um lote de medicamentos especiais também são necessários. Essas são fluamzenil, Narcan, lidocaína, beta-bloqueadores, atropina, dopamina, epinefrina, prednisona, dextrose.
Steinberg diz que ao dar sedação você também precisa de BLS (suporte básico de vida) e ACLS assistente (Advanced Cardiac Life Support) treinados.

3: A preparação inadequada para uma emergência. Você precisa ter os medicamentos prontos, equipamento pronto, temos uma pessoa disposta a ajudá-lo. Você precisa estar preparado para usar esses medicamentos e equipamentos em caso de emergência.

4: atendimento inadequado durante a prisão. MJ respiração tinha parado e CM não seguir o protocolo apropriado.
Steinberg explica parada cardíaca que é quando o coração pára de bater. Não há a pressão arterial e o paciente entra em colapso. Nesse caso, você liga para 911, use um desfibrilador, e fazer a RCP em uma superfície dura.

Em caso de MJ, foi uma parada respiratória. MJ parou de respirar e o oxigênio vai para baixo. Em seguida, o coração começou a bater mais forte ao tentar distribuir pouco oxigênio no corpo. De acordo com comunicado do CM é onde CM encontrou MJ. Se você não fizer nada, o coração enfraquece devido à falta de oxigênio, e pára de bater, mas ainda há uma atividade elétrica. Isso é PEA (atividade elétrica sem pulso). Depois de PEA, há assistolia.
Steinberg diz CM deveria ter chamado 911 imediatamente em seguida, tentar despertar MJ, deveria ter usado o saco Ambu e dar-lhe Flumanezil. Steinberg diz que é imperdoável que CM fez as compressões torácicas. Esta foi uma parada respiratória, não uma parada cardíaca e não havia pressão arterial e pulso. CM não deveria ter feito CPR.

CPR CM foi de má qualidade porque MJ estava em uma cama. Tem que ser feito em uma superfície dura, como no chão e deveria ter feito a RCP com 2 mãos. Steinberg diz que teria sido muito fácil colocar MJ no chão.

5: Na falta de pedido de ajuda. CM deveria ter chamado 911 imediatamente. CM deve ter sabido que ele não tinha nenhum dos medicamentos e os equipamentos e teve que pedir ajuda. Mas CM vez chamado MAW que causou um atraso significativo. EMS foi de apenas 4 minutos de distância. Se CM tinha chamado ele poderia ter obtido ajuda mais cedo.
Para cada minuto de atraso na convocação EMS, há cada vez menos chances do paciente sobreviver e há um risco de dano cerebral permanente. Walgren: "Cada minuto conta".
Steinberg também pensei que era estranho para chamar um assistente em vez de chamar o 911. CM como um médico deveria ter percebido que ele precisava de ajuda e chamar o 911.

6: A falta de manutenção adequada registros médicos. Registros médicos são importantes por várias razões. Companhias de seguros quer que eles. Segunda razão é contencioso. A razão mais importante é para melhores cuidados de saúde para o paciente. CM não documentou uma única coisa. Ele não perguntou quando a última vez que comi foi MJ, ele não tinha registros de sinais vitais, ele não tinha exame físico. Não houve consentimento informado. Ele não escreveu o que a medicação que ele deu e qual foi a reação. CM estava confuso e não foi capaz de explicar a história de MJ ou o que ele lhe deu para o médico da emergência ou paramédicos. Walgren pergunta se ele poderia ser desonesto e não confuso.

Steinberg concluiu que estes desvios extremos contribuíram diretamente para a morte de MJ. Sem esses desvios, MJ ainda estaria vivo.

Walgren pergunta com base em declaração de CM, se ele deu benzodiazepínicos e propofol apenas 25mg se o risco de parada respiratória seria previsível. Steinberg responde que sim.

Walgren assume como tudo aconteceu e como descrito por CM deixou sozinho MJ, MJ foi capaz de tomar pílulas ou Lorazepam e Propofol.
Steinberg diz que todas as coisas que ele disse que ainda se aplicam. Steinberg diz que você nunca deixa o paciente e sempre monitora o paciente. Se MJ se auto-administrou , significa que Murray estava longe, e que não deveria ter acontecido. Steinberg compara deixando um paciente sob o efeito do propofol como deixar um bebê dormindo sozinho no balcão da cozinha. Steinberg diz que o bebê poderia ter acordado e cair, ou se ferido com uma faca.
Steinberg também menciona que a medicação não deveria ter ficado ao alcance de MJ. Steimberg explica como nos hospitais todos os medicamentos ficam sob bloqueio e diz que ter medicamentos a céu aberto é um risco previsível que o paciente pode se auto administrar e tomar a medicação errada.

Flanagan Conduz

Steinberg não está treinado no uso de Propofol. Quando Steinberg foi a Nova York tinha privilégios para usar Propofol. Em seu trabalho atual, ele não tem os privilégios e não o utiliza a sete anos. Quando ele estava em NY, ele sentiu-se confiante na utilização de Propofol, porque ele foi treinado para proteger as vias aéreas.

Flanagan pergunta se existe uma diferença no equipamento necessário para sedação moderada e profunda.
Não, eles vão ser os mesmos.

Flanagan pergunta se Steinberg acha que a declaração de CM para os policiais era profundo e completo.
Steinberg diz que ele assumiu completamente.

Flanagan pergunta como Steinberg sabe se CM não tinha o consentimento de MJ. Steinberg diz, porque não havia nenhum.

Flanagan pergunta se o consentimento informado pode ser oral. Steinberg diz que tem de ser escrito.
"Se ele não está escrito não é feito". Steinberg diz que nunca ouviu o termo de consentimento oral.

Flanagan pergunta se algum documento escrito tinha o que a ver com a morte de MJ. Steinberg diz que se MJ tinha sido informado sobre os riscos e benefícios, ele poderia não ter concordado com isso.
Steinberg diz que não pode saber se MJ tinha sido informado, mas assume que não foi informado de que uma droga poderosa e perigosa seria usada contra ele, sem um acompanhamento adequado. Steinberg assume que MJ não teria concordado.

Flanagan pergunta se Steinberg sabe algo sobre a propensão de MJ em relação à droga e Demerol mencionado por dr Klein. Flanagan, se pergunta se MJ era um viciado, ele teria concordado com ele?
Steinberg diz que se ele era um viciado, ele nem daria a ele em primeiro lugar.

Outros médicos que usam Propofol pode ser dentistas, gastroenterologista, os médicos pulmonar, os médicos ER. Mas suas sociedades têm conselhos sobre como usá-lo e eles são treinados. Suas sociedades esboço do equipamento de monitorização mesmo que Steinberg mencionados. Steinberg diz que não há diferença no equipamento necessário para sedação consciente.

Flanagan pergunta o que matou MJ?
Steinberg diz uma parada respiratória, porque ele ainda tinha um pulso que significa que havia uma freqüência cardíaca e pressão arterial. CM disse que houve pressão arterial e pulso, foi mais tarde PEA.
Steinberg diz que de acordo com o CM encontrou MJ ao meio-dia e EMS chegou às 12:26. Houve um atraso em chamar 911 para por menos 12 minutos.

Flanagan menciona que CM fez um monte de estimativas de tempo e que poderia ser todos precisos.

Flanagan pergunta o que 2mg de Lorazepam faria a um paciente.
Steinberg diz que não é um especialista, ele deu-lhe como um sedativo por via oral antes, mas ele nunca usou IV. Steinberg diz que ele lhe dá uma hora antes do procedimento por via oral.

Flanagan faz perguntas adicionais sobre Lorazepam, Midazolam.

Objeções. Sustentado. É além de sua área de especialização.

Flanagan transforma o objeto de Propofol e diz que MJ e CM estavam discutindo Propofol na noite passada e CM disse a MJ que não era bom para ele e ele estava tentando desmamar MJ em off.
Steinberg diz que CM disse que ele deu 25mg inicialmente e começou por via IV.

Flanagan nega que houve um IV.
Steinberg entendido que, após a dose inicial de 25mg, houve um gotejamento baseado em seu interrogatório policial. Steinberg cita um monte de exemplos em entrevista CM referência IV e diz que faz sentido, porque não iria manter 25mg MJ dormindo.

Flanagan insiste em que não havia por gotejamento no dia 25,
Steinberg insiste que foi um gotejamento, ambos dão exemplos em entrevista CM do LAPD. Eles concordam que não está claro, mas Steinberg diz que não faz sentido. É lógico CM deu um gotejamento. MJ logicamente teria acordado, e não havia nenhuma razão para que CM muda-se os métodos.

Flanagan afirma que 25mg não é uma dose pesada e faria MJ ter sono de 4-7 minutos. Steinberg concorda.

Então pergunta se Flanagan MJ ainda estava dormindo ele estava dormindo por outras razões, como estar cansado.
Steinberg diz que ele estaria preocupado que MJ ainda estivesse dormindo , se não estava em um gotejamento. O protocolo diz que depois de Propofol você deve prestar atenção ao paciente. Steinberg diz que só de olhar para MJ não diz se ele está em sedação leve ou sedação profunda. Steinberg diz que eles precisam ser continuamente verificado a sua reação com estímulos. Steinberg diz CM deveria ter acordado MJ . Steinberg diz que o fato de que MJ ainda estava dormindo após 10 minutos, se não houvesse por gotejamento, é muito alarmante, pode significar que algo estava acontecendo de errado.

Flanagan menciona um estudo que Propofol foi utilizado com sucesso na insônia crônica refratária primária em Taiwan.
Steinberg diz que o artigo remonta a 2010, não em 2009 quando CM deu propofol ainda não havia conhecimento médico que poderia ser dado Propofol para dormir. CM foi antiético em dar Propofol sem conhecimento médico. Artigo menciona Propofol dada durante 2 horas por noite, 5 noites, e não oito horas por noite, por 2 meses seguidos. O artigo diz que esse teste foi bem sucedido, mas ainda não é usado como uma medicação para dormir, porque ainda é experimental, não há dados suficientes sobre isso. Ele precisa ser amplamente estudado e testado. CM é o primeiro médico que ele ouviu que usou propofol para a insônia.

Flanagan pergunta como Steinberg sabe que CM não usou saco de Ambu,
diz Steinberg, porque CM disse que fez boca a boca.

Flanagan pergunta como Steinberg sabe CM não usou a braçadeira de pressão arterial, diz Steinberg, porque não estava em MJ. Steinberg diz oxímetro de pulso não estava em MJ.
Steinberg diz que não sabe o que aconteceu entre 11 e 12 ou quanto tempo CM assistiu MJ ou quando CM foi para o banheiro.

Flanagan pergunta se ele tem uma idéia sobre o tempo real da morte.
Steinberg diz que MJ foi declarado morto às 2:26 PM, mas ele provavelmente estava clinicamente morto por algum tempo.
Steinberg diz MJ se salvaria se quando CM encontrou-o com base em sua entrevista. Steinberg diz que CM disse que deixou MJ por 2 minutos. Usando saco de Ambu, pela excitação e alterar os efeitos dos medicamentos e se 911 fosse chamado MJ estaria salvo.

Flanagan tenta assumir que CM tinha deixado MJ por mais de 2 minutos.
Steinberg diz que não é confortável fazer essas suposições como baseado seu relatório sobre as declarações de CM.

Flanagan menciona as chamadas de telefone;
Steinberg não quer comentar sobre eles. Steinberg diz que CM estava ao telefone e que CM não deveria ter ido no telefone pois se foi dado somente 25mg a MJ, ela poderia acordr. Steinberg diz que diz MJ estava em um gotejamento.

Flanagan quer que ele se assuma que CM tinha ido embora por mais de 2 minutos se MJ se salvaria.
Steinberg diz que ele se salvaria porque de acordo com a declaração de CM, MJ tinha pulso, pressão arterial e o coração ainda estava batendo e com equipamento apropriado, ele poderia ter sido salvo. Ele poderia ter dado oxigênio a MJ. Steinberg diz que MJ não foi PEA de CM quando ele voltou, porque ele tinha pulso.

Flanagan pergunta como ele sabe se MJ tinha um pulso,
diz Steinberg, porque CM disse isso.

Flanagan pergunta se ele poderia PEA.
Steinberg diz que em PEA não há pulso.

Flanagan pergunta o que CM deveria ter feito.
Steinberg diz que ele deveria ter chamado o 911 e teria levado 2 segundos. Steinberg diz que o protocolo diz que os médicos são permitidos dois minutos para determinar a situação.

Flanagan pergunta se CM desce-seu para pedir ajuda em 12:05 - 5 minutos depois - seria uma violação do padrão de atendimento.
Steinberg diz que não tendo o equipamento certo por isso ele deveria ter chamado 911 imediatamente.
MJ ainda estaria vivo. Steinberg diz que não tenho nenhuma dúvida sobre isso, eles poderiam tê-lo salvo. CM disse que ele perdeu o pulso depois de chamar o PMA em 12:12hs. Então, se os paramédicos fossem lá as 12:05 ou 12:10, eles poderiam tê-lo salvo.

Flanagan diz que CM estava em situação de emergência se ele poderia ser confundido suas estimativas.
Steinberg diz que há evidências claras de que houve um atraso em chamar o 911 como quando CM desceu e chamou MAW ao invés de chamar o 911.

Flanagan pergunta com base nestes fatos, se pensa Steinberg que CM é responsável na morte de MJ.
Steinberg diz que sim.

Flanagan pergunta se CM devia ter colocado MJ no chão, apesar da linha IV.
Steinberg diz que ele devia parar o gotejamento de Propofol primeiro e então ele deveria ter cuidado com a linha IV quando ele o estava colocando MJ para o chão.

Flanagan pede ao invés de sucção se seria bom virar de lado o paciente para desobstruir a boca com um dedo .
Steinberg diz que a sucção é necessária.

Flanagan pergunta se um médico tem apenas um paciente, mesmo assim ele ainda precisa documentar tudo o que ele faz.
Steinberg diz que ele faz, porque, obviamente, CM não se lembrava o que tinha dado quando ele falou para a UCLA ou com os paramédicos.

Flanagan diz que não tem registros de que isso mataria MJ.
Steinberg diz que não causaria sua morte, mas ainda é desvio, e Murray não agiu como se ele estivesse certificdo de ACLS . Steinberg afirma que ele usou propfol em Nova York, mas foi em ambiente hospitalar. Steinberg afirma que gastroenterologistas, cirurgiões-dentistas e médicos que usam propofol recebem informação adequada, com uma equipe treinada e equipamentos de controle adequados são necessários.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sab Out 15, 2011 6:37 pm

Dr. Nader Kamangar, próxima testemunha


Dr. Nader Kamangar médico cuidado pulmonar e crítico especializado em medicina do sono, médico de cuidados intensivos na UCLA
NK afirma que ele é bordo certificadas em quatro áreas: medicina interna, medicina pulmonar, cuidados intensivos, e medicina do sono.
NK afirma que ele é um revisor de médicos para o CA Medical Board, e que ele avaliou o cuidado de Murray para com MJ para a junta médica.

NK afirma que é utilizado propofol na unidade de cuidados intensivos em uma base diária.
NK afirma que ele é treinado no uso de propofol.
Nos estados onde propofol é utilizado para colocação de tubos endotraqueais, e para as pessoas em máquinas de respiração.
NK afirma que o propofol é a droga mais comumente usada para isso.
NK afirma que ele encontrou desvios múltiplos de padrão de atendimento no que diz respeito aos cuidados de Conrad Murray com MJ:

1. Propofol foi dado em um cenário inaceitável: o uso desse agente de sedação profunda em um ambiente domiciliar é inconcebível e uma violação flagrante do padrão de atendimento.
2. ACLS certificadas: a pessoa que dá propofol devem ser treinadas em ACLS e gestão das vias aéreas. Havia um risco de hipoventilação (diminuição na taxa de respiração), apnéia e obstrução das vias aéreas.
3. Necessidade de assistência: Murray precisava de uma segunda pessoa (a enfermeira) para monitorar, dar atenção completa e absoluta a MJ, especialmente se Murray ia sair da sala, o que preciso dizer é que isto viola o juramento de Hipócrates, abandonar seu paciente.
4. Procedimento de pré-configuração: imperativo para estar preparado para imprevistos. As coisas podem mudar muito rapidamente. Um paciente pode parecer bom, e no minuto seguinte há um problema. Murray precisou de um cateter de sucção, pois os pacientes podem regurgitar em suas vias aéreas, e bloquear as vias respiratórias, isto pode causar a morte. Um carrinho de acidente (medicação na mão: a adrenalina, efedrina, a medicação para corrigir os batimentos cardíacos, etc ..), oxímetro de pulso, desfibrilador, bomba de infusão automática (dosagem precisa de propofol), mesmo com pessoas que estão entubados;
NK disse que todos os estados desses fatores são extremos de desvio padrão de atendimento e são o equivalente de negligência grave.
NK disse que ele nunca viu alguém dando propofol em casa, em tais situações, e não teria esperado para ver isso.
5. Gráficos de documentação / médico: ou o histórico médico do paciente, reações a uma medicação. Por exemplo, uma pressão arterial pode parecer normal, mas não ser normal para um paciente particular, e que a mudança da pressão arterial pode ser a indicação de um problema.
6. MJ foi deixado sozinho, o que não é aceitável, principalmente por que Murray não tinha o equipamento certo.
7. Uso de benzodiazepinas: usando lorazepam e midazolam em cima do propofol pode ter efeitos maiores: parada respiratória mais significativa, diminuir as batidas cardíacas (muitas vezes conseqüência de parada respiratória), diminuição da pressão arterial e parada cardíaca pode ocorrer diretamente, ou por causa dos baixos níveis de oxigênio.
8. Desidratação: a circulação do sangue não é boa quando você está desidratado, faz com que a pressão arterial baixe. Benzos e propofol também baixam a pressão arterial. Murray não deveria ter usado benzos ou propofol se o paciente estiver desidratado.
9. Falha para ligar para 911: 911 deveria ter sido chamado imediatamente. 10. CPR impróprio: Murray afirmou que não houve um pulso, o coração estava batendo, então o problema era respiratório, não cardíaco. Murray devia ter lidado com a gestão das vias aéreas, colocando um saco de ambu-over na boca de MJ. Murray administrou CPR, que foi ineficaz, não foi sobre uma superfície dura, e foi feito com uma mão. CPR correto permite cerca de 20% da circulação sanguínea normal.

NK assumindo que Murray encontrou MJ ao meio-dia, e chama MAW em 12:12, significa que 12 minutos é o que fez falta de fluxo sanguíneo para órgãos vitais, especialmente para o cérebro.
NK afirma que alguns indivíduos são mais suscetíveis que outros a uma falta de oxigênio.
NK afirma que, geralmente, leva 3 a 4 minutos antes das células cerebrais começarem a morrer.
NK afirma que o tempo é realmente importante.
afirma que 911, foi chamada às 12:20 horas, porque? com a passagem dos 20 minutos, ele chega a um ponto onde se torna irreversível.
NK afirma que Murray deprecou os paramédicos e pessoal de ER, porque não forneceu as informações precisas, o que é um desvio do padrão de atendimento.
NK diz que Murray não avaliou corretamente a insônia.
NK afirma que a insônia pode ter muitas causas, por isso é importante ter um histórico detalhado. NK afirma que Murray necessitava excluir problemas secundários (problemas psicológicos, abuso de substâncias, condições subjacentes, ansiedade crônica, depressão, etc ..)
NK afirma que a insônia não é definida por um sono reparador durante 4 semanas ou mais.
NK afirma que uma vez que todos os problemas secundários são descartadas, a insônia primária é considerada. NK afirma que, a fim de diagnosticar / tratar a insônia como uma história detalhada do sono é necessário.
' Quando eles vão para a cama, quando eles dormem, quando você acorda, etc. verificação da apnéia do sono. Em alguns casos você precisa de um estudo do sono.
NK afirma que uma história detalhada farmacêutica era necessário, ambos prescritos ou de balcão (comprimidos enxaqueca exemplo contêm cafeína, que podem causar insônia), drogas ilícitas.
NK afirma que um exame físico detalhado era necessário ; algumas condições subjacentes podem causar insônia, por exemplo, asma, insuficiência cardíaca congestiva, diabetes, problemas de bexiga, alargamento da próstata, problemas de tiróide, etc.
NK declarou que o teste de sangue era necessário para excluir certas condições: diabetes , problemas nos rins, inquieto pernas, etc.
NK afirma que um hemograma iria revelar o uso de entorpecentes, se o médico pede ao paciente por um.
NK afirma que se o paciente não está dando a informação, o médico pode simplesmente se recusar a tratar o paciente.
NK afirma que, quando todos os itens mencionados acima são feitos, em seguida, o médico pode tratar a doença subjacente que causa a insônia. NK afirma que, Neste caso, Murray não teve uma história detalhada. Além disso, Murray não verificou a raiz do problema para a insônia de MJ antes de tratá-lo.
NK afirma que Murray disse que ele viu que outros médicos estavam tratando MJ, ele disse que viu os sites .
NK afirma que, se Murray não poderia obter essa informação de MJ, Murray deveria ter recusado cuidados, devia ter se recusado a dar medicação adicional. Murray não fez isso, e isso foi anti-ético.
NK Murray afirma que a avaliação contornado de insônia, a história do contornado circunstanciado, que foi um desvio de atenção.
NK disse que era óbvio que havia, provavelmente, as causas secundárias da insônia de MJ (abuso de substâncias ou ansiedade ou depressão) e que essas causas subjacentes deveriam ter sido tratado.
NK explica sobre técnicas de higiene do sono que podem ajudar em caso de insônia (usando um quarto apenas para dormir, entre outras coisas)
NK explica sobre a restrição do sono, que o médico deve dizer ao paciente para ir para a cama mais tarde, e limitar o seu tempo na cama,
técnicas de relaxamento pode ser usado para tratar a insônia.
todas estas geralmente podem funcionar melhor para tratar a insônia sem abordagem farmacológica, mas que a abordagem farmacológica também pode ser usado.
NK afirma que Murray não fez uso de qualquer uma das abordagens acima eme MJ, que Murray foi direto para a abordagem farmacológica.
usando três medicamentos, benzos não deve ser usado em primeiro lugar, porque ele são viciantes .
NK afirma que uma nova droga é melatonina, menos viciante.
NK cita quatro benzodiazepínicos diferentes que lidam com a insônia.
NK afirma que outros são usados ​​também, mas seu principal objetivo é tratar doenças subjacentes (ansiedade). Eles são usados ​​em forma de comprimido.
Midazolam: não é apropriado para o uso a longo prazo para a insônia primária
Valium: não apropriado para o uso a longo prazo para a insônia primária Lorazepam: pode ser usado em curto prazo, forma de comprimido. Realmente viciante após 3 a 4 semanas. Usada para tratar doenças subjacentes, não innsonia primária.
NK afirma que o uso de midazolam e o lorazepam para tratar a insônia foi um desvio extremo de cuidados, especialmente na forma IV.
NK afirma que é inconcebível o uso de propofol para insônia, independentemente da configuração.
NK afirma que é "além da compreensão, inconcebível e perturbadora."
NK afirma que é além de uma partida de padrão de atendimento, especialmente quando as causas subjacentes para a insônia não foram tratadas.
NK disse que, mesmo que MJ teve lorazepam e propofol-se, Murray foi o fator causal na morte de MJ, especialmente se MJ teve o abuso de substâncias problemas.
NK afirma que o lorazepam e o propofol não deveriam ter ficado prontamente disponível para MJ.
NK afirma que existe um risco de complicações respiratórias, especialmente se MJ estava desidratado, e que qualquer médico competente teria sido conscientes do risco.

Flanagan Argumenta

CM tratou MJ com Propofol sem problemas por 2 meses.
3 dias antes da morte de MJ, CM tentou mudar o tratamento.
NK diz que leu na declaração de CM á polícia.

Flanagan pergunta se a NK o que faria se sentisse que qualquer paciente é resistente às suas recomendações.
NK diz que os enviaria para outro especialista, se não é na sua área de especialização, tais como questões psicológicas. NK diz que ele sabe suas limitações.
NK diz que os pacientes têm direito de recusar tratamento, se estiverem bem informados sobre este.

Flanagan pergunta se um paciente é totalmente resistente e quer fazê-lo de uma certa maneira, o que ele faria.
NK diz que recusaria o tratamento e tentaria entender o problema o porque do paciente poder não querer e poder encaminhar o paciente para outro especialista.

Flanagan pergunta se CM teve essas conversas com MJ.
NK não sabe porque não havia registos médicos.
NK diz que se um paciente pede terapia inadequada precisa ir à raiz do problema.
Deve-se tentar entender porque estão a recusar uma terapia adequada e tentar obter o tratamento adequado para aquele paciente. Iria certificar-se que eles recebem os cuidados a que tem direito senão iria dar ao paciente um cuidado que pensa ser inadequado.

Flanagan diz que CM deu propofol por 2 meses e MJ não teve problemas.
NK diz que não pode responder porque não sabe o estado de espírito de MJ e sua situação.
NK diz que na avaliação do grau de desvio do padrão de atendimento, que o resultado final não importa. Ele não considerou a morte de MJ.

Flanagan, diz que um médico pode exercer má medicina mas o resultado não ser a morte.
NK diz que não fica bem. Mesmo que um tratamento não cause morte, ainda pode ser negligência grave.

Flanagan pergunta se NK pode dizer o que aconteceu no dia 25 de Junho.
NK diz que MJ estava recebendo terapia muito inadequada em ambiente doméstico, com cocktail de drogas inadequadas, com equipamentos inadequados,o paciente estava desidratado, a demora em chamar o 911. NK diz que foi um desastre, que resultou na morte de MJ.

Flanagan pergunta o que era um cocktail inadequado: valium + mizadolam + lorazepam + 25 mg de propofol. Flanagan pergunta se este cocktail pode ter causado a morte de MJ.
NK diz "absolutamente", especialmente a combinação de Propofol e lorazepam, num paciente desidratado, cujos sinais vitais eram desconhecidos (pressão arterial, freqüência cardíaca etc). NK chama isso de "tempestade perfeita" que matou MJ.

Flanagan diz que NK não sabe se Murray tinha essa informação ou não.
NK diz que CM não registou nada, não tinha registos, não havia nenhuma maneira de determinar as tendências e mudanças.

Flanagan diz que não ter documentos não significa que CM não sabia os sinais vitais. NK diz que não ter a documentação significa que CM não tem a informação. NK diz que não se pode cuidar de um paciente apenas a partir da memória. NK diz que é uma receita para o desastre.
NK dá um exemplo de estar com um único paciente por longas horas. NK diz que se guardam os históricos. NK diz que precisa consultar os históricos com freqüência para obter uma melhor imagem. É imperativo ter gráficos. NK diz que sem eles você não pode ver as tendências e ver as diferenças.

Flanagan pergunta se NK pensa que não há nenhuma maneira de lembrar o que ele estava fazendo.
NK diz que a manutenção de registros é o tratamento padrão, especialmente quando você dá uma droga tão poderosa quanto propofol.

Flanagan diz que não manter os registros, por exemplo, não escrever duas mg de Lorazepam não matou MJ.
NK diz que está a falar dos sinais vitais, não é só sobre a escrita dos medicamentos. NK diz que é uma combinação de muitos fatores, que matou MJ e diz que o fracasso do gráfico é um fator contribuinte. NK diz que é má medicina não manter gráficos.
NK diz que a morte de MJ foi diretamente causada por Propofol + Lorazepam.
NK diz que o Lorazepam aumentou o efeito.

Flanagan pergunta se NK viu os registos de Arnold Klein, onde Klein deu a MJ 6500 mg de Demerol,(analgesico),com Midazolam (sedativo),durante 3 meses.
Flanagan pergunta se MJ tinha um problema com o Demerol.
NK diz que não pode responder a essa pergunta.

Flanagan pergunta se 200mg Demerol é uma grande dose.
NK diz que é uma dose significativa e diz que evita usar Demerol porque torna a pessoa mais hiper, excitável e cria mais estímulo.

Flanagan pergunta se Demerol pode causar insónia.
NK diz que é correto.

Flanagan faz perguntas sobre os níveis dos medicamentos,
NK diz que quer deixar essas questões para um farmacologista.

Flanagan pergunta se MJ tinha problemas de insónia.
NK diz que MJ claramente tinha insónia.

Flanagan pergunta se NK fez um estudo sob que tipo de insónia.
NK diz que os médicos não fizeram nenhum esforço para determinar isso.
NK diz que houve sugestões sobre as razões para a insónia de MJ, tais como ansiedade de desempenho e problemas com certos medicamentos (Demerol).

Flanagan pergunta se MJ tinha insónia refratária.
NK diz que não pode dizer isso.

Flanagan pergunta se NK leu os registros de CM de 2006 -2009.
NK diz que CM deu a MJ medicamentos para dormir,
e sabia que MJ estava a tomar medicamentos para dormir receitados outros médicos.

Flanagan diz que múltiplos médicos prescreveram medicamentos para dormir.
Flanagan pergunta se NK já teve um paciente que não fosse sincero na sua história médica.
NK diz que tenta obter informações de pacientes e de outros médicos e hospitais.

Flanagan diz que os pacientes tem que assinar uma autorização, mas não conseguem obter os registos médicos.
NK diz que é verdade. NK diz que se não podem obter informações do paciente,
iriam pedir às pessoas que vivem com o paciente para obter essas informações e registos de uso diário do sono.
NK diz que sem se essas informações não daría medicação a um paciente. NK diz que se um médico dá medicação sem trabalhar o paciente, seria um desvio grave. NK diz que o médico ainda precisa determinar a causa e recolher informações.

Flanagan menciona exame físico e pergunta se um aumento da próstata pode causar insónia.
NK diz que os problemas da micção pode manter um paciente acordado.

Flanagan pergunta se iriam verificar os braços para as marcas de agulha.
NK refere que seria uma parte de um exame físico.

Flanagan pergunta se ele pode determinar se uma pessoa tomaria Demerol intra muscular.
NK diz que pode conseguir ver em alguns indivíduos mas não todos.
NK diz que CM poderia ter percebido se MJ tinha Demerol, atravês do comportamento dele. Fala arrastada e de pessoas que testemunharam a mudança de comportamento, como o guarda-costas. NK diz que CM deveria ter conversado com sua assistente, e poderia ter confrontado o paciente.

Flanagan pergunta se há estudos sobre Propofol como um tratamento para insónia.
NK diz que são apenas experimentais e que de modo algum seriam um padrão de atendimento. Referem o estudo da Tailandia,que remonta a Novembro de 2010. Os doentes tinham sido extensivamente avaliados, foi obtido consentimento informado, e jejuaram durante 8 horas.
O estudo foi feito num ambiente altamente monitorizado, recebendo propofol através de uma bomba IV.
64 pacientes receberam propofol. O Paciente adormeceu melhor e teve menos interrupções do sono. Os Pacientes não tiveram complicações por terem sido altamente monitorizados.
É uma experiencia muito preliminar com bons resultados. Não tem aplicabilidade clínica e o médico que realizou o estudo afirmou que não havia necessidade de mais estudos.

Flanagan pergunta porque é incompreensível usar propofol para a insónia.
NK diz que era um estudo, num ambiente altamente controlado. NK diz que é incompreensível e inaceitável dar Propofol, especialmente com nenhuma configuração de monitorização em casa.

Flanagan pergunta se 25 mg de propofol é uma dose muito baixa.
NK diz que sim.

Flanagan afirma que não se esperaria problemas com uma dose tão pequena.
NK diz que depende do paciente. Se o paciente estiver desidratado (pressão arterial baixa), teve outros medicamentos (tais como lorazepam), etc, pode haver um problema que pode levar à parada respiratória.

Flanagan faz perguntas sobre Lorazepam.
NK diz que não é aprovado pela FDA para insónia primária, especialmente a forma IV. Lorazepam na forma oral pode ser usado se a causa de insónia e a ansiedade, por um período de tempo muito curto de 3 a 4 semanas.
NK diz que forma oral é apropriada para um curto período de tempo onde se criou dependência e o IV é inadequado porque a monitorização é necessária. Mesmo com a monitorização, não é aprovado pela FDA para a insónia.

Flanagan pergunta se Lorazepam era apropriado para a ansiedade devido à This Is It.
NK diz que deveria ter sido uma ajuda psicológica ou psiquiátrica e diz que não teria usado neste caso e tentaria curar o problema subjacente.
NK afirma que Ativan / Lorazepam em curtos períodos de tempo, podem ser usados para a insónia secundária associada com a ansiedade, mesmo que não seja aprovado pela FDA. NK salienta que ambas as drogas devem ser utilizadas para a insónia secundária, e não a insónia primária.
NK afirma que Murray indicou que tinha um saco de soro fisiológico infundido, mas porque não havia gráficos de prontuários médicos, não há nenhuma maneira de saber quanta salina estava sendo infundida em MJ.
NK afirma que MJ estava a produzir urina, com base na entrevista de Murray com o LAPD.
NK afirma que 25 mg de propofol iriam sedar alguém por 6-10 minutos sem outros medicamentos, e sem efeitos residuais. NK afirma que seria de se esperar que a pessoa começasse a ter uma consciência cada vez maior, e que acordasse ao fim de 6-10 minutos. NK afirma que ele não deveria esperar que um paciente dormisse após esse período de tempo, mesmo se estivesse extremamente cansado. NK afirma que seria obrigação do médico determinar se o paciente estava dormindo (se possível) e
acordá-lo, e determinar se estão sensíveis a estímulos.
NK diz que, mesmo se um médico tem a falta de juízo para usar propofol como Murray fez no MJ, cabe ao médico monitorizar continuamente o paciente.
NK afirma que através do monitoramento visual, não há maneira de determinar se o paciente está dormindo naturalmente ou ainda sedado.
NK afirma que o propofol pode ser usado para sedação consciente em um ambiente altamente controlado.
NK afirma que em seu relatório inicial, afirmou que MJ tinha doses maciças de propofol. NK diz que acredita que MJ esteve em gotejamento IV não regulamentado de propofol, após o impulso inicial de injeção de propofol.
NK diz que acredita que a seqüência mais provável é que MJ teve uma parada respiratória, que causou a parada cardíaca.
NK diz que Murray deveria ter chamado 911 em primeiro lugar, especialmente dada a falta de ferramentas que Murray tinha disponível. NK afirma que CM devia ter verificado se MJ estava respirando, verificar o pulso, manipular as vias aéreas, e inclinar o queixo para determinar se havia bloqueio.
NK afirma que está ciente de que não havia telefones fixos ligados em Carolwood.
NK diz que está ciente de que a chamada para o 911, durou 2:43, e que os paramédicos chegaram lá em menos de 6 minutos.
NK diz que mesmo que Mj se tinha auto-medicado com Lorazepam excessiva e empurrou propofol, Murray ainda é responsável pela morte de MJ.

Walgren Redirige

NK afirma que deveria chamar 911 imediatamente, é uma obrigação moral / profissional, e é senso comum também.
NK diz que o promotor Walgren lhe forneceu os registos médicos do Dr. Klein.
NK afirma que Murray, afirmou na sua entrevista com a polícia várias vezes que ele estava ciente de que MJ estava vendo Dr. Klein.
NK afirma que o estudo feito na China do propofol foi feito num hospital, altamente monotorizado, através de um gotejamento muito preciso, foi usado como uma experiencia e seria necessário um outro estudo feito para positivamente afirmarem que o propofol pode ser usado para a insónia.
NK diz que um dos princípios fundamentais da relação médico / paciente é colocar o paciente em primeiro lugar. NK afirma que isto significa saber quando dizer não a um paciente, e que se, supondo que MJ pediu o propofol, o médico tem a obrigação profissional, ética e moral para dizer não.
NK afirma que ele toma a decisão final quanto ao atendimento adequado do paciente, não o paciente.
NK diz que entrevista de Murray indica sua incapacidade de dar informações precisas sobre a saturação de oxigénio, embora Murray indicasse que a saturação de oxigénio estava em alta, 90 e, em seguida, declarou 02 de saturação foi de 90.
NK afirma que um médico poderia ser negligente mesmo sobrevivendo o paciente, no entanto, no caso de MJ, Murray foi negligente em vários aspectos e foi isso que causou a morte de MJ.

Re-interroga Flanagan

NK afirma que Murray disse que realizou CPR imediatamente, mas ele deveria ter chamado o 911. NK afirma que está ciente que Murray disse que desceu parcialmente as escadas, mas que ninguém poderia fazer o mesmo trabalho que os paramédicos,
de modo que deveria ter sido feito primeiro o chamado.
NK diz que, embora Murray afirme que pediu a chef para chamar a segurança mas ela não o fez, NK não tem certeza se está ciente desse fato.

Re-redirige Walgren

NK voltou a afirmar que Murray deveria ter imediatamente ligado para o 911.

Re-re-interroga Flanagan

NK afirma que, se havia alguém no corredor, e CM estava num quarto com uma pessoa que foi medicamente abaixo, CM poderia gritar para o corredor, mas em última análise, é sua responsabilidade como um médico ligar para o 911.



Última edição por izilda em Sex Out 21, 2011 7:04 am, editado 1 vez(es)

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Sex Out 21, 2011 6:57 am

Testemunho do Dr Steven Shafer




SS afirma que é um professor de anestesiologia da Universidade de Columbia, Stanford e professor adjunto e UCSF. SS afirma que trabalha na Universidade de Columbia desde 2007, em Stanford desde 1987,e foi titular em 2000. SS diz que ensina uma classe na farmacocinética da UCSF.

Walgren Dirige


Farmacocinético lida com modelos de matemática que lida com a concentração das drogas no corpo para determinar o que a droga realmente faz ao o corpo, que ajuda a determinar dosagens de medicamentos e o que é eficaz e o que não é.

SS afirma que a farmacocinética é uma disciplina que está crescendo, e que determina as etiquetas para cada medicamento, o núcleo das empresas farmacêuticas, o núcleo do FDA, e os médicos dos serviços sobre como usarem o medicamento com segurança e reduzir a toxicidade.

SS afirma que as três escolas que leciona em cátedras são classificados entre as melhores escolas médicas dos EUA.

SS diz que é editor-chefe para a revista Anestesiologia e Analgesia, que publica manuscritos (estudos) de questões relacionadas com a anestesiologia. Entre os 70 membros do conselho que se sentam sob "Shafer", SS refere a testemunha de defesa Dr. Paul White. SS diz que a taxa de revistas de aceitação para manuscritos é de aproximadamente 21%, para cerca de 4 em cada 5 submetidos que são rejeitados.
SS afirma que devido á posição de editor-chefe na revista, é exposto a casos incomuns que nunca pensou que poderia lê-los.

SS afirma que em 1987, a FDA tinha problemas em determinar os níveis de dosagens adequadas de Midazolam, portanto, a FDA foi muito particular sobre as instruções de dosagem para a infusão de propofol. SS diz que fez as análises taxa de infusão e a taxa de início de propofol para a AstraZeneca.

SS diz que, em particular, analisou a redução da dosagem em pacientes idosos, e que quase todas as dosagem de rótulo foram feitas por SS em 1991.

SS diz que os medicamentos que são comercializados, uma droga é comercializada como um nome químico, neste caso propofol.
SS diz que o nome de varejo é Diprivan, e que difere ligeiramente de propofol, porque não é uma solução de gordura (emulsão) adicionado ao propofol.

SS diz que "max sedado"significa cuidados de anestesia monotorizada, os cuidados que um paciente espera, com uma dose controlada, e monotorização. SS diz que a titulação significa aumentar ou diminuir a dose de acordo com cada paciente.

SS afirma que pharma significa drogas, cinética significa movimentos, então significa farmacocinética de drogas em movimento. SS explica que quando os medicamentos são dados, as drogas passam por vários processos ou moções, em primeiro lugar quando o medicamento vai para o paciente torna-se mais diluída. Segundo a corrente sanguínea leva a droga a todo o corpo, irriga o cérebro, e vai passar a droga para o fígadoque as metaboliza. SS afirma que o fígado mastiga a droga até, que as peças possam ir para o sangue, ou para a bilia, e depois para o intestino. SS diz que podem ir para os rins e os rins, depois, removem o sangue do corpo.

SS afirma que é um especialista em farmacocinética, específico para propofol. SS diz que desenvolveu o módulo do software que eventualmente determina a dosagem de propofol em rótulos para todas as garrafas de propofol.

Walgren vai mais uma vez ás credenciais de Dr. Shafer, e mostra a revista, de que é editor-chefe de artigos de pesquisa múltiplas, escritas por Dr. Shafer. Artigos de pesquisa que examinam as diferenças em relação ao sexo, idade. Dr. Shafer também fez pesquisa sobre Lorazepam, Midazolam e lidocaína. DA Walgren diz que vai perguntar sobre esses temas durante o depoimento.

Walgren menciona diferença entre a sedação de cuidados intensivos e a sedação procedimento relacionado (MAC). Dr. Shafer diz que a sedação de tratamento intensivo seria por mais tempo, MAC seria mais curto.

Dr. Shafer diz que todo o trabalho que fez sobre este caso foi de graça. Diz que nunca recebeu dinheiro para o depoimento, porque ele sente que é impróprio e antiético beneficiarde desventuras médicas. Shafer diz que não quer que a sua integridade seja questionada, Shafer também diz que queria envolver-se neste caso, para restaurar a confiança pública em anestesia geral e nos médicos.
Dr. Shafer diz que perguntou diariamente por seus pacientes "Vai dar-me a droga que matou Michael Jackson?". Dr Shafer espera aliviar o medo desnecessário com o seu testemunho.
Dr. Shafer trouxe vários artigos médicos para demonstração. Primeiro começa com saco de Salina,e explica o que é Salina,e seus pontos. Mais tarde diz o que é o IV. Infusão (gotejamento) quando as drogas são administradas lentamente. Shafer explica que o Propofol num frasco de vidro, há um selo aliminium e uma rolha de borracha em cima. Para obter a droga que precisa para passar com uma agulha de forma lenta ou um aumento grande para conseguir a droga.
Walgren pede a Shafer para demonstrar como se pode obter Propofol fora da garrafa.

Shafer demonstra como extrair Propofol com uma seringa / agulha. Shafer diz que para ter Propofol fora,precisa-se de substituir Propofol com o ar de modo a que Propofol va para a agulha.



Walgren pede ao Dr. Shafer para examinar uma garrafa de 100 ml, de Propofol do dia 25/6. Shaffer diz que tem um pico e um buraco,e não um buraco de agulha.



Dr.Shafer fez um video para demonstrar o que é necessário para sedação,mesmo para 25mg de Propofol.
Reproduzem o vídeo: «* visão geral sobre administração segura de sedação *»

Primeiro o médico prepara o quarto, verifica o equipamento. O Vídeo mostra vários equipamentos para vigiar as vias aéreas com um tubo para a garganta, um tubo para o nariz, um equipamento para inibição,uma máscara de garganta para o ar. E Organiza esses itens.

Em seguida, o médico verifica o equipamento de oxigénio.O Médico verifica o fornecimento de oxigénio, cheques cânula nasal, verifica se a cânula nasal está a medir o dióxido de carbono por capnometer. Em seguida,o médico testa o circuito respiratório da anestesia. Este é o equipamento utilizado se o paciente pára de respirar e o médico precisa empurrar o oxigénio para os pulmões. O Médico verifica o oxigénio. Isto é usado se por alguma razão o circuito de respiração falhar.

Depois o Médico verifica o aparelho de sucção. Isto é importante porque se o conteúdo do estômago vai para os pulmões ou se o vômito (bile) entra no pulmão, que iria destruir os pulmões. É por isso que os pacientes são orientados a não comer ou beber antes da anestesia. se o doente vomitar ou o conteúdo do estômago vier à boca, o médico tem que ser muito rápido para limpá-los com o equipamento de sucção antes que vá para os pulmões e os destrua.

Próximo passo é configurar a bomba de infusão. Leva alguns minutos a configurar. No vídeo usam uma bomba de seringa.O Médico deita o Propofol na seringa. Como o Dr. Shafer demonstrou isso não é fácil:precisa extrair-se o ar dentro da seringa e fazer vários empates para encher a seringa. Dr. Shafer diz que um tubo estreito tem que ser usado na bomba de infusão,pois tubos de grande largura poderia ser problemático. Então o médico programa a bomba, colocando o peso do paciente, nome do medicamento correto,e a taxa de infusão.Depois verifica a informação uma segunda vez.

Próximo passo é avaliar o paciente. Anestesiologista é repsonsavel por conhecer seu paciente. Faz um exame físico, o 1º orgão são as vias aéreas, escuta os pulmões, verifica o coração.
Estes passos devem sempre ser feitos para cada procedimento, e para cada paciente. Nenhuma exceção.

O Médico tambem recebe o consentimento informado do paciente.
O Médico informa o doente dos riscos e explica o que o procedimento acarreta, pergunta ao paciente se tem alguma dúvida, em seguida,o paciente assina o formulário de consentimento informado. Dr. Shafer diz que o consentimento oral não é vinculante, e não é reconhecido.

Alguns passos não são mostrados no vídeo. Estes são: Paciente colocado na maca, equipamentos de monitorização, com manguito de pressão arterial,e oxímetro de pulso, ECG são colocados no paciente. O oxigénioé colocado no devido local, o cateter intravenoso é colocado no paciente. Após estes passos,o médico verifica tudo novamente. O Médico faz uma última verificação antes de injetar o propofol.

A Bomba de infusão de propofol é iniciada. O Anestesista está perto do paciente, monitoriza o paciente. O Médico mantém um registo dos sinais vitais.O Gráfico é uma necessidade para acompanhar o paciente e os padrões. É uma responsabilidade para o paciente.

Nesta parte do vídeo,são mostrados exemplos do que pode correr mal.

Primeiro exemplo é quando a pressão arterial desce.
Dr. Shafer diz que é muito comum e vê isso todos os dias. Propofol diminui a pressão arterial, especialmente se o paciente está desidrato. O Médico dá efedrina através da linha IV. Geralmente a pressão arterial chega a níveis normais.

Segundo exemplo é o dióxido de carbono. O monitor mostra que o dióxido de carbono parou. Isso significa que o paciente não está a expirar e as vias aéreas estão obstruídas. O Médico imediatamente levanta o queixo e tração da mandíbula. Dr. Shaferdiz que isso também é feito com muito frequencia.
Shafer diz que o motivo mais comum é porque a língua está a bloquear as vias aéreas,fazendo uma elevação do queixo e tração da mandíbula, pode mover a língua.

Terceiro exemplo é a apnéia. Isto é, quando o paciente nem sequer tenta respirar. Neste caso o médico precisa tomar o controlo para dar ar ao paciente e força para aos pulmões. O Médico remove a cânula nasal, coloca a máscara sobre a boca do paciente e no nariz, e aperta o saco para empurrar o oxigénio para os pulmões.

Quarto exemplo é a aspiração (não mostrado no vídeo). Isto é, quando o paciente vomita e / ou conteúdo do estômago vem à boca.O Paciente é virado de lado e antes da próxima inspiração todo o Conteudo deve ser totalmente aspirado.

Quinto exemplo é a paragem cardíaca. O coração pára de bater, e o paciente pára de respirar. O Médico faz um teste rapido de 2-3 segundos para se certificar que o monitor não falhou. Então o médico pede ajuda.
A primeira coisa é sempre pedir ajuda. Uma pessoa começa CPR, uma outra pessoa faz a ventilação do paciente e outras drogas de ressuscitação. Isso é feito para manter o paciente vivo por tempo suficiente para corrigir o problema que causou a paragem.
Estes esforços são continuos até que o paciente volte á vida, seja declarado morto.

Dr.Shafer diz que as garantias e exigências,se aplicam a todos os médicos que dão sedação,e qualquer tipo de sedação por IV.Algumas enfermeiras também são treinadas sobre a sedação. Essas diretrizes aplicam-se a eles também.

Walgren pergunta se a intenção de CM foi de dar 25mg,e se estas normas ainda se aplicariam. Shafer diz que sim e continua a dizer que o paciente (MJ) tomava outros sedativos IV, pois tinha profunda incapacidade de dormir, estava exausto, desidratado, e levava sedativos há algum tempo, e poderia ter elementos de dependência ou de abstinência.

Walgren pergunta se é possível dizer que se vai apenas dar uma pequena quantia, por isso "eu não preciso dessas diretrizes."
Dr. Shafer diz que é uma falso. Mesmo que dê um pouco de sedação, é um terreno escorregadio, e pode ter que se dar mais.Nunca se sabe como o paciente irá reagir. Shafer diz que não há tal coisa como um pouco sedação e os piores desastres acontecem quando as pessoas cortam os cantos.

Neste caso,os fatos sugerem que praticamente nenhum dos salvaguardas para a sedação estavam no local quando foi administrado propofol em MJ.

Walgren pede a Shafer para explicar como os pacientes reagem de maneira diferente á mesma dose de sedativos. Shafer diz que alguns pacientes terão metade da dose e alguns terão o dobro da dose. Shafer diz que 25 mg é o limite quando um paciente pode parar de respirar. Shafer diz que não se pode presumir que este será um paciente comum. Shafer diz que se assume sempre que o paciente está à beira da sensibilidade e preparar-se para o pior cenário.

Shafer fez um relatório sobre este caso datado de 15 abril de 2011. Em seu relatório usou alguns termos:

Violação de menores: não é consistente com o padrão de atendimento, mas não seria de esperar de causar danos ao paciente, a menos que houvesse outras violações:

Violação grave: Espera-se que cause danos ao paciente, em combinação de outras violações
Violação flagrante: Estes nunca deveriam acontecer na mão de médicos.
Uma violação extraordinariamente má" pode por si só ser catastrófica para o paciente. Médicos competentes sabem que um mau resultado tem uma grande possibilidade de acontecer.
Violação inconcebível: Vai para além do padrão de atendimento. É uma violação de ética e moral, bem como uma violação médica.

Walgren fala sobre o relatório do Dr. Shafer e das 17 violações flagrantes que identificou.

Falta de equipamentos básicos das vias aéreas, violação flagrante. MJ morreu porque parou de respirar,o que é esperado quando se dá sedativos IV. Estes devem estar presentes,sem dúvida.

Walgren pergunta a Dr. Shafer se assumisse que CM tinha deixado apenas por 2 minutos MJ,e que CM tinha o equipamento, se MJ poderia ter sido salvo? Dr. Shafer diz que sim e, provavelmente, MJ tinha uma obstrução das vias aéreas e até mesmo uma simples elevação do queixo podia ter sido necessária para salvar MJ. Shafer diz que CM diz que não usou o saco ambu. Shafer diz que boca a boca é menos eficaz e dá ar usado.

Falta de equipamentos avançados para as vias aéreas. Esses são eqipamentos tais como máscara laríngea, ou laringoscópio e tubo endotraqueal. Shafer tinha descrito desvio sério originalmente, mas mudou de idéia para flagrante por causa da configuração. CM não teve nenhuma ajuda.

Shafer diz que na sua optica,CM tinha previsto dar 100 ml. CM tinha comprado pelo menos 100 frascos de 130 ml. Shafer diz que é uma quantidade extraordinária para um paciente; entre abril - e o dia 25 de junho, 80 noites e 1937 mg / noite.
Walgren pergunta como chegou a essa determinação. Shafer diz que o Propofol é um ambienteperfeito para o desenvolvimento de bactérias. Uma vez que a garrafa é aberta com uma agulha,tem que ser usado dentro de 6 horas. Shafer diz que isso sugere que CM planeava usar 100 ml, se não conseguisse comprar frascos pequenos.





Falta de aparelhos de sucção, violação flagrante. Shafer relembra o júri que qualquer conteúdo do estômago e / ou vômito deve ser aspirado para que não vá para os pulmões. Shafer diz que não há evidências de que MJ tenha estado jejum 8 horas antes de receber o Propofol. Devido a esta MJ estava em risco muito mais elevado. Portanto, um equipamento de sucção era necessário.

Falta de bomba de infusão, violação flagrante. Não havia bomba de infusão. Sem ela, a taxa não pode ser controlada com precisão e o risco de overdose é muito alto. Shafer diz que em sua opinião este erro provavelmente contribuiu para a morte de MJ.

Walgren pergunta se não houver uma bomba de infusão, como se pode uma controlar o gotejamento. Shafer responde por rolet da pinça. É uma roda de plástico que aperta o tubo para diminuir a quantidade. Shafer diz que é extremamente imprecisa e que era a única coisa disponível para CM quando deu propofol.

Falta de oximetria de pulso, violação flagrante. O oxiter de pulso que CM utilizou foi completamente inapropriado. Não é destinado a ser utilizado para cuidados continuados, uma vez que não tinha alarme. Shafer diz que em monitores no hospital,podem vê-lo na tela e não há tom. Os Médicos ouvem o tom,que quando muda alerta-os de que há um problema. No caso de MJ,a única maneira de monotorizaar, era verificar a pulsação, e olhar para Mj continuadamente.Se houvesse um equipamento adequado, não haveria um monitor a mostrar os sinais vitais de distância, e não haveria um alarme que poderia ter salvado a vida de MJ.

A falta do manguito de pressão arterial, violação flagrante. Propofol diminui a pressão arterial de qualquer pessoa.Os Médicos teriam de tratar MJ com soro fisiológico adicional ou com menos propofol. MJ estava desidratado, o risco era maior para resposta exagerada. Se a pressão arterial cai, o corpo deixa de enviar sangue para os braços e pernas e concentra-se em fornecer sangue para o coração e o cérebro. A droga torna-se mais potente. Dr. Shafer diz que o manguito de pressão manual de sangue que CM na sua bolsa no armário é inútil.

Falta de ECG, violação flagrante.A ECG permite ver a frequência cardíaca, o ritmo cardíaco. Este é monitorização de rotina. Neste caso CM não podia saber que tipo de terapia usar quando MJ teve a paragem.

Falta de canografia, uma violação flagrante. Dr. Shafer inicialmente pensava que não era uma violação, pois outro especialista não o usou. No entanto,no caso de MJ foi um desastre. Se CM tivesse, teria sabido imediatamente que MJ tinha parado de respirar.

Falta de medicamentos de emergência, grave violação. Dr. Shafer não acha que a falta de medicamentos de emergência contribuiu para a morte de MJ. Shafer diz que se MJ tinha uma pressão arterial baixa como não ia fazer uma cirurgia, MJ poderia ter sido acordado e recebido hidratação, e pararo uso de propofol teria sido suficiente.

Falta de gráficos, violação flagrante, bem como antiético. Shafer diz que um médico precisa de gráficos para avaliar o que está a acontecer e as mudanças. Shafer diz que se o paciente não sobrevive a família tem o direito de saber o que aconteceu, e o que o médico fez.

Dr. Shafer dá um exemplo e Dr. Shafer parece claramente chateado. Dr. Shafer diz que sabe como se sentiria se seu pai, irmão ou filho estivesse numa unidade médica por 80 dias e morresse, e os médicos lhe dissessem que não sabiam o que aconteceu porque não têm relatórios. Dr.Shafer diz que é inacreditável que depois de 80 dias de tratamento não exista um único registo de tratamento. Dr.Shafer diz que não manter os registos também é ilegal na Califórnia.
Dr. Shafer diz que os médicos tem de manter os registos, mesmo se o paciente não quer, e a confidencialidade, não pode ser uma desculpa.

Shafer diz que em entrevista CM, mencionou que MJ poderia ter sido dependente de Propofol e que necessitava de um encaminhamento, mas não podia fazer isso como referência poisnão tinha registos.

Obrigação de obter informações sobre o paciente. Shafer diz que é responsabilidade dos médicos saber tudo sobre o seu paciente para prestar cuidados. Shafer diz que CM menciona IV, mas não o acompanhou,e perguntou o que estva a acontecer. Walgren pergunta "e se o paciente diz que não tem nada a haver com o assunto", Shafer diz que então diria: "Então eu não posso ser o seu médico".
Dr.Shafer,a unica evidência fisica de Michael,foi feita meses atrás.Shafer diz que CM mencionou que MJ estava desidratado, mas ainda assim fez uma verificação de pressão simples de sangue. Shafer diz que não há história, nem mesmo uma simples gravação dos sinais vitais. Shafer chama isso de violação grave.Nenhum médico faz isso.

Incapacidade de manter uma relação médico-paciente, violação flagrante. Nesta relação o médico deveria colocar o paciente em primeiro lugar. Não para fazer o que o paciente pede,mas para fazer o que é melhor para o paciente. Se o paciente pede algo tolo ou perigoso, o médico deve dizer não. Dr. Shafer descreve a relação entre Cm e MJ como a relação empregado empregador. Paciente disse o que queria, CM disse que sim. Shafer compara CM a uma empregada que faz o que lhe pedem. Isso é o que um empregado faz. Shafer diz que CM não exerceu o seu julgamento médico e não estava a agir no melhor interesse de MJ. CM deixou completamente abandonado ao seu julgamento.Shafer diz que a primeira vez que MJ pediu propofol, CM deveria ter enviado MJ a um especialista do sono.

Falta de consentimento "Inormed", flagrante e inconsciente. Um consentimento informado que teria explicado que o propofol não é um tratamento para a insónia, e teria explicado o risco de morte e tratamentos alternativos. Dr. Shafer diz que não há prova de que MJ sabia que estava a pôr a sua vida em risco. Shafer novamente menciona que o consentimento tem de ser escrito. MJ foi negado o seu direito de tomar uma decisão informada.

Necessidade de observar continuamente o satus mental, flagrante e inconsebivel. Dr. Shafer diz que os médicos precisam ficar com o paciente e CM abadonou seu paciente. Shafer compara dando sedação à condução de um motor. Shafer diz que não se pode deixar o volante sozinho numa estrada para se aliviar. Se fizesse isso seria um desastre. Dr. Shafer diz que em 25 anos como médico,nunca saiu da sala.

Monotorização continuada / observação, violação flagrante. CM deixou MJ sozinho enquanto estava ao telefone. Shafer diz que não se pode fazer multi tarefas, especialmente se não tem nenhum equipamento de monotorização. Dr. Shafer diz que um paciente que está prestes a morrer, não parece tão diferente de um paciente que está bem. Dr. Shafer diz que a partir de uma certa distância não pode dizer se uma pessoa está a respirar. Shafer disse que acredita que Murray pode ter saido do quarto e não percebeu que MJ parou de respirar.

Shafer diz que a reanimação teria sido fácil.Era preciso parar de adminstrar propofol e fazer MJ respirar. Shafer,relembra uma vez que é comum os pacientes pararem de respirar durante a anestesia e é esperado. Shafer diz que tudo o que CM estava a monotorizar, tudo o que precisava fazer era levantar o queixo e ventilar.
Falta de documentação,violação inaceitavel.Dr. Shafer diz que a documentação é parte da prestação de cuidados. Shafer diz que se CM tivesse relatorios,que teria visto que a saturação de oxigénio tinha reduzido ou o ritmo cardíaco alterado.

Falha ao chamar 911, violação flagrante oportuna. Shafer diz que MJ não podia ser reanimado sem assistência. Shafer diz que chamar o 911 devia ser a prioridade dada a falta de ajuda e equipamentos. Shafer disse que se ligar para o 911 não foi possível, Propofol nunca devia ter sido dado.

Shafer diz que assumindo que CM percebeu que havia um problema as 12:00, não entende como CM deixou uma mensagem de voz para o PMA, e como demorou 20 minutos para ligar para 911. Shafer chama de inconcebível e diz que é completamente e totalmente indesculpável.

Shafer diz que se CM deixou apenas por 2 minutos e chamou os paramédicos imediatamente a seguir, MJ estaria vivo com algum dano cerebral. Se CM percebeu que MJ estava com problemas em 2 minutos e se tivesse os equipamentos necessarios para as vias aéreas,MJ estaria vivo e sem ferimentos.

Walgren pergunta quão eficaz é uma CPR feita com uma mão em na cama. Shafer diz que o paciente afunda na cama e é ineficaz.
Mesmo que CM tivesse uma das mãos atrás das costas de MJ, é ineficaz porque precisa do seu peso corporal para fazer uma CPR eficaz. Shafer diz que são precisas as 2 mãos, uma mão não é suficiente. Shafer diz que CM deveria ter ligado para o 911 primeiro, e depois mudar MJ para o chão.Shafer também diz que com base na entrevista de CM a questão não era que o coração parou; MJ parou de respirar. CM disse que não havia pulso. Se houvesse pulso,o que CM precisava fazer, era dar oxigénio a MJ. Não havia necessidade de CPR se houvesse pulso. Shafer diz que uma pessoa leiga usaria boca a boca, pois não possuia outros meios. Para um médico,mostra que este não tinha os equipamentos necessários.

Shafer diz que não entende porque CM levantou as pernas de MJ. Shafer chama de perda de tempo. Shafer diz que a elevação das pernas é feito quando se pensa que não há sangue suficiente no coração, mas esse não era o problema de MJ. Sua respiração parou. Shafer disse que CM mostrou que não fazia ideia do que fazer.

Walgren pergunta o que é flumazenil. Shafer explica que é um antidoto que reverte os efeitos do lorazepam e midazolam. Dr. Shafer diz que está curioso em saber porque CM deu a MJ. Shafer diz que não se encaixa com apenas ter dado 2 doses de 2 mg ,várias horas antes. Dr. Shafer acredita que CM sabia que havia lorazepam muito mais.

Dr Shafer fala sobre a decepção dos paramedicos,e dos médicos do UCLA,em não mencionarem propofol como sendo uma violação flagrante e inaceitavel.Dr. Shafer diz que a vida de uma pessoa estava em risco,e isso é indesculpável. Shafer diz também que descaracterizou este evento como sendo uma paragem. Shafer diz que presenciou uma detenção. Não uma detenção por falta de respiração, que normalmente é algo como um ataque cardíaco. Portanto, a terapia dos paramédicos e médicos de ER não era apropriado. Numa paragem,tem poucos segundos para escolher um tratamento, paramédicos e médicos de ER não tveram as informações corectas. Shafer diz que reter a informação,é uma violação da confiança do paciente.

Walgren pergunta o que é polifarmácia. Shafer explica que é a administração de medicamentos de uma só vez e é uma grave violação. Shafer diz que o CM deu a MJ não faz qualquer sentido. Shafer diz que Midazolam e lorazepam são drogas muito semelhantes e que a única diferença é quanto tempo permanecem no sistema. Shafer disse que não entende porque CM mudou de midazolam para lorazepam e vice-versa. Shafer disse que pensa que CM não entendia as drogas que estava a dar.

Walgren pergunta se 25mg de propofol é uma dose segura. Shafer diz que neste cenário não há dose segura. Lorazepam e midazolam foram dados. MJ tinha recebido benzos por 80 noites, ele poderia ter-se tornado dependente, ou no desmame dos benzos ou propofol. Dr. Shafer diz que nunca ouviu que alguem levasse propofol por 80 noites e não sabe o que aconteceria.

Walgren pergunta sobre o estudo da Tailandia. Shafer diz que existem mais de 13.000 artigos médicos sobre o propofol, 2500 artigos sobre propofol e sedação e só há um artigo sobre Propofol e insónia. E este estudo foi feito em 2010. Dr. Shafer diz que não publicou o estudo Tailadês porque a dose de Propofol que foi dada não é mencionada. Dr. Shafer também diz que as condições do estudo não se aplica a este caso. Esse estudo foi feito num hospital, por anestesistas, os pacientes estavam em jejum á 8 horas, foram monotorizados,foram usadas bombas de infusão, o propofol foi utilizado por 2 horas durante 5 dias,com a duração de duas semanas. Não houve outra medicação. Os pacientes foram tratados dentro do padrão de atendimento. Shafer diz que o artigo,destaca os desvios de padrão de atendimento de CM.

Walgren pergunta se mesmo que MJ tivesse tomado Lorazepam e / ou Propofol,se esses 17 desvios ainda seriam na mesma relevantes, e se Shafer consideraria CM responsável pela morte de MJ. Dr. Shafer responde que sim.

Walgren pergunta sobre a relação médico paciente. Dr. Shafer diz que é datada de séculos atrás. Dr. Shafer diz que os médicos têm poder de dar drogas e operar pacientes e isso porque são confiados a fazê-lo,pois devem colocar o paciente em primeiro lugar. Dr. Shafer lê o juramento de Hipócrates. Shafer diz que quando CM concordou em dar propofol a MJ, que se colocou em primeiro lugar. CM aparecia todas as noites com sacos de propofol e soro fisiológico,e ao fazer isso,estava a colocar-se em primeiro. Quando CM escondeu informações dos paramédicos e médicos de ER, colocou-se mais uma vez em primeiro lugar.

Walgren começa a falar sobre Propofol. Walgren perguntou a Dr. Shafer se daria sua opinião, sobre este caso em março de 2011, e deu ao LAPD relatórios toxicológicos. Walgren também deu a Dr. Shafer um relatório do Dr. White.
Dr. White tinha escrito que MJ poderia ter digerido por via oral Propofol. Dr. Shafer diz que ficou desiludido porque Propofol oral não passa pelo fígado. Shafer diz o efeito da primeira passagem pelo figado,este removeria quase todo o Propofol.


(Dr. White na foto.)

Dr. Shafer preparou uma apresentação chamada "O propofol não oralmente bio-disponível"

Slide 1 é o título.

Slide 2 mostra o aparelho digestivo do corpo humano. Dr. Shafer identifica os órgãos. Shafer diz que o Propofol oral iria para o estómago, passaria para o sangue e esse sangue iria para o fígado e só depois de passar o fígado,é que voltaria para os vasos sanguíneos.



Slide 3 é um close-up do aparelho digestivo. Mostra todas as veias do aparelho digestivo que vão para o fígado. Shafer explica primeiro o efeito da passagem do Propofol. 99% da droga teria sido removida e não há nenhuma razão para esperar que o propofol por via oral tivesse qualquer efeito. Dr. Shafer escreveu no seu relatório, há possibilidade de que MJ tenha morrido por causa do Propofol oral.

Slide 4 é um artigo de 1985 por Dr.Glen (médico para Propofol desenvolvido - Dr. Shafer diz que merece ser chamado de Pai do Propofol) sobre Propofol. Neste estudo propofol foi dado a ratos,e edescobriram que as doses de IV foram eficazes, mas mesmo 20 vezes a dose IV dada aos animais por via oral não produziu anestesia geral.

Slide 5 Estudo de 1991, relativa a leitões. Esta pesquisa mostra que menos de 1% do Propofol seria bio disponível nos leitões. Isso mostra que Propofol seria limpo do sistema pelo fígado.

Slide 6 1996 pesquisa feita em ratos. Neste estudo,descobriram que 10% do Propofol estava disponível em ratos. Dr. Shafer diz que é porque os ratos são uma espécie diferente.Mostra ainda que a maioria dos Propofol (90%) é limpo fora do sistema.

Slide 7 - Patentes dos EUA datados de 23 de junho,2009. Os resultados da pesquisa deste estudo feito em ratos é que a biodisponibilidade de propofol foi menor que 1%.

Slide 8 - Patentes dos EUA datadas de 17 de novembro de 2009. Outra pesquisa feita em cães e macacos ea disponibilidade bio foi inferior a 1%. Todas essas informações estavam disponíveis quando o Dr. Branco e Dr. Shafer escreveram seus relatórios.

Resto do slides - Dr.Shafer fez uma pesquisa sobre a disponibilidade oral bio em seres humanos. Dr. Shafer diz que não havia nada publicado, em relação a seres humanos usados como provas. Dr. Shafer participou de um estudo feito em voluntários humanos no Chile. 6 alunos voluntariam-se.Os 3 primeiros voluntários beberam3 frascos de 20 ml/200mg de Propofol e outros bebiam duas vezes a dose (400mg). Mediram-lhes o pulso, pressão arterial e a sedação.Mediram regularmente o sangue do braço e o nivel de Propofol. Nenhum dos voluntários foi sedado após a digestão por via oral Propofol. Nível de oxigénio nunca caiu, a pressão arterial nunca caiu.
O estudo foi apresentado na semana passada em Chicago, numa conferência. Dr. Shafer também recebeu um prémio na referida conferência.



Último slide é a conclusão do estudo humano, não houve efeito do propofol por via oral em seres humanos.

Shafer disse que fez a pesquisa por causa deste caso e DEA quer que o Propofol seja uma substância controlada. Shafer pensa DEA está a tentar isso porque acreditam que MJ poderia ter bebido. Shafer quer mostrar que a droga não pode ser abusada por via oral.

Shafer disse a Walgren,no primeiro telefonema,que o efeito oral do propofol,não foi possivel saber,e, mais tarde, procurou pesquisas adicionais e até realizou um estudo sobre os seres humanos para mostrar que há possibilidade era zero.

Walgren traz outra apresentação. Esta sobre o Lorazepam. (objecção por Chernoff)

Slide 1 título.

Slide 2 Um estudo que foi feito por Shafer. Olhou para Lorazepam ou Midazolam.Deram aos pacientes por computador.Colheitas de Sangue foram feitas em intervalos regulares a partir da artéria dos pacientes para estudar a concentração. O estudo foi feito em Stanford, e recolheram uma grande quantidade de dados.

Dr. Shafer re-analisou os níveis de toxicologia de MJ e está ciente que CM disse 2 doses de 2mg de Lorazepam. Dr. Shafer recorreu a modelos para ver se esta dose poderia causar os níveis de Lorazepam que MJ tinha no sanue. 2 doses de 2mg de Lorazepam não são suportados pelos níveis de sangue. O modelo mostra que a concentração de 2 doses de 2 mg dado ás 02:00 e ás 05:00 é de cerca de 10% do que foi encontrado. Shafer diz que foi administrado mais lorazepam em MJ.



Se as 2 doses de 2 mg foram dadas às 2:00 e ás 5:00 foi o unico montante dado a MJ, a concentração que legista deveria ter encontrado devia ser de 0,025, e não 0,169.

Dr. Shafer mostra um outro modelo para chegar ao nivel 0,169 às 12h00.Mostra 10 doses de 4 mg entre as 00h e as 05:00. Este número é deriva do numero de frascos encontrados na casa de MJ (10 ml frascos com 4mg por ml de concentração o que equivale a 40mg).

Dr. Shafer explica o metabolismo do Lorazepam chamado glucoronide lorazepam. O fígado liga à molécula de açúcar o lorazepam para os rins o poderem processar. Este processo faz com que a droga inativa,Glucoronide Lorazepam não tenha efeito. O lorazepam terá um efeito, mas não o seu metabolismo. O legista olha para os níveis de lorazepam e não para o seu metabolismo.

Walgren mostra o teste que a defesa fez do Lorazepam. Toxicologia Pacifica converteu o metabolismo da droga em si mesma, e depois analisou ​​o Lorazepam. Assim, seus resultados foram infundados, pois incluiu tanto a droga como o seu metabolismo. Seus resultados para Lorazepam e seu metabolismo, foi de 0,634 de concentração.Toxicologia do Pacífico não separou o Lorazepam e seu metabólito.
Walgren pergunta como pode Lorazepam ser encontrado no estómago. Dr. Shafer mostra o aparelho digestivo, explica o processo. Após a injeção IV da droga ativa,esta vai para o sangue. Mais tarde vai para o fígado e o fígado converte-o para seu metabolismo.
25% do metabolito vai para a bile e depois a bile drena para o intestino. Na junção entre o estómago e o intestino delgado,algun do metabólito volta para o estómago. Dr.Shafer diz que MJ tinha 1 / 43 de uma pílula de Lorazepam e mais do que foi o metabólito. A verdadeira quantidade de Lorazepam era muito menor.

Dr. Shafer diz que isso prova que MJ não engoliu Lorazepam durante pelo menos 4 horas antes da sua morte (08:00-12:00). Então o cenário hipotético de Flanaganem que MJ tomou pílulas de Lorazepam por volta das 10:00 não é possível.

Walgren e Shafer discutem o Propofol. Walgren fala de vários estudos que o Dr. Shafer fez sobre propofol.Dr. Shafer usou os modelos que incluem a idade, peso e sexo, a partir desses modelos fez estudos com on niveis de propofol encontrados em MJ.

Shafer diz que Propofol actua no cérebro e é o cérebro faz adormecer ou parar de respirar. Por isso é a concentração do cérebro que importa.

Testemunha de defesa Dr. White foi um dos participantes num dos estudos para mostrar a que nivel de concentração de propofol,uma pessoa iria parar de respirar. Em 2,3 mg / ml meia dos pacientes seria de esperar parar de respirar. O nivel para a apnéia é de 1.3mg 3.3mg/ml. No 1.3mg, 5% dos pacientes param de respirar, em 3.3mg respiração pára 95%.

Outro estudo foi feito em suínos para determinar o atraso entre a apnéia e o momento em que a circulação sanguínea é interrompida. O resultado mostrou que há 9 minutos entre paragem respiratória e paragem cardíaca.

Dr. Shafer fez simulações para este caso. Assumiu o tempo entre a paragem respiratória e paragem cardíaca em 10 minutos. Como um ser humano tem mais oxigénio do que um porco e MJ estava em oxigénio suplementar.A Concentração de propofol encontrada pelo médico legista nosangue femoral de MJ foi de 2,6, que é a concentração equivalente a quando circulação de sangue parou. Shafer tenta diferentes cenários para chegar a esse número. Concentrações de Propofol sobem rapidamente e também caiem muito rapidamente. Isto por causa do fígado, e o propofol vai para outros tecidos.

Cenário 1: Apenas 25 mg de propofol injeção em bolus

MJ estaria abaixo do ponto onde a metade dos pacientes param de respirar (2.3), mas acima do limite de 5% (1,3). Ele teria parado de respirar um minuto ou 2 minutos e meio após a injeção. Após 3 minutos,seria esperado para respirar novamente. Assim, mesmo com uma pequena dose há um risco de curto período de tempo. MJ tomou outras drogas,logo teria um risco maior.

Shafer não acha que isso aconteceu a MJ.
MJ teria apnéia por 2 minutos e sua circulação sanguínea teria durado, pelo menos, 10 minutos, e o propofol teria sido metabolizado. Assim, a quantidade femerol teria sido muito menor do que o legista encontrou. Shafer exclui este cenário.



Cenário 2: 50mg de propofol em bolus (metade da agulha é preenchida com metade de Propofol e outra com Lidocaína)

MJ provavelmente teria parado de respirar um minuto a 3 / 4 minutos depois que recebesse a dose. (sem respirar por 3 minutos não causaria dano cerebral). O coração continua a bater por 10 minutos. Novamente Propofol 50 mg não daria o valor medido no sangue femoral. Shafer exclui este cenário também.

Cenário 3: 100 mg de propofol em bolus (seringa está cheia de Propofol)

Paciente para de respirar dentro de um minuto e o coração teria parado após 10 minutos. Nível sanguíneo femoral teria sido o que o legista encontrou. Shafer exclui este cenário.

Cenários de Multipla Auto-injeção

Cenário 4: 6 Auto injeções de 50mg cada, 90mn

Auto-injecção envolveria despejar a injeção de propofol por meio da porta. Leva tempo e exige coordenação. Baseado na intervista de CM, MJ tinha veias pobres, para a auto-injecção e é improvável pois seria extremamente doloroso sem lidocaína. 50mg colocaria MJ a dormir cerca de 10 minutos e iria dormir um pouco mais com cada injeção dada,bem como haveria residuos de propofol no sangue.A Circulação iria parar depois de 10 minutos.O Nível sanguíneo femoral seria equivalente aos números encontrados pelo legista. Shafer exclui este cenário.

Cenário 5: 6 injeções de 100 mg cada ao longo de 3 horas.

Essa é uma dose do anestésico. MJ iria parar de respirar e a circulação iria parar depois de 10 minutos. Mais uma vez o nível sanguíneo de Propofol seria bem abaixo do que foi medido no sangue femoral. Shafer diz que MJ provavelmente teria morrido após a primeira ou segunda injeção,mas o legista teria encontrado um nível inferior femoral de Propofol.

Cenarios de Murray,de Multiplas Injeções

Scenario 6: 6 injecções de 50mg cada

Neste cenário MJ teria parado de respirar várias vezes e MJ não estaria vivo. O nível sanguíneo femoral seria alcançado. Dr. Shafer diz que isso não faz sentido.CM teria que re-injetar repetidamente e as injeções teriam que continuar após a respiração e o coração pararem. Então Shafer exclui este cenário.



Cenario 7 : 100ml infusão, 1000 mg


Neste modelo uma infusão é iniciada às 9h00 e houve um bolus antes do gotejamento. Quando se dá um gotejamento, não há muita diferença entre a concentração no sangue e no cérebro.Primeiro,os níveis elevam rapidamente. Mais tarde, o fígado passaria a metabolizar o propofol e os níveis iriam subir lentamente. Quando o paciente se aproximasse ao nivel da apnéia, teria abrandado a um ritmo lento e dióxido de carbono teria subido. Se tivesse havido capnometria, ter-se-ia visto o dióxido de carbono subir.

Às 10:00 horas MJ continua a respirar, mas sem capnometria,CM não vê que há um problema. Por volta das 11:30 h/11: 45,a respiração teria parado.Pois não há oxigénio nos pulmões. MJ morreu por volta do meio-dia com a infusão ainda em execução. Esteé o cenário que o Dr Shaver poderia criar,pois produz o nível femoral encontrados em MJ,é consistente com as explicações de como CM deu o propofol. Esse cenário serve para todos os dados, neste caso. Isto é o que Dr. Shafer pensa que aconteceu.

CM poderia ter detectado que havia um problema com capnometria, oximetria de pulso. Se CM estivesse com MJ ele teria visto a respiração ficar lenta e poderia ter desligado o Propofol.
CM pode ter pensado que estava tudo bem e saiu do quarto. Shafer novamente menciona que CM comprou 130 frascos de 100ml. Shafer pensa que CM usava 1 frasco por noite.

Walgren e Shafer mostram uma demonstração de instalação IV. Dr. Shafer trouxe mesmo equipamento / similar ao que CM usou ou comprou.
Shafer pendura um saco de salina no pólo IV. Atribui o tubo de infusão para o saco de soro fisiológico. No conjunto de infusão há uma porta de injeção com uma rolha de borracha onde se pode enfiar uma agulha para dar a medicação.

Shafer mostra um cateter calibre 22 (mesmo tamanho do que foi usado em MJ). Cateter permanece na veia (mas não a agulha). Dr. Shafer anexa o cateter ao tubo de soro fisiológico e mostra que o fluido passa muito rapidamente.O Saco de soro fisiológico tem um tubo sem ventilação como não há necessidade de tubos perfurados com a solução salina (o soro fisiológico faz bolsa encolher).

Para Propofol è necessário um tubo de ventilação. CM comprou conjuntos de infusão da costa do Mar ventilados. Dr. Shafer mostra o conjunto de infusão ventilados que CM comprou. CM tem um aparelho em cima que permite que o ar entre dentro desse tubo,e é projetado para ser usado com uma bomba de infusão, mas não havia bomba.

O Pico de Propofol dos tubos,estavam presos dentro da garrafa e isto seria consistente com a lágrima encontrada na garrafa 100ml Propofol na casa de MJ. Shafer coloca o pico dentro da garrafa de Propofol e pendura-a na pole com o cabo de plástico na garrafa.



Walgren mostra que a garrafa de 100ml encontrada na casa de MJ também teve o mesmo identificador. Objeção por parte da defesa.

Após a objeção da defesa, a estipulação seguinte é inserida no registo: a alça da garrafa foi levantada por Walgren para a demonstração. Quando a garrafa foi encontrada, ainda estava colocada na garrafa e não tinha sido utilizado.

CM no seu depoimento à polícia disse que desligou o soro fisiológico antes de dar Propofol com uma seringa. Shafer mostra a braçadeira de borracha e como se pode parar o fluxo com o grampo. Shafer mostra 25mg de infusão de Propofol com seringa como CM mencionou na sua entrevista. Propofol não sai do tubo como o soro fisiológico é desligado e não chega a empurrar para fora o Propofol. Então a descrição de CM de infundir durante 3 a 5 minutos é impossível se o aparelho estiver desligado da salina. precisa de ligar a solução salina para Propofol para sair.

Dr. Shafer demonstra a abertura no tubo de propofol. Se fecha o Propofol, o respiro pára, se abre a ventilação,o Propofol atravessa. Shafer, em seguida, liga os tubos perfurados com uma agulha no conector.Dr. Shafer diz que esta é uma configuração extremamente insegura, que tudo é baseado em gravidade. Se um saco é levantado, haverá mais força nesse saco e tornaria o outro lento.Se parar a solução salina, a velocidade de propofol aumenta. Se a taxa de solução salina é alterada, teria de alterar a taxa de propofol. É por isso que este sistema é muito perigoso. A única maneira de controlar a velocidade é com equipamento adequado.

Walgren pergunta sobre a bolsa de soro com uma fenda. Shafer diz que talvez Murray não soubesse que havia uma alça de suspensão ou não queria usá-la. Shafer coloca a garrafa de Propofol com o pico no saco de IV e o corte para demonstrar que é possível.



Shafer diz que isso explica porque o sistema de tubos longos encontrados na casa, não tinham sido testados positivo para propofol, mas o tubo curto sim. Havia um outro longo tubo que estava conectado à garrafa de popofol.

Shafer esvazia a garrafa de Propofol e remove rapidamente o tubo longo que tinha Propofol nele. Encaixa-se perfeitamente na sua mão. Walgren pergunta se os tubos se encaixam num bolso. Dr. Shafer diz que sim.

Walgren faz um resumo do depoimento do Dr. Shafer: 17 flagrantes desvios de atendimento, quatro deles são também anti-eticos,mostrou um vídeo sobre o propofol,e a maneira mais segura de ser dado, explicou que o consumo oral propofol era impossível, que MJ recebeu mais de 4mg lorazepam, que às 10 horas era impossível que MJ tivesse engolido lorazepam,Os cenários sugerem um gotejamento IV, demonstrou a configuração de IV,e que a linha de infusão pode ser compactada numa mão e caber num bolso.

Walgren pergunta se CM foi a causa direta da morte de MJ, se MJ se auto-injetou / digeriu Propofol / Lorazepam. Shafer diz que sim.,uma vez que foi CM quem comprou o Propofol,deixou livre acesso ao paciente,incluindo acesso aos medicamentos e começou a linha IV. Shafer diz que CM é responsável por cada gota de propofol ou lorazepam.

Walgren termina o seu exame direto a Dr. Shafer.

Walgren pergunta se Shafer reviu as 8 paginas de Comentários do relatório toxicológico feito pelo legista. Shafer diz que sim e que mostrou puro e verdadeiro nível de drogas, ele inclui os metabólitos. Shafer avaliou os procedimentos que são usados pelo legista.

Shafer menciona que fez as suas simulações disponíveis para a defesa e se ofereceu para ajudar.

Walgren pergunta se abrir os olhos morrendo significa alguma coisa. Shafer diz que não significa morte lenta ou rápida.

Após a pergunta de Walgren Shafer diz que há uma possibilidade de MJ ter acordado e manipulado a linha de infusão e isso significaria que CM deixou MJ sozinho. Shafer também escreveu isso no seu relatório.

Walgren pergunta se isso tivesse acontecido,se iria mudar a opinião de Shafer sobre CM. Shafer diz que não e que mesmo que MJ tenha acordado e aberto a braçadeira de borracha, CM ainda teria responsabilidade, e CM não estava disponível para evitar que acontecesse. É ainda considerado abandono.

Chernoff interroga

Chernoff menciona o que Dr.Shafer fez,e seus modelos.Shafer pode determinar a concentração de dosagem. Shafer disse que geralmente sabe a dose que é administrada.

Shafer diz que como as pessoas são diferentes, seus modelos são construídos para dar intervalos. A mediana é o representante da metade da resposta do povo a uma droga particular.

Neste caso Shafer tinha apenas a concentração e teve a calcular a dose a partir da concentração.

Chernoff menciona que havia apenas uma linha IV encontrada na cena. Chernoff pergunta se a teoria de Shafer sobre o que aconteceu é uma afirmação ousada. Shafer responde que acredita que seja uma declaração honesta.

Chernoff pergunta se há alguma razão em particular para trazer uma linha de IV diferente para o saco de soro fisiológico. Shafer contactou o Sea Coast médica para obter a linha exacta, mas o transporte teria levado 2-3 semanas,por isso trouxe a outra linha. Chernoff mostra a linha IV exata a Dr. Shafer. (A linha IV que Chernoff mostra está suja e tem material vermelho sobre ele. Shafer pergunta se é sangue, Chernoff diz que não é).

Chernoff então pergunta porque Shafer trouxe uma linha IV ventilada para o Propofol. Shafer diz que uma linha de ventilação é necessária para obter Propofol para fora. Chernoff pergunta porque Shafer assumiu que CM usou essa linha IV. Shafer relata que os realtorios da SeaCoast mostram que Murray pediu essa linha, e isso mostra que pretendia usá-la.

Chernoff pergunta como Shafer poderia saber se CM usou no quarto de MJ. Shafer diz, porque CM precisava de uma linha IV ventilada. Shafer diz que a garrafa tinha uma lágrima no pico, mas não havia nenhum buraco da agulha no frasco de Propofol. Se tivesse havido um buraco de agulha, CM poderia ter usado outro tubo IV. Shafer diz que, como esta garrafa só tinha uma lágrima espiga, tinha de haver uma linha IV ventilada. Shafer diz que esta é a única linha IV ventilada que viu nos pedidos de CM, e foi enviado para a Califórnia.

Chernoff diz que talvez não houvesse tubos em tudo. Shafer responde; como deitar o Propofol, então? Chernoff diz que polícia de Los Angeles não encontrou uma linha de ventilados. Shafer disse que é fácil de esconder e levar com a pessoa. Chernoff pergunta porque não levaria a pessoa também os frascos e as agulhas. Shafer disse que as agulhas podem ferir e garrafas são volumosas.

Chernoff tenta enfatizar que esta é a opinião o Dr Shafer.Discutem então o que é uma opinião. Shafer disse que sua opinião é baseada no conhecimento médico e alguns fatos,mas outras são suas opiniões. Shafer diz "É minha opinião que não se deve mentir aos médicos UCLA".

Chernoff menciona que CM disse que usou uma seringa de 10 cc, mas Shafer usou uma seringa de 20cc. Shafer diz que o tamanho da seringa era irrelevante. Chernoff novamente menciona que Shafer usou um tubo de IV diferente para saco de soro fisiológico, uma garrafa de Propofol forma diferente e uma seringa maior. Shafer responde que sim. Chernoff pergunta sobre a lágrima no saco salina. Shafer diz que despertou o seu interesse e comprou três sacos IV por US $ 150 e estima a lágrima no saco.

Chernoff menciona que Walgren chamou Shafer a 31 de Março e, em seguida, enviou as declarações e relatórios. Chernoff menciona o relatório de Dr. Shafer, em que usou "talvez" para descrever o que aconteceu. Shafer também referencia o depoimento de Alberto Alvarez,que viu uma garrafa de propofol num saco. Chernoff pergunta se Shafer já conhecia ou se conversou com AA e se fez a suposição de que AA estava a dizer a verdade.

Chernoff diz que a alça da garrafa de 100ml Propofol encontrada na cena não foi utilizada. Shafer diz que é irrelevante e que se o frasco estava na bolsa ou pendurado no poste, que não iria fazer diferença. Chernoff pergunta se é razoável que ao invés de pendurar a garrafa de Propofol pela alça, CM seguiria todos os passos para esvaziar e cortar o saco, e colocar a garrafa de propofol no seu interior. Shafer diz que é razoável.

Chernoff diz que CM está a ser julgado por sua vida e há uma objeção.

Chernoff pergunta sobre o processo de negligência médica que o Dr. Shafer testemunhou ha 10 anos, e não gostou do médico nesse caso. Shafer disse que não gostou do médico. Shafer disse que testemunhou uma vez antes, mas faz consultas em julgamentos duas vezes por ano.

Chernoff menciona o resumo feito por Dr. Shafer.
Dr.Shafer, quando era estudante de medicina na Universidade de Stanford, Dr. White era um professor assistente em anestesia. Shafer publicou artigos com Dr. White.
Shafer escreveu o software e ajudou com modelos matemáticos o estudo do Dr. White em 1888.

Chernoff fala na inserção do Propofol e pede a Shafer para mostrar quais foram as partes para que contribuiu. Shafer faz círculos e sublinha as peças que fez.

Chernoff passa para outros estudos / artigos e livros que Dr. Shafer trabalhou. Chernoff menciona o trabalho que Shafer e branco fizeram juntos. Shafer e branco conhecem-se há quase 30 anos e em 2009 ,Shafer Branco foram nomeados para um prémio.

Chernoff menciona a declaração do Dr. Shafer, quando disse "que estava decepcionado" com a White referindo-se ao consumo oral. Shafer disse que ficou decepcionado e foi assim que se sentiu. Chernoff pergunta se Shafer sabe se este ensaio foi mostrado na TV e internacionalmente. Objetoção de
Walgren.
Chernoff pergunta se Shafer sabe as circunstâncias da carta enviada ao Dr. White Flanagan,que foi levado às pressas em 2 dias devido às ameaças de desprezo. Oposição, e Sidebar.

Chernoff fala sobre Propofol encontrado no estómago de MJ. Shafer enviou o estudo feito em leitões para Walgren e disse-lhe que não há nenhum estudo feito em humanos. Shafer, em seguida, contatou professores chilenos para o estudo humano, mas Walgren não pediu esse estudo.

Chernoff diz que a defesa pagou por um estudo em lebreiros e branco fez o estudo.

Chernoff pergunta quem pagou o estudo chileno. Shafer disse que pagou US $ 600 para o propofol e os alunos voluntários. O estudo também foi apresentado numa conferência internacional. Chernoff pergunta porque faria um estudante á 2 meses, escrever um documento e apresentá-lo numa conferência se o propofol não é oralmente bio-disponíve,poisl era algo que um estudante de primeiro ano deveria saber. Shafer diz que é melhor ter dados humanos porque não é ambíguo e não haveria nenhuma pergunta sobre os seres humanos.

Durante o interrogatório, soubemos que o Dr. Shafer-se engoliu 20 ml Propofol antes de fazer o estudo.

Chernoff pergunta se Shafer sabia que White não diria que MJ engoliu Propofol. Shafer diz que não,e Stull não sabe o que Dr. White vai dizer.

Chernoff mostra o gráfico do Lorazepam 40mg.Shafer disse que este mostra repetidas injeções em bolus (10 injeções) a cada 30 minutos,desde a meia noite até 05:00. Chernoff diz em seu modelo que a primeira injeção foi à meia-noite, mas MJ ainda estava no ensaio.
Em seguida Shafer oferece para fazer outra simulação.

Chernoff pergunta porque removeu a "resposta a estímulos dolorosos", "não responde aos estímulos dolorosos" linhas de seus gráficos. Shafer disse que queria fazê-lo tão fácilmente quanto possível para os jurados.

Chernoff diz baseado na sua simulação,que MJ estaria a dormir,desde as 02h30,até ás 11:00.
Shafer diz que MJ foi exposto a benzos por 80 noites, é impossível prever a reação de Lorazepam. Chernoff pergunta como sabe que MJ teve benzos por 80 noites. Shafer responde com base na declaração de Murray e ordens de farmácia. Chernoff diz que os benzos serem comprados não significa que são usados. Shafer diz que confirma a sua declaração que diz que "a informação sugere uma dose mais elevada, possivelmente 40 mg".

Chernoff pergunta se Shafer fez uma simulação para Lorazepam oral. Shafer não fez uma simulação.Chernoff pede a Shafer para contar o que acontece se uma pessoa engolir um comprimido. Ele vai para o estômago, metade da absorção pílula é em 22 minutos, seguiria então para o fígado para passar em primeiro lugar, teria biodisponibilidade de 92% e, em seguida, iria para o sangue,tecidos e cérebro. Metabólito iria para a bile e intestino e estómago. O processo é o mesmo para o lorazepam IV.

Chernoff mostra um gráfico que combina duas injeções de Lorazepam 2mg e 40 mg. Chernoff e Shafer afirma que MJ não poderia ter engolido Lorazepam nas quatro horas anteriores.

Chernoff menciona a simulação Midazolam e os números correspondem aos que CM disse que deu.

Chernoff mostra o gráfico de injeção de 25mg de propofol e outro gráfico que Shafer fez para White. Este segundo gráfico mostra 25 mg a ser dada por mais de 5 minutos. Shafer diz que a dose de indução é dada em 2 minutos, porque é menos doloroso para o paciente.

Chernoff pergunta o que está o perigo de uma infusão rápida.Resposta:Apnéia.

Chernoff tenta ignorar o gráfico,mencionando o nível do sangue, Shafer diz que precisa saber para os níveis cerebrais. Chernoff pergunta o qual a concentração de prpofol no cerebro de MJ. Não houve medidas no relatório legista.

Chernoff Interroga

Chernoff pergunta se um dos perigos da injeção de bolus rápida de Propofol é apnéia. Chernoff fala sobre a inserção de Propofol e lê que as técnicas lentas têm preferência sobre a injeção rápida para evitar a apneia ou hipotensão.

Chernoff fala nas simulações Dr. Shafer. 25 mg,injeção rapida de propofol,a apnéia é cerca de 2 minutos. Simulação da defesa de 25 mg, arrasta-se ao longo de 3 a 5 minutos, há um baixo risco de apneia após 4 -5 minutos. Propofol não seria um risco depois de 10 minutos.

Chernoff pergunta como Dr. Shafer chegou á dose de 50mg de propofol. Shafer diz que CM em sua entrevista disse que misturou 01:01 propofol com lidocaína e as seringas foram 10cc. Chernoff pergunta se CM desse a MJ 50 mg de propofol se haveria apnéia após 4-5 minutos. Shafer diz que é difícil dizer pois não sabe o estado farmacologico de MJ.

Chernoff mostra a Shafer 6 injeções de auto de injeções de 50mg de propofol e pergunta se poderia haver um número indefinido de possibilidades. Shafer concorda. Shafer fez simulações de auto-injecção por causa de Dr. White que menciona ser uma hipótese em sua carta.

Chernoff pergunta se Shafer está ciente de que existem profissionais de saúde que morreram por causa de auto-injecção de Propofol. Shafer está ciente dos artigos que mencionam isso.

Chernoff remonta à auto-injecção e pergunta se a pessoa se auto-injetar,se têm de fazê-lo rápido. Shafer concorda e diz que não podem fazê-lo mais de 3 minutos.

Chernoff pergunta se as simulações de Shafer estavam fora de hipotese. Shafer diz que a maioria são baseadas na carta do Dr. White,e na hipótese de injeções múltiplas.

Chernoff muda para a vida Lorazepam,que é metade no estómago.22 minutos. A cada 22 minutos, o montante é reduzido à metade. 8 mg ingerido 22 minutos mais tarde, seria 4, outro 22 minutos depois seria 2mg, outro 22 minutos seria 1 mg, então, em quatro horas, haveria uma quantidade muito baixa de lorazepam livre no estómago.
Mencionam o estudo de Greenblack. Lorazepam atinge um pico de concentração em 2 horas após uma dose oral. A Droga vai para o estómago, e é removida pelo fígado e distribuida pelos tecidos. Então, enquanto os medicamentos vêm em níveis de fazer subir a pressão arterial,a concentração aumenta. Quando menos drogas chegam, é removido mais rapidamente,por isso os níveis descem.Chernoff argumenta que mesmo que haja uma pequena porcentagem no estómago, os níveis podem estar em alta no sangue.

Chernoff diz que Dr. Shafer não pode remover a possibilidade de que MJ acordou e engoliu Lorazepam. Shafer diz que precisa saber o tempo, mas que não pode ser depois de 08:00 da manhã.

Chernoff pergunta sobre os níveis de Lorazepam e Propofol na urina. Shafer não fez exames / cálculos baseados em níveis de urina.

Chernoff pergunta se a urina na bexiga pode ser evidência a favor ou contra gotejamento de Propofol 100ml. Shafer diz que não sabe e precisa pesquisar e encontrar modelos. Para algumas perguntas Shafer diz que precisa de informações sobre propofol glucoronide e não foi testado.

Chernoff afirma que a análise de Shafer é baseada em paragem respiratoria,e ele não em paragem cardíaca. Shafer confirma.

Chernoff menciona os comentários que Shafer escreveu sobre Demerol no seu relatório. Shafer tinha escrito MJ gostava de Demerol, mas não era viciado. Chernoff pergunta Safer é um especialista em dependência, Shafer diz que não é especialista, mas viu exemplos,e conversou com outros médicos sobre o assunto.

Chernoff pergunta sobre detox rápido. É quando o paciente está detoxing/desintochicar para opiáceos, enquanto sob sedação. Chernoff pergunta se Shafer sabe os perigos dos opiáceos. Shafer diz que são perigosos para muitos órgãos.

Walgren redireciona

Walgren novamente menciona que o trabalho de Dr. Shafer é pro bono (gratuito). Shafer diz que é seu costume nestes tipos de casos. Shafer disse que tinha trabalhado para a defesa e acusação em casos diferentes. Shafer diz que a sua posição sobre qualquer caso é baseada na ciência.

Shafer também compartilha sua pesquisa, bases de dados e software gratuitamente e online. Shafer quer promover a ciência e mesmo que possa ganhar algum dinheiro para seus programas,torna-os disponíveis gratuitamente.

Walgren menciona as linhas IV e Shafer diz que não pode dizer qual a linha que foi utilizada, tudo o que sabe,é que a linha teve que ser ventilada. Walgren mostra a Popular 157 e Excel linha IV que é uma linha de ventilados.A Seacoast mostra que Murray comprou 150 dessas linhas ventiladas. Exel linha ventilada é muito menor do que a usada para demonstração.

Walgren menciona que o Testemunho de Dr. Shafer foi interrompido devido a uma morte na sua família

Walgren pergunta se não há nada de extraordinário ao dizer que MJ recebeu mais de 25 mg de propofol. Shafer diz que não, e a defesa diz o mesmo.

Shafer diz que não encontrou qualquer cenário de injeção de auto-suporte, e que o cenário que encontrou,é que a injeção de Propofol ainda estava em execução quando MJ morreu.

Walgren pergunta sobre Demerol. Shafer diz que leu os registos de Klein e com base neles não poderia dizer se MJ era um viciado ou não, e que não é um especialista em dependência. Walgren menciona que não havia Demerol no sistema de MJ.

Shafer diz que fez um cenário para a defesa e se perguntassem, se poderia feito mais.

Walgren menciona os resultados do laboratório de novo sobre Lorazepam que mostra 0.008mg no estómago de MJ, que equivale a 1/250 de um comprimido e menciona que este é menor do que 1/43 de uma tablete mencionada pela defesa.

Shafer diz que deu sua opinião com base em 30 anos de experiência e diz que CM deveria ter monotorizado MJ. Shafer diz que sua opinião não é feita sem conhecimento de causa, pois vem de padrões e estudos publicados,e constantes cuidados.

Walgren pergunta se Shafer acreditava no que CM disse, que MJ gostava de se drogar,pois era dependente de propofol,e se auto-injecção era um risco previsível. Shafer concorda.

Walgren mostra outro cenário de Lorazepam de 9 doses de Lorazepam,4 mg IV cada,a partir da 01h30. Esta teoria também explicaria os níveis encontrados no sangue de MJ.

Chernoff Re-interroga

Chernoff pergunta se o último cenário foi feito neste fim de semana, devido ao que Chernoff disse na sexta-feira.

Chernoff pergunta se 100ml de gotejamentoIV de Propofol foi uma reivindicação extraordinária. Shafer diz que é uma reivindicação comum.

Chernoff argumenta que Shafer está a mudar o seu testemunho sobre a linha IV usada para Propofol. Shafer diz que Chernoff está a dar falso testemunho e só disse que a linha tinha que ser ventilada.

A Acusação termina seu caso.


Última edição por izilda em Ter Nov 01, 2011 2:08 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Ter Out 25, 2011 9:29 pm

Testemunho de Donna Norris

Dirige Gourjian

Norris trabalha em evidência de comunicações na unidade de Beverly Hills no departamento de polícia.

Ela menciona a chamada para o 911:
12:20:18 foi o tempo que se ligou para o 911
12:20:21 começa a tocar
12:20:26 chamada atendida
12:20:50 chamada transferida para LAFD
12:21:03 despachante do departamento de polícia desliga.
12:21:04 sistema lança a chamada
Duração da chamada no departamento de polícia foi 46 segundos
a chamada foi feita a 25 jun 2009
Os dados mostram de que a chamada foi feita de um celular, a quem pertence o celular, e um número que a polícia pode usar se precisarem localizar a chamada.

Walgren Não interroga.


Testemunho de Alexander Supall

Gourjian dirige

Suppal é um especialista em vigilância policial durante 11 anos,no LAPD.

Em 25 de Junho foi convidado para ir a Carolwood para recuperar os vídeos.
Suppal provavelmente foi por volta das 7:30 desse mesmo dia. Detetive Martinez estava lá. O Pessoal de segurança de Michael não podia reproduzir os vídeos.
A primeira tarefa de Suppal foi encontrar o disco rígido e para isso teve que traçar as linhas de volta para a fonte. Suppal encontra o DVR no porão da casa. Arrajam um monitor e ligam-no ao DVR. Suppal foi com detetive Martinez e um guarda de segurança Afro- Americano Alto.

Rebobinaram o vídeo para a altura em que CM e MJ foram para casa.

Gourjian reproduz um vídeo de 7 minutos. É uma câmera virada para o portão. Mostra as horas: 00:45. Vários carros chegam ás 0:47, 00:50 e 00:58. Um carro sai por volta da 01:06.O Vídeo mostra guardas costas e fãs também.

Gourjian mostra outro vídeo:Uma câmera no jardim. Mostra três carros a entrar e foca o rosto do motorista. Também mostra os fãs á espera na rua.

Suppal não voltou para baixar imagens adicionais. Ninguém lhe pediu.

Walgren não contra-interroga.

Próximas testemunhas, Myers, Martinez, Dr Metzger e Cherylin Lee


Depoimento do Detetive Dan Myers

Dirige Gourjian

Myers é um detetive do LAPD desde 1994. Foi designado para o caso em 29 de junho de 2009. Entrevistou AA em 31 de Agosto,2009. Entrevistaram AA num prédio de escritórios. MAW,e FM foram entrevistado no mesmo dia no mesmo lugar, mas Myers não sabe se MAW & FM estava no prédio quando entrevistaram AA.

A 31 de Agosto, AA fez vários desenhos. Um deles, dos IV do saco com uma garrafa pendurada num suporte IV. O segundo desenho foi o oxímetro de pulso que viu no dedo do MJ. Estes desenhos e entrevistas foram feitos quatro dias após o lançamentodo legista para a imprensa identificou a causa da morte como propofol.

A 25 de Junho, AA nunca mencionou guardar a medicação ou a garrafa no saco.

Gourjian mostra outro desenho - um saco IV-Myers diz que nunca o viu antes.

Não houve contra-interrogatorio.


Depoimento do Detetive Orlando Martinez

Dirige Gourjian

Martinez é detetive de polícia de Los Angeles há 10,5 anos. Foi para o UCLA a 25 de Junho,por volta das 15:30. Na UCLA, Martinez e Smith falaram com pessoas diferentes. Martinez esteve presente durante metade da entrevista de AA a 25 de Junho. AA não mencionou ter deitado fora frascos nem viu nenhuma garrafa num saco.

Martinez foi à Carolwood por volta das 7:30 PM e não viu AA. Viu FM. Alex Supall, especialista em vigilância na Polícia, esteve em Carolwood para recuperar as imagens de segurança. Martinez tomou a decisão de apenas baixar a chegada de MJ e de CM.

Martinez não foi em 31 de Agosto de 2009 á entrevista com AA, mas viu AA em Setembro para tirar as suas impressões digitais.

Em Abril de 2011 Walgren ligou a Martinez e pediu-lhe para trazer certos itens de provas a seu escritório. Walgren também disse que AA estaria lá. AA estava estacionado no prédio da polícia e foi ao escritório de Walgren com Martinez. Martinez trazia uma caixa de itens como prova, mas só mostrou o saco de soro fisiológico,
o frasco de propofol e oxímetro de pulso a AA.

Gourjian mostra os desenhos que AA fez em Agosto de 2009 e o saco de soro fisiológico, que desenhou em Abril de 2011 e diz que são significativamente diferentes.

Interrogatorio de Walgren

Walgren menciona que AA testemunhou a garrafa no saco de salina e oxímetro de pulso, em Janeiro.

Walgren pede a Martinez para explicar o desenho do saco de soro fisiológico, feito em Abril de 2011. Martinez diz que quando mostrou o saco de soro fisiológico a AA, ele disse que havia uma câmara adicional. Martinez pediu-lhe para desenhar e explicar.

Redireção por Gourjian

Gourjian diz que durante a audiência preliminar, AA não testemunhou que a garrafa que viu, era de propofol.

Objeção de Walgren que diz que AA não tinha visto as provas.

Gourjian diz que AA nunca mencionou a câmara adicional em agosto de 2009. Martinez diz que ele mencionou, e depois de ver o saco de soro fisiológico em abril de 2011.

Martinez, mais uma vez menciona que em Abril de 2011, AA mostrou apenas 3 itens: saco de soro fisiológico, frasco de propofol e oxímetro de pulso.


Depoimento do Dr. Allan Metzger

Direção de Chernoff

Metzger conheceu MJ há 15/20 anos atrás. O relacionamento de Metzger com MJ começou primeiro profissionalmente, e mais tarde tornaram-se amigos também. Metzger foi o médico principal de MJ, quando ele estava em Los Angeles.Tratou MJ de várias coisas. Metzger diz que MJ viu outros especialistas também.

Metzger trouxe 5 registros médicos com ele. Metzger tinha visto MJ no seu escritório a 23 de Junho de 2003. Michael ligou-lhe a 12 de Junho de 2008. O telefonema de MJ em 2008 mencionou problemas de sono e problemas de pele. Metzger deu-lhe Tylenol PM para dormir e falou sobre saúde de MJ,e das dores nas costas. Metzger disse a MJ quando foi para Los Angeles, para marcar consulta com ele,e com Klein.

Metzger diz que conversava frequentemente com Grace sobre as crianças.

Metzger visitou MJ em sua casa em Abril de 2009. Metzger acha que foi num fim de semana,no início da tarde. Nesse dia,MJ, seus filhos e a segurança estavam na casa. Grace não estava. Quando começaram a falar,as crianças estavam no quarto, mas mais tarde sairam. Metzger e MJ falaram em privado. Metzger diz que a sua visita demorou 1 hora e 30 minutos, e conversou com MJ em privado cerca de 20-30 minutos.Conversaram sobre questões médicas e o stress em que MJ estava,devido aos ensaios e tournée. MJ não mencionou ir a outro médico.

MJ estava lúcido.Estava animado e falava de coisas criativas. Metzger diz que MJ mostrou tanto entusiasmo como medo. Seu medo era de não fazer um bom trabalho com os 50 concertos. MJ acreditava que estava à altura da tarefa, mas estava com medo em relação á sua saude.Falaram sobre alimentação e hidratação. MJ estava a lidar muito bem com as questões das suas dores crónicas.

Metzger diz que MJ estava sob stress,devido ao seu grave disturbio de sono.

Metzger afirma que o sono tem sido um problema ha cerca de 15/20 anos para MJ,especialente durante as tournées.Metzger diz que viajou com MJ em tournée.

A 18 de Abril de 2009,MJ pediu "sumo" de medicação intravenosa,porque MJ não acreditava que qualquer medicação oral fosse util.MJ não mencionou nenhum medicamento pelo nome.

Metzger diz da sua experiência,que sabe que a anterior medicação oral não funciona. Metzger tentou Xanax, Tylenol PM antes. Em Abril de 2011, deu a MJ klonapim e trazadone para experimentar,mas não devem ser usados ​​juntos. Ele pediu a MJ para lhe ligar, e lhe dizer qual dos medicamentos resultou. Metzger não falou com MJ depois desse dia.

Chernoff pergunta quem é Randy Rosen. Metzger diz que trabalha com ele nos problemas da dor. Chernoff pergunta de que tipo de dor MJ sofria. Metzger responde dor crónica nas costas,devido a ensaiar demasiado,e mais uma data de lesões. Metzger diz que não sabe a especialidade de Rosen e à pergunta sobre que tipo de medicação dada na clínica de Rosen é sustentado.

Metzger diz que se presume igualmente que MJ veria Klein devido ao seu vitiligio,e a alguns procedimetos menores.

MJ menciounou a Metzger que precisava de um médico em Londres.MJ estava preocupado com a sua hidratação,com os problemas de sono,e com as suas lesões,e queria um médico com ele.

Interroga Walgren

Walgren pergunta sobre o tratamento IV. Mezger diz que disse a MJ que era perigoso e não devia ser feito fora de um hospital.

Walgren pergunta se qualquer quantidade de dinheiro faria Metzger dar drogas de IV a MJ. Metzger diz que não.

Chernoff dirige

Chernoff pergunta se Metzger disse a MJ que a medicação IV para dormir seria perigoso. Metzger diz que disse a MJ que qualquer medicação por IV seria perigosa. Metzger não tem certeza se MJ lhe pediu um anestésico, MJ disse: "medicação para dormir".


Depoimento de Cherilyn Lee

Dirige Chernoff

Lee é uma enfermeira que tem prática em nutrição holística. Como enfermeira,tem feito isso constantemente há 15 /20 anos, e já trabalhou com atletas e artistas.

Como enfermeira,pode escrever prescrições, mas não quer.Não gosta do que os medicamentos fazem ás pessoas.Prefere os tratamentos naturais.

Em Janeiro de 2009 recebeu um telefonema de FM, que é filho de uma amiga. FM contou que as crianças de MJ tinham um resfriado e MJ queria que Lee fosse vê-las. Enquanto estava a observar as crianças, MJ falou com ela e perguntou-lhe o que faz. MJ disse-lhe que se sentia um pouco cansado. Lee disse que pode marcar alguns exames de sangue a MJ, e tentar ajudá-lo com a nutrição.

Lee voltou a casa de MJ no dia seguinte, e fez um teste físico a MJ. Tirou sangue para exames laboratoriais e fez-lhe perguntas para determinar o que causou a sua fadiga. MJ não mencionou seus problemas de sono. Apenas disse que tinha dificuldade para adormecer. Lee diz que MJ estava a beber "Red Bull" (uma bebida energética), e Lee achou que Red Bull podia ser a causa.Alertou MJ sobre o red bull, e MJ disse que "tudo o que me dizem para fazer, eu vou parar".

Chernoff pergunta se MJ parecia cansado. Lee diz que não. Lee também disse que MJ disse que pensou que poderia ser anémico. Lee pensou que no geral MJ era uma pessoa saudável e amoroso.

Lee deu-lhe smoothies nutricionais com proteína,e shots de vitamina B12.O Cocktail de Myers e vitamina C por via IV. Lee fez exames de sangue antes de começar a dar a MJ o IV e os testes deram normais.

Lee fala nas datas em que viu MJ, e no que lhe deu. Ela viu MJ depois de ele ter vindo de Londres, e disse-lhe que estava cansado. No fim de Março, MJ perguntou se iria para Londres com ele.

A 12 de Abril, Domingo de Páscoa, Lee visitou MJ. MJ disse-lhe que tinha um problema de sono e nada do que deu resultava. Lee ofereceu-se para fazer um estudo de sono em sua casa, e MJ disse que não tinha tempo para isso.

MJ queria que Lee visse que ele não conseguia dormir e pediu-lhe para ficar uma noite e vê-lo dormir. Lee concordou. MJ tinha "chá de indução do sono" (um chá de ervas), teve o cocktail de Myers e vitamina C,via IV. O cateter estava na mão, porque MJ tinha veias muito pequenas. Michael também brincou dizendo que tinha "veias preguiçosas". Tirando o facto de serem pequenas, não tinha problemas com as suas veias. Lee observou-o a dormir durante 5 horas. MJ acordou por volta das 3 da manhã.

Martinez é detetive de polícia de Los Angeles há 10,5 anos. Foi para o UCLA a 25 de Junho,por volta das 15:30. Na UCLA,Martinez e Smith falaram com pessoas diferentes. Martinez esteve presente durante metade da entrevista de AA a 25 de Junho. AA não mencionou ter deitado fora frascos nem viu nenhuma garrafa num saco.

Martinez foi à Carolwood por volta das 7:30 PM e não viu AA.Viu FM. Alex Supall, especialista em vigilância na Polícia, esteve em Carolwood para recuperar as imagens de segurança. Martinez tomou a decisão de apenas fazer o download da cheada de MJ e de CM.

Martinez não foi a 31 de Agosto de 2009 á entrevista com AA, mas viu AA em Setembro para tirar as suas impressões digitais.

Em Abril de 2011 Walgren ligou a Martinez e pediu-lhe para trazer certos itens de provas a seu escritório. Walgren também disse que AA ia lá estar. AA estava estacionado no prédio da polícia e foi ao escritório Walgren com Martinez. Martinez trazia uma caixa de itens prova, mas só mostrou o saco de soro fisiológico,o frasco de propofol e oxímetro de pulso a AA.

Gourjian mostra os desenhos que AA fez em Agosto de 2009 e o saco de soro fisiológico, que desenhou em Abril de 2011 e diz que são significativamente diferentes.

Interroga Walgren

Walgren menciona que AA testemunhou a garrafa no saco de salina e oxímetro de pulso, em Janeiro.

Walgren pede a Martinez para explicar desenho do saco de soro fisiológico,feito em Abril de 2011. Martinez diz que quando mostrou o saco de soro fisiológico a AA, AA disse que havia uma câmara adicional. Martinez pediu-lhe para a desenhar para explicar.

Re-dirige Gourjian

Gourjian diz que durante a audiência preliminar, AA não testemunhou que a garrafa que viu, era de propofol. Objeção de Walgren que diz que AA não tinha visto as provas.
Gourjian diz AA nunca mencionou a câmara adicional em agosto de 2009. Martinez diz que ele mencionou, se depois de ver o saco de soro fisiológico em abril de 2011.

Martinez, mais uma vez menciona que em Abril de 2011, AA mostrou apenas 3 itens: saco de soro fisiológico, frasco de propofol e oxímetro de pulso.


Depoimento do Dr. Allan Metzger

Direção de Chernoff

Metzger coneceu MJ há 15/20 anos atrás. O relacionamento de Metzger com MJ começou primeiro profissionalmente, e mais tarde tornaram-se amigos também. Metzger foi o médico principal de MJ, quando ele estava em Los Angeles.Tratou MJ de várias coisas. Metzger diz que MJ viu outros especialistas também.

Metzger trouxe 5 registros médicos com ele. Metzger tinha visto MJ no seu escritório a 23 de Junho de 2003. Michael ligou-lhe a 12 de Junho de 2008. O telefonema de MJ em 2008 mencionou problemas de sono e problemas de pele. Metzger deu-lhe Tylenol PM para dormir e falou sobre saúde de MJ,e das dores nas costas. Metzger disse a MJ quando foi para Los Angeles, para marcar consulta com ele,e com Klein.

Metzger diz que conversava frequentemente com Grace sobre as crianças.

Metzger visitou MJ em sua casa em Abril de 2009. Metzger acha que foi num fim de semana,no início da tarde. Nesse dia,MJ, seus filhos e a segurança estavam na casa. Grace não estava. Quando começaram a falar,as crianças estavam no quarto, mas mais tarde sairam. Metzger e MJ falaram em privado. Metzger diz que a sua visita demorou 1 hora e 30 minutos, e conversou com MJ em privado cerca de 20-30 minutos.Conversaram sobre questões médicas e o stress em que MJ estava,devido aos ensaios e tournée. MJ não mencionou ir a outro médico.

MJ estava lúcido.Estava animado e falava de coisas criativas. Metzger diz que MJ mostrou tanto entusiasmo como medo. Seu medo era de não fazer um bom trabalho com os 50 concertos. MJ acreditava que estava à altura da tarefa, mas estava com medo em relação á sua saude.Falaram sobre alimentação e hidratação. MJ estava a lidar muito bem com as questões das suas dores crónicas.

Metzger diz que MJ estava sob stress, devido ao seu grave disturbio de sono.

Metzger afirma que o sono tem sido um problema ha cerca de 15/20 anos para MJ, especialente durante as tournées. Metzger diz que viajou com MJ em tournée.

A 18 de Abril de 2009, MJ pediu uma medicação intravenosa, porque MJ não acreditava que qualquer medicação oral fosse util. MJ não mencionou nenhum medicamento pelo nome.

Metzger diz da sua experiência, que sabe que a anterior medicação oral não funciona. Metzger tentou Xanax, Tylenol PM antes. Em Abril de 2011, deu a MJ klonapim e trazadone para experimentar, mas não devem ser usados ​​juntos. Ele pediu a MJ para lhe ligar, e lhe dizer qual dos medicamentos resultou. Metzger não falou com MJ depois desse dia.

Chernoff pergunta quem é Randy Rosen. Metzger diz que trabalha com ele nos problemas da dor. Chernoff pergunta de que tipo de dor MJ sofria. Metzger responde dor crónica nas costas, devido a ensaiar demasiado, e mais uma decorrencia de lesões. Metzger diz que não sabe a especialidade de Rosen e à pergunta sobre que tipo de medicação dada na clínica de Rosen é sustentado.

Metzger diz que se presume igualmente que MJ via Klein devido ao seu vitiligio,e a alguns procedimetos menores.

MJ menciounou a Metzger que precisava de um médico em Londres. MJ estava preocupado com a sua hidratação, com os problemas de sono, e com as suas lesões,
e queria um médico com ele.

Interroga Walgren

Walgren pergunta sobre o tratamento IV. Mezger diz que disse a MJ que era perigoso e não devia ser feito fora de um hospital.

Walgren pergunta se qualquer quantidade de dinheiro faria Metzger dar drogas de IV a MJ. Metzger diz que não.

Chernoff re-dirige

Chernoff pergunta se Metzger disse a MJ que a medicação IV para dormir seria perigosa. Metzger diz que disse a MJ que qualquer medicação por IV seria perigosa. Metzger não tem certeza se MJ lhe pediu um anestésico, MJ disse:
"medicação para dormir".

Depoimento de Cherilyn Lee



Dirige Chernoff

Lee é uma enfermeira que tem prática em nutrição holística. Como enfermeira, tem feito isso constantemente há 15 /20 anos, e já trabalhou com atletas e artistas.

Como enfermeira, pode prescrever medicações, mas não quer. Não gosta do que os medicamentos fazem ás pessoas. Prefere os tratamentos naturais.

Em Janeiro de 2009 recebeu um telefonema de FM, que é filho de uma amiga.
FM contou que as crianças de MJ tinham um resfriado e MJ queria que Lee fosse
vê-las. Enquanto estava a observar as crianças, MJ falou com ela e perguntou-lhe o que ela faz. MJ disse-lhe que se sentia um pouco cansado. Lee disse que pode marcar alguns exames de sangue a MJ, e tentar ajudá-lo com a nutrição.

Lee voltou a casa de MJ no dia seguinte, e aplicou um teste físico a MJ. Tirou sangue para exames laboratoriais e fez-lhe perguntas para determinar o que causou a sua fadiga. MJ não mencionou seus problemas de sono. Apenas disse que tinha dificuldade para adormecer. Lee diz que MJ estava bebendo "Red Bull" (uma bebida energética), e Lee achou que Red Bull podia ser a causa. Alertou MJ sobre o red bull, e MJ disse que "tudo o que me dizem para fazer, eu vou parar".

Chernoff pergunta se MJ parecia cansado. Lee diz que não. Lee também disse que MJ disse que pensou que poderia ser anémico. Lee pensou que no geral MJ era uma pessoa saudável e amoroso.

Lee deu-lhe smoothies nutricionais com proteína, e shots de vitamina B12. O Cocktail de Myers e vitamina C por via IV. Lee fez exames de sangue antes de começar a dar a MJ o IV e os testes deram normais.

Lee fala nas datas em que viu MJ, e no que lhe deu. Ela viu MJ depois de ele ter vindo de Londres, e disse-lhe que estava cansado. No fim de Março, MJ perguntou se iria para Londres com ele.

Em 12 de Abril, Domingo de Páscoa, Lee visitou MJ. MJ disse-lhe que tinha um problema de sono e nada do que deu resultava. Lee ofereceu-se para fazer um estudo de sono em sua casa, e MJ disse que não tinha tempo para isso.

MJ queria que Lee visse que ele não conseguia dormir e pediu-lhe para ficar uma noite e vê-lo dormir. Lee concordou. MJ tinha "chá de indução do sono" (um chá de ervas), teve o cocktail e vitamina C, via IV. O cateter estava na mão, porque MJ tinha veias muito pequenas. Michael também brincou dizendo que tinha "veias preguiçosas". Tirando o fato de serem pequenas, não tinha problemas com as suas veias.
Lee observou-o dormir durante 5 horas. MJ acordou por volta das 3 da manhã.
Lee reviu suas cartas ontem à noite. Lee diz que ela não está se sentindo bem. Pastor juiz faz uma pausa para que ela possa descansar.

Lee tem um PhD em nutrição e ela é uma nutricionista certificada e crê em medicamentos holístico. Chernoff vai sobre seus registros.
12 de abril Michael queria produtos para dormir, mas não disse a ela que ele queria.
19 de abril, ela foi até a casa de MJ na parte da manhã para preparar um smoothie e deu B12 para MJ.
MJ disse que tinha problemas para dormir e pediu para vê-lo dormir. Ele disse a Lee que ele tinha um padrão de 2 a 3 horas de sono. MJ também perguntou sobre Diprivan (Propofol), Lee não sabia o que era. MJ disse a ela que é a única medicação que o fazia dormir imediatamente. Lee diz que não sabe se MJ tinha recebido Propofol no passado, ele parecia ter familiaridade com esta droga.
Lee fala sobre maneiras naturais de sono e higiene do sono com MJ. Antes de voltar naquela noite Lee procurou saber sobre Diprivan e chamou um médico.
O médico disse a Lee que Diprivan nunca era usado em casa. Lee disse isso para MJ. MJ diz que os médicos lhe tinha dito que era seguro e ele pensou que seria seguro se ele tivese alguém em casa para monitorá-lo. Lee vai para seu escritório e ela mostra os efeitos adversos para MJ. MJ diz a ela que tinha Diprivan para a cirurgia e ele adormecera facilmente. MJ diz que ele precisa descansar para o trabalho. Lee verifica seus registros e corrige que MJ realmente dormiu 3 horas (e não cinco horas) de acordo com seus registros. Quando MJ acordou apenas dormindo 3 horas no dia 19 de abril, ele não estava feliz. Ele disse apenas que a unica coisa que iria ajudá-lo a dormir foi Diprivan e pediu a Lee para ajudá-lo encontrar alguém que lhe aplica-se. Lee não viu MJ depois disso.
21 de junho , ela recebeu um telefonema de FM. FM ligou para dizer que MJ queria vê-la. Lee ouviu MJ no fundo dizendo
"diga a ela o que há de errado comigo, metade do meu corpo está quente, e metade está frio". Lee disse a FM que alguém precisava levar MJ para o hospital. Lee estava na Flórida quando recebeu a chamada. Lee mencionou em junho o telefonema para a polícia e disse que poderia ser um problema no sistema nervoso central. Lee diz que este foi um dos sintomas de Propofol ela havia mencionado a MJ. Lee diz que em julho de 2009, quando ela falava com a polícia, ela não sabia o que ele estava tomando de medicação .

Walgren passa por cima dos prontuários médicos de Lee. Ela manteve relatórios detalhados.
29 de janeiro Lee viu as crianças por constipações.
01 de fevereiro voltou a dar suplementos nutricionais. Ela fez um checkup médico.
MJ disse que ele tinha vitiligo e lupus. Lee diz sobre as latas de Redbull eram óbvias. MJ foi dormir com luz, música e filmes . MJ disse que ao ensaiar ele suava muito e as pessoas teriam de enxugar os pisos. Walgren mostra a parte que ela tem escrito os sinais vitais de MJ. MJ queria iniciar um programa nutricional, com ela e planejava fazer trabalho de laboratório. Ela tirou sangue de MJ e ele tinha pequenas veias. Ela disse a MJ para parar de beber Red Bull.
02 e 03 de fevereiro ela viu MJ. Ela manteve documentando notas de progresso, suas impressões, suas recomendações e reclamações se houver.
16 de fevereiro Lee olhou para sinais vitais de MJ e resultados de laboratório discutidos com MJ. O plano era necessário para interromper bebidas Red Bull. Ela tirou sangue novamente para ver os efeitos do tratamento. Lee diz que MJ tinha melhorado muito e seus resultados foram normais.
9 de março Lee falou sobre os resultados de laboratório com MJ e novamente manteve documentado todas as suas descobertas, impressões, recomendações e reclamações. 13 de março Lee foi novamente documentar suas descobertas.
MJ em 16 de março não tinha queixas e me senti bem. Plano era continuar com vitaminas, coquetéis e suplementos nutricionais.
20 de março, 24 de março, 26 março, 31 de março Lee continua a ver Michael e documentar.
12 de abril a queixa principal de MJ é que ele precisa de produtos para dormir e ele está disposto a tentar produtos naturais.
19 de abril energia de MJ era boa, mas ele era incapaz de dormir e os produtos naturais não o ajudavam.
19 de abril pela manhã MJ pediu para Lee observá-lo dormir. MJ disse que precisava de algo . MJ pediu Diprivan. Lee nunca ouvi falar de Propofol antes. Ela procurou e fez um telefonema e descobri que era usado em hospitais para a cirurgia. Lee disse MJ que não era seguro para uso em casa. MJ assegurou-lhe que era seguro e que ele "só precisava de um médico para monitorá-lo enquanto ele dorme". Lee trouxe de volta PDR de seu escritório e mostrou para MJ e explicou-lhe os efeitos colaterais. PDR tem vários efeitos colaterais. Alguns deles são tonturas, agitação, calafrios, tremores e perda de memória. MJ pediu para Lee "que se você esquecer suas musicas?". MJ disse: "Eu nunca esqueceria minhas musicas". MJ novamente lhe disse que os médicos disseram que seria seguro. Lee perguntou: "Eu entendo que você quer dormir uma boa noite. Você quer ser "nocauteado", mas e se você não acordar? ".
MJ disse: "Eu vou ficar bem Eu só preciso de alguém para me acompanhar com o equipamento enquanto eu durmo". Lee se emociona e começa a chorar.


19 abr noite MJ adormeceu às 12:15 da manhã e acordou em torno de 3h15. Ele disse que precisava Dirpivan IV. Lee disse que seria perigoso e MJ repetiu que ele estaria bem, se um médico monitorava ele. Lee diz que ela não estava disposta a dar MJ IV Propofol. Ela diz que não foi usado em casa e não era uma medicação para dormir.
Ela nunca viu MJ novamente.
julho 2009 Lee foi entrevistado pela polícia. Ela disse que disse para MJ
"ninguém que se importa ou tivesse o melhor interesse no seu coração vai dar-lhe isso".

Chenoff re-dirige e pergunta se ela deu entrevistas à imprensa antes de falar à polícia. Ela diz que sim. Lee explica que um de seus pacientes é jornalista e arranjou as entrevistas.

Chernoff pergunta sobre a chamada em 21 de junho. Ela não se lembra de quando ela recebeu o telefonema. Ela estava no hospital sozinha.


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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Dom Out 30, 2011 10:24 pm

Dan Rubin Testemunha

Chernoff Dirige

Ele era executivo operacional chefe da UCLA Medical Center. Rubin começa por explicar o layout da UCLA.

Em 25 de junho ele recebeu um telefonema dizendo que havia uma "pessoa de interesse" no hospital, ele inicialmente não sabia que era MJ. Rubin estava fora da sala de ER e tentou proteger a área de segurança e privacidade. Rubin organizado 3 salas de conferências: uma para a família, uma para a polícia e uma para as outras pessoas. A sala de conferências terceira foi usada para uma reunião sobre um comunicado de imprensa. Havia pessoas da AEG e UCLA. Jermaine Jackson estava no quarto também. Rubin veio e foi a partir da sala. Rubin viu CM na sala de conferências ler o comunicado de imprensa e comentando que a causa da morte não era conhecida. CM parecia angustiado. Comunicado de imprensa foi realizada no auditório no subsolo por Jermaine Jackson.

Walgren menciona Katherine Jackson foi notificado sobre a morte de MJ por Richelle Cooper. Rubin disse à polícia que ouviu a "angústia de uma audiência a mãe sobre a perda de seu filho e de uma perspectiva pessoal, não foi uma coisa boa para ouvir".

Randy Philips Testemunha

Testemunho de Randy Phillips continua

Chernoff continua

AEG foi contatada por Peter Lopez sobre MJ potencialmente voltar aos palcos em 2007. Randy disse que isso teria sido um feito monumental para a AEG,pois MJ era o maior artista.

A reunião aconteceu em Las Vegas com Lopez,um outro advogado chamado Cross, Raymone Bain e sua assistente. O encontro durou 90 minutos. Naquela altura, MJ não estava pronto para voltar aos palcos, então Phillips não o pressionou mais.

Agosto 2008: AEG foi contatada por Tom Barrack, da "Colony Capital", que comprou metade de Neverland. Encontraram-se e falaram sobre os espectaculos. Phillips reuniu-se na mesma semana com Tohme. Tohme disse que MJ queria recomeçar sua carreira, primeiro a fazer concertos ao vivo e depois,a fazer música nova.

Phillips reuniu-se com MJ em Setembro de 2008. O plano era fazer um espetaculo na arena O2. Phillips diz que só artistas especiais podem fazer isso e é como "levar a montanha a Maomé". MJ parecia motivado e receptivo à idéia. Phillips teve outra reunião com MJ para falar sobre criatividade.

Phillips reuniu-se com MJ no Halloween (31 de outubro). MJ disse a Phillips como queria recomeçar sua carreira e como estava a viver como se fosse um vagabundo. A reunião tornou-se emocional e ambos RP e MJ choraram.

O contrato da AEG era de 31 espetaculos. MJ disse querer esse número, porque queria fazer 10 concertos mais que Prince.O contrato foi assinado na casa de MJ em Janeiro de 2009.

Chernoff tenta fazer várias perguntas sobre o contrato, mas é impedido. Juiz não permite essa forma de fazer questões.

A Conferência de imprensa foi em Março, e a AEG anunciou inicialmente 10 concertos. Chernoff tenta perguntar porque MJ estava atrasado para a conferência, mas o juiz não permite.

Após o anúncio,fizeram uma pré-venda e os pedidos foram inacreditáveis.
Gongaware disse a Phillips para perguntar a MJ se faria mais concertos. Phillips falou com Tohme e recebeu um telefonema de MJ passados 20 minutos.

MJ disse que faria no máximo,50 e pôs duas condições:Queria uma casa fora de Londres com 16 acres, cavalos, pastoral para seus filhos, e queria que o livro de recordes do mundo Guinness,estivesse presente no seu 50º concerto.

Em Março,MJ diz que queria que Ortega fosse o diretor de concertos. Ortega foi contratado e, em seguida, audições foram feitas, e pessoal adicional foi contratado em Abril. Os ensaios começaram em Maio.

MJ falou sobre um médico pessoal em Maio. Randy não estava e ouviu isso de Dileo.
Gongaware e Whooley. perguntaram se Phillips pode convencer MJ a não contratar o seu próprio médico. Phillips disse a MJ que seria caro trazer um médico dos EUA para Londres e perguntou se MJ iria contratar um médico morador de Londres. MJ foi firme e disse que queria o seu próprio médico. Gongaware negociou com Murray.

Houve uma reunião na primeira semana de Junho. Dileo estava preocupado com o facto de MJ não comer o suficiente. CM disse que se ia certificar que MJ comia corretamente, e ia ter de dar a MJ bebidas de proteína suplementar. CM disse que a saúde de MJ estava boa. Phillips disse que era óbvio para ele que MJ confiava em CM tinham uma relação próxima. Essa foi a primeira vez que Phillips se encontrou com CM.

Havia uma preocupação mencionada por Ortega na segunda semana de Junho. Ortega achava que MJ não estava tão empenhado como deveria estar. A principal preocupação era MJ, e os ensaios.

Phillips diz que não tinha certeza do que Ortega entende por amor obessessivo e levar ao limite. Phillips disse que ninguém estava a pensar em levar ao limite, e não havia preocupação que o concerto fosse cancelado,pois teriam adiado. Depois do e-mail de Ortega, Dileo ligou e pediu a Phillips para marcar uma reunião. Phillips pediu a CM para organizar a reunião.

Durante uma conversa Phillips mencionou a CM que MJ estava a ser seguido por Klein. Phillips mencionou isso porque, numa reunião de produção MJ não estava tão focado como sempre esteve (Phillips diz que MJ estava geralmente de laser focado). Phillips perguntou a MAW se MJ estava bem e MAW disse que MJ tinha acabado de chegar de Klein.

20 de Junho:Reunião.MJ, CM, Phillips e Ortega estiveram presentes. Ortega começou por dizer que MJ precisava concentrar mais, e mostrar mais empenho. MJ disse a Ortega que estava pronto e "Constróis a casa e eu vou colocar a porta e pintar".

Phillips foi aos ensaios a 23 e 24 de Junho.

25 de Junho: Phillips recebeu um telefonema de Dileo por volta das 10:30-11:00.
Dileo disse que MJ estava a ter dificuldade em respirar,e disse-lhe para ir para Carolwood. Phillips demorou 15 minutos a chegar a Carolwood. Quando chegou,os paramédicos estavam a sair da casa,e Phillips seguiu-os para o hospital. Dileo juntou-se a Phillips no hospital. Phillips viu CM no hospital. CM estava muito nervoso e Phillips não se lembra o que CM disse.

Walgren Interroga

Phillips diz que soube em Maio de 2009 que MJ tinha um médico pessoal. Phillips diz que não tinha conhecimento do tratamento que CM estava a aplicar a MJ.

Phillips diz que nunca chegou ao ponto de considerar que estava pressionando MJ para os concertos TII.

Phillips diz que mencionou que MJ estava sendo perseguido por Klein na reunião da primeira semana de Junho. Phillips diz que CM tem ou tinha conhecimento, ou disse que iria verificar.

Phillips è novamente questionado sobre concertos TII. Phillips diz que MJ estava motivado e que era um génio. Phillips mais uma vez conta como os concertos foram aumentados para 50. Após os pedidos da pré-venda, Gongaware pediu-lhe para falar com Michael. Phillips ligou a Tohme, e Michael ligou-lhe passado 20 minutos. MJ disse que ia fazer os 50 concertos, mas queriao Guinness Book de Recordes Mundiais a documentá-lo, e queria uma propriedade para seus filhos. Phillips diz que MJ era um pai fenomenal.

Walgren menciona as reuniões. A reunião da primeira semana de Junho foi sobre o fato de MJ não comer o suficiente e CM disse que ia cuidar dele. MJ tinha grande confiança em CM. A Reunião de 19 de Junho foi sobre os ensaios em falta. CM foi muito confiante e disse a Ortega para tratar dos concertos, que ele, CM, era médico e iria cuidar da saúde de MJ.

Depois de ter sabido a hora a que os paramédicos sairam da casa, Phillips diz que pode ter-se confundido com as horas em que recebeu o telefonema sobre MJ a 25 de Junho.

Phillips diz que assistiu aos ensaios em 23 e 24 de Junho. Última vez que viu MJ foi em 24 de Junho. Phillips diz que teve soluços enquanto assistia ao ensaio de MJ.
MJ dirijiu-se até ao seu carro com Phillips. "MJ colocou as mãos sobre os meus ombros enquanto saiamos e disse-me: 'Trouxeste-me até aqui, agora eu estou pronto. Posso ir a partir daqui." E essa foi a última que o vi ", disse Phillips.

Chernoff redirige
Phillips diz que nunca sentiu que MJ não fosse capaz de fazer os concertos. Phillips diz que a razão dos concertos iniciais terem sido cancelados,não tinha nada a ver com a saúde de MJ. Phillips diz que durante a reunião foram sempre sendo tranquilizados por CM.

Chernoff fala sobre o cancelamento dos concertos. Phillips diz que a AEG tinha a obrigação contratual de MJ, e ambos, (MJ e AEG) teriam que concordar mutuamente sobre o cancelamento da tournée. Chernoff pergunta se contratualmente MJ foi responsável pelo custo de produção, Phillips diz que sim. Chernoff tenta saber mais informações sobre o contrato, tais como seguro, mas as questões são suspensas.

Chernoff pergunta o que Ortega entende por amor obessessivo,levar ao limite. Phillips diz que não sabe e que não está na mente de Kenny.

Chernoff pergunta porque mencionou Klein a CM. Phillips disse numa reunião em que MJ estava distraído e quando perguntou a MAW se MJ estava bem, o PMA disse que MJ tinha regressado de Klein. Outro momento em que foi mencionado,foi devido ao facto de MJ não poder ir á reunião,porque tinha estado com Klein.


Testemunho de Michael Hansen

Flanagan dirige

Hansen trabalha Na Pacific Toxicology/ Toxiologia.E Têm amostras do escritório do legista,onde fizeram testes para Lorazepam total (a droga e o metabolito) para a defesa.

Flanagan tenta fazer perguntas, mas não podem ser respondidas, porque ultrapassam o conhecimento de Hansen. Há uma série de acusações. Flanagan não faz mais perguntas.

Walgren Interroga

Walgren pergunta há quanto tempo Hansen conhece Flanagan. Hansen diz que desde 2009 e que sua empresa trabalhou com a empresa de Flanagan por décadas.

Walgren pergunta sobre o teste de conteúdo do estómago. procuraram Lorazepam total (livre de drogas e do metabolito) porque é o procedimento padrão. Descobriram que era 634ng/ml. Na análise que não diferenciava entre a droga e seu metabólito. Mais tarde, foi enviado a outro laboratório na Pensilvânia para determinar o Lorazepam livre. Os resultados foram de 84 ng / ml. É igual a 0,006 mg, que é 1 / 333 de um comprimido 2mg.

Walgren pergunta se o Dr. Shafer em contato com o laboratório, perguntou sobre sua metodologia de testes de drogas. Não responderam e notificaram Flanagan. Ms Brazil ligou para o laboratório para obter os procedimentos e disse que se não responderem, teria que envolver o tribunal. Somente após isso,forneceram os procedimentos á acusação.

Walgren diz que tem a versão correcta dos resultados toxicológicos e que a cópia de defesa não tinha correção. Walgren pergunta porquê, mas Hansen não sabe o motivo.

Flanagan redireciona

Flanagan afirma que a quantidade encontrada pelo médico legista é de 0,008 mg, mas que o seu laboratório encontrou 0,006 mg, e pergunta as razões. Hansen diz que poderia ser devido ao momento do teste e da sua degradação, ou poderia ser devido aos métodos utilizados.

Testemunho de Gerry Causey


nha dado duas entrevistas à imprensa sobre CM.

CM tinha informado que ia deixar de exercer em meados de Abril.

Depois de Walgren ter questionado, Causey diz que foi tratado de um problema cardíaco e não por um distúrbio do sono ou dependência de drogas.

Walgren pergunta onde o procedimento aconteceu. Causey diz que foi no hospital,que assinou os papéis, e que tinha 3 pessoas adicionais a momotoriza-lo no quarto.

Causey teve de colocar stents adicionais,e de novo num hospital com pessoal adicional presente.

Chernoff redireciona

Causey diz que não foi pago para dar uma entrevista à imprensa e deu-a para ajudar seu o amigo CM. Causey diz que ajudou CM por causa do carinho e da compaixão, e não acha que CM fez o que é acusado.

Walgren Re-Interroga

Walgren pergunta se mesmo que CM tivesse agido com negligência grave, Se Causey ainda estaria aqui para apoiar CM. Causey diz que sim.


Testemunho de Andrew Guet


Guest conheceu CM em 2002. Tinha 39 anos e teve dores no peito,no braço, e tinha dores de cabeça.
CM colocou stents,e resolveu a sua dor no peito.

Guest diz que CM é o melhor médico,que explica tudo e garante que o paciente está bem.

Walgren Interroga

Causey fez entrevistas com os média também.

Walgren pergunta que tipo de tratamentos teve. Foi devido a um problema cardíaco e CM tinha uma equipa para ajudá-lo,bem como os equipamentos médicos necessários estavam disponíveis.

Walgren pergunta se CM lhe admisnistrou Propofol no seu quarto.Guest diz que não.

Walgren pergunta se todo paciente merece o nível de cuidados que Gest teve. Guest diz que sim e quer acrescentar algo mais,mas Walgren não deixa.

Chernoff redireciona

Guest queria acrescentar que CM oferece grande cuidado em seu escritório também. Guest diz ainda que ele não foi pago pelos médi,a e falou porque acredita que CM precisa de apoio.

Walgren Re-interroga

Guest diz que nada iria mudar a idéia que tem de CM.


Testemunho de Lunette Sampson



Sampson teve três ataques cardíacos. Em 2008 teve um ataque cardíaco enquanto CM estava fora da cidade. Outro médico disse-lhe que estava bem. CM não concordou com o médico e quiz que sampson tivesse feito um teste.Não fez o teste e teve outro ataque cardíaco.

Sampson diz que CM é muito atencioso e não apressa os pacientes (CM não pressiona).

Sampson diz que CM não é ganancioso e cuida das pessoas pro bono, e paga a medicação quando os pacientes não podem pagar.

Walgren Interroga

Walgren pergunta quem lhe pediu para depor. Sampson foi contactaqda pelas PR de CM.

CM nunca mencionou que ia trabalhar para MJ. Apenas disse que estava indo para Londres por um ano e encaminhou para outro médico. Sampson diz que se sentiu ngústiada, porque não confia noutro médico devido ao que aconteceu com ela.

Walgren menciona uma carta de disciplina que CM teve do Hospital Sunrise.
A 24 de dezembro, CM foi chamado às 11:00 e às 11:05. CM ligou para o hospital por volta das 12:00 e pediu ao pessoal para chamar outro médico.
CM chegou ao hospital às 01:56 PM. 3 horas depois de ter sido chamado pela primeira vez, e houve um sério risco de coagulação do sangue para o paciente. Sampson não tinha conhecimento desta carta.

Walgren pergunta que tipo de tratamento Sampson recebeu. Sampson responde problema no coração. Walgren pergunta se CM sabia o que o outro médico fez,e diz que é porque o outro médico mantinha registos.

Chernoff redireciona

Devido a procedimentos hospitalares,os médicos devem ligar dentro de 1 hora e 20 minutos.


Testemunho de Dennis Hix


Hix vive numa casa ao lado das crianças de CM em Las Vegas e conheceu CM em 1999. Tinha problemas cardíacos, e seu médico anterior disse que não podia fazer nada,mas CM resolveu o problema. CM colocou seis stents num hospital.

Hix diz que CM é o melhor médico, e que ajudou seu irmão de graça, quando não tinha dinheiro para ir para ER.

Walgren Interroga

Hix recebeu uma carta de CM em 2009. CM não disse o que ia fazer, e nunca mencionou MJ.

Walgren pergunta oaque foi tratado Hix.Hix responde a um problema cardiaco, e várias outras coisas, mas não foi para o transtorno de sono ou dependência de drogas. Hix diz que não sabe se CM mantinha registos para seu tratamento médico.

Testemunho de Ruby Mosley



Mosley vive em Houston,em Acres da comunidade de origem.
A Casa Acres é para cidadãos séniores da área, de baixa renda. Mosley diz que conhecia o pai de CM. Em 2006,CM abriu uma clínica em honra de seu pai.

Mosley diz que CM não é ganancioso, e que se ele fosse ganancioso, ele teria aberto uma clínica numa área de baixa renda. Mosley diz que CM não fez muito dinheiro em Houston e abriu a clínica porque seu pai tinha uma clínica lá, e CM assumiu o compromisso de continuar o atendimento médico depois de seu pai.

Mosley diz que ela e seu marido são tratados por CM.
CM colocou stents.

Walgren Interroga

Walgren pergunta se Mosley conheceu Anding Sade. Mosley diz que viu CM na clínica e não sabe o que ele fez em sua vida pessoal.

Mosley diz que CM é muito experiente e pode dar pormenores, relacionados a planos de assistência médica.

Chernoff redireciona

Mosley diz que CM teve não apressa os pacientes, e explicou-lhe tudo. As consultas poderiam durar 1 hora. Mosley diz que CM via os pacientes,e não importava quanto tempo demorava.

Mosley diz que tem saudades de CM.



Depoimento do Dr. Robert Waldman Addiction Specialist(Especialista em dependências)


Chernoff Dirige

RW afirma que especialistas em dependência ajudam os pacientes a parar de usar álcool e / ou drogas. RW afirma que se uma pessoa lhe pede ajuda,primeiro,ele iria fazer uma entrevista e o historial completo, o uso repetitivo, a idade de início, a história de todas as substâncias de abuso, a história das consequências adversas do uso, se são legais,e as consequências sociais . RW afirma que um historial médico completo é necessário, mas também tem de se concentrar nas consequências.

RW diz que existem diferentes tipos de programas de tratamento, dependendo da substância em que uma pessoa é viciada em. RW afirma pergunta à pessoa o que o vício tem causado os problemas legais,os problemas no casamento, etc RW diz que já tratou atletas profissionais e celebridades com dependência de analgésicos receitados. RW afirma que os sinais de abstinência podem ser alterações de desempenho, mudanças de comportamento, uso para além do uso regular pode tornar-se uma dependência.

RW afirma que demerol é uma droga antiga, e desde então,surgiram novas drogas. RW diz que os opióides são prescritos para a dor. RW afirma que as pessoas que param de usar pílulas foram abusando,da situação e não é seguro, nem é confortável. RW afirma que as pessoas em negação do seu vício, dizem a todos que os cercam, que não têm problema. RW diz que as intervenções são necessárias, às vezes, porque as pessoas viciadas não querem desistir das suas vidas diárias, ou viver de acordo com as regras da reabilitação. RW afirma que as pessoas viciadas tentam esconder o uso, e fazem tudo ao seu alcance para manter a sua privacidade e discrição, incluindo os pacientes que escondem seus vícios de uma variedade de médicos e farmácias (referido como médico de compras) RW afirma que para manterem seus vícios privados,usam as drogas longe da família e amigos.

RW diz que existem duas maneiras de ajudar um viciado em opiáceos:um é uma droga de substituição de opiáceos,como a metadona,mas primeiro é preciso retirar a droga,antes que possam usar a droga de substituição de opiáceos.O segundo método é dado através de lotes de benzodiazepínicos para sedação, através do desmame. Sintomas de abstinência de opióides consistem em suores, taquicardia, dores musculares, dores ósseas, dores abdominais, vômitos, ansiedade grave, arrepios quentes e frios,e diarréia. RW afirma que o maior medo de um viciado é que se sinta desconfortável enquanto faz o desmame. RW afirma que tanto a lorazepam como a ativan podem ser usados para abstinência de opióides. RW afirma que o tempo de abstinência é variável, e muitas vezes o viciado diz que não precisa mais da reabilitação das drogas porque já está confortável.

RW afirma que a anestesia pode ser usada para acabar com a dependência de opiáceos, e ao mesmo tempo sob anestesia, outras drogas podem ser dadas para aliviar sintomas de abstinência de drogas.

RW diz que reviram os registos médicos de Michael Jackson, do Dr. Arnold Klein, declarações / depoimentos das testemunhas. RW afirma que os registos médicos de MJ começaram em Janeiro e terminam a 22 de Junho de 2009. RW diz que a 12 de Março, uma página a partir do registo médico mostra que um paciente chamado Omar Arnold (alias MJ) foi tratado com Restylne / Botox e recebeu injeções de Demerol para os tratamentos. RW afirma que Restylne e Botox são preenchimentos para rugas, mas não está familiarizado com as drogas. RW pergunta a seus colegas se o REstylne ou Botox seria doloroso o suficiente para pedir demerol, e seus colegas disseram que não. RW menciona que MJ também recebeu Midazolam nesse dia, e que as doses de demerol foram acima da média, o que significa que foi uma dose grande.
RW afirma que reviu as fichas médicas de MJ do dia 17 de Março, e que o tratamento foi similar ao 12 de Março, mas sem botox e injeções de demerol. RW afirma que o limite recomendado para o demerol é de 600 mgs em 24 horas; MJ recebeu 100 mg às 10:45 da manhã, e outra injeção de 100 mg de demerol às 11:45.

RW afirma que a 6 de Abril,registos médicos de MJ revelam que em oito horas,foram dadas 200 mg de demerol e 1 mg midazolam,de uma só vez.

A 9 de Abril, MJ recebeu ás 03:30 uma injeção de demerol de 200 mg e 1 mg de midazolam.
A 13 de Abril, MJ recebeu 200 mg de demerol e 1 mg de Midazolam às 11:15, juntamente com Restylne para ambos os dias 13 e 9.
A 05 de Abril MJ recebeu 200 mg demerol e injeção de 1mg de midazolam.
A 17 de Abril MJ recebeu Botox na axila para a transpiração, 200 mg de demerol, 1 mg de midazolam. Em seguida,demerol, 100 mg injectável e 1 mg de midazolam para um total de 300 mg demerol.
A 21 de Abril,MJ recebeu Botox para virilha, demerol 200 mg,e 1 mg midazolam, uma hora depois 100 mg de demerol. RW afirma que a progressão de 200 mg de demerol para 300 mg, é significativa na medida em que acredita que MJ estava a desenvolver tolerância ao demerol.
A 22 de Abril,ás 11:30, 200 mg demerol,e uma hora mais tarde, midazolam, 100 mg de demerol.Uma hora depois 75 mg de demerol para o total de 375 mg demerol junto com Botox. RW afirma que nunca deu 375 mg de demerol a um paciente.
A 23 de Abril,MJ recebeu 100 mg demerol, 1 mg de midazolam, por isso o total para os 3 dias (Abril 21,22,23) injeção de demerol foi 775 mg.
A 27 de Abril,MJ recebeu 200 mg demerol ás 11:30, 1 mg uma hora mais tarde, demerol 100 mg e 1 mg de midazolam.
A 30 de Abril, MJ recebeu 200 mg demerol, 1 mg midazolam, duas horas depois 100 mg demerol 2 mg de midazolam.
A 04 de Maio, MJ recebeu 200 mg demerol, 1 mg midazolam, uma hora depois 100 mg demerol,e 1 mg midazolam. RW acredita que MJ era dependente de demerol e possivelmente / provavelmente viciado em opiáceos. RW afirma que seis semanas de muito consumo de opiáceos provocaria dependência para qualquer um.
A 05 de Maio,MJ recebeu 200 mg demerol, 1 mg midazolam.Mais tarde, 100 mg demerol 1 mg midazolam.
A 06 de Maio,MJ recebeu um total de 300mg de demerol em duas doses separadas, midazolam 2 mg em duas doses separadas. RW afirma que não há qualquer anotação no registo medico do Dr. Klein, porque não existem assinaturas ou rubricas de Klein. RW afirma que o total de demerol dado a MJ em três dias (Maio 4,5,6) foi de 900 mg.

RW diz que, entre 06 e 19 de Maio, não houve interação entre MJ e Dr. Klein. RW diz que a 19 de Maio, MJ recebeu 200 mg de demerol,e 1 mg midazolam (nome genérico). RW afirma que a 20 de Maio, MJ recebeu 200mg de demerol,e 1 mg midazolam.
A 21 de Maio,MJ recebeu 100 mg de demerol, 1 mg de midazolam.
A 01 de Junho, MJ recebeu 200 mg de demerol, 1 mg de midazolam.
A 03 de Junho, 200 mg demerol, 2 mg de midazolam.
A 09 de Junho, 200 mg demerol, 2 mg de midazolam.
A 16 de Junho, 100 mg demerol, 1 mg de midazolam.
A 22 de Junho,100 mg demerol,e 1 mg midazolam.

RW afirma que a abstinência de opióides acarreta ansiedade,insónia,e agitação.RW diz que a insónia é muito comum, quase universal, na abstinência de opióides. RW afirma que a maneira mais simples para acabar com o desmasme de demerol seria fornecer benzodiazepínicos.

Walgren Interroga

RW afirma que é possível ser viciado em benzodiazepínicos, incluindo lorazepam. RW afirma que não reviu a declaração de Conrad Murray, sobre o que aconteceu na noite anterior e na manhã da morte de MJ. RW diz que não sabia que estava a enviar a Murray lorazepam e midazolam para o apartamento da sua namorada, mas estava ciente de que Murray estava a dá-lo a MJ. RW afirma que o transporte de benzodiazepínicos não era pertinente.

RW diz que o desmame de opióides e benzodiazpine não causam os mesmos sintomas. RW afirma que baseou a sua opinião de que MJ estava fisicamente dependente demerol registo médico,de Klein, mas seria altamente suspeito o diagnóstico de que MJ era um viciado, com base no mesmo registo.

RW afirma que não é certificado em dependência de drogas. Está envolvido profissionalmente em diálise. RW diz que isso envolve um processo pelo qual uma máquina executa a função renal aos pacientes cujos rins não funcionam adequadamente. RW afirma que pede um exame de urina aos pacientes que acha que lhe mentiram,mas não o faz para cada paciente.

RW diz que trabalha no seu escritório, e uma série de facilidades são confidenciais. RW afirma que trabalha na "Visions Treatment Facility",Clinica de Tratamento em Clearview, Centro de Recuperação "Authentic,"em Cliffside Malibu, e no escritório. RW afirma que é um consultor e vê pacientes de todos as classes sociais,e também faz diálise, mas não pode identificar quantas horas trabalha por semana.

RW afirma que determinou que alguns dos seus pacientes não receberam tratamento adequado apos os ter tratado previamente. RW diz que a parte mais fácil do seu trabalho é fazer com que os pacientes deixem as drogas.A parte mais difícil é mantê-los fora das mesmas.

RW diz que as injeções de Botox / Restylne do Dr. Klein foram dadas nas maçãs do rosto, queixo e tecido facial.

RW afirma que não usa demerol na sua prática há duas décadas, já que existem drogas muito melhor e mais seguras de usar.

RW diz que com demerol,os sintomas de abstinência apareceriam dentro de um dia. RW afirma que existem lapsos significativos de doses de demerol em Junho de 2009.

RW diz que os sintomas de abstinência mais comuns de benzodiazepina são: ansiedade, insónia, pele engilhada. RW afirma que concorda com a exigência do "CA Medical state Board" em que as substâncias regulamentadas devem estar num armário fechado, para evitar roubos. RW também concorda com a exigência do "CA Medical State Board", de que os registos médicos devem ser mantidos por todos os médicos. RW diz que médicos e pacientes decidem que tipo de assistência médica é melhor para o paciente.

Chernoff Redireciona

RW afirma que leu o depoimento de ambos Faheem Muhammad Amir e Michael Williams.
RW diz que embora haja intervalos de tempo em que MJ não recebeu demerol, era preocupante.

Walgren Reinterroga

RW afirma que o mapa que criou, foi feito apenas para seu uso próprio, representando as visitas de MJ ,ao Dr. Klein. Walgren e RW falam sobre o que cada área representa. RW admite que cometeu erros no gráfico, incluindo o dia 20 de Abril de 2009.
A 20 de Abril, MJ não foi visto por Klein, mas os dados introduzidos por RW em seu mapa referem essa data. RW afirma que o gráfico não refere o dia 04 de Junho como sendo um dia em que MJ recebeu injeções de Klein.

RW diz que pessoalmente não estava ciente de que Conrad Murray era o médico pessoal de MJ durante os meses de Abril, Maio e Junho de 2009.
RW afirma que soube que CM era o médico pessoal de MJ através dos média, quando MJ morreu.

Chernoff Re-redireciona

RW afirma que analisou um resumo de Chernoff de registos médicos de MJ, e os registos médicos do Dr. Klein.
RW diz que os registos médicos foram muito difíceis de ler e, por esse motivo, não foram feitos gráficos para seu uso pessoal.


Última edição por izilda em Sex Nov 04, 2011 12:16 pm, editado 1 vez(es)
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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Dom Out 30, 2011 10:24 pm

Testemunho do Dr White


Flanagan Dirige

Continuam a discutir a variabilidade entre as pessoas. propofol tem efeito no cérebro, e os montantes no cérebro não são mensuráveis ​​em seres humanos vivos por isso usam medidas alternativas, tais como EEG.

Flanagan mostra diversos trabalhos e gráficos que mostram que os níveis e os efeitos nos pacientes variam muito. White explica porque os modelos não estão a representar todos e cada paciente e os modelos são apenas uma média.

Flanagan menciona o gráfico de Dr. Shafer para Lorazepam (2 doses de 2 mg). white diz que é a medide certa para um paciente comum, mas não para MJ. white diz que se MJ estava a tomar Lorazepam oral, que seria de esperar ver os níveis residuais de Lorazepam dos dias anteriores. Walgren opoem-se ao uso da palavra "oral".

White diz que como CM disse que tratava MJ com midazolam e Lorazepam, que seria de esperar encontrar níveis residuais, mas WHITE não sabe quanto foi dado a MJ para fazer essa determinação.

Flanagan mostra a Shafer o grafico para Midazolam (2 doses de 2 mg, administradas ás 03 da manhã, e ás 07h30). Concentração de sangue real para midazolam no relatório da autópsia estava perto do modelo de Shafer.

Flanagan mostra gráficos feitos por Shafer, que combina Lorazepam Midazolam, outro gráfico que mostra Propofol 25mg administrado durante 3 a 5 minutos e outro gráfico combinando todos. (25mg de propofol, 2 doses de 2 mg Lorazepam e 2 doses de 2 mg de midazolam) Esta combinação não mostra uma situação perigosa.

Flanagan e white referem um estudo,onde com base no que White diz, 25mg de propofol proporcionaria sedação mínima e ajudava a alíviar a ansiedade e a causar um pouco de sonolência. White diz que CM deu sedação mínima.

Flanagan pergunta o que é moderado / mac / consciente / sedação. white diz que não há resposta verbal, as vias aéreas não são afetadas e as funções cardiovasculares ficam bem.

White diz que os hospitais necessitam de médicos que usam sedação consciente. Que sejam treinados para que se, por engano, sedarem o paciente em sedação profunda possam salvar o paciente.

Flanagan mostra que CM tem uma certificação do Hospital "Sunrise" em Las Vegas para sedação moderada.permite a CM avaliar o paciente, administrar sedação, gerenciar uma via aérea comprometida, fornecer ventilação adequada em caso de apnéia, resgatar um paciente da mais profunda sedação e monotorizar o paciente para avaliar a sedação.

Flanagan mostra a Shafer um grafico para Lorazepam 40 mg. Inicialmente as doses começaram por volta das 00:00, mas depois corrigiu o tempo a Shafer. White diz que o paciente médio estaria morto no mínimo, em coma por várias horas, recebendo 40mg mais de 5 horas. Shafer fez uma simulação por causa do frasco 10ml encontrados na casa. Para a simulação modificada Shafer (9 doses de 4 mg cada a partir das 01h30), white diz que não se encaixa com o frasco encontrado na casa. Tambémas ultimas doses teriam sido dadas quando MJ ainda estava a dormir.

Flanagan mostra o gráfico com 40 Lorazepam mg com 2 doses de midazolam e Lorazepam. white diz que não faz sentido quando MJ estava altamente sedado com Lorazepam, Midazolam ser-lhe administrado.

Flanagan mostra uma simulação de computador: 2 doses de 2 mg Lorazepam (ás 02:00 e ás 05:00) e uma dose oral de 20 mg (10 comprimidos tomados ao mesmo tempo) ás 7:00. Este gráfico assume que não havia Lorazepam residual dos dias anteriores.

Flanagan mostra outro gráfico. A mesma situação mas assume um nível residual de 10mg dos últimos 5 dias. Iria conseguir o mesmo resultado com 16 mg Lorazepam oral (8 comprimidos), tomados ás 07:00.

Flanagan afirma que a quantidade de Lorazepam no estómago de MJ era muito baixa. White diz que a pílula vai se dissolve em 15 minutos, e o intervalo de absorção é de 22 minutos. White diz que é normal haver um pouco de Lorazepam encontrados no estómago de MJ.

White diz que as suas simulações para Lorazepam são mais razoáveis, ​​e que a simulação de Shafer de 40 mg é irracional. White diz que a simulação com o nível residual é mais realista.

White afirma que talvez MJ não tenha tomado 8 comprimidos de uma vez. Talvez tenha tomado alguns de uma só vez e mais tarde mais alguns, como ás 6:00 e ás 8:00 da manhã. White diz que é uma especulação, mas é mais razoável do que 4mg ​​bolus a cada 30 minutos.

White explica a pequena quantidade de Lorazepam no estómago por absorção meia-vida.

Flanagan menciona outro artigo e pergunta se tivesse sido encontrando o equivalente a 1/300th de uma pílula no estómago,se era consistente com a simulação de White. White diz que não esperaria encontrar Lorazepam livre no estómago, se foi dado via IV.

White diz que como houve Lorazepam livre no estómago tem que ser o consumo oral.

White refere mais simulações do Dr. Shafer. White diz a Shafer que as simulações têm injeções de Propofol de 30 segundos a 60 segundos e diz que é inconsistente com a entrevista de CM. White diz a Shafer que a simulação de bolus 100mg é inconsistente com lidocaína. White diz que tal injecção iria queimar tremendamente pequenas veias.

White diz que múltiplas injeções de 50 mg são inconsistentes com os níveis de lidocaína encontrados na autópsia. White diz que seria difícil para MJ auto-injectar-se de Propofol 6 vezes, e a defesa alegou que nunca disse isso.

White afirma que o cenário de 25mg é menos absurdo como sedação mínima. Flanagan pergunta se uma pessoa poderia estar acordada para fazer uma injeção de 25mg durante 30 segundos e White responde que sim. White acrescenta que a concentração sangüínea depende de quão rápido a injeção é feita. Injecção lenta teria menos efeito sobre o coração e o sistema respiratório.

Flanagan mostra um gráfico com Lorazepam,Midazolam e Propofol rapid 25mg em bolus. White diz que se um bolus rápido foi colocado sobre os níveis de Lorazepam, a combinação pode ser fatal.

White diz a Shafer,que a infusão (IV) de 100ml era inconsistente com a entrevista de CM. White diz que um sistema IV foi necessário e a alça de Propofol não foi utilizada. White diz que garrafa no saco seria muito baixo e perigoso. White Também diz que se os movimentos do paciente ou alguém toca no tubo, a garrafa pode cair. White diz que não consegue pensar numa razão para não usar a alça e dar-se ao trabalho de cortar o saco com uma faca.

White afirma que antes de as bombas de infusão, a prática foi esvaziar a garrafa de propofol na bolsa de salina. Se fizer isso quando a bolsa está vazia, ver-se-ia o resíduo de Propofol no saco e na camâra. Não havia propofol na bolsa ou no tubo longo.

White diz que não há evidências de que houve uma IV, e acha que não houve infusão.

White volta a mencionar a simulação de Shafer de 100ml IV. Diz que é uma coincidência incrível que o paciente morra quando a garrafa acaba.
White também diz que Propofol na urina não suporta o IV 100ml mais de 3 horas. White diz que acordo com os níveis de urina, o cenário mais consistente é uma auto-injecção de Propofol 25mg entre as 11:30 e as 12:00.

White diz que os cenários de Shafer não combinam com a declaração de CM,a prova está na concentração da urina de cena. White diz que o seu cenário de auto-injeção se encaixa na perfieição.

Tribunal termina mais cedo. Media informa que a Procuradoria Walgren pediu tempo para se preparar para contra Interrogar.

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Re: O julgamento completo do médico que matou Michael Jackson

Mensagem por izilda em Qua Nov 02, 2011 6:51 pm

Walgren Interroga

Dr White,está aposentado,após 30 anos de atendimento clinico,ensino e pesquisa.White diz que é um especialista no uso de Propofol, e não especialista em modelagem farmacocinética e dinâmica. White pede a outras pessoas para fazer isso como o Dr. Shafer.

Walgren pergunta se houve situações onde Dr Murray se desviou dos padrões de cuidados em 25 de Junho e nos últimos dois meses. Dr. White concorda.
Walgren pergunta o que Dr. White entendeu da entrevista de CM á polícia. White diz que percebeu que CM deu de 25mg a 50 mg de propofol com 5 CC de lidocaína. Baseado na entrevista, não poderia dizer como CM administrou o gotejamento. White diz que pode haver uma série de possibilidades sobre o gotejamento e tubos múltiplos IV, conforme descrito pelo Dr. Shafer é uma das possibilidades.

White concorda e diz que dar Propofol sem acompanhamento adequado pode ser perigoso e pode resultar em depressão cardio-respiratória. White diz que no mínimo deveria ter uma bolsa de respiração.

Walgren pergunta a White se alguma vez deu Propofol num quarto. White diz que nunca ouviu falar numa situção dessas. White diz que Propofol deve ser dado em consultórios médicos e clínicas.

Walgren pergunta sobre o equipamento de sucção. White diz que é possivell ter vómitos, mas é bastante raro. White diz que um oxímetro de pulso é essencial e o manguito de pressão é importante. White diz que para uma infusão,se deve medir pressão arterial a cada 5 minutos e para sedação mínima tambem. Capnografia não é utilizado em todos os lugares, White considera útil, mas não muito preciso.

Walgren pergunta se não conseguir manter os registos médicos é desvio flagrante de padrão de atendimento. White diz que os gráficos são necessários, mas, neste caso, não contribuiram para a morte. White também classifica como desvio ligeiro a moderado do padrão de cuidados.

Walgren pergunta sobre a pré avaliação processual. É quando a condição de pacientes em geral é avaliada para ver se existem fatores que podem aumentar a depressão cardio respiratória. Depressão respiratória provocada por Propofol é mencionada como sendo rara, e geralmente acontece quando narcóticos estão presentes.

Walgren pergunta a Dr. White quanto a defesa lhe pagou. White diz que recebeu 11.000 dólares até agora. White diz que cobra 3.500 dólares por dia para as idas a tribunal, mas ele pediu que tal lhe fosse pago,porque a defesa não tem recursos.

Walgren pergunta a White se já teve um paciente que parasse de respirar depois de ter sido adminstrado com Propofol. White diz que sim, (após anestesia geral), e assitistiu-os com AMBU e máscara ou técnicas de ventilação, tais como intubação traqueal ou máscara laríngea.

Walgren menciona o juramento médico de "não prejudicar" e pergunta se CM violou este juramento dando Propofol. White diz que CM não prejudicou.

Walgren pergunta quem toma a decisão final - o médico ou o paciente. White diz que ambos compartilham a responsabilidade, mas o médico tem a opção de poder desistir. White diz que nunca iria administrar algo que considera inadequado.Desestiria.

Walgren pergunta se é fácil ir de um nível de sedação para o outro. White concorda que a monotorização é necessária, mas a dose de 25 mg é a dose mínima,e o efeito termina depois de 15 minutos. A monotorização de um paciente para essa dose por cerca de 15-30 minutos seria o suficiente e não haveria problema em deixar o paciente.

Walgren pergunta sobre oxímetro de pulso sem alarme. White diz que não tem nenhum valor quando se estiver fora da sala. White também afirma que 25 mg de propofol não teria efeito depois de 25-30 minutos. Walgren pergunta se os benzodiazepínicos teriam efeito, White diz que se foram dados horas antes que teriam pouco efeito.

White tenta justificar o tratamento de CM,dizendo que este era um caso incomum cujo o objetivo era induzir o sono, e que o facto de CM ter deixado MJ era aceitável.

Walgren pergunta,e se o paciente gostava de receber Propofol. White diz que não sairia do quarto.

White pergunta sobre falta de atendimento do 911. White diz que não pode justificá-la, mas também diz que a situação era diferente, CM não sabia o endereço e a casa não era de fácil acesso. Walgren questiona White. White diz CM devia ter ligado para o 911 mais cedo, mas não teria feito diferença neste caso. White diz que teria começado a reanimação e ligado para o 911 no periodo de 3 a 5 minutos.

White não acha que tudo o CM disse à polícia é verdade. White diz que em situações de emergência é difícil lembrar dos pormenores, e CM poderia ter esquecido de mencionar Propofol e não fazê-lo de forma desonesta. Walgren sugere que a outra alternativa é que CM mentiu. White reluntantemente concorda.

Walgren faz sobre a carta que White deu à defesa. Na carta está escrito que os sedativos, analgésicos e benzos podem aumentar o risco de Propofol. White diz que alta concentração de lorazepam,e 25mg de propofol dados rápidamente,podem causar arritmia,e uma morte rápida.

White menciona que muito embora CM tenha comprado Propofol, MJ tinha o seu próprio stoque de Propofol. Walgren pergunta onde viu essa informação. White diz que CM lho disse.

Walgren mostra os tubos IV encontrados e pergunta se são faceis de dissimular, e se cabem na mão ou no bolso. Dr White admite.

Walgren menciona como White especulou que MJ bebeu propofol, e agora rejeita que tenha sido a causa de morte. White diz que Dr. Shafer explicou porque não poderia haver propofol no estómago e por isso não causaria a morte.

White diz que fez a sua carta de 3 páginas,num curto espaço de tempo.Flanagan precisava de algo dele. White diz que não escreveu nenhum outro relatório. Na carta White escreveu que MJ se auto administrou por injeção ou por via oral. Flanagan tinha mencionado Propofol por via oral antes de escrever a carta e White dizer que fez uma pesquisa, mas não encontrou nada sobre isso.

Walgren pergunta se de acordo com White, a única opção é culpar a vítima. White diz que se CM somente deu o que disse que deu, o que se passaria seria diferente. Walgren pergunta a white se culpa MJ por ter tomado Lorazepam também. White diz que sim. Walgren pergunta a White se acreditou em tudo o que CM disse. White diz que sim. White diz que o que CM disse em relação à administração da droga é consistente com o relatório da autópsia.

Walgren fala do relatório e menciona o ponto em que White agora diz que MJ morreu de um bolus rápido, mas nunca escreveu em seu relatório / carta. Walgren pergunta se tem qualquer outra teoria que não atribui o consumo de drogas a MJ. White diz que não.

Walgren pergunta quem é Dra. Gabriella Onellis. White diz que é PhD em engenharia biomédica. White conheceu-a pela primeira vez na semana passada e perguntou-lhe se poderia calcular a quantidade de propofol.Iria aparecer na urina após 3 horas de uma infusão de 100 mk.

Walgren menciona que o Dr. Shafer propocionou software para os modelos para a defesa e White apenas forneceu os códigos de computador em papel.

Walgren menciona a teoria do Lorazepam ás 10:00. Como o efeito de pico ocorreria em 2 horas-o paciente estaria bem ás 12:00. Na semana passada, quando Dr. Shafer testemunhou que Lorazepam tinha que ter sido tomado pelo menos quatro horas antes de ter morrido,White reune-se com Onellis,qu criou vários cenários. White diz que não estava ciente da teoria do Lorazepam ás 10:00.

Walgren pergunta se MJ lhe pediu para trabalhar para ele,e dar-lhe Propofol, e se aceitou o trabalho. White diz que não. Diz que nenhuma quantidade de dinheiro poderia convencê-lo a fazê-lo devido ao tempo que seria necessário, a responsabilidade e o uso off label de propofol.

Walgren pergunta se a teoria de White das 11:40 da manhã,de auto-administração é baseada em hipóteses por falta de registos médicos. White concorda.

Walgren pergunta se para a sua teoria,usou o facto de CM ter saido da sala durante 2 minutos.White diz que não.

Walgren pergunta sobre o estudo Propofol em animais. White diz que Flanagan conhecia um veterinario que poderia fazer o estudo e que não teve parte nisso. White diz que só tem um relatório de Flanagan de propofol por via oral e que não teve efeito sobre os animais estudados.

Walgren pergunta a White quando assume que MJ tomou Lorazepam,e CM foi saiu do quarto. White diz que MJ estava ansioso. Walgren rejeita o que White diz que CM lhe disse. White diz que entendeu que que CM estava noutra divisão do quarto (quarto adjacente etc) e não assistiu. White diz que CM não estava ciente de que MJ tinha tomado Lorazepam.

Walgren pergunta a White se está ciente de que CM deixou o quarto apenas uma vez. White diz que sim. Também acredita que CM se afastou por volta das 07:00. Dr. White diz que quando CM estava ao telefone,foi, presumivelmente, para longe de MJ, porque MJ estava a dormir.

A Teoria de White é que CM fez 50 mg de propofol e lidocaína e deu metade o MJ e deixou a seringa meia cheia.Depois diz que CM estava no corredor, Walgren rejeita o que CM disse a White.White acha que após CM ter dado metade da seringa a MJ, observou-o,e deixou-o para falar ao telefone e ir ao WC. White acha que MJ poderia ter-se injetado nesse intervalo de 40 minutos.

Walgren pergunta se MJ se injetou através da porta de IV e se a seringa estava originalmente na cadeira. Walgren pergunta se não seria de tocar um alarme quando CM encontrou a seringa na porta de injeção. Walgren também pergunta se de acordo com sua teoria, MJ caiu para a cama na mesma posição.

Walgren pergunta se é do entendimento de white,que MJ andou pela casa com um suporte IV ,com um cateter,um preservativo e um saco de urina ligados á sua perna.

Walgren pergunta se não há uma possibilidade de CM ter injetado Propofol adicional. White responde que sim, se quisesse fazer mal a MJ.

Walgren pergunta se quando pôs MJ a dormir se teve uma leve / mínima sedação, o que significa resposta a estímulos verbais. Walgren pergunta se tal faz sentido. White diz que uma vez a dormir, não precisa de um maior nível de sedação.

White acredita que MJ não recebeu Propofol nos dias 23 e 24 com base nos níveis de urina.

White diz que durante as seis semanas anteriores, CM deu a MJ 1 ou 2 bolus de propofol (25 a 50 mg) e com uma infusão,pois a garrafa de Propofol tinha sido esvaziada para um saco IV. Walgren novamente opoem-se a White dizendo que está a dizer o que CM lhe disse. White especula que a sedação foi mínima a moderada.

Walgren cita vários artigos escritos por Dr. White. Um artigo diz que MAC (sedação moderada) exige o mesmo nível de padrão de cuidados como a anestesia geral.

Diretrizes base para anestesia (escrito por Dr. White):

1-Pessoal devidamente treinado
2 Equipamentos para anestesia
3-Documentação completa dos cuidados prestados
4 Monotorização de equipamento
5 Recuperação de área, com pessoal competente
6-Disponibilidade de equipamento de emergência
7 Plano de emergência para o transporte de pacientes para um espaço que ofereça atendimento mais abrangente, caso ocorra uma complicação
8-Documentação num programa de garantia de qualidade
9-Formação contínua do médico
10 - Normas de segurança que não podem ser comprometidas para o conforto ou custo do paciente

Walgren pergunta se essas normas devem ser aplicadas se o Propofol fôr administrado num quarto. White diz que não daria num quarto.
White eventualmente, concorda que dar Propofol numa casa exige os requisitos mínimos de anestesia.

Walgren pergunta a Dr. White quanto a defesa lhe pagou. White diz que recebeu 11.000 dólares até agora. White diz que cobra 3.500 dólares por dia para as idas a tribunal, mas ele pediu que tal lhe fosse pago,porque a defesa não tem recursos.

Walgren pergunta a White se já teve um paciente que parasse de respirar depois de ter sido adminstrado com Propofol. White diz que sim, (após anestesia geral), e assitistiu-os com AMBU e máscara ou técnicas de ventilação, tais como intubação traqueal ou máscara laríngea.

Walgren menciona o juramento médico de "não prejudicar" e pergunta se CM violou este juramento dando Propofol. White diz que CM não prejudicou.

Walgren pergunta quem toma a decisão final - o médico ou o paciente. White diz que ambos compartilham a responsabilidade, mas o médico tem a opção de poder desistir. White diz que nunca iria administrar algo que considera inadequado.Desestiria.

Walgren pergunta se é fácil ir de um nível de sedação para o outro. White concorda que a monotorização é necessária, mas a dose de 25 mg é a dose mínima,e o efeito termina depois de 15 minutos. A monotorização de um paciente para essa dose por cerca de 15-30 minutos seria o suficiente e não haveria problema em deixar o paciente.

Walgren pergunta sobre oxímetro de pulso sem alarme. White diz que não tem nenhum valor quando se estiver fora da sala. White também afirma que 25 mg de propofol não teria efeito depois de 25-30 minutos. Walgren pergunta se os benzodiazepínicos teriam efeito, White diz que se foram dados horas antes que teriam pouco efeito.

White tenta justificar o tratamento de CM,dizendo que este era um caso incomum cujo o objetivo era induzir o sono, e que o facto de CM ter deixado MJ era aceitável.

Walgren pergunta,e se o paciente gostava de receber Propofol. White diz que não sairia do quarto.

White pergunta sobre falta de atendimento do 911. White diz que não pode justificá-la, mas também diz que a situação era diferente, CM não sabia o endereço e a casa não era de fácil acesso. Walgren questiona White. White diz CM devia ter ligado para o 911 mais cedo, mas não teria feito diferença neste caso. White diz que teria começado a reanimação e ligado para o 911 no periodo de 3 a 5 minutos.

White não acha que tudo o CM disse à polícia é verdade. White diz que em situações de emergência é difícil lembrar dos pormenores, e CM poderia ter esquecido de mencionar Propofol e não fazê-lo de forma desonesta. Walgren sugere que a outra alternativa é que CM mentiu. White reluntantemente concorda.

Walgren faz sobre a carta que White deu à defesa. Na carta está escrito que os sedativos, analgésicos e benzos podem aumentar o risco de Propofol. White diz que alta concentração de lorazepam,e 25mg de propofol dados rápidamente,podem causar arritmia,e uma morte rápida.

White menciona que muito embora CM tenha comprado Propofol, MJ tinha o seu próprio stoque de Propofol. Walgren pergunta onde viu essa informação. White diz que CM lho disse.

Walgren mostra a tubulação IV encontrada e pergunta se é facil de dissimular, e se cabe na mão ou no bolso. Dr White admite.

Walgren menciona como White especulou que MJ Bbebeu propofol, e agora rejeita que tenha sido a causa de morte. White diz que Dr. Shafer explicou porque não poderia haver propofol no estómago e por isso não causaria a morte.

White diz que fez a sua carta de 3 páginas,num curto espaço de tempo.Flanagan precisava de algo dele. White diz que não escreveu nenhum outro relatório. Na carta White escreveu que MJ se auto administrou por injeção ou por via oral. Flanagan tinha mencionado Propofol por via oral antes de escrever a carta e White dizer que fez uma pesquisa, mas não encontrou nada sobre isso.

Walgren pergunta se de acordo com White, a única opção é culpar a vítima. White diz que se CM somente deu o que disse que deu, o que se passaria seria diferente. Walgren pergunta a white se culpa MJ por ter tomado Lorazepam também. White diz que sim. Walgren pergunta a White se acreditou em tudo o que CM disse. White diz que sim. White diz que o que CM disse em relação à administração da droga é consistente com o relatório da autópsia.

Walgren fala do relatório e menciona o ponto em que White agora diz que MJ morreu de um bolus rápido, mas nunca escreveu em seu relatório / carta. Walgren pergunta se tem qualquer outra teoria que não atribui o consumo de drogas a MJ. White diz que não.

Walgren pergunta quem é Dra. Gabriella Onellis. White diz que é PhD em engenharia biomédica. White conheceu-a pela primeira vez na semana passada e perguntou-lhe se poderia calcular a quantidade de propofol.Iria aparecer na urina após 3 horas de uma infusão de 100mk.

Walgren menciona que o Dr. Shafer propocionou software para os modelos para a defesa e White apenas forneceu os códigos de computador em papel.

Walgren menciona a teoria do Lorazepam ás 10:00. Como o efeito de pico ocorreria em 2 horas-o paciente estaria bem ás 12:00. Na semana passada, quando Dr. Shafer testemunhou que Lorazepam tinha que ter sido tomado pelo menos quatro horas antes de ter morrido,White reune-se com Onellis,qu criou vários cenários. White diz que não estava ciente da teoria do Lorazepam ás 10:00.

Walgren pergunta se MJ lhe pediu para trabalhar para ele,e dar-lhe Propofol, e se aceitou o trabalho. White diz que não. Diz que nenhuma quantidade de dinheiro poderia convencê-lo a fazê-lo devido ao tempo que seria necessário, a responsabilidade e o uso off label de propofol.

Walgren pergunta se a teoria de White das 11:40 da manhã,de auto-administração é baseada em hipóteses por falta de registos médicos. White concorda.

Walgren pergunta se para a sua teoria,usou o facto de CM ter saido da sala durante 2 minutos.White diz que não.

Walgren pergunta sobre o estudo Propofol em animais. White diz que Flanagan conhecia um veterinario que poderia fazer o estudo e que não teve parte nisso. White diz que só tem um relatório de Flanagan de propofol por via oral e que não teve efeito sobre os animais estudados.

Walgren pergunta a White quando assume que MJ tomou Lorazepam,e CM foi saiu do quarto. White diz que MJ estava ansioso. Walgren rejeita o que White diz que CM lhe disse. White diz que entendeu que que CM estava noutra divisão do quarto (quarto adjacente etc) e não assistiu. White diz que CM não estava ciente de que MJ tinha tomado Lorazepam.

Walgren pergunta a White se está ciente de que CM deixou o quarto apenas uma vez. White diz que sim. Também acredita que CM se afastou por volta das 07:00. Dr. White diz que quando CM estava ao telefone,foi, presumivelmente, para longe de MJ, porque MJ estava a dormir.

A Teoria de White é que CM fez 50 mg de propofol e lidocaína e deu metade o MJ e deixou a seringa meia cheia.Depois diz que CM estava no corredor, Walgren rejeita o que CM disse a White.White acha que após CM ter dado metade da seringa a MJ, observou-o,e deixou-o para falar ao telefone e ir ao WC. White acha que MJ poderia ter-se injetado nesse intervalo de 40 minutos.

Walgren pergunta se MJ se injetou através da porta de IV e se a seringa estava originalmente na cadeira. Walgren pergunta se não seria de tocar um alarme quando CM encontrou a seringa na porta de injeção. Walgren também pergunta se de acordo com sua teoria, MJ caiu para a cama na mesma posição.

Walgren pergunta se é do entendimento de white,que MJ andou pela casa com um suporte IV ,com um cateter,um preservativo e um saco de urina ligados á sua perna.

Walgren pergunta se não há uma possibilidade de CM ter injetado Propofol adicional. White responde que sim, se quisesse fazer mal a MJ.

Walgren pergunta se quando pôs MJ a dormir se teve uma leve / mínima sedação, o que significa resposta a estímulos verbais. Walgren pergunta se tal faz sentido. White diz que uma vez a dormir, não precisa de um maior nível de sedação.

White acredita que MJ não recebeu Propofol nos dias 23 e 24 com base nos níveis de urina.

White diz que durante as seis semanas anteriores, CM deu a MJ 1 ou 2 bolus de propofol (25 a 50 mg) e com uma infusão,pois a garrafa de Propofol tinha sido esvaziada para um saco IV. Walgren novamente opoem-se a White dizendo que está a dizer o que CM lhe disse. White especula que a sedação foi mínima a moderada.

Walgren cita vários artigos escritos por Dr. White. Um artigo diz que MAC (sedação moderada) exige o mesmo nível de padrão de cuidados como a anestesia geral.

Diretrizes base para anestesia (escrito por Dr. White):

1-Pessoal devidamente treinado
2 Equipamentos para anestesia
3-Documentação completa dos cuidados prestados
4 Monotorização de equipamento
5 Recuperação de área, com pessoal competente
6-Disponibilidade de equipamento de emergência
7 Plano de emergência para o transporte de pacientes para um espaço que ofereça atendimento mais abrangente, caso ocorra uma complicação
8-Documentação num programa de garantia de qualidade
9-Formação contínua do médico
10 - Normas de segurança que não podem ser comprometidas para o conforto ou custo do paciente

Walgren pergunta se essas normas devem ser aplicadas se o Propofol fôr administrado num quarto. White diz que não daria num quarto.
White eventualmente, concorda que dar Propofol numa casa exige os requisitos mínimos de anestesia.

Walgren continua com citações de livros de Dr.White/artigos:"por causa do risco cardio profunda de depressão respiratoria,propofol deve sempre ser administrado por anestesistas,e não por gastroentrologistas,etc (outros médicos)".

White afirma que o livro foi publicado em 1996,e que as coisas evoluíram desde então. White afirma que concordaria que o propofol tem um risco profundo de cardio depressão respiratória, mas pode ser administrado por médicos treinados que não anestesistas, num ambiente adequado.

White afirma que as orientações para a sedação, para os anestesiologistas não são: "mesmo se a sedação é moderada destina-se, o mesmo padrão de atendimento deve ser aplicada como para sedação profunda" e que "porque não é sempre possível prever como o paciente reagirá, o cuidador precisa estar preparado para resgatar um paciente de sedação profunda. "

Dr. White concorda que, para sedação moderada (quando é usada infusão), o paciente deve receber o mesmo cuidado como para sedação profunda.

Para sedação leve, Dr. White afirma que o médico deve estar preparado em caso do paciente entrar em sedação moderada, não sedação profunda.

Dr. White afirma que não iria administrar propofol numa casa, mas acha que essas diretrizes devem ser seguidas com uma infusão. White afirma que não sabe se uma segunda pessoa é necessária, assumindo que o médico está monorotorizando o paciente, enquanto o propofol está a ser administrado.

Walgren pergunta sobre como administrar um bolus benzodiazepínicos e propofol. Dr. White afirma que numa situação ideal, seria ótimo seguir as orientações.

Walgren mostra a Ornelas o modelo com propofol 25mg administrado durante 3-5 minutos versus uma injeção de 25mg rápida, e as diferenças na concentração de sangue e propofol livre nos níveis de urina. Seu modelo é baseado num artigo de 1998.

Dr White não tinha lido o artigo em detalhe. Dr White teve uma conversa com Ornelas na casa de Flanagan por algumas horas no fim da semana passada. Os modelos que Dr White testemunhou, não foram feitos por ele,pois não é um especialista em modelos.

Walgren mostra novamente o modelo com Murray a infundir 25mg às 10h40 contra o de MJ a auto injetar-se ás 11:40. Antes da auto-injecção, o nível de sangue era quase 0.

Walgren mostra um zoom do mesmo gráfico, zoom sobre a auto-injecção. Dr White acredita que a auto-injecção ocorreu mais tarde do que as 11:40.

Dr White acha que este cenário é o mais provável, uma vez que é consistente com a entrevista que Murray deu ao LAPD, não recuperando os tubos, coincide com a concentração de propofol livre na urina, e com a concentração no sangue.

Walgren mostra um outro zoom de um mesmo gráfico,10 minutos mais tarde, mostrando só a concentração de sangue. A circulação pára quase imediatamente. Dr. White diz que poderia ter sido arritmia, a causa não é clara.

Walgren traz o relatório da autópsia: MJ tinha problemas de coração. Dr. White diz que não exclui uma arritmia.

Murray disse á polícia de Los Angeles que, quando voltou para a sala, os batimentos cardiacos de MJ era de 122. Dr White disse que não está claro o que era 122, e que poderia ter sido a saturação. Walgren lê a entrevista da polícia; Murray também relatou que sentiu um pulso fraco. Dr. White diz que Murray pode ter sentido seu próprio pulso, ele estava sob stress. pode não ter sentido um pulso de perfusão. Walgren: "Isso enquadra-se com a nova teoria de que MJ morreu instantaneamente"

Dr. White afirma que não vê qualquer evidência de paragem respiratória ou paragem cardíaca, ou de ambas combinadas.

Walgren remonta a 8 de Março,á carta que White enviou á defesa. Primeira causa de morte: Dr. White pensa ter sido depressão respiratória. Dr White corrige "depressão cardio pulmonar", entre outras coisas. Walgren menciona o consumo oral como sendo um outro factor.

Walgren mostra modelos de lorazeapm (injeção mg múltiplos 4, 2 X 2 mg IV 16 mg oral).

O gráfico mostra 0,0013 mg no estómago, Dr. White não sabe de onde esse número vem, mas é menor do que o 0,006 mg.

White afirma que o fato de haver lorazepam livre no estómago sugere a ingestão oral.

White afirma que lorazepam residual é um pressuposto de 10mg para os últimos 5 noites.
Walgren mostra um gráfico onde Murray teria injetado 25 mg de propofol, e onde MJ ter-se-ia auto injetado. Quando MJ se auto injetou,o lorazepam foi um pouco menor.

Walgren novamente volta ao modelo de Ornelas com propofol 25mg durante 3 a 5 minutos, a concentração de sangue 25mg, rápida injeção de propofol e livre nos níveis de urina. Walgren pergunta porque não mostra o site efeito (cérebro). White diz que é porque só foi questionado sobre o propofol livre na urina.

O Gráfico do Dr. Shafer acrescentou concentração local de efeito ao gráfico de Ornelas: os níveis no site de efeito são os mesmos em ambas injeções dadas por Murray, ou auto-injecção supostamente dada por MJ. Dr White diz que estes números não fazem sentido, por causa da variabilidade. Dr White estaria mais interessado na concentração do coração.

Walgren pergunta a White, se fez alguma pesquisa para se certificar que o 0,3% usado por Ornelas (0,3% de propofol é excretada de forma inalterada) foi preciso. White diz que o seu pre-sentimento é de que era um número mais conservador.

Walgren mostra um artigo usado por Dr. Ornelas como base para sua análise. Foi publicado em 1988. Indicou que menos de 0,3% do propofol é excretada de forma inalterada, mas o modelo utiliza 0,3%. Dr White relembra um artigo que dizia 1%.

Walgren pergunta com base nesse papel (menos de 0,3%), poderia ser 0? Dr White não concorda.
Walgren diz que o artigo diz que 0,3 pode ser uma super estimativa. Dr. White diz que a diferença com uma infusão de 3 horas ainda seria enorme.

Walgren mostra um artigo de 1991 sobre animais (cães de rato). Não houve propofol inalterado em todos os animais,independentemente se era bolus ou infusão. Dr White diz que não confia em artigos sobre animais.Prefere contar com artigos sobre seres humanos.

Walgren mostra um artigo de 1999: Não encontraram propofol livre na urina. Dr White indica que não pesquisou o assunto.

Walgren mostra um artigo de 2002 em que os níveis encontrados foram muito menores. Objeção, sustentado. O juiz pede Walgren para mudar de assunto.


Flanagan redireciona

Flanagan fala sobre o 911 não ter sido chamado por 20 minutos. Flanagan menciona que era uma casa grande, cercada, portão fechado, que só podia ser aberta pela segurança, os guardas estavam fora da cozinha,o incidente aconteceu no andar de cima, não há telefones fixos. Flanagan pergunta se seria razoável pedir a uma pessoa na cozinha para ajudar.

White diz que iria ressuscitar o paciente e pedir á pessoa na cozinha, parece mais razoável do que chamar a segurança.White diz que CPR devia ter sido dada passado 1 a 2 minutos, e sustentada por pelo menos 3 minutos, antes de deixar o paciente.

Flanagan pergunta que tipo de CPR devia ter sido dada. White diz boca a boca, e acrescenta que uma bolsa de respiração teria sido melhor, mas boca a boca era uma possibilidade.

Flanagan pergunta a Dr. White qual seria a sua avaliação, se o paciente não estava a respirar, e se seus olhos e boca estivessen abertos. White diz que iria avaliar o paciente para ver se estava vivo,pois são frequentemente um sinal de morte.

Flanagan pergunta se o paciente estava morto ás 12:00 PM,e se não havia nada que podesse ter sido feito. White diz que se o paciente estava morto, não se mantinha o gráfico, não teria mudado nada.

Flanagan pergunta a White se acha que Propofol teve alguma coisa que ver com a morte. White diz que se o propofol foi dado às 10:40, e o paciente estava morto ás 12:00, não suspeitaria do propofol.

Flanagan pergunta se após terem recebido a autorização para declarar o paciente morto, se a novas tentativas foram realistas e se deram a oportunidade de salvar o paciente. White diz que não.

White diz que mesmo que os médicos das urgências tivessem conhecimento do propofol, isso não mudaria o resultado.

Flanagan e White falam sobre as 25 mg de propofol em bolus durante 3 a 5 minutos. White diz que se tivesse qualquer efeito negativo, que seria aparente até o final do bolo e não teria havido nenhuma razão para suspeitar de qualquer coisa num momento posterior.

Flanagan pergunta sobre o tubo IV, e White diz que é mais fácil de esconder um tubo IV do que uma bolsa de soro, mas se o tubo IV estava num bolso,teria havido líquido no bolso.

Flanagan menciona que a audiência preliminar das duas testemunhas, indicaram a possibilidade de consumo oral de propofol.

Flanagan pergunta se Walgren entrou em contato com Dr. White.

White diz que Walgren lhe telefonou, e conversaram. White disse que foi contatado pela defesa. Walgren pergunta se foi pago, e White diz que sim.
White diz que esta é a sua única fonte de rendimento.

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